GIULIETTO CHIESA

FREE JULIAN ASSANGE

WWIII + S SITE

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Saturday, October 30, 2021

PT – LARRY ROMANOFF — Nações Construídas sobre Mentiras — Como os EUA se Tornaram Ricos — Colonização, Trabalho e Escravatura — Volume 1 – Parte 2

 

 

Nações Construídas sobre Mentiras

Como os EUA se Tornaram Ricos

Volume 1 – Parte 2


© Larry Romanoff, October, 2021

 

Parte 2 – Colonização, Trabalho e Escravatura

 

Conteúdo Parte 2

 

Preâmbulo

A Democracia Cria Elites Ricas, não Nações Ricas

Colonialismo: A Verdade Amarga

Colonização ao estilo americano

Cultivar a Disparidade de Rendimentos

A visão americana da supremacia económica dos EUA, em 1948

A visão americana da supremacia económica dos EUA, em 2010

Prerrogativa Imperial

Trabalho, A Maldição do Capitalismo

Escravidão

 

Preâmbulo

 

Temos de considerar que o contexto geral da riqueza contém várias dimensões discretas que, na sua maioria, se excluem mutuamente. Um reino pode ser rico no sentido em que o seu monarca possui grande riqueza e poder, mas isso nada diz sobre os indivíduos que vivem nesse reino, uma vez que a riqueza do soberano pode provir inteiramente de ter despojado a população. A nossa população está também dividida em dimensões, em termos de classes sociais. Cada nação, rica ou pobre, tem uma classe alta rica, o que nada nos diz sobre a riqueza relativa da nação como um todo. Se um país tem uma classe média pequena e decrescente ou uma parte substancial da classe baixa que vive na pobreza, temos de aperfeiçoar a nossa compreensão do que significa realmente ser uma nação rica. Estes casos, que são indicativos de uma grande disparidade de rendimentos e onde um punhado relativo é rico enquanto a maioria não o é, não satisfariam o nosso entendimento de um país rico.


As nações sujeitas ao capitalismo não regulamentado enquadrar-se-ão geralmente na definição acima, com uma grande disparidade de rendimentos contendo um punhado relativo de ricos, mas com a pirâmide da riqueza a pender muito rapidamente para a pobreza. Num país capitalista não regulamentado como os EUA pode muita dessa riqueza residir nas suas grandes empresas e nos seus proprietários da elite, riqueza que não se filtra até aos trabalhadores. Como exemplo, podemos pensar na Apple, com alguns executivos muito ricos e várias centenas de biliões de dólares não tributados em paraísos fiscais (offshore), mas o trabalhador médio da Apple está longe de ser rico de acordo com  a maioria das definições e os cerca de um milhão de jovens que realmente fabricam e montam os produtos da Apple qualificar-se-iam como pobres. Em contraste, uma nação com uma inclinação mais socialista terá uma camada menor de grande riqueza e um nível de vida muito mais elevado para todo o resto, com uma classe média muito maior e pouca ou nenhuma pobreza.


Então, o que é que realmente queremos significar quando dizemos que um país é rico? Que o governo tem receitas enormes ou que o soberano possui uma grande riqueza? Que as suas empresas são extremamente rentáveis e que os seus banqueiros são extremamente ricos? Ou será que todos no país, incluindo as classes mais baixas, partilham dessa riqueza e que ninguém vive numa pobreza abjecta? No final, não é a extrema riqueza de alguns, mas o nível de vida de toda a população que devemos considerar. Para obter uma apreciação realista da riqueza de uma nação, precisamos de examinar não só os escalões superiores da sociedade, que são sempre ricos em todo o lado, mas sim o estatuto de segurança financeira dos menos privilegiados dessa sociedade.

Tuesday, October 26, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Biliões de euros para "inovar" a NATO nuclear

 


A Arte da Guerra

 Biliões de euros para "inovar" a NATO nuclear 

Manlio Dinucci

ENGLISH  FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

"A NATO acabou no sótão", escreveram há um mês, os comentadores políticos em vários jornais, depois de a França ter retirado o seu embaixador de Washington em 16 de Setembro. Foi o protesto de Paris por ter sido excluído da parceria estratégico-militar entre os Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália, anunciado na véspera e por ter perdido um contrato lucrativo para a venda de submarinos à Austrália, que será substituído por submarinos nucleares fornecidos pelos EUA e Grã-Bretanha. Contudo, uma semana após a sensacional rotura diplomática, o General francês Lavigne foi colocado no comando do Comando Aliado da Transformação, com sede em Norfolk nos EUA, e os presidentes dos dois países, Biden e Macron, emitiram uma Declaração Conjunta. 

Biden reafirmou "a importância estratégica do compromisso francês e europeu no Indo-Pacífico" (a região que, na geopolítica de Washington, se estende desde a costa ocidental dos EUA até à da Índia). A comissão militar dos Chefes da Defesa dos 30 países da NATO, reunidos em Atenas, explicou porquê: "Enquanto as acções agressivas de Moscovo ameaçam a nossa segurança, a ascensão da China está a alterar o equilíbrio do poder, com consequências para a nossa segurança, para a nossa prosperidade e para o nosso modo de vida". Perante tais "ameaças", concluiu, "precisamos que a Europa e a América do Norte estejam fortes, unidas". Como precisam de estar unidas, Biden reitera na sua declaração conjunta com Macron: "Os Estados Unidos reconhecem a importância de uma força de defesa europeia mais forte e mais capaz que complemente a NATO. Uma Europa militarmente mais forte, mas como complemento da NATO: uma aliança assimétrica, à qual pertencem 21 dos 27 países da União Europeia, na qual o cargo de Comandante Supremo Aliado na Europa é sempre ocupado por um general dos EUA, que detém todos os outros comandos-chave na Europa (como o JFC-Nápoles, com sede no Lago Patria). 

Foi neste contexto que se realizou a reunião dos 30 Ministros da Defesa (pela Itália, Lorenzo Guerini, PD), em 21-22 de Outubro na sede da NATO, em Bruxelas. Criou um "Fundo para a Inovação" com uma dotação inicial de um bilião de euros, a cargo de 17 países europeus, entre os quais a Itália, mas não pelos Estados Unidos, para o desenvolvimento das tecnologias mais avançadas para uso bélico. Lançou a "Estratégia para a Inteligência Artificial", um programa ainda mais dispendioso para a NATO manter a vantagem neste campo, que está a "mudar o ambiente global da defesa", ou seja, o modo de fazer a guerra. Decidiu "o melhoramento da prontidão e da eficácia do nosso dissuasor nuclear", ou seja, a instalação na Europa, de novas armas nucleares, naturalmente com a motivação de defender-se da "crescente ameaça dos mísseis da Rússia". 

Na véspera da reunião da NATO, o Ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, advertiu que "os Estados Unidos, com o apoio total dos aliados da NATO, intensificaram o trabalho de modernização das armas nucleares tácticas e dos seus locais de armazenamento na Europa" e a Rússia considera particularmente preocupante que "os pilotos dos países não nucleares da NATO estejam envolvidos em exercícios para a utilização de armas nucleares tácticas". Uma mensagem dirigida em particular à Itália, onde os EUA se preparam para substituir as bombas nucleares B61 pelas novas B61-12 e os pilotos italianos estão agora a ser treinados na sua utilização também com os F-35. "Consideramos esta situação ser uma violação directa do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares", concluiu Shoigu. A mensagem é dirigida à Itália e a outros membros europeus da NATO que, apesar de terem ratificado o Tratado de Não-Proliferação como países não nucleares, albergam armas nucleares dos EUA e treinam-se na sua utilização. O significado implícito da mensagem é claro: a Rússia considera estes países como uma fonte de ameaça e está a tomar contramedidas. A mensagem foi, como habitualmente, ignorada pelo nosso governo e parlamento e, claro, pelos meios dea comunicação social que colocaram a NATO no sótão.     

Manlio Dinucci

il manifesto, 26 de Outubro de 2021

Su BYOBLU, Canale 262 del digitale terrestre

Il Venerdì alle 20:30

PANGEA  GRANDANGOLO

RASSEGNA STAMPA INTERNAZIONALE

https://www.youtube.com/watch?v=fy3KY4CfwU8

Grandangolo allarga il campo dell’informazione, segnalando e commentando articoli, comunicati stampa, reportage, documenti, dichiarazioni e interviste, che compaiono su media e fonti ufficiali internazionali, ma vengono ignorati o deformati dai media mainstream del nostro paese.

ORARI DI TRASMISSIONE

EN -- Manlio Dinucci -- The Art of War -- Billions of euros to "innovate" the nuclear NATO

 


The Art of War

Billions of euros to "innovate" the nuclear NATO 

Manlio Dinucci

 

"NATO has ended up in the attic," wrote the political commentators of several newspapers a month ago, after France had withdrawn its ambassador from Washington on September 16. It was Paris' protest at being excluded from the strategic-military partnership between the United States, Great Britain and Australia, announced the day before, and at losing a lucrative contract for the sale of submarines to Australia, which will be replaced by nuclear submarines supplied by the U.S. and Great Britain. 

A week after the resounding diplomatic break, however, the French general Lavigne was put in charge of the Allied Transformation Command, with headquarters in Norfolk in the U.S., and the presidents of the two countries, Biden and Macron, published a Joint Declaration. 

Biden reaffirmed "the strategic importance of the French and European engagement in the Indo-Pacific" (the region that in Washington's geopolitics extends from the west coast of the US to that of India). The reason was explained by the Military Committee of the Chiefs of Defence of the 30 NATO countries, meeting in Athens: "While Moscow's aggressive actions are a threat to our security, China’s rise is fundamentally shifting the balance of power, which has potential consequences for our security, our prosperity and our way of life.”

In the face of such "threats," they concluded, "we need Europe and North America to stand strong, bound together". Biden reiterated in his joint statement with Macron: "The United States recognizes the importance of a stronger, more capable European Defence Force that is complementary to NATO". Therefore, a militarily stronger Europe, but as a complement to NATO: an asymmetrical alliance, to which 21 of the 27 countries of the European Union belong, in which the position of Supreme Allied Commander in Europe is always held by a general of the United States, which holds all the other key commands in Europe (such as the JFC-Naples with headquarters in Lago Patria).

On this background, the meeting of 30 Defense Ministers (for Italy Lorenzo Guerini, Democratic Party) was held on October 21-22 at the NATO headquarters in Brussels. It created an "Innovation Fund" with an initial allocation of 1 billion euros, to be paid by 17 European countries including Italy, but not by the United States, for the development of the most advanced technologies for war use. It launched the "Strategy for Artificial Intelligence", an even more costly program for NATO to maintain its advantage in this field that "is changing the global defense environment", i.e. the way war is waged. It decided on "improving the readiness and effectiveness of our nuclear deterrent," i.e., deploying new nuclear weapons in Europe, of course with the motivation of defending against "the growing missile threat from Russia." 

On the eve of the NATO meeting, the Russian Defense Minister, Sergei Shoigu, warned that "the United States of America has stepped up work with the full support of its NATO allies to modernize tactical nuclear weapons and their storage sites in Europe" and Russia considers particularly worrying “the engagement of pilots from the bloc’s non-nuclear member states in the drills to practice employing tactical nuclear weapons."A message directed in particular to Italy, where the U.S. is preparing to replace B61 nuclear bombs with the new B61-12s and Italian pilots are being trained in their use with F-35s. "We regard this as a direct violation of the Treaty on the Non-Proliferation of Nuclear Weapons," Russia’s defense chief stressed.

The message is directed to Italy and other European NATO members who, despite having ratified the Non-Proliferation Treaty as non-nuclear countries, host US nuclear weapons and train for their use. The implicit meaning of the message is clear: Russia considers these countries a source of threat and is taking countermeasures. The message has been ignored as usual by our government and parliament and, of course, by the media that have put NATO in the attic.

 Manlio Dinucci

(il manifesto, October 26, 2021)


IT -- Manlio Dinucci -- L'Arte della guerra -- Miliardi di euro per «innovare» la Nato nucleare

 


L’Arte della guerra

 Miliardi di euro per «innovare» la Nato nucleare 

Manlio Dinucci


«La Nato è finita in soffitta», scrivevano un mese fa i commentatori politici di svariate testate giornalistiche, dopo che la Francia aveva ritirato l’ambasciatore da Washington il 16 settembre. Era la protesta di Parigi per essere stata esclusa dal partenariato strategico-militare tra Stati uniti, Gran Bretagna e Australia, annunciato il giorno prima, e aver perso un lucroso contratto per la vendita di sottomarini all’Australia, che saranno sostituiti da sottomarini nucleari forniti da Usa e Gran Bretagna. Una settimana dopo la clamorosa rottura diplomatica, però, il generale francese Lavigne veniva messo a capo del Comando Alleato della Trasformazione, con quartier generale a Norfolk negli Usa, e i presidenti dei due paesi, Biden e Macron, pubblicavano una Dichiarazione congiunta.

 

Biden riaffermava «l’importanza strategica dell’impegno francese ed europeo nell’Indo-Pacifico» (la regione che nella geopolitica di Washington si estende dalla costa occidentale degli Usa a quella dell’India). Il perché veniva esplicitato dal Comitato militare dei capi della Difesa dei 30 paesi della Nato, riunito ad Atene: «Mentre le azioni aggressive di Mosca minacciano la nostra sicurezza, l'ascesa della Cina sta spostando l'equilibrio di potere, con conseguenze per la nostra sicurezza, la nostra prosperità e il nostro stile di vita». Di fronte a tali «minacce», concludeva, «abbiamo bisogno che l'Europa e il Nord America siano forti, legati insieme». Come debbano essere legati, lo ribadisce Biden nella dichiarazione congiunta con Macron: «Gli Stati uniti riconoscono l’importanza di una Difesa europea più forte e più capace, che sia complementare alla Nato». Quindi un’Europa militarmente più forte, ma come complemento della Nato: alleanza asimmetrica, a cui appartengono 21 dei 27 paesi dell’Unione europea, nella quale la carica di Comandante Supremo Alleato in Europa spetta sempre a un generale degli Stati uniti, i quali detengono tutti gli altri comandi chiave in Europa (come il JFC-Naples con quartier generale a Lago Patria).

 

Su questo sfondo si è tenuta, il 21-22 ottobre al quartier generale della Nato a Bruxelles, la riunione dei 30 ministri della Difesa (per l’Italia Lorenzo Guerini, Pd). Essa ha creato un «Fondo per l’Innovazione» con un primo stanziamento di 1 miliardo di euro, a carico di 17 paesi europei tra cui l’Italia, ma non degli Stati uniti, per lo sviluppo delle più avanzate tecnologie ad uso bellico. Ha varato la «Strategia per l’intelligenza artificiale», un ancora più costoso programma perché la Nato mantenga il vantaggio in questo campo che «sta cambiando l’ambiente globale della difesa», ossia il modo di fare la guerra. Ha deciso «il miglioramento della prontezza e dell’efficacia del nostro deterrente nucleare», ossia lo schieramento in Europa di nuove armi nucleari, naturalmente con la motivazione di difendersi dalla «crescente minaccia missilistica della Russia».

 

Alla vigilia della riunione Nato, il ministro russo della Difesa, Sergei Shoigu, ha avvertito che «gli Stati uniti, con il pieno sostegno degli Alleati Nato, hanno intensificato il lavoro per modernizzare le armi nucleari tattiche e i loro siti di stoccaggio in Europa» e la Russia considera particolarmente preoccupante il fatto che «piloti di paesi Nato non-nucleari siano impegnati in esercitazioni per l’uso di armi nucleari tattiche». Un messaggio diretto in particolare all’Italia, dove gli Usa si preparano a sostituire le bombe nucleari B61 con le nuove B61-12 e i piloti italiani vengono addestrati al loro uso ora anche con gli F-35. «Consideriamo ciò una diretta violazione del Trattato di non-proliferazione delle armi nucleari», conclude Shoigu. Il messaggio è diretto all’Italia e agli altri membri europei della Nato che, pur avendo ratificato il Trattato di non-proliferazione quali paesi non-nucleari, ospitano armi nucleari Usa e si addestrano al loro uso. Il significato implicito del messaggio è chiaro: la Russia considera questi paesi fonte di minaccia e sta prendendo delle contromisure. Il messaggio è stato come al solito ignorato dal nostro governo e parlamento e, ovviamente, dai media che hanno messo la Nato in soffitta.   

 

Manlio Dinucci

il manifesto, 26 ottobre 2021

Wednesday, October 20, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- Nações Construídas sobre Mentiras -- Como os Estados Unidos se Tornaram Ricos -- Volume 1 -- Parte 1

 

 

Nações Construídas sobre Mentiras

Como os EUA se Tornaram Ricos

Volume 1 - Parte 1


CHINESE   ENGLISH   PORTUGUESE   POLSKI  SPANISH


© Larry Romanoff, Outubro, 2021


Prefácio

De: James Bacque

Data: Sábado, 5 de Janeiro de 2019 21:13 PM

Caro Larry,

Obrigado pela informação - como adivinhou, eu próprio já encontrei grande parte dela. Desejo-lhe boa sorte. . . Seja o mais moderado que puder ao exprimir as suas descobertas muito importantes. Lembre-se que quase ninguém sabe tanto como o senhor e algumas das suas descobertas são muito perturbadoras.

Tudo de bom,

Jim

 

Prólogo do Volume Um

Uma Breve História da América que não se aprende numa Universidade


Um dos mitos históricos mais populares incorporados na consciência americana pela máquina de propaganda diz respeito à migração dos colonos para o Novo Mundo, a narrativa  a especificar como centenas de milhares de oprimidos virtuosos afluíram aos estaleiros, numa corrida precipitada pela liberdade e pela oportunidade. Podem ter existido cinco ou seis dessas pessoas, mas estava lá um grupo muito maior para escapar ao carrasco e ao carcereiro e uma selecção ainda maior eram comerciantes de escravos, prostitutas, e criadores de esquemas capitalistas à procura de pastagens mais verdes. Quando acrescentamos aos vastos números que esperavam escapar à perseguição justificada pelas suas versões pervertidas do cristianismo, os primeiros americanos dificilmente foram modelos a seguir para a edificação de uma nova nação. As provas estão claramente,mais do lado dos criminosos, dos perdedores e dos desajustados, dos fanáticos religiosos e dos oportunistas do que do lado dos míticos oprimidos. E, para que conste, não há qualquer prova de colonos a emigrar para a América em busca da "liberdade" ou da "oportunidade", pelo menos, não dentro do significado actual destas palavras.

A boa saúde mental não era um pré-requisito para os colonos europeus que emigraram para o Novo Mundo. Gostamos de recordar-nos que a Austrália era (e continua a ser na sua maioria) povoada principalmente por assassinos, ladrões e pervertidos sexuais, mas os imigrantes para a América não eram consideravelmente melhores. De facto, a inscrição na Estátua da Liberdade ficou com as palavras mais ou menos correctas ao referir-se ao "lixo miserável da sua costa fervilhante". Enquanto os australianos tiveram os seus assassinos e assaltantes em série, os europeus estavam melhor com os seus extremistas cristãos que passavam os dias da semana a queimar bruxas e a matar índios e aos seus domingos na igreja, a agradecer a Deus por lhes dar essa oportunidade. Os australianos melhoraram marginalmente os seus hábitos ao longo dos séculos, enquanto que os americanos não o fizeram.

A América é amplamente aceite e, na verdade, até se orgulha de ser um país profundamente cristão, com 65% ou mais da população a declarar a religião como sendo importante nas suas vidas. Isto seria apoiado pela História, uma vez que as grandes migrações para o Novo Mundo consistiam numa longa lista de seitas religiosas escamosas cujo objectivo principal de emigração era a oportunidade de construir uma sociedade inteiramente baseada nessas heresias isolacionistas e extremistas. Provavelmente é  correcto dizer que a bruxaria de Salém foi o viveiro em que a versão peculiarmente americana da teologia cristã germinou e floresceu e que também serviu como uma introdução prática à histeria de massas, que mais tarde seria tão utilmente aplicada aos conceitos de patriotismo e democracia. Os ecos duradouros desta ascendência religiosa têm influenciado altamente toda a História americana posterior.

Monday, October 18, 2021

First of over 200 bodies being exhumed from Lugansk mass grave. One of Obama’s atrocities.


From: Russell Bentley <russellbbentley@gmail.com> (with an introductory note added here by Eric Zuesse):

——

First of over 200 bodies being exhumed from Lugansk mass grave. One of Obama’s atrocities.

by Russel Bentley in Donbas, posted by Eric Zuesse

INTRODUCTORY NOTE BY ERIC ZUESSE: A friend, Russell Bentley, in Lugansk in the far-eastern Donbas region which had been part of Ukraine until Obama’s 2014 coup in Ukraine overthrew Ukraine’s democratically elected and neutralist President and replaced his Government by racist-fascist (or nazi) anti-Russian zealots, who promptly launched an ethnic-cleansing campaign against the residents in Donbas (which region of Ukraine had voted 90%+ for that neutralist to become Ukraine’s President) sent me this grim follow-up news-report:


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     First of over 200 bodies being exhumed from Lugansk mass grave.

                                           By Russell Bentley, 17 October, 2021


I recently witnessed the exhumation of human remains from a mass grave that contains over 200 bodies. It was a profound and profoundly disturbing experience. Each body in this grave represents an unnecessary and unjust death, a murder, and each of these over 200 murders can never be forgotten or  forgiven. There is a message that cries out from these bones that must be heard and understood, and acted upon by all good people in the world. Otherwise, history will repeat itself, and again, the killers and the killing will continue, and more mass graves will be filled.

After seven years of war, a war that continues to this day, these 200 bodies are being exhumed from the mass grave that the war forced them into back in the summer 2014, during the heaviest attacks and siege by the Ukrainian "punishers" against the people of Lugansk. In those terrible days and nights of constant shelling and ever present danger, there was no water or electricity, no safe place to process the bodies, no chance at all for a regular funeral. Only now are conditions and resources finally available to put these peaceful and innocent civilians, along with some of their heroic Defenders, to rest with a proper burial. 

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All decent people must ask how mass graves (this is not the only one) came to be here, in Donbass, on the edge of Europe in the second decade of the 21st century. They must ask exactly who did this and why, not just who pulled the triggers, but even more importantly, who gave the orders, and they must demand to see justice done, to respect and understand history, and to prevent more mass graves from being filled with innocent civilians, not just here in Lugansk, but throughout Europe and the world. 

Friday, October 15, 2021

BEN NORTON -- Behind NATO’s ‘cognitive warfare’: ‘Battle for your brain’ waged by Western militaries

 


Western governments in the NATO military alliance are developing tactics of “cognitive warfare,” using the supposed threats of China and Russia to justify waging a “battle for your brain” in the “human domain,” to “make everyone a weapon.”


NATO is developing new forms of warfare to wage a “battle for the brain,” as the military alliance put it.

The US-led NATO military cartel has tested novel modes of hybrid warfare against its self-declared adversaries, including economic warfare, cyber warfare, information warfare, and psychological warfare.

Now, NATO is spinning out an entirely new kind of combat it has branded cognitive warfare. Described as the “weaponization of brain sciences,” the new method involves “hacking the individual” by exploiting “the vulnerabilities of the human brain” in order to implement more sophisticated “social engineering.”

Until recently, NATO had divided war into five different operational domains: air, land, sea, space, and cyber. But with its development of cognitive warfare strategies, the military alliance is discussing a new, sixth level: the “human domain.”

2020 NATO-sponsored study of this new form of warfare clearly explained, “While actions taken in the five domains are executed in order to have an effect on the human domain, cognitive warfare’s objective is to make everyone a weapon.”

“The brain will be the battlefield of the 21st century,” the report stressed. “Humans are the contested domain,” and “future conflicts will likely occur amongst the people digitally first and physically thereafter in proximity to hubs of political and economic power.”

NATO cognitive warfare report
The 2020 NATO-sponsored study on cognitive warfare

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019