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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, July 26, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF --- Como é que a China avalia e escolhe os seus dirigentes? Compreender o sistema universitário da China -- July 26, 2021

  



Como é que a China avalia e escolhe os seus dirigentes? Compreender o sistema universitário da China

Por Larry Romanoff, Julho 26, 2021

Traduzido em exclusivo para PRAVDA PT

 



CHINESE   ENGLISH  NEDERLANDS   PORTUGUESE  SPANISH

 

Muitos ocidentais têm, no mínimo, um conhecimento limitado sobre o Gaokao da China, o sistema de exames anuais de admissão à universidade, realizados por cerca de 10 milhões de estudantes por ano. Este conjunto de exames é bastante rígido e talvez até mesmo despótico, abrangendo muitos assuntos e ocupando três dias. Os exames exigem uma boa capacidade de compreensão, conhecimento profundo e grande inteligência, para serem bem sucedidos. Estes exames são inteiramente baseados no mérito de cada aluno e é impossível haver favoritismo. Os alunos que produzem as notas mais altas nestes exames estão no ponto culminante de 1% de um conjunto de 1,5 bilião de pessoas. 


Poucos ocidentais sabem que a China também tem um sistema de exames imposto pela Ordem dos Advogados e que todos os advogados diplomados devem passar para poderem exercer advocacia na China. Estes exames são ainda mais rigorosos, exigindo não só um elevado grau de inteligência, como também um profundo conhecimento das leis e uma ampla compreensão de todos os assuntos legais, sendo estes exames tão difíceis que muitos se recusam até mesmo a tentar fazê-los. Dos cerca de 250.000 advogados diplomados que cumprem esta imposição, apenas cerca de 20.000 serão aprovados e obterão qualificações para exercer efectivamente advocacia na China. Se for apresentado a um advogado chinês, pode ter a certeza de que está a lidar com alguém que faz parte da porção mais altamente qualificada do 1% desse mesmo grupo de um bilião e meio de pessoas.


Menciono estes dois pontos apenas para introduzir um terceiro - os Exames da Função Pública.

Saturday, March 13, 2021

Chris Hedges: Bandaging the corpse


Chris Hedges: Bandaging the corpse

12 Mar, 2021 16:27

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FILE PHOTO: Costumed Calaca Sugar Skull attendees dressed as Lady Liberty with a stabbed heart and Uncle Sam with a Twitter Bird on his shoulder at Hollywood Forever on October 28, 2017 in Hollywood, California ©  Getty Images / Araya Doheny

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By Chris Hedges, a Pulitzer Prize–winning journalist who was a foreign correspondent for 15 years for the New York Times, where he served as the Middle East Bureau Chief and Balkan Bureau Chief for the paper. He previously worked overseas for the Dallas Morning News, the Christian Science Monitor, and NPR. He is the host of the Emmy Award-nominated RT America show On Contact.

Biden's bailout will not alter the structural inequities and other fundamental underpinnings of America's death spiral.

This article was originally published by ScheerPost.


The established ruling elites know there is a crisis. They agreed, at least temporarily, to throw money at it with the $1.9 trillion Covid-19 bill known as the American Rescue Plan (ARP). But the ARP will not alter the structural inequities, either by raising the minimum wage to $15.00 an hour or imposing taxes and regulations on corporations or the billionaire class that has seen its wealth increase by a staggering $1.1 trillion since the start of the pandemic. The health system will remain privatized, meaning the insurance and pharmaceutical corporations will reap a windfall of tens of billions of dollars with the ARP – and this when they are already making record profits. The endless wars in the Middle East, and the bloated military budget that funds them, will remain sacrosanct. Wall Street and the predatory global speculators that profit from the massive levels of debt peonage imposed on an underpaid working class and loot the US Treasury in our casino capitalism will continue to funnel money upwards into the hands of a tiny, oligarchic cabal. There will be no campaign finance reform to end our system of legalized bribery. The giant tech monopolies will remain intact. The fossil fuel companies will continue to ravage the ecosystem. The militarized police, censorship imposed by digital media platforms, vast prison system, harsher and harsher laws aimed at curbing domestic terrorism and dissent, and wholesale government surveillance will be, as they were before, the primary instruments of state control.

This act will, at best, provide a momentary respite from the country’s death spiral, sending out one-time checks of $1,400 to 280 million Americans, extending $300 weekly unemployment benefits until the end of August, and distributing $3,600 through a tax credit for children under the age of six and $3,000 per child aged six to 17 starting on July 1. Much of this money will be instantly gobbled up by landlords, lenders, medical providers, and credit card companies. The act does, to its credit, bail out some one million unionized workers poised to lose their pensions, and hands $31.2 billion in aid to Native communities, some of the poorest in the nation. 

Sunday, January 10, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A FOME NA CHINA EM 1959 -- January 09, 2021

 

 

 

A FOME NA CHINA EM 1959

 

Por Larry Romanoff, January 09, 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS


 

A maior parte do mundo está, geralmente, familiarizada com o facto da China ter sofrido uma grande fome em 1959-1961. Os números da mortalidade publicados no Ocidente tendem a ser muito exagerados, alguns a atingir 80 milhões de vidas ou mais, mas de tudo o que posso assimilar das fontes originais, o verdadeiro total parece ser cerca de 20 milhões de vidas ou talvez um pouco mais. Ao discutir a causa desta mesma fome, os meios de comunicação mediática ocidentais, os colunistas, os autores e editores de livros mencionam arbitrariamente as séries de desastres naturais, os múltiplos tufões avassaladores, as tempestades excessivas persistentes, as doenças das plantas que afectaram a China em simultâneo, mas tendem a concentrar-se, unanimemente, em atribuir as culpas a Mao Tse Tung. A narrativa oficial ocidental é que Mao aterrorizou de tal forma todos os seus subordinados que estes relataram quantidades enormes de colheitas de cereais totalmente fictícias, a fim de evitar possíveis consequências, o que resultou Mao ter atribuído erradamente  a maior parte da distribuição dos alimentos e, por conseguinte, agora acumula quase toda a culpa dessas mortes. É uma boa história mas, como a maior parte da História que emana do Ocidente, não é verdadeira.

 

Fome ou escassez alimentar?

 

As catástrofes naturais, as inundações, os tufões, os insectos, não criaram a fome; criaram, unicamente, a escassez alimentar. Da mesma forma, a suposta má gestão de Mao pode (ou não pode) ter exacerbado a escassez dos alimentos, mas também não criou a fome. Ambas foram inoportunas mas desnecessárias. Se for à sua cozinha e encontrar os seus armários vazios, não morre de fome; vai ao supermercado e compra comida. Então, quando Mao descobriu a escassez de alimentos na sua cozinha, porque não foi ao supermercado? A resposta é que ele foi ao supermercado, mas o mesmo estava fechado. E a razão pela qual estava fechado é que os Banqueiros Judeus Europeus, com a sua influência sobre a recém-fundada ONU e o seu controlo sobre o governo dos EUA, conceberam um embargo alimentar mundial total contra a China, utilizando o exército dos EUA como o seu valentão para assegurar a retaliação militar caso houvesse incumprimento. (1) (2) (3) Assim, o mundo ocidental, o Canadá, a Austrália, os EUA e a Europa, todos esses países com enormes reservas alimentares excedentárias, sentaram-se e assistiram - durante três anos - enquanto 20 milhões de chineses morriam lentamente à fome, recusando-se a doar alimentos à China,abstendo-se de vender alimentos à China a qualquer preço. É verdade que o Canadá vendeu alguns cereais à China, mas foi no final, quando o embargo já estava a terminar e o montante era demasiado pequeno para ser de grande ajuda.

 

O embargo alimentar contra a China começou, de facto, mais cedo (em 1950) e continuou até 1972, sendo a primeira fase iniciada em retaliação ao envolvimento da China na Guerra da Coreia, "proposto" pelos americanos, mas que resultou numa pressão extrema através da ONU para o cumprimento a nível mundial.  (4) Foi admitido, abertamente, que o objectivo desta "guerra humanitária" visava causar a desintegração da China e, esperava-se, uma fragmentação, tal como aconteceu com a Índia.

 

Não foi, nem o desastre natural, nem a má gestão que causaram a fome na China. A única causa foi o embargo alimentar imposto pelos Judeus contra a China, o que foi, quase de certeza, um acto de retaliação. O conjunto das circunstâncias era o seguinte:

 

A História do Ocidente está corrompida

 

A História do Ocidente está de tal forma corrompida pelo controlo dos editores de livros e dos meios da comunicação mediática, que a maior parte do mundo ainda acredita que a tragédia dos 150 anos de ópio na China foi empreendida pelos britânicos. O que nunca foi verdade. Foram esses mesmos Banqueiros Judeus, os Rothschilds, Sassoons, Kadoories, Montefioris, Hardoons e outros, os responsáveis por todo o episódio do ópio na China, incluindo a destruição do Yuanmingyuan e da Academia de Hanlin, e o massacre durante a chamada "Rebelião Taiping". As enciclopédias judaicas admitem mesmo, categoricamente, que "o ópio na China era inteiramente um negócio judeu", e que Sassoon "não permitiria a participação de nenhum não-judeu". Claro que os britânicos desempenharam o seu papel, com a Rainha Victoria a dar a David Sassoon os direitos exclusivos da comercialização do ópio na China, bem como a induzir Hong Kong a dar-lhe uma base de distribuição. Mas o único papel activo desempenhado pelos britânicos foi o de concretizar o desejo dos judeus, utilizando a violência dos militares britânicos para forçar o seu cumprimento. No final desta desdita criminosa, estes judeus eram proprietários de grande parte da China e de, praticamente, toda a cidade de Shanghai.

 

Deste facto, um dos primeiros actos de Mao após a guerra, foi expulsar todos os judeus da China e confiscar todos os seus bens de ópio obtidos criminosamente, que incluíam toda a Shanghai e todas as sucursais do banco HSBC (que é inteiramente um banco judeu, não chinês de modo algum). (5) (6) As enciclopédias judaicas e várias páginas  web declaram apenas, que os judeus "partiram à pressa" após a guerra, mas não mencionam a razão pela qual partiram. Como nota secundária e mais informação limpa de impurezas da História Ocidental, é que a maioria dos judeus transportados para Shanghai antes da guerra, não estavam lá para fugir da Alemanha, mas porque tinham sido expulsos mais cedo do Japão. A Internet inglesa parece ter sido limpa de qualquer indício da expulsão dos judeus da China, e quase 100% da sua expulsão do Japão.

 

Isto é um aparte, mas as expulsões do Japão começaram na cidade de Nagasaki, fazendo sair à força todos os judeus em 1926 e é, possivelmente, a razão pela qual a cidade foi seleccionada como o segundo alvo para a bomba atómica.

 

Todos os acima mencionados deveriam ter sido presos e executados pelos seus enormes crimes contra a China e contra o povo chinês. Não consigo compreender por que razão não o foram.

 

É muitas vezes difícil e, por vezes, quase impossível documentar totalmente a responsabilidade das atrocidades que os judeus infligiram às nações ao longo dos anos, principalmente devido ao seu controlo dos meios de comunicação social e à sua prática de utilizar o que se chama uma "frente gentia" (idólatra, pagã, que não segue a religião hebraica) para os seus disfarces. Normalmente encorajam, ou coagem, outra nação, normalmente o Reino Unido ou os EUA, a fazer-lhes frente, a fazer propostas reais ou a lançar agressões militares verdadeiras. Depois, a História é emendada para excluir "o poder instalado por trás do trono" e o mundo culpa o carrasco, em vez do rei, que ordenou a decapitação. É precisamente este caso da fome na China, do ópio chinês, das guerras dos Boer, da fome ucraniana, e de tantos outros crimes contra a Humanidade.

 

Neste contexto, é muito importante compreender e apreciar o poder contido pelo controlo judeu dos meios da comunicação mediática ocidentais. Estes meios de comunicação, bem como os chamados "Historiadores" judeus, têm representado,repetidamente, a fome na China, em 1959, como uma forma de denegrir os chineses e pintar Mao como sendo um monstro desumano. Através do controlo dos meios de comunicação social, rejeitaram ou apagaram as múltiplas catástrofes naturais que atingiram a China simultaneamente, e forçaram todo o foco de atenção na suposta má gestão de Mao, convertendo uma escassez de alimentos inconveniente causada pela natureza, num acto de desumanidade brutal causado por um homem. Também eliminaram das reportagens da comunicação mediática e de todos os Compêndios de História - e da consciência pública - o facto do embargo alimentar mundial lançado contra a China, por essas mesmas pessoas.

 

Os meios de comunicação social mediática

 

O processo consiste, simplesmente, em coordenar os poucos proprietários dos meios de comunicação, a ler o mesmo guião, a forçar toda a atenção e discussão para o canal desejado, neste caso a suposta incompetência e desumanidade do Presidente Mao. Nenhum jornal, estação de rádio ou televisão, revista ou editora de livros irá permitir a distribuição de informação fora deste canal. Dentro do canal, nada é circunscrito ou censurado, sendo todas as observações permitidas, mas não será permitido nenhum artigo, comentários de leitores, noticiários, cartas ao editor, que contenha informação que contradiga este foco. Esta é uma medida de propaganda tão eficaz que hoje, mesmo dentro da China, aqueles que investigam a fome na China concentrar-se-ão nas actividades de Mao, ignorando o ‘elefante na sala’, o facto verdadeiro ou óbvio que é o embargo alimentar judeu à China, que foi a causa autêntica da fome e da morte através da fome, de 20 milhões de chineses.

 

Para além da odiosa propaganda anti-China, os mesmos meios de comunicação mediática, historiadores e colunistas transformaram lentamente a História de 20 milhões de chineses a morrer à fome para 20 milhões de chineses a morrer "sob a liderança de Mao", para 20 milhões de chineses a serem "mortos por Mao", número esse que depois cresceu em acréscimos de 20 milhões para 30, para 40 e 50 e hoje em dia, grande parte da sociedade ocidental acredita que Mao "matou" 80 milhões de pessoas do seu próprio povo. E assim, a maioria de tudo o que os ocidentais "sabem" sobre a China é uma mentira, fabricações criadas e ditadas pelos Banqueiros Judeus Europeus e divulgadas pelos seus leais representantes que são donos ou controlam praticamente toda a paisagem mediática do Ocidente.

 

Além do mais, esta não foi, de modo algum, a primeira vez que os judeus causaram fome maciça no mundo. Houve a fome de Bengala, na Índia, em 1770, onde cerca de um terço da população morreu e, o sucedido, foi inteiramente concretizado pelo homem, com os judeus Rothschilds e a sua British East India Company a forçarem os agricultores a cultivar ópio para vender na China e, por essa razão, não tinham comida. Mais de dez milhões morreram à fome neste acontecimento, morreu cerca de um terço de toda a população. Noutras ocasiões, Rothschild confiscou deliberadamente na Índia, a maior parte de uma colheita para vender no Reino Unido, enquanto incontáveis milhões de indianos morreram de fome. Do mesmo modo, foram os judeus bolcheviques que criaram a fome ucraniana de 1932-33, que matou à fome, pelo menos, 8 milhões de pessoas. Actualmente, os meios de comunicação social judeus e muitas organizações judaicas estão a tentar desesperadamente destruir esta verdade, afirmando que se trata de um embuste engendrado por "russos anti-semitas", mas é indiscutível. Aconteceu realmente como os ucranianos afirmam. De facto, muitas das fotografias que nos foram mostradas de enormes pilhas de cadáveres emagrecidos em extremo, não são de judeus mortos pelos alemães, como nos foi dito, mas de ucranianos mortos à fome pelos judeus. Há outros exemplos de fomes que estão a ser originadas por estas mesmas pessoas.

 

Gostaria de acrescentar um outro assunto a esta narrativa, o das infestações simultâneas de várias doenças de plantas e surtos de insectos que atingem o Nordeste da China para coincidir com os tufões e outras ocorrências que podemos culpar à Mãe Natureza. Ainda não tive ocasião de pesquisar a fundo este elemento, mas parecem-me curiosos, alguns aspectos destes acontecimentos biológicos, devido ao seu ‘timing e distribuição’. Nesta fase, não posso acusar os EUA de dar uma ajuda à natureza na criação da grande escassez alimentar da China, mas não seria a primeira vez e certamente não será a última. Há agora provas volumosas de que os EUA tiraram muito proveito do conhecimento adquirido da Unidade 731, de Shiro Ishii, e da transformação de insectos e doenças de plantas em armas biológicas, durante a Guerra da Coreia, quando enormes quantidades destes agentes patogénicos foram distribuídos por vastas áreas do nordeste da China. Se funcionou uma vez, deveria funcionar novamente.

 

E é claro que temos as invasões biológicas mais recentes da China, começando com o surto de SARS e culminando com sete surtos biológicos graves separados na China durante os últimos dois ou mais anos, culminando com a COVID-19 e uma gripe aviária gravemente patogénica, em 2019, a única nação do mundo a ter sofrido uma série de ataques deste tipo e cada um deles, com o seu próprio conjunto de circunstâncias extremamente suspeitas. Mais uma vez digo, que não é possível culpar abertamente os EUA destes ataques, mas ao reunir todos os factos conhecidos e ao considerar estes acontecimentos como partes ligadas de uma agenda ou programa, é impossível evitar uma forte suspeita de uma **‘mão negra’ americana.


Este artigo será actualizado com mais pormenores e muitos mais links de referência. Faz parte de uma série. Há muito mais sobre a História dos Judeus na China.


**(Termo histórico) um grupo de chantagistas e terroristas sicilianos formado na década de 1870 e a agir nos Estados Unidos, no início do séc. XX.

 

*

Os artigos do Snr. Romanoff foram traduzidos em 28 idiomas e postados em mais de 150 sites de notícias e política de idiomas estrangeiros, em mais de 30 países, bem como em mais de 100 plataformas em inglês. Larry Romanoff, consultor administrativo e empresário aposentado, ocupou cargos executivos de responsabilidade em empresas de consultoria internacionais e foi proprietário de uma empresa internacional de importação e exportação. Exerceu o cargo de Professor Visitante na Universidade Fudan de Shanghai,  ministrando casos de estudo em assuntos internacionais a turmas avançadas de EMBA. O Snr. Romanoff reside em Shanghai e, actualmente, está a escrever uma série de dez livros, de um modo geral, relacionados com a China e com o Ocidente. O seu arquivo completo pode ser visto em https://www.moonofshanghai.com/  e http://www.bluemoonofshanghai.com/  Pode ser contactado através do email: 2186604556@qq.com

 

A fonte original deste artigo é o site PRAVDA 

 

Larry Romanoff é um dos autores que contribuíram para a nova antologia de Cynthia McKinney, 'When China Sneezes'. Capítulo 2 – Lidar com Demónios

 


Copyright © Larry RomanoffMoon of ShanghaiBlue Moon of Shanghai, 2021

 

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

Website: Moon of Shanghai

 

 


Tuesday, October 20, 2020

EN -- LARRY ROMANOFF -- The US Healthcare System -- October 20, 2020



The US Healthcare System

By LARRY ROMANOFF – October 20, 2020


 

Just as with the quality of US education, most of what you are told about the superiority of the American medical system is just false propaganda and brand marketing. The US spends more than twice as much as any other Western nation on a health care system widely considered to be the most dysfunctional in the developed world and where, in spite of the doubled total costs, much of the population has no access to health care. Many studies have demonstrated that the US has an enormous number of preventable deaths each year solely due to the dysfunctional nature of its health care system. The most credible estimate was a study carried out by Harvard Medical School Professors Himmelstein and Woolhandler in 1997, which concluded that about 100,000 people died in the United States each year because of lack of needed care. (1) (2) (3) And statistics confirm that an additional 50,000 Americans die each year while waiting for critical treatment because they have no insurance. (4) But these numbers, large as they are, are trivial compared to those of the patients who die after being admitted to American hospitals. Read on.

In the United States today, life expectancy is 50th in the world - just above Albania, and infant mortality 46th in the world - worse than Slovenia, in all cases far below all developed nations and far below China as well. Of 17 high-income countries studied by the National Institutes of Health in 2013, the US had the highest prevalence of infant mortality, heart and lung disease, sexually transmitted infections, adolescent pregnancies, injuries, homicides, and disabilities. Together, these issues place the US at the bottom of the list for life expectancy. (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11) In 2000, the World Health Organization (WHO) performed an extensive study of health care systems in about 200 nations. (12) (13) In that study, the US health care system was ranked as the highest in cost, 37th in overall performance, and 72nd by overall level of health. Another study by The Commonwealth Fund ranked the United States by far the lowest in quality of health care among all similar countries, and by far the most expensive. The Health Affairs journal performed a study in 2000, where it found that since 1970 all other nations had gained about six more years of life expectancy than did the US. According to the WHO and The Commonwealth Fund, the US spent more on health care per capita, and more on health care as percentage of its GDP, than any other nation in 2011, but ranked last in the quality of health care.

Monday, April 6, 2020

Andre Vltchek -- We are Not Allowed to Watch, Listen and Read what We Want, Anymore


01.04.2020 Author: Andre Vltchek
Column: Society
RF3422
Now, that almost all of us, all over the world, have been forced into staying in what could be easily defined as house arrest, there is suddenly plenty of time to read books, to watch great films, and to listen to splendid music.
Many of us, for years, have been sadly repeating again and again: “if only we would have time…”
Now there is plenty of it – plenty of time. The world has stopped. Something terrible is happening; something we never wanted to occur. We sense it, we are terrified, but we do not know precisely, what it is. Not now, not yet.
Fiction has become reality. Albert Camus and his Plague. Jose Saramago and Blindness.
We did not really know that something like this could take place; even those of us who have close to zero trust in the wisdom of Western civilization.
Today, again, I read the same argument that has been sending chills down my spine, each time it is repeated. And repeated it is being, now regularly, at least in Europe. There, Fascism is clearly back. Dr. Luboš Motl, a Czech theoretical physicist, who was an assistant professor at Harvard University from 2004 to 2007:

Sunday, December 15, 2019

ERIC ZUESSE -- Why America’s Founders Would Be Waging War Against Today’s America



December 14, 2019

ERIC ZUESSE


The official celebration of America’s victory and Britain’s defeat in the Revolutionary War occurred on 25 November 1783, in Manhattan’s Fraunces Tavern, at the corner of Pearl and Broad Streets. This was reported in Rivington’s New-York Gazette, the following day, and is described in Ray Raphael’s 2009 FOUNDERS: The People Who Brought You a Nation (p. 416). General George Washington was the hero on the occasion, and delivered the speech. It was “13 Toasts” (honoring the thirteen states). Numbers 9-13 asserted the basic values that the new nation was intended by the former colonists to have established in their new nation:
  1. May justice support what courage has gained.
  2. The vindication of the rights of mankind in every quarter of the globe.
  3. May America be an asylum to the persecuted of the earth.
  4. May a close union of the states guard the temple they have erected to liberty.
  5. May the remembrance of this day be a lesson to princes.
Everyone present was toasting those five goals — goals that were entirely consistent with the 1776 Declaration of Independence, and that may reasonably be considered to reflect the Founders’ vision, just as that Declaration had reflected.

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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L Romanoff

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contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

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irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019