The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)
That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent.
The B61-12, the new US nuclear bomb which replaces the B-61 deployed in Italy and other European countries, will begin production in less than a year. The announcement was made officially by the National Nuclear Security Administration (NNSA). It reveals that the revision of the final project has now been completed with success, and the qualification stage will begin this month at the Pantex Plant in Texas. Production will be authorised to begin in September 2019.
In March 2020, the first unit of production will begin fabricating a series of 500 bombs. As from that time, in other words in about a year and a half, the United States will begin the anti-Russian deployment in Italy, Germany, Belgium, Holland and probably certain other European countries, of the first nuclear bomb in their arsenal with a precision guidance system. The B61-12 is designed with penetrating capacity, built to explode underground in order to destroy bunkers housing command centres.
O ano 2014, para
Washington e para a sua Aliança transatlântica, arrisca-se a ser um ano negro,
sobretudo em dois cenários: Uma Europa sem guerra onde, não obstante a expansão
da NATO para Leste, as ligações económicas e políticas
entre a União Europeia e a Rússia estão a reforçar-se e, onde quase todos os aliados estão
relutantes em aumentar a despesa militar ao nível requerido pelo Pentágono; um
Médio Oriente onde a guerra USA/NATO está a falhar na Síria e o Iraque
está a distanciar-se dos USA e a aproximar-se da China e da Rússia, cuja
aliança é sempre temida pela Casa Branca. Washington é avisado, cada vez com
mais urgência, da necessidade de encontrar uma «nova missão» para a NATO. Ela é encontrada pontualmente.
O putsch da Praça
Maidan, preparado desde há muito pelo treino de forças neonazis ucranianas,
leva a Europa a uma situação análoga à da guerra fria, provocando um novo
confronto com a Rússia. A ofensiva do ISIS, preparada com o financiamento e
armamento de grupos islâmicos (alguns dos quais eram designados antes como
terroristas) acabada a guerra contra a Jugoslávia e a guerra contra a Líbia,
permite às forças USA/NATO intervirem no Médio Oriente para destruir, não o
ISIS, mas a Síria e para reocupar o Iraque.
A «nova missão» da NATO é oficializada na Cimeira de Setembro de 2014, no País de Gales, lançando o «Readiniess
Action Plan», cujo objectivo oficial é de «responder, rápida e firmemente, aos
novos desafios à segurança», atribuídos à «agressão militar da Rússia contra a
Ucrânia» e ao «aumento do extremismo e dos conflitos sectários no Médio Oriente
e no Norte de África». O plano é definido pelo Secretário Geral da NATO, Jens
Stoltenberg, como «o maior reforço da nossa defesa colectiva desde o fim da guerra
fria».
Em apenas três meses, a
NATO quadriplica os caça-bombardeiros, duplica a capacidade convencional e
nuclear, implantada na região báltica (antes parte da URSS); envia radares
aéreos AWACS para a Europa Oriental e aumenta o número dos navios de guerra no Mar
Báltico, Mar Negro e no Mediterrâneo; instala na Polónia, Estónia, Letónia e
Lituânia forças terrestres americanas, britânicas e alemãs; intensifica os exercícios conjuntos na Polónia e nos Países Bálticos, aumentando-os para mais
de 200.
A partir desse momento, a
pressão USA/NATO sobre a Rússia cresce em progressão geométrica.Em quatro anos,
de 2014 a 2018, os EUA gastam 10 biliões de dólares na «Iniciativa de Segurança
da Europa» (ERI), cujo objectivo oficial é «aumentar a nossa capacidade de
defender a Europa contra a agressão russa». Quase metade da despesa serve para potenciar o «pré-posicionamento estratégico» USA na Europa, ou seja, os
depósitos de armamento que, colocados em posição avançada, permitem «uma rápida
deslocação das forças armadas no teatro bélico». Outra grande parte é destinada
a «aumentar a presença, com base rotativa, das forças americanas em toda a
Europa». As porções restantes servem para o desenvolvimento das
infra-estruturas das bases na Europa para «aumentar a prontidão da acção USA», à potencialização dos exercícios militares e ao treino para «aumentar a
prontidão e a capacidade de interacção das forças da NATO».
Os fundos da ERI –
esclarece o Comando Europeu dos Estados Unidos - são apenas uma parte dos que
estão destinados à «Operação Atlantic Resolve, que demonstra a capacidade USA
de responder às ameaças contra os aliados». No âmbito dessas operações, é
transferida de Fort Carson (Colorado), para a Polónia,em Janeiro de 2017, a 3ª
Brigada couraçada, composta de 3.500 homens, 87 tanques, 18 obuseiros de
auto-lançamento, 144 veículos de combate Bradley, mais 400 Humvees (Veículos Automóveis Multifunções de Alta Mobilidade) e 2.000 veículos de transporte. A 3ª Brigada couraçada será substituída a
seguir por outra unidade, assim as forças couraçadas americanas são permanentemente
deslocadas no território polaco. Os seus departamentos são transferidos,
para treinos e exercícios, para outros países de Leste, sobretudo para a
Estónia, Letónia, Lituânia, Bulgária, Roménia e mesmo Ucrânia, ou seja, são
continuamente deslocados à volta da Rússia.
Sempre no contexto de
tais operações, é transferida para a base de Illesheim (na Alemanha) de Fort
Drum (em New York), a 10ª Brigada Aére de Combate, com mais de 2.000 homens e uma centena de
helicópteros de guerra. De Illesheim, duas 'task force' são enviadaspara «posições avançadas» na Polónia, Roménia
e Letónia. Nas bases de Ämari (Estónia) e Graf Ignatievo (Bulgária), são
distribuídos caça-bombardeiros USA e NATO, compreendendo Eurofighter italianos,
para o «patrulhamento aéreo» do Báltico. A operação prevê, também, «uma presença
continuada no Mar Negro», na base aérea de Kogalniceanu (Roménia) e na de
treino de Novo Selo (Bulgária).
O General Curtis
Scaparrotti, Chefe do Comando Europeu dos EUA e, ao mesmo tempo, Comandante
Supremo Aliado na Europa, assegura que «as nossas forças estão preparadas e
posicionadas para barrar a agressão russa». Um contingente USA é posicionado
na Polónia oriental, no designado «Suwalki Gap», um trecho de terreno plano com
cerca de cem quilómetros de comprimento que, avisa a NATO, «seria uma passagem
perfeita para os tanques russos». É, assim, desenterrado o armamento da propaganda da velha guerra fria: o dos tanques russos prontos para invadirem a Europa. Agitando o fantasma de
uma ameaça do Leste, que não existe, chegam de facto à Europa os tanques dos
Estados Unidos.
O plano é claro. Depois
de ter provocado com o putsch da Praça Maidan, um novo confronto com a Rússia, Washington (não obstante a
mudança de Administração do Presidente Obama pela do Presidente Trump) segue a
mesma estratégia: transformar a Europa na primeira linha de uma nova guerra
fria, com vantagem para os interesses dos Estados Unidos e para as suas relações de
forças com as maiores potências europeias.
Na instalação no flanco
oriental – compreendendo forças couraçadas, caça-bombardeiros, navios de guerra
e unidades de mísseis nucleares – participam as potências europeias da NATO,
como demonstra o envio de tropas francesas e de tanques britânicos para a
Estónia. Fala-se, neste período, de um «exército» europeu, mas no encontro dos
Ministros de Defesa da União Europeia, em Abril de 2017, em Malta, o Secretário
Geral da NATO, Stoltenberg, esclarece em que termos: «Ficou claramente
estabelecido, da parte da União Europeia, que o seu objectivo não é constituir
um novo exército europeu ou estrutura de comando em competição com a NATO,
mas algo que seja complementar ao que a NATO faz».
O Art. 42 do Tratado da
União Europeia estabelece que «a política da União respeita as obrigações de
alguns Estados membros, os quais consideram que a sua defesa comum se realiza
através da Organização do Tratado do Atlântico Norte». Visto que são membros da
Aliança, 22 dos 28 países da União Europeia (21 em 27 com a saída da Grã Bretanha da UE),
torna-se evidente o predomínio da NATO. Para evitar equívocos, o protocolo nr.
10 sobre a cooperação instituída pelo art. 42 sublinha que a NATO «permanece o
fundamento da defesa colectiva» da União Europeia, e que «um desempenho mais
forte da União em matéria de segurança e defesa, contribuirá para a
vitalidade de uma Aliança Atlântica renovada». O bastão do comando permanece,
portanto, do Comandante Supremo Aliado na Europa, um general americano nomeado
pelo Presidente dos Estados Unidos.
Para reforçar mais ainda,
a sua influência na Europa, os Estados Unidos promovem a «Iniciativa dos três Mares»,
que é lançada em Julho de 2017, na ocasião da visita do Presidente Trump a
Varsóvia. A Polónia, definida pela Casa Branca como um país «fiel aliado NATO e
um dos mais intímos amigos da América» é a ponta de lança da estratégia
USA/NATO que arrastou a Europa para uma nova guerra fria com a Rússia. Aos olhos
de Washington, ela tem todas as características para assumir outra tarefa
exigente, a de orientar a «Iniciativa Três Mares», um novo projecto que reúne
12 países compreendidos entre o Mar Báltico, o Mar Negro e o Mar Adriático:
Polónia, Lituânia, Letónia, Estónia, Hungria, República Checa, Austria,
Bulgária, Roménia, Croácia, Eslováquia e Eslovénia. Estes países são membros da
União Europeia e ao mesmo tempo, todos eles, excepto a Austria, são membros da
NATO sob comando USA, mais ligados a Washington do que a Bruxelas. O objectivo oficial
do novo projecto é «ligar as economias e as infra-estruturas da Europa Central
e Oriental, de Norte a Sul, alargando a cooperação nos sectores da energia, dos
transportes, das comunicações digitais e da economia, em geral, para tornar a
Europa Central e Oriental mais segura e competitiva». Os EUA pensam isso. No
seu discurso na Conferência dos Três Mares, o Presidente Trump «concentra-se no
desenvolvimento das infra-estruturas e na segurança energética, evidenciando,
entre outras, as primeiras expedições do LNG (gás natural liquefeito) americano
para a Polónia.». Um terminal no porto báltico de Swinoujscie, custando cerca
de um bilião de dólares, permite à Polónia importar LNG americano na medida
inicial de 5 biliões de metros cúbicos/ano. Através deste e de outros
terminais, entre os quais um projectado na Croácia, o gás proveniente dos USA ou
de outros países através de companhias americanas, será distribuído através de
gasodutos especiais para toda a «região dos Três Mares». O objectivo do plano é
claro: atacar a Rússia, fazendo diminuir a sua exportação de gás na Europa
(objectivo realizável apenas se a exportação do gás USA, mais cara do que o
russo, for incentivada com fortes subsídios estatais) ligar ainda mais aos EUA,
a Europa Central e Oriental, não só militarmente, mas também economicamente, em
concorrência com a Alemanha e outras potências europeias. Assim, o objectivo do
plano, é criar dentro da Europa, uma macro região (a dos Três Mares) de soberania
limitada, directamente sob a influência USA, que acabe, de facto, com a União
Europeia e se alargue à Ucrânia e mais além.
Nota da Tradutora: Eis a concretização da «Iniciativa dos Três Mares» a ocorrer neste momento, nos Estados Unidos:
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Ao participar com as suas bases e as suas forças armadas na guerra contra
a Jugoslávia, visto que a mesma não tinha levado a cabo nenhuma acção agressiva, nem
contra a Itália, nem contra outros membros da NATO, e responsabilizando-se a
conduzir operações não previstas no Artº 5, fora do território da Aliança, a
Itália confirma ter adoptado uma nova política militar e, simultaneamente, uma
nova política estrangeira. Esta, usando como instrumento a força militar,
viola o princípio constitucional, estabelecido no Artº 11, que refere: «A Itália repudia a
guerra como instrumento de ofensa à liberdade dos outros povos e como meio de
resolução de litígios internacionais».
É o designado «Novo Modelo de Defesa», já adoptado pela Itália, seguindo a
reorientação estratégica dos EUA quando, durante o sexto governo Andreotti, ela
participa na Guerra do Golfo: em Janeiro de 1991 os Tornados da Aeronáutica Italiana,
efectuam 226 saídas, num conjunto de 589 horas de vôo, bombardeando os objectivos
indicados pelo comando americano. É a primeira guerra em que participa a
República Italiana.
Pouco depois da guerra do Golfo, durante o sétimo governo Andreotti, o
Ministério da Defesa publica, em Outubro de 1991, o relatório Modello di Difesa/Lineamento di sviluppo delle FF.AA. negli anni ’90. O documento reconfigura a colocação geo-estratégica da Itália, definindo-a
«elemento central da área geo-estratégica que se estende, principalmente, desde
o Estreito de Gibraltar até ao Mar Negro, ligando-se, através do Suez, ao Mar
Vermelho, ao Corno de África e ao Golfo Pérsico». Considerada a «significativa
vulnerabilidade da Itália», sobretudo para o aprovisionamento petrolífero, «os
objectivos permanentes da política de segurança italiana, configuram-se na
tutela dos interesses nacionais, nas acções mais alargadas de tais termos, onde
for necessário», em particular, os interesses que «incidam directamente sobre o
sistema económico e sobre o desenvolvimento do sistema produtivo, como condição
indispensável para a conservação e progresso da estrutura políticae social actual da nação».
Em 1993 – quando a Itália participava na operação militar lançada pelos
EUA na Somália, enquanto o governo de Amato sucede ao de Ciampi – O Estado
Maior da Defesa declara que «é necessário estar prontos para nos projectarmos a
longo alcance» para defender, em toda a parte,os «interesses vitais», a fim de «garantir o progresso e o bem estar
nacional, mantendo a disponibilidade das fontes e vias de abastecimento dos
produtos energéticos e estratégicos».
Em 1995, durante o governo Dini, o Estado Maior da Defesa dá um mais um passo
em frente, afirmando que «a função das Forças Armadas transcende o estreito
âmbito militar para assegurar, também, a medida do estatuto e do papel do país
no contexto internacional».
Em 1996, durante o governo Prodi, este conceito é mais desenvolvido na
47ª sessão do Centro dos Altos Estudos da Defesa. «A política da Defesa – afirma
o General Angioni – torna-se um instrumento da política de segurança e, assim, da
política estrangeira».
Esta política anti-constitucional, introduzida através de decisões
aparentemente técnicas, de facto, acaba institucionalizada, passando pelo Parlamento
que, na esmagadora maioria, se desinteressa ou não sabe o que realmente está a
acontecer.
A seguir:
4.10A expansão da NATO para
Leste, em direcção à Rússia
Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022
Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português
Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,
Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.
Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.
É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.
Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?