GIULIETTO CHIESA

FREE JULIAN ASSANGE

WWIII + S SITE

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Monday, May 7, 2018

U.S. Senators Have a New Plan to Expand Indefinite Detention and Endless Global War

Just when you thought things couldn’t get any worse with this Congress, a bipartisan pair of senators have teamed up to write the single most dangerous piece of unconstitutional legislation of this Congress. 
Last week, Sens. Bob Corker (R-Tenn.) and Tim Kaine (D-Va.) introduced S. Res. 59, which is a new Authorization for Use of Military Force (AUMF). An AUMF is roughly the modern equivalent of a declaration of war, and the Corker-Kaine AUMF gives President Trump and lots of future presidents the authority to take the country to war against an endless list of groups and individuals in an endless list of countries.
The result will be true global war without end.
The two senators wanted to get a quick vote in the Senate Foreign Relations Committee last week and have the bill rocket through the Senate and House and onto the president’s desk. Fortunately for all of us, senators from both parties, from Sen. Mike Lee (R-Utah) to Sen. Jeff Merkely (D-Ore.), forced a slowdown. But Corker and Kaine are working overtime to try to jam through their AUMF, which is a dumpster fire of bad ideas.
Here are just some of the harms packed into their proposed AUMF:

Sunday, May 6, 2018

PT -- GUERRA NUCLEAR: 9.2 O sistema bélico planetário dos Estados Unidos da América

MANLIO DINUCCI

“Copyright Zambon Editore”


GUERRA NUCLEAR
O DIA ANTERIOR
De Hiroshima até hoje:
Quem e como nos conduzem à catástrofe



9.2  O sistema bélico planetário dos Estados Unidos da América     

Na «geografia do Pentágono», o mundo está dividido em «áreas de responsabilidade», cada uma confiada a um dos seis Comandos Combatentes Unificados dos Estados Unidos: O Comando Norte, cobre a América do Norte; o Comando Sul, o Centro e a América do Sul; o Comando Europeu, a região que compreende a Europa e toda a Rússia; o Comando África, o continente africano (salvo o Egipto, que se agrupa no Comando Central); o Comando Central, o Mediterrâneo e a Ásia Central; o Comando Pacífico, a região da Ásia/Pacífico.

Cada um dos Comandos Combatentes Unificados é composto por comandos de diversos componentes das Forças Armadas USA,  naquela área. Por exemplo, o Comando Europeu dos Estados Unidos é formado por: Exército USA na Europa, Forças Aéreas USA na Europa, Forças Navais USA na Europa, Forças Marines USA na Europa, Comando de Operações Especiais USA na Europa. O comando de cada força está articulado, por sua vez, numa série de sub-comandos e unidades. Por exemplo, o Exército USA, na Europa, tem 22.

Aos seis comandos geográficos juntam-se-lhes  comandos três operativos à escala global: o Comando Estratégico, responsável pelas forças nucleares terrestres, aéreas e navais, das operações militares no espaço e espaço cibernético, do ataque global, da guerra electrónica e da defesa dos mísseis; o Comando para as Operações Especiais, com um comando específico em cada uma das seis áreas mais um na Coreia, responsável pela guerra não-convencional, pelas operações contra revoluções, pela operações psicológicas e por quaisquer outras missões ordenadas pelo Presidente ou pelo Secretário da Defesa; o Comando para o Transporte, responsável pela mobilidade dos soldados e armamentos por terra, ar e mar, a nível mundial. 

Os Estados Unidos da América são o único país a ter uma presença militar à escala global, em cada continente e região do mundo. O Pentágono é directamente proprietário de 4.800 bases e outras instalações militares, quer nos USA, quer no estrangeiro, compreendendo 560.000 edifícios e estruturas (tipo estruturas ferroviárias, oleodutos e pistas de aeroportos). Segundo os dados oficiais do Pentágono, os Estados Unidos têm cerca de 800 bases e outras instalações militares em mais de 70 países, sobretudo em volta da Rússia e da China, muitas mais em uso ou secretas. Essas bases servem para uma rotação contínua de forças, que são aumentadas rapidamente com as transferidas das bases dos Estados Unidos, para concentrá-las em determinados teatros bélicos. Os países em que são distribuídas tropas americanas, compreendendo aqueles que não têm bases militares, são mais de 170. Entre militares, empregados civis e familiares, o Pentágono mantém permanentemente no estrangeiro cerca de meio milhão de cidadãos americanos.

Como termos de comparação, a Rússia tem apenas 9 bases militares no estrangeiro, nas suas antigas repúblicas soviéticas; a China tem uma em Djibouti, onde  fazem escala os seus navios militares e civis. Compreendendo 13 bases britânicas e francesas e algumas mais, todos os outros países do mundo têm na totalidade 30 bases no estrangeiro em comparação com as 800 bases americanas 

Como número de militares em serviços activo (1,3 milhões, sempre a aumentar) os Estados Unidos são o terceiro lugar mundial depois da China (2,2 milhões) e da Índia (1,4 milhões). Mas, tendo os USA uma população equivalente a cerca de um quarto da China ou da Índia, o número dos seus militares em relação ao dos habitantes é superior. Comparado com a Rússia, que tem pouco mais de 800 mil militares em serviço activo, os Estados Unidos têm uma nítida superioridade numérica.

Comparado com outras grandes potências, os Estados Unidos são superiores não só como forças nucleares, mas, em geral, como tipo de armamentos e forças de deslocação e ataque rápido. Têm cerca de 2.200 caça-bombardeiros, entre os quais 1.400 da U.S. Air Force, todos da quarta e quinta geração. Em relação aos 850 da Rússia e 500 da China (quase todos da quarta geração). Têm também cerca de 160 bombardeiros pesados, 700 drones e 800 helicópteros de ataque.

Os USA têm em 2017, 275 navios de superfície e submarinos - mais do que qualquer outro país e que a Administração Trump quer aumentar para 350. Sobretudo, têm unidades navais adaptadas para projecções de forças militares em teatros bélicos distantes, para ataque de objectivos terrestres e para desembarque em território inimigo. Mais de 68 submarinos armados de mísseis, têm 10 porta-aviões enormes, que a Administração Trump quer aumentar para 12. Para ter uma ideia  da relação de forças, basta pensar que, no mundo, em 2017, há 18 porta-aviões, dos quais 10 pertencem aos Estados Unidos, 2 à Itália e 1 respectivamente à China, Rússia, França, Índia, Espanha e Tailândia. Cada um dos porta-aviões americanos de propulsão nuclear, com 330 metros de comprimento, têm a bordo 75 caça-bombardeiros e uma equipagem de 5.000 homens.

Os Estados Unidos têm também 31 navios anfíbios de assalto poderosos, num total de 45 existentes à escala mundial, dos quais 6 pertencem à Grã-Bretanha, 4 à China, 1 à Índia. Os navios americanos de assalto anfíbio têm uma ponte de voo, com 250 metros de comprimento e 30 de largura, do qual partem 30 helicópteros de ataque e caças de descolagem vertical; têm embarcações de desembarque enormes sobre almofadas de ar, cada um capaz de transportar à velocidade superior a 30 nós, acima da costa, tropas e cargas de 60 toneladas. Uma única nave de assalto anfíbio pode desembarcar 2 mil marines, dotados de helicóptero e aviões de descolagem vertical, artilharia de grande calibre e tanques.

Esta máquina bélica, a mais potente jamais vista na História, requer uma despesa militar de longe superior ao gasto de todos os outros países. O orçamento do Pentágono para o ano fiscal de 2018 sobe a 700 biliões de dólares, mais de quanto gastam os outros nove países que figuram na lista dos dez com as maiores despesas militares do mundo: China, Arábia Saudita, Rússia, Grã-Bretanha, Índia, França, Japão, Alemanha e Coreia do Sul.

Para a aprovação do orçamento do Pentágono é decisivo o voto por unanimidade, da Comissão dos Serviços Armados, formada por 14 senadores republicanos e 13 democratas. A Comissão sublinha que «os Estados Unidos devem reforçar a dissuasão da agressão russa: a Rússia continua a ocupar a Crimeia, a criar instabilidade na Ucrânia, a minar os nossos aliados NATO, a violar o Tratado INF de 1987 sobre as forças nucleares de raio intermédio e a apoiar o regime de Assad na Síria». Acusa, também a Rússia de conduzir «um ataque sem precedentes aos nossos interesses e valores fundamentais», em particular, através de «uma campanha decidida a minar a democracia americana». Com tais motivações a coligação dos dois partidos justifica o reforço de toda a máquina bélica americana.

Para o orçamento do Pentágono referente a 2018, o Congresso autoriza 60 biliões a mais do que o que foi pedido pela Administração Trump. Adicionando outros orçamentos de carácter militar, entre os quais o do Departamento para os Assuntos dos Veteranos (que se ocupa dos militares na reserva) e o das armas nucleares, inscrito no Departamento da Energia – as despesas militares totais dos Estados Unidos montam a cerca de 1 trilião de dólares, ou seja, um quarto do orçamento federal.

Estes são alguns dos elementos das despesas abrangidas pelo orçamento do Pentágono no ano fiscal de 2018: 10.6 biliões de dólares para comprar 94 caças F-35, 24 mais do que a quantidade requisitada pela Administração Trump; 17 biliões de dólares para o «escudo anti-míssil» e para as actividades militares espaciais, 1,5 a mais do que a verba requerida pela mesma Administração; 25 biliões para construir 13 navios de guerra, mais 5 do que os propostos pela Administração Trump.

Dos 700 biliões do orçamento de 2018, 640 são destinados, principalmente,  à manutenção e às actividades das Forças Armadas, à compra de novos armamentos e aos salários do pessoal militar, que são aumentados, elevando o custo anual a mais de 145 biliões; 60 biliões são designados para as operações bélicas na Síria, Iraque, Afeganistão e noutras regiões. Também são disponibilizados 1,8 biliões de dólares para treino e equipamento de formações armadas sob comando USA, na Síria e no Iraque, e 4,9 biliões de dólares para o «Fundo das Forças de Segurança Afegãs». Para a «Iniciativa de Segurança da Europa», lançada em 2014, pela Administração Obama depois da «agressão de vingança russa na Ucrânia», são concedidos em 2018, 4,6 biliões: eles servem para aumentar a presença das forças couraçadas americanas e o «pré-posicionamento estratégico» de armamentos USA na Europa.Também são fornecidos 500 milhões de dólares para fornecer «assistência letal» (ou seja, armamentos) à Ucrânia.

O orçamento do Pentágono, dispondo de 125 biliões de dólares por ano (a verba de 2018 em aumento contínuo)para a compra de armamentos e 85 biliões (esta quantia também sempre em aumento continuado) para a pesquisa e desenvolvimento de novos armamentos, alimenta a indústria bélica mais poderosa do mundo. Entre os dez maiores produtores mundiais de armamentos  (com base na facturação de 2016), seis são americanos: Lockheed Martin, Boeing, Raytheon Company, Northrop Grumman, General Dynamics, L3 Tecnologies. Os outros são a firma britânica BAE Systems, a franco-holandesa Airbus, a francesa Thales e a italiana Leonardo (antes Finmeccanica), na nona posição.

Em primeiro lugar no mundo, está a firma americana Lockheed Martin, produtora de armamentos aeroespaciais e missilísticos, robótica militar e armas de energia dirigida: tem um quadro de pessoal de 97.000 indivíduos, entre eles 49.000 engenheiros, cientistas e profissionais de tecnologias de informação; uma rede de mais de 16.000 fornecedores nos USA e 1.500 em 65 países; uma facturação em aumento contínuo (em 2016 mais de 47 biliões de dólares, dos quais 73% de vendas nos USA e 27% de vendas ao estrangeiro; uma cotação na bolsa em forte crescimento, com um rendimento que aumentou 84% no período 2014-2016).

Um dos programas de ponta da Lockheed Martin é o do F-35 Lightening II, definido como «o caça mais avançado multifunções do mundo, que fornece às forças armadas capacidades incomparáveis». Produzem-se três modelos: de descolagem e aterragem convencional (A), de descolagem e aterragem vertical (B) e uma variante para porta-aviões (C). Para a sua produção e aquisição participam oito ‘partner = parceiros’ estrangeiros: Austrália, Canadá, Dinamarca, Grã-Bretanha, Itália, Noruega, Holanda e Turquia. Outros compradores, em 2017, são: Israel, Japão e Coreia do Sul. Nos Estados Unidos a rede produtora compreende mais de 1.400 empresas em 46 estados e em Puerto Rico, que produzem milhares de componentes dos caças. O custo doprograma está em crescimento contínuo: em 2017 estima-se que para produzir 2.456 caças F-35 nas três versões, são precisos 400 biliões de dólares, a que se adicionam 1.100 biliões de custos operacionais em 20 anos, elevando o total a 1,5 triliões de dólares. Haverá também compras, ainda não quantificáveis, para as actualizações contínuas a realizar no decorrer dos anos, aos caças e aos seus armamentos. Isso torna o F-35 no mais custoso sistema de armas da História.

A Lockheed Martin e outras indústria bélicas de vanguarda, em competição azeda umas com as outras para agarrar os contratos chorudos do Pentágono (em 2016 mais de 2.400, abrangendo 230 biliões de dólares), não são apenas empresas produtoras de armamentos. Elas estão intimamente integradas no Pentágono, e com diversos sectores das Forças Armadas e nos Serviços Secretos, na classe política republicana e democrática, quer em Washington, quer em cada um dos 50 Estados. O Pentágono tem, em geral, um departamento com pessoal próprio, no interior das indústrias bélicas mais importantes. Estes, por sua vez, fornecem executivos para o Pentágono, para posições de responsabilidade no sector de Defesa. Ao mesmo tempo, muitas altas patentes das Forças Armadas, logo que vão para a reserva, entram nos conselhos das administrações das indústrias bélicas. As indústrias bélicas mais importantes, tendo instalações próprias e milhares de empresas subcontratadas em todo o território nacional, também podem influenciar a escolha dos parlamentares e dos governadores em qualquer Estado e a escolha dos representantes no Congresso e no Senado. Também é fortíssima a influência  das indústria bélicas nos sectores da ciência e da tecnologia: estima-se que cerca de 30 % dos pesquisadores e dos engenheiros estejam, de várias maneiras, ligados ao sector militar.

Esta trama extensa e profunda de interesses forma o complexo militar-industrial americano, cujos lucros e poderes aumentam na medida em que aumentam as tensões e as guerras. Confirma-o o facto de que, enquanto os seus lucros eram diminutos, depois do fim da Guerra Fria, cresceram fortemente após o 11 de Setembro. O complexo militar-industrial influi em todos os níveis, desde a Casa Branca aos simples Estados, sobre as escolhas políticas que conduzem à guerra, escolhas que, na realidade, são feitas por grupos restritos representativos dos poderes máximos (económico-financeiros, políticos, militares), verdadeiras cúpulas acima das instituições, que se reúnem informal e secretamente para discutir e decidir a estratégia. Através das suas ligações estreitas com a Comunidade dos Serviços Secretos (Inteligência), o complexo militar-industrial tem na mão todos os instrumentos para provocar tensões internacionais e consequentes intervenções militares, com o apoio das grandes cadeias de comunicação social mediática e da consequente maioria da opinião pública interna e internacional. Em poucas palavras, o complexo militar-industrial é um organismo tentacular que, para viver e desenvolver-se, tem necessidade de usar como oxigénio, a guerra. E visto que a força militar é necessária aos grandes grupos financeiros e às multinacionais para manter a sua supremacia no mundo, não é só o complexo militar-industrial, mas todo o sistema económico e financeiro dominante, no qual se baseiam os Estados Unidos da América, a ter necessidade da guerra e, em última análise, também da guerra nuclear.

Os Cientistas Atómicos Americanos confirmam qual é o resultado: O ponteiro do «Relógio do Apocalipse», o relógio simbólico que, no seu Boletim, indica a quantos minutos estamos da Meia Noite da Guerra nuclear, avançou um pouco mais: de 3 minutos para a meia noite, em 2015 foi para 2,5 minutos da meia noite em 2017: Um nível de alarme mais alto do que o da metade dos anos Oitenta, no cúmulo da tensão entre os USA e a URSS.

A seguir:

A atracagem da Itália à máquina de guerra  USA/NATO 

Friday, May 4, 2018

Sputnik News: Was The Murder of British Anti-Nuclear Campaigner State Sanctioned?


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May 4, 2018
Hilda Murrell (L) and Andrew George (R) 

For many, the questions of who brutally murdered a 78-year-old rose-grower turned anti-nuclear campaigner outside her home town of Shrewsbury, England 34-years ago, and why, lack any satisfactory resolution, more than three decades after the tragic event. Speaking exclusively to Sputnik, her nephew Robert Green updates Kit Klarenberg on his search for the truth.

On the morning of March 21 1984, Hilda Murrell was preparing to make a presentation to the Sizewell B Inquiry, the first public planning investigation into the launch of a new nuclear power plant in the UK.

A lifelong environmentalist, over the previous decade she’d become extremely concerned about hazards posed by nuclear power in both its energized and weaponized forms, and campaigned with ever-increasing fervor against its proliferation.

Hilda’s presentation was prepared with support from dissident scientists and activists, and offered expert insight on the risks posed by nuclear power and radioactive waste management.

Concerned attendees sat in the inquiry’s public gallery were likely much looking forward to her testimony, while many in the British nuclear industry were conversely no doubt dreading it, for much the same reasons – despite Hilda’s age, she was a formidable figure who commanded respect, and whose views demanded consideration.

Hilda Murrell gives a speech in her garden, 1972 © Robert Green

Destiny Betrayed
The presentation would never come to pass. At around noon that day, Hilda’s home was broken into and she was abducted – apparently in her own car. The vehicle was later found abandoned in a country lane, five miles outside the town – three days later, her mutilated body was found by police in a copse a field away from her car.

Hilda had been beaten and stabbed multiple times before being left to die from hypothermia sometime later. The resultant police investigation produced no leads or suspects – at least officially – and was widely criticized as negligent and superficial.

Officers concluded Hilda disturbed an individual burglarizing her home, who then attacked and kidnapped her. In December that year, the delayed inquest into Hilda’s murder – at which only the doctor who carried out her autopsy, who later had his license revoked, and the local Detective Chief Superintendent, were permitted to give statements – reinforced this narrative, ignoring serious anomalies in the process, such as strong suggestions Hilda’s body had been moved after her death.

Alternative theories quickly proliferated among Hilda’s friends and family, the media and even members of parliament. Most commonly, it was suggested she was murdered due to her prominent anti-nuclear activities and opposition to the 1982 Falklands War – whether by individuals acting on behalf of the industry, or members of the security services. The latter theory was ardently supported by Labour MP Tam Dalyell, who repeatedly raised the issue in the House of Commons.

“Whoever was in [Hilda’s] house had clearly been looking for something. [It] had been carefully searched and her papers gone through in an orderly manner. Her telephone had been cut off in such a way that, although it was dead from inside the house, anyone calling would hear it ringing out. The police agree that is a sophisticated way of doing things – not the actions of a common burglar taking a chance. I am certain persons in Westminster and Whitehall know a great deal more about the violent death of Hilda Murrell than they have so far been prepared to divulge,” Dalyell said December 19 1984.

Ever since, the intrepid rose-grower has rarely strayed very far from public consciousness. Her case has been dissected and immortalized in books, documentaries, plays and films, and as of 2018, it remains an enduring mystery, perhaps the most bizarre and baffling murder in the history of 20th century Britain – despite the conviction in May 2005 of Andrew George for Hilda’s abduction and murder.

Innocent Man Framed

George, a laborer in Shrewsbury who at the time of her killing was a 16-year-old truant from a foster home who couldn’t drive, was arrested June 2003 after a police review uncovered DNA and fingerprint evidence linking him with the crime. At his trial, he admitted being in Hilda’s house, but denied abducting or murdering her. The jury didn’t believe him, and he was sentenced to life imprisonment with a recommended minimum term of 15 years.

Many, however, do believe George – among them Robert Green, a noteworthy anti-nuclear campaigner in his own right. He believes George – “a petty thief kind to old people” – was unjustly incarcerated, and DNA evidence withheld from the jury would not only likely acquit him, but establish beyond reasonable doubt at least one other male, whom Hilda scratched, and possibly another whose semen was on her cardigan, were involved in her murder.

Robert believes MI5 and/or the nuclear industry, with potential assistance from a private security agency, abducted Hilda and took her to a ‘safe house’ to interrogate her and retrieve any sensitive information she may have possessed, then identify its sources and neutralize them – but not before permanently silencing and disposing of her.~

“Years ago I met a former IRA member, who said the abduction strongly echoed ‘snatch squad’ operations in Northern Ireland – the victim would be taken away for interrogation while someone disguised as the victim was driven in their own car as publicly as possible, to cause confusion and distract attention from abductors. The operation was made to look botched and amateurish – the cover of a bungling, sexually perverted burglar would help discredit any notion of state involvement.”

Robert Green
Hilda’s Nephew

Chillingly, the former IRA operative later suggested such snatch squads were occasionally housed at Sir John Moore Army Barracks in central Shrewsbury – not far from Hilda’s home. A 28th anniversary meeting in the town yielded yet further troubling revelations. After the meeting, a man said his friend had explosive information to impart, but was too nervous to talk because he was subject to the Official Secrets Act.

He said that early on the morning of March 21 1984, his friend had been helping guard the main gate of RAF Shawbury, not far from where Hilda was found. Four Dutch or Swiss agents who spoke perfect English came out of the base having been flown in. Claiming to be electrical engineers, they were “muscly, fit and scary to look at'” and spent no time in the base where they were supposed to be working. They returned four days later and were flown out. Moreover, he alleged the nearby Sundorne Territorial Army Centre, which was closed on dates coinciding with Hilda’s abduction and the discovery of her body, was where she was held.

“My wife Kate was also approached outside the meeting by a man pointing to state involvement in Hilda’s murder. Now we have to contend with the possibility she possessed information far more damaging to the Thatcher government than anything we previously knew about, possibly unrelated to the nuclear industry and/or Falklands War. Could this information threaten even the current government? That might explain all the extraordinary attention we continue to experience,” Robert told Sputnik.

Harassment, Murder…

As a result of his attempts to bring his findings to public attention, Robert has been subjected to concerted harassment and surveillance by security services in both the UK and New Zealand, where he currently lives – a campaign that stepped up significantly when he began researching and writing A Thorn In Their Side, his book about the case.

He and his wife’s mail has been frequently opened, damaged, redirected or even lost outright, and their home repeatedly broken in to and monitored from the outside by a variety of vehicles.

In 2008, as Robert and his wife prepared to leave for Europe to research his book, they warned a skeptical house-sitter about this barrage of intrusion – later that night, as the house-sitter returned to the house, he saw a man silhouetted by torchlight through the living room window. When he finally entered the house , there was no sign of forced entry, and nothing had seemingly been taken. Subsequently, the house-sitter noticed a car parked outside the house several times. On the final occasion, when he parked behind it one evening and got out to challenge the driver, the car shot off at high speed.

Some harassment in the UK has been even more sinister. In February 2008, for example, he and his wife were staying at a pub. At 1.30am one night, he and his wife were woken by an intruder trying to unlock their bedroom door – a peep through the keyhole revealed a large tracksuited man. Alerted, the individual fled the scene in an unmarked white van equipped with aerials, which had been parked across the street since they arrived.
 
Robert and his wife Kate hold damaged parcels © Robert Green
Robert isn’t alone. He has documented the harassment and even murder of other whistleblowers who spoke out about contentious nuclear issues, or attempted to supply him with sensitive information.

For example, Dr. Rosalie Bertell, an American researcher for the National Cancer Institute, discovered in 1977 low radiation levels caused leukaemia and other health problems. When she spoke out about her findings, she experienced severe harassment, including attempts on her life.

Dr. Patricia Sheehan, an Irish scientist, discovered in the 1980s mothers of children in Dundalk born with Down’s syndrome had all been at a boarding school in 1957 when a fire in Windscale in Cumbria, northwest England, released radioactive fallout which was blown across the Irish Sea. In 1994, as she was preparing to present her findings to an inquiry into birth defects at Sellafield, Dr. Sheehan was found dead in her car, her papers missing. The crash was never fully investigated.

Some cases are closely connected with Hilda’s. Philip Griffith, whose adopted mother Eileen knew Hilda, phoned Eileen from Brighton soon after the first anniversary of her murder to report he’d overheard men in a pub bragging about how they’d killed her. He was found by a work colleague early the next morning in a park dying of a drug overdose. It took a fortnight for police to inform Eileen – when she identified Philip’s body, he had a severe wound on his forehead, as if he’d been hit with a hammer. Investigators dismissed his death as drug-related.

Willie MacRae, a leading radical lawyer, Scottish National Party member and anti-nuclear campaigner – who’d often corresponded with Hilda – was found in 1985 dying at the wheel of his car off a main road in the Western Highlands with two bullet wounds in his head. His smashed wristwatch and papers were found twenty yards from the car, and a gun further away in a stream. His death was officially ruled a suicide, and no inquest was held. It has been confirmed Willie was under surveillance by Special Branch at the time of his death – and like Hilda, was preparing to give evidence at an inquiry into the nuclear industry.




Moving Forward

Despite the barrage, Robert is determined to continue his efforts. In October 2017, he submitted a ‘victim personal statement’ to the UK parole board, having learned George could be paroled May 2018. He drew its attention to the updated 2013 edition of his book, summarized why he believed George was wrongly convicted, and made clear he posed no threat to Hilda’s extended family. It would not be until March 2018 that he was informed by his victim liaison officer that George had been refused parole.

A little over three years earlier, documents relating to Hilda’s murder were released under the UK’s 30-year disclosure rule. Robert inspected and copied the heavily redacted material, files which indicated “extraordinary concern and involvement” in the case at senior government levels, including MI5. He later found out two particular extracts from one file remain closed until January 1 2070. “All this,” Robert asks incredulously, “in a murder case where authorities insist a lone teenage truant was responsible?
”
Robert holds secret Home Office file on the case at the National Archives, Kew, UK in July 2017 © Robert Green

“The case must be reopened and a proper inquiry established, led by a independent person with no links to the British state security apparatus. Only such an investigation can recommend how to prevent further corrupt, politicized abuse of British justice and governance. Moreover, I hope my pursuit of the truth about how and why Hilda died so violently will encourage others suspected of suffering injustice at the hands of the British security authorities to come forward.”

Gordon Duff -- Secret History of Mini-Nukes

Secret History of Mini-Nukes

1
2114
1950's Davy Crockett mini-nuke, given to Israel when decommissioned according to Colonel Jim Hanke, NATO nuclear weapons officer

Introduction by Gordon Duff, Senior Editor with Jeff Smith of the IAEA and VT


From (somewhat) declassified IAEA docs:
(Editor’s notes:  We have been given reams of material from a variety of investigations, much of which literally “turns the world upside down.”  This is from multiple sources, not all of it find the same answers.  What we have noted is that the original 9/11 investigation, the real one, was a “preliminary,” given to the White House, congressional leaders, the Pentagon and key judges.  When follow up work was done, it was stored and not published or presented.  They wanted to bury “nuclear 9/11” as deeply as possible.
Today, we are rewriting history.  Each article stands alone, some written when published, some taken from key files and some, how do we say it, “informally” declassified.  We have established and proven solid physics that have survived all challenges, we have also established the broad presence of nuclear state terrorism, much of it centered around Israel.  We are also moving closer to a more “multinational” explanation for Israel’s actions as we see them cooperating with others, the US, Britain, France, in weapons technology.  Long ago it was established that these three nations pumped, not just technology, but nuclear material into Israel.  We have shown exactly who and how that was done in a way no one else has come close to.  Toward that end, this series, published under my name with some articles under Veterans Today, should be reviewed by scholars and scientists, security experts who really take their jobs seriously.  We have made it very easy to get material that is no place else.  Rooting around VT seems to be difficult for some.  We aren’t in the book publishing business nor are we selling snake oil.  I have already been informed by “higher ups” that we have changed the world and that nuclear terrorism is not so attractive now that it is no longer secret.  Toward that end, I want to thank those who are horribly offended by the truth and the damage we have done to their campaigns of lies and dissemblance.  They have moved the cause of recognizing who our real enemies are forward so much more than they know.)
“It was not long before the scientists realized that in creating the tiny “core weapon” for the hydrogen bomb, they had also created a relatively lightweight micro nuclear weapon that could be carried by a single soldier for various uses against high value targets, including hydroelectric power stations and bridges.

Wednesday, May 2, 2018

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- A Frota USA com 1.000 mísseis no Mediterrâneo


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 A Arte da Guerra

A Frota USA com 1.000 mísseis no Mediterrâneo

Manlio Dinucci

O porta-aviões americano, Harry S. Truman, que partiu da maior base naval do mundo em Norfolk, Virgina, entrou no Mediterrâneo, com o seu grupo de ataque.(1)Esse grupo é composto pelo lança mísseis Normandy e pelos contratorpedeiros lança mísseis Arleigh Burke, Bulkeley, Forrest Sherman e Farragut, em breve mais duas, o Jason Dunham e The Sullivans. (2) Está agregada ao grupo de ataque do Truman, a fragata alemã Hessen. (3) 

A frota, com 8.000 homens a bordo, tem um enorme poder de fogo. O Truman – super porta-aviões com 300 metros de comprimento, dotado de dois reactores nucleares - pode lançar ao ataque, em ondas sucessivas, 90 caças e helicópteros. O seu grupo de ataque, integrado com quatro contratorpedeiros já no Mediterrâneo e alguns submarinos, pode lançar mais de 1.000 mísseis de cruzeiro.  

Estão assim consideravelmente reforçadas, as Forças Navais USA para a Europa e África, com quartel general em Nápoles-Capodichino e a base da Sexta Frota, em Gaetta, às ordens do mesmo almirante (presentemente James Foggo), que comanda a Força Conjunta Aliada, em Lago Patria.

Faz parte do robustecimento geral das forças americanas na Europa, às ordens do mesmo general (actualmente Curtis Scaparrotti) que desempenha o cargo de Comandante Supremo Aliado na Europa. Numa audiência no Congresso, Scaparrotti explica o motivo desse fortalecimento. (4) O que apresenta é um verdadeiro cenário de guerra: acusa a Rússia de dirigir “uma campanha de instabilidade para mudar a ordem internacional, fragmentar a NATO e minar a liderança USA em todo o mundo”.

Na Europa, depois da “anexação ilegal da Crimeia pela Rússia e da sua destabilização da Ucrânia Oriental”, os Estados Unidos, que introduzem mais de 60.000 militares  nos países europeus da NATO, reforçaram essa introdução com uma brigada blindada e uma brigada aérea de combate e estabeleceram depósitos de armamentos posicionados previamente, para enviar mais brigadas blindadas. Ao mesmo tempo, duplicaram a colocação dos seus navios de guerra no mar Negro.

Para aumentar as suas Forças na Europa, os Estados Unidos gastaram mais de 16 biliões de dólares em cinco anos, ao mesmo tempo incitaram os aliados europeus a aumentar as suas despesas militares em 46 biliões de dólares em três anos, para fortalecer a NATO contra a Rússia.

Isto faz parte da estratégia lançada por Washington em 2014 com o golpe da Praça Maidan e o consequente ataque aos russos da Ucrânia: fazer da Europa a primeira linha de uma nova Guerra Fria para fortalecer a influência dos EUA sobre os aliados e impedir a cooperação euro-asiática. Os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO reafirmaram o seu consentimento em 27 de Abril, preparando uma nova expansão da NATO para leste contra a Rússia, através da admissão da Bósnia-Herzegovina, Macedónia, Geórgia e Ucrânia.

Esta estratégia requer uma preparação adequada da opinião pública. Para este fim, Scaparrotti acusa a Rússia de “usar a provocação política, espalhando desinformação e minando as instituições democráticas", mesmo em Itália. Anuncia, em seguida, que “os USA e a NATO opõem-se à desinformação russa com uma informação verdadeira e transparente”. Seguindo o seu exemplo, a Comissão Europeia anuncia uma série de medidas contra as ‘fake news’, acusando a Russia de usar “desinformação na sua estratégia de guerra”.

É de esperar que a NATO e a União Europeia censurem o que é publicado aqui, decretando que a frota americana no Mediterrâneo é uma ‘fake news’ espalhada pela Rússia na sua “estratégia de guerra”.

Il manifesto, 1 de Maio de  2018



2 - USS Harry S. Truman arrives in Europe  Parágrafo # 4

3 - USS Harry S. Truman arrives in Europe  Parágrafo # 5



NO WAR NO NATO


videos

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

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'When China Sneezes'

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irmãos de armas


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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



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convegno firenze 2019