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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Sunday, January 10, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A FOME NA CHINA EM 1959 -- January 09, 2021

 

 

 

A FOME NA CHINA EM 1959

 

Por Larry Romanoff, January 09, 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS


 

A maior parte do mundo está, geralmente, familiarizada com o facto da China ter sofrido uma grande fome em 1959-1961. Os números da mortalidade publicados no Ocidente tendem a ser muito exagerados, alguns a atingir 80 milhões de vidas ou mais, mas de tudo o que posso assimilar das fontes originais, o verdadeiro total parece ser cerca de 20 milhões de vidas ou talvez um pouco mais. Ao discutir a causa desta mesma fome, os meios de comunicação mediática ocidentais, os colunistas, os autores e editores de livros mencionam arbitrariamente as séries de desastres naturais, os múltiplos tufões avassaladores, as tempestades excessivas persistentes, as doenças das plantas que afectaram a China em simultâneo, mas tendem a concentrar-se, unanimemente, em atribuir as culpas a Mao Tse Tung. A narrativa oficial ocidental é que Mao aterrorizou de tal forma todos os seus subordinados que estes relataram quantidades enormes de colheitas de cereais totalmente fictícias, a fim de evitar possíveis consequências, o que resultou Mao ter atribuído erradamente  a maior parte da distribuição dos alimentos e, por conseguinte, agora acumula quase toda a culpa dessas mortes. É uma boa história mas, como a maior parte da História que emana do Ocidente, não é verdadeira.

 

Fome ou escassez alimentar?

 

As catástrofes naturais, as inundações, os tufões, os insectos, não criaram a fome; criaram, unicamente, a escassez alimentar. Da mesma forma, a suposta má gestão de Mao pode (ou não pode) ter exacerbado a escassez dos alimentos, mas também não criou a fome. Ambas foram inoportunas mas desnecessárias. Se for à sua cozinha e encontrar os seus armários vazios, não morre de fome; vai ao supermercado e compra comida. Então, quando Mao descobriu a escassez de alimentos na sua cozinha, porque não foi ao supermercado? A resposta é que ele foi ao supermercado, mas o mesmo estava fechado. E a razão pela qual estava fechado é que os Banqueiros Judeus Europeus, com a sua influência sobre a recém-fundada ONU e o seu controlo sobre o governo dos EUA, conceberam um embargo alimentar mundial total contra a China, utilizando o exército dos EUA como o seu valentão para assegurar a retaliação militar caso houvesse incumprimento. (1) (2) (3) Assim, o mundo ocidental, o Canadá, a Austrália, os EUA e a Europa, todos esses países com enormes reservas alimentares excedentárias, sentaram-se e assistiram - durante três anos - enquanto 20 milhões de chineses morriam lentamente à fome, recusando-se a doar alimentos à China,abstendo-se de vender alimentos à China a qualquer preço. É verdade que o Canadá vendeu alguns cereais à China, mas foi no final, quando o embargo já estava a terminar e o montante era demasiado pequeno para ser de grande ajuda.

 

O embargo alimentar contra a China começou, de facto, mais cedo (em 1950) e continuou até 1972, sendo a primeira fase iniciada em retaliação ao envolvimento da China na Guerra da Coreia, "proposto" pelos americanos, mas que resultou numa pressão extrema através da ONU para o cumprimento a nível mundial.  (4) Foi admitido, abertamente, que o objectivo desta "guerra humanitária" visava causar a desintegração da China e, esperava-se, uma fragmentação, tal como aconteceu com a Índia.

 

Não foi, nem o desastre natural, nem a má gestão que causaram a fome na China. A única causa foi o embargo alimentar imposto pelos Judeus contra a China, o que foi, quase de certeza, um acto de retaliação. O conjunto das circunstâncias era o seguinte:

 

A História do Ocidente está corrompida

 

A História do Ocidente está de tal forma corrompida pelo controlo dos editores de livros e dos meios da comunicação mediática, que a maior parte do mundo ainda acredita que a tragédia dos 150 anos de ópio na China foi empreendida pelos britânicos. O que nunca foi verdade. Foram esses mesmos Banqueiros Judeus, os Rothschilds, Sassoons, Kadoories, Montefioris, Hardoons e outros, os responsáveis por todo o episódio do ópio na China, incluindo a destruição do Yuanmingyuan e da Academia de Hanlin, e o massacre durante a chamada "Rebelião Taiping". As enciclopédias judaicas admitem mesmo, categoricamente, que "o ópio na China era inteiramente um negócio judeu", e que Sassoon "não permitiria a participação de nenhum não-judeu". Claro que os britânicos desempenharam o seu papel, com a Rainha Victoria a dar a David Sassoon os direitos exclusivos da comercialização do ópio na China, bem como a induzir Hong Kong a dar-lhe uma base de distribuição. Mas o único papel activo desempenhado pelos britânicos foi o de concretizar o desejo dos judeus, utilizando a violência dos militares britânicos para forçar o seu cumprimento. No final desta desdita criminosa, estes judeus eram proprietários de grande parte da China e de, praticamente, toda a cidade de Shanghai.

 

Deste facto, um dos primeiros actos de Mao após a guerra, foi expulsar todos os judeus da China e confiscar todos os seus bens de ópio obtidos criminosamente, que incluíam toda a Shanghai e todas as sucursais do banco HSBC (que é inteiramente um banco judeu, não chinês de modo algum). (5) (6) As enciclopédias judaicas e várias páginas  web declaram apenas, que os judeus "partiram à pressa" após a guerra, mas não mencionam a razão pela qual partiram. Como nota secundária e mais informação limpa de impurezas da História Ocidental, é que a maioria dos judeus transportados para Shanghai antes da guerra, não estavam lá para fugir da Alemanha, mas porque tinham sido expulsos mais cedo do Japão. A Internet inglesa parece ter sido limpa de qualquer indício da expulsão dos judeus da China, e quase 100% da sua expulsão do Japão.

 

Isto é um aparte, mas as expulsões do Japão começaram na cidade de Nagasaki, fazendo sair à força todos os judeus em 1926 e é, possivelmente, a razão pela qual a cidade foi seleccionada como o segundo alvo para a bomba atómica.

 

Todos os acima mencionados deveriam ter sido presos e executados pelos seus enormes crimes contra a China e contra o povo chinês. Não consigo compreender por que razão não o foram.

 

É muitas vezes difícil e, por vezes, quase impossível documentar totalmente a responsabilidade das atrocidades que os judeus infligiram às nações ao longo dos anos, principalmente devido ao seu controlo dos meios de comunicação social e à sua prática de utilizar o que se chama uma "frente gentia" (idólatra, pagã, que não segue a religião hebraica) para os seus disfarces. Normalmente encorajam, ou coagem, outra nação, normalmente o Reino Unido ou os EUA, a fazer-lhes frente, a fazer propostas reais ou a lançar agressões militares verdadeiras. Depois, a História é emendada para excluir "o poder instalado por trás do trono" e o mundo culpa o carrasco, em vez do rei, que ordenou a decapitação. É precisamente este caso da fome na China, do ópio chinês, das guerras dos Boer, da fome ucraniana, e de tantos outros crimes contra a Humanidade.

 

Neste contexto, é muito importante compreender e apreciar o poder contido pelo controlo judeu dos meios da comunicação mediática ocidentais. Estes meios de comunicação, bem como os chamados "Historiadores" judeus, têm representado,repetidamente, a fome na China, em 1959, como uma forma de denegrir os chineses e pintar Mao como sendo um monstro desumano. Através do controlo dos meios de comunicação social, rejeitaram ou apagaram as múltiplas catástrofes naturais que atingiram a China simultaneamente, e forçaram todo o foco de atenção na suposta má gestão de Mao, convertendo uma escassez de alimentos inconveniente causada pela natureza, num acto de desumanidade brutal causado por um homem. Também eliminaram das reportagens da comunicação mediática e de todos os Compêndios de História - e da consciência pública - o facto do embargo alimentar mundial lançado contra a China, por essas mesmas pessoas.

 

Os meios de comunicação social mediática

 

O processo consiste, simplesmente, em coordenar os poucos proprietários dos meios de comunicação, a ler o mesmo guião, a forçar toda a atenção e discussão para o canal desejado, neste caso a suposta incompetência e desumanidade do Presidente Mao. Nenhum jornal, estação de rádio ou televisão, revista ou editora de livros irá permitir a distribuição de informação fora deste canal. Dentro do canal, nada é circunscrito ou censurado, sendo todas as observações permitidas, mas não será permitido nenhum artigo, comentários de leitores, noticiários, cartas ao editor, que contenha informação que contradiga este foco. Esta é uma medida de propaganda tão eficaz que hoje, mesmo dentro da China, aqueles que investigam a fome na China concentrar-se-ão nas actividades de Mao, ignorando o ‘elefante na sala’, o facto verdadeiro ou óbvio que é o embargo alimentar judeu à China, que foi a causa autêntica da fome e da morte através da fome, de 20 milhões de chineses.

 

Para além da odiosa propaganda anti-China, os mesmos meios de comunicação mediática, historiadores e colunistas transformaram lentamente a História de 20 milhões de chineses a morrer à fome para 20 milhões de chineses a morrer "sob a liderança de Mao", para 20 milhões de chineses a serem "mortos por Mao", número esse que depois cresceu em acréscimos de 20 milhões para 30, para 40 e 50 e hoje em dia, grande parte da sociedade ocidental acredita que Mao "matou" 80 milhões de pessoas do seu próprio povo. E assim, a maioria de tudo o que os ocidentais "sabem" sobre a China é uma mentira, fabricações criadas e ditadas pelos Banqueiros Judeus Europeus e divulgadas pelos seus leais representantes que são donos ou controlam praticamente toda a paisagem mediática do Ocidente.

 

Além do mais, esta não foi, de modo algum, a primeira vez que os judeus causaram fome maciça no mundo. Houve a fome de Bengala, na Índia, em 1770, onde cerca de um terço da população morreu e, o sucedido, foi inteiramente concretizado pelo homem, com os judeus Rothschilds e a sua British East India Company a forçarem os agricultores a cultivar ópio para vender na China e, por essa razão, não tinham comida. Mais de dez milhões morreram à fome neste acontecimento, morreu cerca de um terço de toda a população. Noutras ocasiões, Rothschild confiscou deliberadamente na Índia, a maior parte de uma colheita para vender no Reino Unido, enquanto incontáveis milhões de indianos morreram de fome. Do mesmo modo, foram os judeus bolcheviques que criaram a fome ucraniana de 1932-33, que matou à fome, pelo menos, 8 milhões de pessoas. Actualmente, os meios de comunicação social judeus e muitas organizações judaicas estão a tentar desesperadamente destruir esta verdade, afirmando que se trata de um embuste engendrado por "russos anti-semitas", mas é indiscutível. Aconteceu realmente como os ucranianos afirmam. De facto, muitas das fotografias que nos foram mostradas de enormes pilhas de cadáveres emagrecidos em extremo, não são de judeus mortos pelos alemães, como nos foi dito, mas de ucranianos mortos à fome pelos judeus. Há outros exemplos de fomes que estão a ser originadas por estas mesmas pessoas.

 

Gostaria de acrescentar um outro assunto a esta narrativa, o das infestações simultâneas de várias doenças de plantas e surtos de insectos que atingem o Nordeste da China para coincidir com os tufões e outras ocorrências que podemos culpar à Mãe Natureza. Ainda não tive ocasião de pesquisar a fundo este elemento, mas parecem-me curiosos, alguns aspectos destes acontecimentos biológicos, devido ao seu ‘timing e distribuição’. Nesta fase, não posso acusar os EUA de dar uma ajuda à natureza na criação da grande escassez alimentar da China, mas não seria a primeira vez e certamente não será a última. Há agora provas volumosas de que os EUA tiraram muito proveito do conhecimento adquirido da Unidade 731, de Shiro Ishii, e da transformação de insectos e doenças de plantas em armas biológicas, durante a Guerra da Coreia, quando enormes quantidades destes agentes patogénicos foram distribuídos por vastas áreas do nordeste da China. Se funcionou uma vez, deveria funcionar novamente.

 

E é claro que temos as invasões biológicas mais recentes da China, começando com o surto de SARS e culminando com sete surtos biológicos graves separados na China durante os últimos dois ou mais anos, culminando com a COVID-19 e uma gripe aviária gravemente patogénica, em 2019, a única nação do mundo a ter sofrido uma série de ataques deste tipo e cada um deles, com o seu próprio conjunto de circunstâncias extremamente suspeitas. Mais uma vez digo, que não é possível culpar abertamente os EUA destes ataques, mas ao reunir todos os factos conhecidos e ao considerar estes acontecimentos como partes ligadas de uma agenda ou programa, é impossível evitar uma forte suspeita de uma **‘mão negra’ americana.


Este artigo será actualizado com mais pormenores e muitos mais links de referência. Faz parte de uma série. Há muito mais sobre a História dos Judeus na China.


**(Termo histórico) um grupo de chantagistas e terroristas sicilianos formado na década de 1870 e a agir nos Estados Unidos, no início do séc. XX.

 

*

Os artigos do Snr. Romanoff foram traduzidos em 28 idiomas e postados em mais de 150 sites de notícias e política de idiomas estrangeiros, em mais de 30 países, bem como em mais de 100 plataformas em inglês. Larry Romanoff, consultor administrativo e empresário aposentado, ocupou cargos executivos de responsabilidade em empresas de consultoria internacionais e foi proprietário de uma empresa internacional de importação e exportação. Exerceu o cargo de Professor Visitante na Universidade Fudan de Shanghai,  ministrando casos de estudo em assuntos internacionais a turmas avançadas de EMBA. O Snr. Romanoff reside em Shanghai e, actualmente, está a escrever uma série de dez livros, de um modo geral, relacionados com a China e com o Ocidente. O seu arquivo completo pode ser visto em https://www.moonofshanghai.com/  e http://www.bluemoonofshanghai.com/  Pode ser contactado através do email: 2186604556@qq.com

 

A fonte original deste artigo é o site PRAVDA 

 

Larry Romanoff é um dos autores que contribuíram para a nova antologia de Cynthia McKinney, 'When China Sneezes'. Capítulo 2 – Lidar com Demónios

 


Copyright © Larry RomanoffMoon of ShanghaiBlue Moon of Shanghai, 2021

 

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

Website: Moon of Shanghai

 

 


EN --- LARRY ROMANOFF -- China's 1959 Famine -- January 09, 2021

 



 

China's 1959 Famine

By Larry RomanoffJanuary 09, 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS

 

Most of the world is generally familiar with the fact that China experienced a great famine in 1959-1961. The death tolls published in the West tend to be greatly exaggerated, some reaching 80 million lives or more, but from everything I can learn from the original sources the actual total appears to be about 20 million lives or perhaps a bit more. In discussing the cause, the Western media, columnists, authors, and book publishers casually mention the series of natural disasters, the multiple large typhoons, persistent excessive rainstorms, plant diseases that simultaneously inflicted China, but tend unanimously to focus on and allocate the blame to Mao Zedong. The official Western narrative is that Mao so terrified all his lieutenants that they reported totally fictitious grain harvest volumes so as to avoid possible repercussions, which resulted in Mao misallocating most of the food distribution and therefore now shoulders almost all the blame for those deaths. It's a good story but, as with most history emanating from the West, it's not true.

 

Famine or food shortage?


NL -- LARRY ROMANOFF -- China's Hongersnood 1959 -- January 09, 2021

  

 

China's Hongersnood 1959

 

Door  Larry Romanoff09 januari 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS

 

Het grootste deel van de wereld is over het algemeen bekend met het feit dat China in 1959-1961 een grote hongersnood heeft gekend. De sterftecijfers die in het Westen zijn gepubliceerd, zijn over het algemeen sterk overdreven, sommigen bereiken 80 miljoen levens of meer, maar van alles wat ik uit de oorspronkelijke bronnen kan leren, lijkt het werkelijke totaal ongeveer 20 miljoen levens of misschien iets meer te zijn. Bij het bespreken van de oorzaak noemen de westerse media, columnisten, auteurs en boekuitgevers terloops de reeks natuurrampen, de vele grote tyfoons, de aanhoudende overmatige regenbuien, plantenziektes die tegelijkertijd China hebben getroffen, maar neigen er unaniem toe om de schuld op Mao Zedong te leggen. Het officiële westerse verhaal is dat Mao zo bang was voor al zijn luitenanten dat ze volledig fictieve graanoogstvolumes rapporteerden om mogelijke repercussies te voorkomen, wat resulteerde in een verkeerde toewijzing van het grootste deel van de voedseldistributie door Mao en dus nu bijna alle schuld voor die sterfgevallen op zich neemt. Het is een goed verhaal, maar zoals met de meeste geschiedenis die uit het Westen komt, is het niet waar.

 

Hongersnood of voedseltekort?

 

Thursday, December 19, 2019

Jacob G. Hornberger -- Why Aren’t Hiroshima and Nagasaki War Crimes?



May 12, 2016
original size of this picture 
I don’t get it. On the one hand, we’re told that the intentional targeting of civilians in wartime is a war crime. On the other hand, we’re told that the intentional targeting of Hiroshima and Nagasaki with nuclear bombs was not a war crime.
Which is it?
The issue is back in the news with President Obama’s decision to visit Hiroshima. The question that is being debated is whether he should apologize for President Truman’s decision to order U.S. troops to drop nuclear bombs on Hiroshima and Nagasaki during World War II.
If the targeting of civilians in wartime is okay, then clearly the decision to nuke the people of Hiroshima and Nagasaki was not a war crime.
But if that’s the case, then why was U.S. Army Lt. William Calley prosecuted during the Vietnam War? He’s the officer who intentionally killed several defenseless women and children in a Vietnamese village. The military prosecuted and convicted him of a war crime. Why? If it’s not a war crime to intentionally kill women and children in wartime, then why was Calley prosecuted and convicted of war crimes?
The fact is that it is a war crime for troops to intentionally target non-combatants in wartime. Nobody disputes that. But then given such, why the pass on Hiroshima and Nagasaki? Everyone agrees that Truman was targeting non-combatants — mainly women, children, and seniors — when he ordered the nuking of those two cities. How do defenders of Truman’s decision avoid the inexorable conclusion that Truman’s action constituted a war crime?

Tuesday, November 26, 2019

Papa Francisco condena dissuasão nuclear





 
 



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«Por amor dos meus irmãos e amigos, proclamarei: “A paz esteja contigo!”» (Sal 122/121, 8).
Deus de misericórdia e Senhor da história, para Vós erguemos os nossos olhos a partir deste lugar, encruzilhada de morte e vida, derrota e renascimento, sofrimento e compaixão.
Aqui, de tantos homens e mulheres, dos seus sonhos e esperanças, no meio dum clarão de relâmpago e fogo, nada mais ficou além de sombra e silêncio. Num instante apenas, tudo foi devorado por um buraco negro de destruição e morte. Daquele abismo de silêncio, ainda hoje continua a ouvir-se forte o grito daqueles que já não estão aqui. Provinham de lugares diversos, tinham nomes diferentes, alguns deles falavam outras línguas. Ficaram todos unidos por um mesmo destino, numa hora tremenda que marcou para sempre não só a história deste país, mas também o rosto da humanidade.
Aqui, faço memória de todas as vítimas e inclino-me perante a força e a dignidade das pessoas que, tendo sobrevivido àqueles primeiros momentos, suportaram nos seus corpos durante muitos anos os sofrimentos mais agudos e, nas suas mentes, os germes da morte que continuaram a consumir a sua energia vital.
Senti o dever de vir a este lugar como peregrino de paz, para me deter em oração, recordando as vítimas inocentes de tanta violência e trazendo no coração também as súplicas e anseios dos homens e mulheres do nosso tempo, especialmente dos jovens, que desejam a paz, trabalham pela paz, sacrificam-se pela paz. Vim a este lugar cheio de memória e futuro, trazendo comigo o grito dos pobres, que são sempre as vítimas mais indefesas do ódio e dos conflitos.
Quereria, humildemente, ser a voz daqueles cuja voz não é escutada e que olham, com preocupação e angústia, as tensões crescentes que permeiam o nosso tempo, as desigualdades inaceitáveis e injustiças que ameaçam a convivência humana, a grave incapacidade de cuidar da nossa casa comum, o contínuo e espasmódico recurso às armas, como se estas pudessem garantir um futuro de paz.
Desejo reiterar, com convicção, que o uso da energia atómica para fins de guerra é, hoje mais do que nunca, um crime não só contra o homem e a sua dignidade, mas também contra toda a possibilidade de futuro na nossa casa comum. O uso da energia atómica para fins de guerra é imoral, como é imoral de igual modo – já o disse há dois anos – a posse das armas atómicas. Seremos julgados por isso. As novas gerações erguer-se-ão como juízes da nossa derrota por havermos falado de paz, mas não a termos realizado com as nossas ações entre os povos da terra. Como podemos falar de paz, enquanto construímos novas e tremendas armas de guerra? Como podemos falar de paz, enquanto justificamos certas ações ilegítimas com discursos de discriminação e ódio?
Estou convencido de que a paz não passa dum «som de palavras», se não se fundar na verdade, se não se construir segundo a justiça, se não se animar e consumar no amor, e se não se realizar na liberdade (cf. São João XXIII, Pacem in terris, 37).
A construção da paz na verdade e na justiça significa reconhecer que «subsistem muitas vezes entre os seres humanos consideráveis diferenças de saber, de virtude, de capacidade inventiva e de recursos materiais» (Ibid., 87), mas isso nunca poderá justificar a pretensão de impor aos outros os próprios interesses particulares. Pelo contrário, tudo isso pode constituir um motivo de maior responsabilidade e respeito. De modo análogo, as comunidades políticas, que podem legitimamente distinguir-se umas das outras em termos de cultura ou desenvolvimento económico, são chamadas a comprometer-se na «obra de comum ascensão dos povos» (Ibid., 88), para o bem de todos.
De facto, se realmente queremos construir uma sociedade mais justa e segura, devemos deixar cair as armas das nossas mãos: «Não se pode amar com armas ofensivas nas mãos» (São Paulo VI, Discurso às Nações Unidas, 4/X/1965, 5). Quando nos rendemos à lógica das armas e afastamos da prática do diálogo, esquecemo-nos tragicamente que as armas, antes mesmo de causar vítimas e ruínas, têm a capacidade de provocar pesadelos, «exigem enormes despesas, detêm os projetos de solidariedade e de útil trabalho, falseiam a psicologia dos povos» (Ibid., 5). Como podemos propor a paz, se usamos continuamente a intimidação bélica nuclear como recurso legítimo para a resolução de conflitos? Que este abismo de sofrimento evoque os limites que jamais se deveriam ultrapassar. A verdadeira paz só pode ser uma paz desarmada! Além disso, «a paz não é ausência de guerra; (...) nunca se alcança duma vez para sempre, antes deve estar constantemente a ser edificada» (Conc. Ecum. Vat. II, Gaudium et spes, 78). É fruto da justiça, do desenvolvimento, da solidariedade, da solicitude pela nossa casa comum e da promoção do bem comum, aprendendo com as lições da história.
Recordar, caminhar juntos, proteger: são três imperativos morais que adquirem, precisamente aqui em Hiroxima, um significado ainda mais forte e universal e são capazes de abrir um caminho de paz. Consequentemente não podemos permitir que as atuais e as novas gerações percam a memória do que aconteceu, aquela memória que é garantia e estímulo para construir um futuro mais justo e fraterno; uma memória expansiva, capaz de despertar as consciências de todos os homens e mulheres, particularmente de quantos hoje desempenham um papel especial no destino das nações; uma memória viva, que ajude a dizer de geração em geração: nunca mais!
Por isso mesmo, somos chamados a caminhar unidos, com um olhar de compreensão e perdão, abrindo o horizonte à esperança e proporcionando um raio de luz no meio das numerosas nuvens que hoje obscurecem o céu. Abramo-nos à esperança, tornando-nos instrumentos de reconciliação e de paz. Isto será possível sempre, se formos capazes de nos proteger e reconhecer como irmãos num destino comum. O nosso mundo, interligado não só agora pela globalização mas desde sempre por uma terra comum, reclama, mais do que noutros tempos, que sejam suplantados os interesses exclusivos de certos grupos ou setores, a fim de se atingir a grandeza daqueles que lutam corresponsavelmente para garantir um futuro comum.
Numa única súplica, aberta a Deus e a todos os homens e mulheres de boa vontade, em nome de todas as vítimas dos bombardeamentos, das experimentações atómicas e de todos os conflitos, do fundo do coração elevemos juntos um grito: Nunca mais a guerra, nunca mais o fragor das armas, nunca mais tanto sofrimento! Sobrevenha a paz em nossos dias, neste nosso mundo. Ó Deus, Vós no-lo prometestes: «O amor e a fidelidade vão encontrar-se. Vão beijar-se a justiça e paz. Da terra vai brotar a verdade e a justiça descerá do céu» (Sal 85/84, 11-12).
Vinde, Senhor, que anoitece! E onde abundou a destruição, possa hoje superabundar a esperança de que é possível escrever e realizar uma história diferente. Vinde, Senhor, Príncipe da paz, fazei de nós instrumentos e reflexos da vossa paz!
«Por amor dos meus irmãos e amigos, proclamarei: “A paz esteja contigo!”» (Sal 122/121, 8).

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


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L Romanoff

Larry Romanoff,

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to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019