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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Friday, December 24, 2021

ERIC ZUESSE -- Why India will likely ally with China, not with U.S.

 


Why India will likely ally with China, not with U.S.

Eric Zuesse, originally posted at The Duran




 

India — like the USA that used-to-be — was born out of a revolution (in 1776 in U.S.; in 1947 in India) against imperialism (in fact, against British imperialism, the very same master; i.e., enemy; as the American public had and — ever since 1945 — still has, though this time in the form of a united UK-&-U.S. Deep-State aristocracy, who control the U.S. Government, behind the scenes). The world is now splitting-up, into two. One side is the pro-imperialist (or “neocon”) side (the conquerors of Iraq, Libya, Ukraine, Guatemala, and many other countries), which includes all of the Axis Powers during WW II (Germany, Italy, and Japan), plus almost all of the other EU nations, plus Israel, plus almost all of the Western-Hemisphere countries. It’s headed (behind the scenes) by the U.S.-and-UK billionaires. On the opposite side are the nations that the imperialist nations (the united fascist billionaires). They are against and trying to conquer: China, Russia, Iran, and their allies, all of which targeted nations are ideologically committed anti-imperialist nations. 

 

Therefore, virtually all wars and coups after WW II have been wars and coups by the U.S. and its allies, to conquer (take control over) additional nations (nations that hadn’t yet buckled to them). That (the aggressiveness of the imperialist nations) is just a historical fact, about the world during the years after 1944, and it is now driving the remaining targeted nations (principally China, Russia, and Iran) toward closer-and-closer cooperation amongst themselves, so that if  WW III happens, then it will be between the imperialist nations on the one side, versus the anti-imperialist nations on the other. It would be a nuclear-war-updated version of the WW II Axis (pro-imperialist) nations versus the Allied (anti-imperialist) ones. (Churchill was imperialist, but he was forced by FDR to suppress his imperialism during WW II. Truman instead adopted Churchill’s imperialism.) All of the former Axis powers (Germany, Italy, and Japan) would then be led by the Rhodesist UK-U.S.-Israel team.

 

Wednesday, September 29, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A Exploração Fraudulenta do ADN Chinês pela Universidade de Harvard -- September 05, 2021

A Exploração Fraudulenta do ADN Chinês pela Universidade de Harvard

Por Larry Romanoff - 17 de Setembro de 2020

Traduzido em exclusivo para PRAVDA PT 

上海的月亮: EN -- LARRY ROMANOFF -- Harvard University's Fraudulent Chinese DNA Exploitation -- September 17, 2020

CHINESE   ENGLISH  NEDERLANDS  PORTUGUESE  SPANISH

 

Em Abril de 2005, Margaret Sleeboom, da Universidade de Amesterdão, publicou um artigo no PubMed.gov sobre um projecto de pesquisa chinês da Universidade de Harvard que suscitou a condenação internacional pela terrível falta de ética da Harvard, ligada ao roubo de ADN chinês. (1) (2)   

Anos após a conclusão desta investigação, quando houve uma fuga de informação dos pormenores divulgada pelos meios de comunicação, as autoridades chinesas ficaram furiosas ao saber que os americanos se tinham envolvido num projecto secreto e desleal de recolha de ADN chinês. Embora o governo chinês tivesse proibido anteriormente a recolha ou a exportação de tais dados, a Universidade de Harvard evitou com astúcia as proibições e retirou o ADN da China.

Um dos líderes deste projecto foi um investigador chinês da Harvard, Xu Xiping que, com o financiamento do governo dos EUA (muito provavelmente o projecto militar de base de dados de ADN) e da Millennium Pharmaceuticals (3) (4) dos EUA, coordenou esse estudo em Anhui, com Frank Speizer e Scott Weis, este último um epidemiologista de Harvard que, visivelmente teve acesso a informações sobre cerca de 60 milhões de pessoas em Anhui, a partir de uma fonte desconhecida. Xu, nascido em Anhui e que ainda mantinha contactos aí, planeou com Weis e  com os financiadores, recrutar milhares de voluntários para recolher amostras de ADN e de sangue, sendo tudo desconhecido do governo central da China. A Millennium estava estreitamente relacionada com o Departamento de Defesa dos EUA e estava a pagar milhões de dólares pelo estudo e pelos seus dados. 

 

    • A Experiência da Universidade de Harvard

 

Thursday, July 22, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A Campanha de Ódio contra a China -- July 21, 2021

 




A Campanha de Ódio contra a China

LARRY ROMANOFF • AUGUST 6, 2020

         Tradução exclusiva para Pravda PT

CHINESE   ENGLISH   ITALIANO   NEDERLANDS   PORTUGUESE   SPANISH

Introdução

Não deveria ser segredo, embora ainda pareça ser, que nenhuma das duas guerras mundiais foi iniciada (ou desejada) pela Alemanha, mas foi a criação de um grupo de judeus sionistas europeus com a intenção declarada de destruir totalmente a Alemanha. [1][2][3][4][5][6][7]No entanto, essa tese não é o propósito deste ensaio e não vou expandi-la, mas o conteúdo deve provar ao leitor comum que a Primeira Guerra Mundial certamente se encaixa nesta descrição. O objecivo principal deste ensaio é demonstrar não só que a 'História se repete', mas que a História que se repete hoje, é uma preparação em massa da população do mundo ocidental (mas principalmente dos americanos) para a Terceira Guerra Mundial - que acredito, que agora está prestes a acontecer.

Em 1940, estes sionistas europeus e proprietários dos meios de comunicação mediática (escondidos atrás do cenário do governo do Reino Unido) iniciaram o que designaram como a "campanha de hostilidade", com a causa declarada de "incutir ódio pessoal contra o povo alemão e contra a Alemanha", as partes relacionadas satisfeitas porque os 6% originais da população britânica que 'odiava a Alemanha' aumentaram para mais de 50% no final da campanha, e não parou por aí. As ondas da rádio estavam cheias de descrições da “crueldade e da escuridão da alma alemã”.[8] Havia artigos nos jornais britânicos a defender o “extermínio sistemático de toda a nação alemã” a ser realizado após o fim da guerra. Assim, após a vitória sobre a Alemanha, cada pessoa de ascendência alemã seria executada e a própria nação da Alemanha desapareceria para sempre. Essas execuções foram realmente iniciadas - os campos de extermínio de Eisenhower, seguidos pelo Plano Morgenthau, os quais finalmentemente falharam. Os métodos de “incutir ódio pessoal” à Alemanha talvez tenham sido muito bem sucedidos. A histeria anti-alemã tornou-se tão grave que o rei George V teve de mudar o seu nome alemão de ‘Saxe-Coburg’ para ‘Windsor’, e renunciar a todos os seus títulos alemães.

Friday, July 16, 2021

PT — LARRY ROMANOFF — A Campanha de Agressividade contra a China — July 13, 2021

 

A Campanha de Agressividade contra a China

LARRY ROMANOFF • AUGUST 6, 2020

CHINESE   ENGLISH   ITALIANO   PORTUGUÊS   SPANISH

 

Introdução

Não deveria ser segredo, embora ainda pareça ser, que nenhuma das duas guerras mundiais foi iniciada (ou desejada) pela Alemanha, mas foi a criação de um grupo de judeus sionistas europeus com a intenção declarada de destruir totalmente a Alemanha. [1][2][3][4][5][6][7]No entanto, essa tese não é o propósito deste ensaio e não vou expandi-la, mas o conteúdo deve provar ao leitor comum que a Primeira Guerra Mundial certamente se encaixa nesta descrição. O objecivo principal deste ensaio é demonstrar não só que a ‘História se repete’, mas que a História que se repete hoje, é uma preparação em massa da população do mundo ocidental (mas principalmente dos americanos) para a Terceira Guerra Mundial – que acredito, que agora está prestes a acontecer.

Em 1940, estes sionistas europeus e proprietários dos meios de comunicação mediática (escondidos atrás do cenário do governo do Reino Unido) iniciaram o que designaram como a “campanha de hostilidade”, com a causa declarada de “incutir ódio pessoal contra o povo alemão e contra a Alemanha”, as partes relacionadas satisfeitas porque os 6% originais da população britânica que ‘odiava a Alemanha’ aumentaram para mais de 50% no final da campanha, e não parou por aí. As ondas da rádio estavam cheias de descrições da “crueldade e da escuridão da alma alemã”.[8] Havia artigos nos jornais britânicos a defender o “extermínio sistemático de toda a nação alemã” a ser realizado após o fim da guerra. Assim, após a vitória sobre a Alemanha, cada pessoa de ascendência alemã seria executada e a própria nação da Alemanha desapareceria para sempre. Essas execuções foram realmente iniciadas – os campos de extermínio de Eisenhower, seguidos pelo Plano Morgenthau, os quais finalmentemente falharam. Os métodos de “incutir ódio pessoal” à Alemanha talvez tenham sido muito bem sucedidos. A histeria anti-alemã tornou-se tão grave que o rei George V teve de mudar o seu nome alemão de ‘Saxe-Coburg’ para ‘Windsor’, e renunciar a todos os seus títulos alemães.

Não era só nos EUA e no Reino Unido que esse ódio aos alemães estava a ser propagado. Nos países de todo o mundo, a comunicação mediática espalhou a mesma mensagem de ódio contra a Alemanha e contra os alemães. Equipas de “especialistas” seguiam o mesmo esquema na maioria das restantes nações, todas instilando um ódio maciço pelos alemães que, em todas as nações, eram veementemente retratados como a encarnação do mal, essa natureza decorrente apenas do facto de serem de origem alemã. No Brasil, as manifestações e os motins anti-alemães consumiram o país, com empresas alemãs a ser destruídas e alemães a ser agredidos e mortos. Em quase todas as nações, a imprensa de língua alemã e o uso da língua alemã desapareceram completamente durante a guerra por medo de represálias, assim como todas as escolas alemãs e a maioria das empresas. Nenhuma foi reaberta. O Brasil estava determinado, inicialmente, a permanecer neutro, mas um sindicato de estudantes universitários recém-criado foi agregado e usado com tanta eficácia, que dentro de um ano o Brasil declarou guerra à Alemanha. [9] No Brasil, Estados Unidos, Canadá e Austrália, muitos nomes de cidades, ruas e iguarias, foram alterados para eliminar sua origem alemã.

Friday, April 16, 2021

Caitlin Johnstone: Intelligence sources say biggestthreat to US is actually US policy

 

Caitlin Johnstone: Intelligence sources say biggestthreat to US is actually US policy

15 Apr, 2021 17:34 / Updated 9 hours ago



By Caitlin Johnstone, an independent journalist based in Melbourne, Australia. Her website is here and you can follow her on Twitter @caitoz

A new “threat assessment” by the US intelligence cartel has named China the number one threat to the United States today, followed by Russia, Iran and North Korea.

This has of course led to blaring news headlines like China poses the biggest threat to the US, a new intelligence report says from The New York Times, instead of something a little less propagandistic like “Here’s who the CIA wants you to be afraid of in order to advance its geostrategic power agendas.”

The report makes a bunch of evidence-free assertions which serve no purpose other than to help manufacture consent for the movement of expensive weaponry around the globe at the facilitation of unscrupulous war propaganda firms like The New York Times. Not only that, but I can now report that this US intelligence threat assessment is squarely contradicted by my own intelligence source.

Saturday, February 27, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- Serão os Americanos Profundamente Malvados ou, Somente, Dementes Perversos? -- January 27, 2021

  

 

 

Serão os Americanos Profundamente Malvados ou, Somente, Dementes Perversos?

Por Larry Romanoff em exclusivo para PRAVDA e dividido em três capítulos.

27 de Janeiro de 2021

Nota aos Leitores:

Este artigo foi publicado no Pravda em três partes com material e referências adicionais. No entanto, o original é apresentado aquí, porque já havia sido traduzido para vários idiomas e exigiria muito tempo para novas traduções. Eis os links para este artigo em três partes:

Parte 1   Parte 2   Parte 3



ENGLISH  ESPAÑOL  NEDERLANDS  PORTUGUÊS


No passado fui acusado de ser "anti-americano" e, embora talvez fosse verdade, esses sentimentos eram dirigidos principalmente para o governo dos EUA e para as suas agências e não para o povo da nação, com o fundamento de que, apesar da democracia, o povo não era responsável pelas atrocidades do empreendimento criminoso psicopata que actuava como sendo o seu governo. Assim, durante algumas décadas, defendi os americanos contra as acusações de culpa pelos procedimentos do seu governo.

 

A minha posição mudou. Concluí que, tal como as folhas não podem mudar de cor e as raízes não podem murchar, sem o conhecimento silencioso de toda a árvore, nenhum governo pode levar a cabo mais de dois séculos de guerras e atrocidades incessantes contra outros povos e nações, sem o conhecimento e  sem a aprovação da grande maioria do povo.

Tuesday, February 23, 2021

ERIC ZUESSE -- Biden Administration Seeking to Provoke China to War

 Biden Administration Seeking to Provoke China to War


Eric Zuesse, February 22, 2021




The United States now routinely violates a fundamental agreement that had been reached between Russia and the U.S. at the Yalta Conference in February 1945. FDR and Stalin agreed together that though every major power has a right to intervene in the internal affairs of other nations in its “neighborhood” insofar as is necessary in order to block such a nearby nation’s alliance with any hostile major power (an example is the Cuban Missile Crisis of 1962, in which Kennedy had a right to block Cuba from receiving Soviet missiles), no such right to intervene in a foreign country’s purely internal or domestic affairs (such as “human rights”) exists: i.e., the international right to intervene exists ONLY to protect that given major power’s own national security, but not to intervene into that nearby nation’s internal affairs for any other reason. Nor to post forces nearby that other major power. This was FDR’s view, and it was Stalin’s view. They both agreed to disagree together against Churchill’s view, his view that a major power should be allowed to intervene outside of its own neighborhood, or to “have an empire.” Whereas Churchill insisted upon Britain’s continuing to own India, Burma, and other regions that weren’t in Britain’s neighborhood, FDR and Stalin refused to recognize any such right, of any nation. 

This was the fundamental disagreement that FDR and Stalin together had against Churchill. It is likewise today the position of Russia and of China but no longer the position of the U.S. Government, which — almost as soon as FDR died on 12 April 1945 — adopted Churchill’s view, the view that empires are okay.

Thursday, February 4, 2021

F. William Engdahl -- O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

 Federação Russa

O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

02.02.2021
 

O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

Por F. William Engdahl




31 de janeiro de 2021 " Câmara de Compensação de Informações " - Desde o primeiro dia, a nova administração Biden deixou claro que adotará uma política hostil e agressiva contra a Federação Russa de Vladimir Putin. A política por trás dessa postura não tem nada a ver com quaisquer atos infames que a Rússia de Putin possa ou não ter cometido contra o Ocidente. Não tem nada a ver com alegações absurdas de que Putin envenenou o dissidente pró-EUA Alexei Navalny com o agente nervoso Novichok ultra-mortal. Isso tem a ver com uma agenda muito mais profunda dos poderes globalistas que existem. Essa agenda é o que está sendo avançado agora.


Como candidato, Joe Biden afirmou isso com frequência. Suas principais escolhas de política externa ressaltam que o foco com o governo Biden, independentemente de quão apto o próprio Biden seja, mudará das ameaças da China para a Rússia de Putin. O chefe da CIA de Biden, Bill Burns, é ex-embaixador em Moscou e foi secretário de Estado adjunto durante o golpe de Estado de Obama na CIA na Ucrânia em 2014. Notavelmente, quando Burns deixou o Estado em novembro de 2014, foi sucedido por Tony Blinken, agora secretário do Estado. Blinken supostamente formulou a resposta do Departamento de Estado dos EUA à anexação da Crimeia pela Rússia.
As escolhas do Gabinete de Joe Biden revelam muito. Suas principais escolhas de política externa - Tony Blinken como Secretário de Estado e Victoria Nuland como Subsecretária de Estado para Assuntos Políticos; Bill Burns como chefe da CIA; Jake Sullivan como Conselheiro de Segurança Nacional; Avril Haines como Diretora de Inteligência Nacional - todos são do governo Obama-Biden e todos trabalharam juntos. Da mesma forma, todos veem a Rússia, não a China, como a principal ameaça à segurança para a hegemonia global dos Estados Unidos.

 

Wednesday, February 3, 2021

If America dissolves . . . January 31, 2021

  

 

 

If America dissolves . . .

By Larry Romanoff for the Saker Blog, January 31, 2021

 

This essay is an introduction to the topic of Mass Propaganda and, perhaps more importantly, to a brief series of articles detailing how the US has been for more than 100 years the most propagandised and brainwashed nation in the world. The history of this has been buried for generations, but the facts are indisputable. One of the most important elements in this tale, as we shall see, is the employment of propaganda in American war marketing.

 

To paraphrase Michael Lewis, "One of the qualities that distinguishes Americans from other people is their naive conviction that every foreigner wishes to be one of them, but even the most zealous Japanese patriot has no illusions that other peoples want to be Japanese". The Americans not only believe everybody secretly wants to be like them, they believe no nation can succeed or even progress without being like them and adopting the entire American value system. It isn't possible. There are no alternatives to the American way and, if there were alternatives, God would be displeased with them.

 

American Political & Military Leaders are Criminally Insane — January 26, 2021

 American Political & Military Leaders are Criminally Insane

By Larry Romanoff, January 26, 2021

  

   

   We can begin with an article by Jim Kouri citing an FBI study which stated:


"... character traits exhibited by serial killers or criminals may be observed in many within the political arena. They share the traits of psychopaths who are not sensitive to altruistic appeals, such as sympathy for their victims or remorse or guilt over their crimes. Is it any wonder that America is failing at home and world-wide?" (1)

 

American Presidents, Vice-Presidents, Secretaries of State, Defense Secretaries, White House staff, and many Senators and Congressmen display many or most of the traits of criminal psychopaths and mass murderers. Evidence of US government atrocities is not difficult to find. (2) The government of the United States of America has always been a criminal enterprise, ruled most often by thugs and genocidal psychopathic killers. I doubt there is much dispute in the world today about the intrinsic evil that seems to permeate the US government and the Deep State that controls it, nor about the insane criminality inherent in most of its foreign policies. But these are startling accusations nevertheless, so let's examine the substantiation.

 

Sunday, January 24, 2021

NL -- LARRY ROMANOFF -- De mythe van de Amerikaanse Competitieve Overmacht

   

 

De mythe van de Amerikaanse Competitieve Overmacht

 Door Larry Romanoff23 januari, 2021




ENGLISH  NEDERLANDS

 De Amerikanen scheppen onophoudelijk op over hun concurrentievermogen en de wonderen van hun roofzuchtige Kapitalistische systeem, maar bij nader onderzoek blijken deze beweringen meestal ondoordacht chauvinisme te zijn waarbij historische ongelukken in religie worden omgezet. Als we de feiten onderzoeken, zijn de Amerikaanse bedrijven zelden bijzonder concurrerend geweest. Er is meer dan overvloedig bewijs dat hun inspanningen meestal gericht zijn op het verzekeren van een asymmetrisch speelveld dat hen in staat stelde de confrontatie met echte concurrentie te vermijden. En voor een zeer groot deel zijn grote Amerikaanse bedrijven succesvol geweest, niet door enig concurrentievoordeel, maar door druk en dreigementen die uitgingen van het Ministerie van Buitenlandse Zaken en het leger.

 Xerox was ooit bijna de enige fabrikant van fotokopieerapparaten ter wereld. Kodak was ooit bijna de enige fabrikant ter wereld van camera's en fotofilm; waar zijn Xerox en Kodak vandaag? Meer recent was Motorola de belangrijkste fabrikant van mobiele telefoons; waar is Motorola vandaag? Het Amerikaanse RCA Victor was een van de grootste producenten van TV-toestellen ter wereld. Waar kunt u vandaag een RCA TV-toestel kopen? Waar zijn de grote Pan Am World Airways en Continental Airlines? Waar zijn E.F. Hutton, General Foods, RCA, DEC, Compaq? Waar zijn American Motors, Bethlehem Steel, Polaroid camera's, en zovele anderen? Weg, omdat ze niet om konden gaan met effectieve concurrentie.

Saturday, January 23, 2021

The Myth of American Competitive Supremacy -- January 23, 2021

  


The Myth of American Competitive Supremacy 

By Larry Romanoff, January 23, 2021




 

 Americans boast incessantly about their competitiveness and the miracles of their predatory capitalist system, but on examination these claims appear to be mostly thoughtless jingoism that transmutes historical accidents into religion. If we examine the record, US companies have seldom been notably competitive. There is more than abundant evidence that their efforts are mostly directed to ensure an asymmetric playing field that permitted them to avoid confronting real competition. And, in very large part, major US corporations have succeeded not because of any competitive advantage but by pressure and threats emanating from the State Department and military.

 

 Xerox was once almost the only manufacturer of photocopiers in the world. Kodak was once almost the world's only maker of cameras and photo film; where are Xerox and Kodak today? More recently, Motorola was the leading manufacturer of mobile phones; where is Motorola today? US-based RCA Victor was one of the largest producers of TV sets in the world. Where can you buy an RCA TV set today? Where are the great Pan Am World Airways and Continental Airlines? Where are E.F. Hutton, General Foods, RCA, DEC, Compaq? Where are American Motors, Bethlehem Steel, Polaroid cameras, and so many more? Gone, because they couldn't deal with effective competition.

 

Sunday, January 10, 2021

EN --- LARRY ROMANOFF -- China's 1959 Famine -- January 09, 2021

 



 

China's 1959 Famine

By Larry RomanoffJanuary 09, 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS

 

Most of the world is generally familiar with the fact that China experienced a great famine in 1959-1961. The death tolls published in the West tend to be greatly exaggerated, some reaching 80 million lives or more, but from everything I can learn from the original sources the actual total appears to be about 20 million lives or perhaps a bit more. In discussing the cause, the Western media, columnists, authors, and book publishers casually mention the series of natural disasters, the multiple large typhoons, persistent excessive rainstorms, plant diseases that simultaneously inflicted China, but tend unanimously to focus on and allocate the blame to Mao Zedong. The official Western narrative is that Mao so terrified all his lieutenants that they reported totally fictitious grain harvest volumes so as to avoid possible repercussions, which resulted in Mao misallocating most of the food distribution and therefore now shoulders almost all the blame for those deaths. It's a good story but, as with most history emanating from the West, it's not true.

 

Famine or food shortage?


Monday, December 14, 2020

IT -- Manlio Dinucci -- L'arte della Guerra -- Il piano Usa di dominio dello spazio

 


L’arte della guerra

                              Il piano Usa di dominio dello spazio                         

Manlio Dinucci


Cape Canaveral in Florida, da cui nel 1969 fu lanciato dalla Nasa il razzo della missione Apollo, è divenuto sede della stazione della Forza spaziale Usa insieme alla base Patrick, anch’essa in Florida. Nella cerimonia inaugurale, il 9 dicembre, il vicepresidente Mike Pence ha annunciato che «la nostra Forza spaziale si sta potenziando ogni giorno di più». La U.S. Space Force è una nuova branca delle Forze armate statunitensi, istituita nel dicembre 2019. La sua missione è «proteggere gli interessi Usa e alleati nello spazio, acquisire sistemi militari spaziali, formare professionisti militari dello spazio, sviluppare la dottrina militare per la potenza spaziale, organizzare forze spaziali a disposizione dei nostri Comandi combattenti». 

Quale sia il compito centrale della nuova Forza lo ha detto in modo esplicito il presidente Trump, annunciando nell’agosto 2019 la sua imminente costituzione: «Assicurare il dominio americano nello spazio, il prossimo campo di combattimento della guerra».

Sulla scia della nuova forza spaziale Usa, la Nato ha varato un programma militare spaziale, preparato dal Pentagono e da ristretti vertici militari europei insieme alle maggiori industrie aerospaziali. Quale sia l’importanza dello spazio lo dimostra il fatto che vi sono attualmente in orbita attorno alla Terra circa 2.800 satelliti artificiali operativi 

Di questi, oltre 1.400 sono statunitensi. Al secondo posto è la Cina con oltre 380, al terzo la Russia con poco più di 170. La maggior parte dei satelliti, oltre 1.000, è di tipo commerciale. Vengono successivamente quelli per uso militare, governativo e civile (questi ultimi due tipi usati spesso anche per attività di carattere militare).

Oltre a questi vi sono circa 6.000 satelliti non più funzionanti che continuano a orbitare attorno alla Terra, insieme a milioni di oggetti e frammenti di diverse dimensioni. Lo spazio è sempre più affollato e sempre più conteso. Qui operano con i loro satelliti i colossi delle telecomunicazioni, le Borse valori, i grandi gruppi finanziari e commerciali. Si prevede che, entro questo decennio, il numero di satelliti si quintuplicherà, soprattutto per effetto della tecnologia 5G. La rete commerciale del 5G, realizzata da società private, potrà essere impiegata a scopi militari, in particolare per le armi ipersoniche, con una spesa molto minore.  

In tale quadro si capisce perché gli Stati uniti abbiano costituito la Forza spaziale. Vedendo calare il margine di vantaggio economico e tecnologico in particolare rispetto alla Cina, la potenza statunitense gioca la carta della forza militare anche nello spazio. L’obiettivo è chiaro: dominare lo spazio per mantenere non solo la superiorità militare, ma anche quella economica e tecnologica.

L’esito di tale strategia è altrettanto chiaro. Russia e Cina hanno ripetutamente proposto alle Nazioni Unite, fin dal 2008, un nuovo Trattato (dopo quello del 1967) che proibisca di dislocare armi nello spazio, ma gli Usa lo hanno sempre rifiutato. Russia e Cina si stanno quindi preparando a un confronto militare nello spazio, avendone la capacità.

La costituzione della Forza spaziale Usa innesca quindi una nuova, ancora più pericolosa fase della corsa agli armamenti anche nucleari.  Dall’uso di sistemi spaziali per lo spionaggio, per le telecomunicazioni militari, per la guida di missili, bombe e droni, si passa a sistemi d’arma che, collocati nello spazio, possono accecare i satelliti del nemico prima di attaccarlo e distruggere obiettivi terrestri, come intere città, direttamente dallo spazio.

Tutto questo è coperto sotto la cappa del silenzio mediatico. Dal mondo politico, scientifico, accademico, culturale non si leva alcuna voce di critica o dissenso. Allo stesso tempo aumentano i finanziamenti, da parte di governi e industrie belliche, a istituti scientifici e università per ricerche che, spesso camuffate da civili, servono allo sviluppo di sistemi militari spaziali. Le uniche voci riecheggiano quella della nuova Forza spaziale Usa, che ci spiega quanto lo spazio sia «essenziale per la nostra sicurezza e prosperità nella nostra vita quotidiana, perfino quando usiamo la carta di credito al distributore di benzina». 

Manlio Dinucci

il manifesto, 15 Dicembre, 2020

 


Manlio Dinucci 

Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

Saturday, November 28, 2020

SARS -- November 16, 2020

 SARS

By LARRY ROMANOFF – November 16, 2020

 

 

In November of 2002, Hong Kong experienced the onset of an outbreak of what is now called SARS (1) (2), an event that appears to have some serious gaps in the logic of the official narrative as reported in the Western media, some elements of which seem either implausible or impossible, and with many unanswered questions as to the phylogenesis and distribution of this virus. It appears that the first identified case was of a farmer in Guangdong Province in Mainland China, who died from what appeared to be an unremarkable flu-type illness, "one of the unfortunate victims who succumb every flu season". The farmer died soon after admittance to hospital and, so far as I am aware, no definite diagnosis was made as to the cause of his death. However, he has been catalogued as "patient zero", marking the beginnings of an epidemic of a new and contagious disease that eventually infected over 8,000 people and killed more than 700. Of these deaths, 300 were in Hong Kong (of a population of 7 million) and about the same number in Mainland China (of a population of 1.4 billion). As a percentage of infections, the death rate in Hong Kong was more than three times that of the Mainland, and statistically SARS was a Hong Kong epidemic rather than a Chinese one.

Sunday, November 15, 2020

SP -- LARRY ROMANOFF -- La Psicópata Empresa Criminal llamada América -- November 5, 2020

 




La Psicópata Empresa Criminal
llamada América



Por Larry Romanoff – 5 de Noviembre, 2020

ENGLISH  ESPAÑOL

En artículos anteriores proporcioné algunas pruebas de la criminalidad fundamental de las corporaciones americanas, con sólo una breve introducción a la criminalidad del gobierno de los EE.UU. y de la "gente invisible" de los Bernays que la controlan desde detrás de las escenas. Este último tema es demasiado amplio para ser tratado adecuadamente aquí, pero los artículos posteriores de esta serie estarán dedicados en parte a los crímenes cometidos a nivel nacional e internacional por el gobierno de los EE.UU. y sus agencias. Estos comprenden muchos eventos sorprendentes que son genuinos y bien documentados, pero que han sido totalmente borrados de los libros de historia y de la conciencia pública americana, y por lo tanto han desaparecido de la conciencia del mundo. Es hora de sacarlos a la luz. Esto es importante, porque las corporaciones multinacionales americanas (MNCs) están leyendo el guión escrito para ellos por el gobierno de los Estados Unidos y sus titiriteros. Por el momento, voy a proporcionar algunos detalles para marcar el punto sobre los estrechos vínculos entre los dos sectores. 

Hace varios años, Jim Kouri informó de un estudio del FBI que decía:

"... los rasgos de carácter exhibidos por los asesinos o criminales en serie pueden ser observados en muchos que hay dentro de la arena política. Comparten los rasgos de los psicópatas que no son sensibles a los llamamientos altruistas, como la simpatía por sus víctimas o el remordimiento o la culpa por sus crímenes. Poseen los rasgos de personalidad de la mentira, el narcisismo, el egoísmo y la vanidad. Estas son las personas a las que hemos confiado nuestro destino. ¿Es de extrañar que América esté fracasando en casa y en el mundo?"

 

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019