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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, February 8, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- «Diálogo estratégico» entre a Itália e a Arábia Saudita

A Arte da Guerra

«Diálogo estratégico» entre a Itália e a Arábia Saudita

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS 


Tem suscitado críticas o facto de Matteo Renzi, recebido em Riade por Sua Alteza Real, o Príncipe Mohammed bin Salman, ter elogiado a Arábia Saudita. Sem críticas, mas com um consenso substancial, quando o mesmo Renzi, como Primeiro Ministro e Secretário do Partido Democrata, se deslocou a Riade, em Novembro de 2015, para consolidar as relações entre os dois países. Contudo, nessa altura, a Arábia Saudita era essencialmente a mesma e já tinha começado a guerra contra o Iémen. A visita inseria-se na política tradicional da Itália de relações amigáveis com a Arábia Saudita e com as outras monarquias do Golfo. Basta recordar Emma Bonino que, na qualidade de Ministra dos Negócios Estrangeiros no Governo Letta, declarou em 2013 que "a Itália e a Arábia Saudita têm realmente muito em comum e há razões profundas para reforçar os nossos laços".

Na mesma linha insere-se a visita que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luigi Di Maio, fez à Arábia Saudita a 10 de Janeiro (mais de duas semanas antes de Renzi). Não só se encontrou com o Príncipe Mohammed bin Salman, exaltando "o constante fortalecimento das relações de amizade e cooperação", mas também realizou um acto oficial muito mais importante: assinou com o Ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Príncipe Faisal bin Farhan, um memorando de entendimento sobre "diálogo estratégico" entre a Itália e a Arábia Saudita. Este acto, muito mais grave do que a declaração de Renzi sobre o "novo Renascimento" da Arábia Saudita, não suscitou críticas em Itália e passou praticamente despercebido. 

O novo acordo liga ainda mais estreitamente a Itália a uma monarquia absoluta, na qual o soberano detém o poder político e económico, legislativo, executivo e judicial. Está actualmente nas mãos do Príncipe Mohammed bin Salman, que tomou o poder através de um acto de força no seio da família dominante. Na Arábia Saudita não há parlamento, apenas um conselho consultivo nomeado pelo governante. Os partidos políticos e os sindicatos são ilegais. O sistema judicial é baseado na lei corânica, administrada por tribunais religiosos. São frequentes as sentenças de decapitação ou corte de mãos, efectuadas em público. Os opositores e críticos são presos, torturados e assassinados. O jornalista Jamal Khashoggi foi morto no consulado saudita em Istambul e o seu corpo desmembrado para o fazer desaparecer. Cerca de 10 milhões de imigrantes, metade da mão-de-obra da Arábia Saudita, vivem em condições de super-exploração e escravatura: por alegadas violações das leis de imigração, mais de 4 milhões foram presos em 3 anos. 

 O acordo sobre "diálogo estratégico" reforça os laços do complexo militar-industrial italiano com a Arábia Saudita, um dos maiores compradores de armas. Enquanto o governo italiano revoga a venda de bombas à Arábia Saudita como medida contra a guerra que faz massacres no Iémen, a Leonardo, a maior indústria bélica italiana, está a ajudar a Arábia Saudita a utilizar aviões de combate Eurofighter Typhoon para bombardear o Iémen. A Riad adquiriu 72 deles ao consórcio na qual a Leonardo tem uma participação industrial de 36 por cento. O Eurofighter Typhoon, certifica a mesma indústria, é de “combat proven" tendo já sido "testado em operações na Líbia, Iraque e Síria", aos quais se junta o Iémen. A própria Leonardo documenta que "há mais de 40 anos que fornecemos os sistemas de aviónica e de comunicação do Typhoon e Tornado operados pela Real Força Aérea Saudita" e "oferecemos à Real Força Aérea Saudita aviões não tripulados e soluções de target acquisition" (ou seja, drones para identificar alvos para bombardeamentos). A mesma Leonardo especifica também, que "temos pessoal nas bases militares do Reino". Ao mesmo tempo, a empresa pública italiana Fincantieri está a construir nos Estados Unidos, quatro navios de guerra do tipo mais avançado (Multi-Mission Surface Combatants) destinados à Arábia Saudita, com base numa "encomenda multibilionária". Existem portanto bases sólidas para o desenvolvimento do "diálogo estratégico" entre a Itália e a Arábia Saudita.

 

Manlio Dinucci

il manifesto, 09 de Fevereiro de 2021


FR -- Manlio Dinucci -- L'Art de la Guerre -- “Dialogue stratégique” entre Italie et Arabie Saoudite

 

L’art de la guerre

“Dialogue stratégique” entre Italie et Arabie Saoudite

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS 

 

    Des critiques ont été suscitées par le fait que Matteo Renzi, reçu à Ryad par Son Altesse Royale le Prince Mohammed bin Salman, ait fait l’éloge de l’Arabie Saoudite. Aucune  critique par contre, mais un consensus substantiel, quand ce même Renzi, en habit de président du conseil et secrétaire du Pd, alla en novembre 2015 en visite officielle à Ryad pour consolider les rapports entre les deux pays. Pourtant l’Arabie Saoudite était alors substantiellement la même et avait déjà commencé sa guerre contre le Yémen. La visite s’insérait dans la traditionnelle politique italienne de reports amicaux avec l’Arabie Saoudite et les autres monarchies du Golfe. Il suffit de se souvenir d’Emma Bonino qui, en habit de ministre des Affaires Étrangères du Gouvernement Letta, déclarait en 2013 que “l’Italie et l’Arabie Saoudite ont vraiment beaucoup en commun et qu’il y a de profondes raisons pour le renforcement de nos liens”.

    Dans la même ligne s’insère la visite que le ministre des Affaires Étrangères Luigi Di Maio a effectué, le 10 janvier (plus de deux semaines avant Renzi) en Arabie Saoudite. Là, non seulement il a rencontré le Prince Mohammed bin Salman, exaltant “le constant renforcement des relations d’amitié et de coopération”, mais il a accompli un acte officiel beaucoup plus important : il a signé avec le ministre des Affaires Étrangères saoudien, prince Faisal bin Fahran, un mémorandum d’entente sur le “dialogue stratégique” entre Italie et Arabie Saoudite. Cet acte, bien plus grave que la déclaration Renzi sur la “nouvelle Renaissance” de l’Arabie Saoudite, n’a pas suscité de critiques en Italie et est pratiquement passé sous silence.

   Le nouvel accord lie encore plus l’Italie à une monarchie absolue, dans laquelle le souverain détient le pouvoir politique et économique, législatif, exécutif et judiciaire. Actuellement il est dans les mains du prince Mohammed bin Salman, qui s’est emparé du pouvoir par un acte de force à l’intérieur de la famille dominante. En Arabie Saoudite il n’existe pas de parlement, mais seulement un conseil consultatif nommé par le souverain. Partis politiques et organisations syndicales sont illégaux. Le système judiciaire se fonde sur la loi coranique, administrée par des tribunaux religieux. Fréquentes sont les condamnations à la décapitation ou à avoir les mains coupées, en public. Opposants et critiques sont incarcérés, torturés et assassinés. Le journaliste Jamal Khashoggi a été tué dans le consulat saoudien à Istanbul et son corps a été démembré pour le faire disparaître. Les à peu près 10 millions d’immigrés, moitié de la force travail en Arabie Saoudite, vivent dans des conditions de surexploitation et d’esclavage : pour de présumées violations des lois sur l’immigration, plus de 4 millions d’entre eux ont été arrêtés en 3 ans.

   L’accord sur le “dialogue stratégique” consolide les liens du complexe militaro-industriel italien avec l’Arabie Saoudite, un des plus grands acquéreurs d’armes. Tandis que le gouvernement italien révoque la vente de bombes à l’Arabie Saoudite comme mesure contre la guerre qui fait des massacres au Yémen, la société Leonardo, la plus grande industrie guerrière italienne, assiste l’Arabie Saoudite dans l’utilisation des chasseurs Eurofighter Typhon qui bombardent le Yémen. Ryad en a acheté 72 au consortium dans lequel Leonardo a 36% du  pourcentage industriel. L’Eurofighter Typhoon, certifie cette industrie, est “combat proven” ayant déjà été “testé dans des opérations en Libye, Irak et Syrie”, à qui on ajoutera le Yémen. Cette même Leonardo documente : “pendant plus de 40 années nous avons fourni l’avionique et les systèmes de communication du Typhon et du Tornado utilisés par l’Aviation Royale de l’Arabie Saoudite” et “nous offrons à l’Aéronautique Royale de l’Arabie Saoudite des vélivoles sans pilote et des solutions de target acquisition” (c’est-à-dire des drones pour localiser les objectifs à bombarder). Leonardo précise, en outre, que “nous avons du personnel dans les bases militaires du Royaume”. Parallèlement la société publique italienne Fincantieri construit aux États-Unis 4 navires de guerre du type le plus avancé (Multi-mission Surface Combatants) destinés à l’Arabie Saoudite pour une base d’”ordre pluri-milliardaire”.  

   Il y a donc de solides bases pour le développement du “dialogue stratégique” entre Italie et Arabie Saoudite.

 

Manlio Dinucci   


Édition de mardi 9 février 2020 d’il manifesto

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio.

IT -- Manlio Dinucci -- l'arte della guerra -- «Dialogo strategico» tra Italia e Arabia Saudita



L’arte della guerra

«Dialogo strategico» tra Italia e Arabia Saudita

Manlio Dinucci 

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS 

Ha suscitato critiche il fatto che Matteo Renzi, ricevuto a Riad da Sua Altezza Reale Principe Mohammed bin Salman, abbia lodato l’Arabia Saudita. Nessuna critica invece, ma sostanziale consenso, quando lo stesso Renzi, in veste di presidente del consiglio nonché segretario del Pd, andò nel novembre 2015 in visita ufficiale a Riad per consolidare i rapporti tra i due paesi. Eppure allora l’Arabia Saudita era sostanzialmente la stessa e aveva già iniziato la guerra contro lo Yemen. La visita si inseriva nella tradizionale politica italiana di amichevoli rapporti con l’Arabia Saudita e le altre monarchie del Golfo. Basti ricordare Emma Bonino che, in veste di ministro degli Esteri del Governo Letta, dichiarava nel 2013 che «Italia e Arabia Saudita hanno veramente molto in comune e vi sono profonde ragioni per il rafforzamento dei nostri legami».

 

Nella stessa linea si inserisce la visita che il ministro degli Esteri Luigi Di Maio ha effettuato, il 10 gennaio (oltre due settimane prima di Renzi) in Arabia Saudita. Qui non solo ha incontrato il Principe Mohammed bin Salman, esaltando «il costante rafforzamento delle relazioni di amicizia e cooperazione», ma ha compiuto un atto ufficiale molto più importante: ha firmato col ministro degli Esteri saudita, principe Faisal bin Farhan, un memorandum d’intesa sul «dialogo strategico» tra Italia e Arabia Saudita. Questo atto, ben più grave della dichiarazione di Renzi sul «nuovo Rinascimento» dell’Arabia Saudita, non ha suscitato critiche in Italia ed è praticamente passato sotto silenzio.

 

Il nuovo accordo lega ancor più l’Italia a una monarchia assoluta, in cui il sovrano detiene il potere politico ed economico, legislativo, esecutivo e giudiziario. Attualmente è nelle mani del principe Mohammed bin Salman, impadronitosi del potere con un atto di forza all’interno della famiglia dominante. In Arabia Saudita non esiste un parlamento, ma solo un consiglio consultivo nominato dal sovrano. Partiti politici e organizzazioni sindacali sono illegali. Il sistema giudiziario si basa sulla legge coranica, amministrata da tribunali religiosi. Frequenti sono le condanne alla decapitazione o al taglio delle mani, effettuati in pubblico. Oppositori e critici vengono incarcerati, torturati e assassinati. Il giornalista Jamal Khashoggi è stato ucciso nel consolato saudita a Istanbul e il suo corpo è stato smembrato per farlo sparire. I circa 10 milioni di immigrati, la metà della forza lavoro in Arabia Saudita, vivono in condizioni di supersfruttamento e schiavitù: per presunte violazioni delle leggi sull’immigrazione, ne sono stati arrestati in 3 anni oltre 4 milioni.

 

L’accordo sul «dialogo strategico» rinsalda i legami del complesso militare-industriale italiano con l’Arabia Saudita, uno dei maggiori acquirenti di armi. Mentre il governo italiano revoca la vendita di bombe all’Arabia Saudita quale misura contro la sua guerra che fa strage nello Yemen, la Leonardo, la maggiore industria bellica italiana, assiste l’Arabia Saudita a usare i caccia Eurofighter Typhoon che bombardano lo Yemen. Riad ne ha acquistati 72 dal consorzio in cui la Leonardo ha il 36% della quota industriale. L’Eurofighter Typhoon, certifica la stessa industria, è «combat proven» essendo già stato «provato in operazioni in Libia, Iraq e Siria», cui va aggiunto lo Yemen. La stessa Leonardo documenta che «per oltre 40 anni abbiamo fornito l'avionica e i sistemi di comunicazione del Typhoon e Tornado operati dall'Aviazione Reale dell'Arabia Saudita» e che «offriamo alla Reale Aeronautica dell’Arabia Saudita velivoli senza pilota e soluzioni di target acquisition» (ossia droni per individuare gli obiettivi da bombardare). La stessa Leonardo precisa, inoltre, che «abbiamo personale nelle basi militari del Regno». Contemporaneamente l’azienda pubblica italiana Fincantieri costruisce negli Stati uniti 4 navi da guerra del tipo più avanzato (Multi-Mission Surface Combatants) destinate all’Arabia Saudita in base a un «ordine plurimiliardario». Ci sono dunque solide basi per lo sviluppo del «dialogo strategico» tra Italia e Arabia Saudita.

 

Manlio Dinucci

il manifesto, 09 febbraio 2021 


EN -- LARRY ROMANOFF -- Bernays and Propaganda - Part 1 of 5 -- February 06, 2021

  

 

Bernays and Propaganda - Part 1 of 5

By Larry Romanoff for the Saker Blog, January 31, 2021

 


Many years ago, the Jewish-American political commentator Walter Lippmann realised that political ideology could be completely fabricated, using the media to control both presentation and conceptualisation, not only to create deeply-ingrained false beliefs in a population, but also to entirely erase undesirable political ideas from the public mind. This was the beginning of not only the American hysteria for freedom, democracy and patriotism, but of all manufactured political opinion, a process that has been operative ever since. Lippmann created these theories of mass persuasion of the public, using totally fabricated "facts" deeply insinuated into the minds of a gullible public, but there is much more to this story. An Austrian Jew named Edward Louis Bernays, who was the nephew of psychoanalyst Sigmund Freud, was one of Lippmann's most precocious students and it was he who put Lippmann's theories into practice. Bernays is widely known in America as the father of Public Relations, but he would be much more accurately described as the father of American war marketing as well as the father of mass manipulation of the public mind.

 

Sunday, February 7, 2021

LARRY ROMANOFF -- American Corporate and Institutional Executives are Criminally Insane -- February 04, 2021

  American Corporate and Institutional Executives are Criminally Insane


By Larry Romanoff for PRAVDA, February 04, 2021




In a previous essay I documented the criminal insanity of much of the American government and military. We now turn to US institutions and corporations, a primary source of the psychopaths necessary to populate the White House and Congress, the Departments of State, Defense and Commerce. From the time of Rothschild's British East India Corporation, the executives of multinationals have had more blood on their hands than most Major-Generals.

 

It will be shocking to many readers to realise the sociopathic malignancy that permeates, and is shared by, the American government corridors of power and those of multinational corporations. In the corporate (and often the institutional) world, malignant tendencies increase in direct relationship to rank and responsibility, with anti-social, psychopathic and sociopathic characteristics increasingly pronounced at the higher levels, promotion becoming increasingly impossible without these tendencies. While there are exceptions, senior executives of large corporations are fundamentally pathological criminals, arrogant sociopaths driven by greed.

 

Thursday, February 4, 2021

James ONeill -- Davos 2021 Speeches by Putin and Xi Point to a Different Future

 02.02.2021 Author: James ONeill

Davos 2021 Speeches by Putin and Xi Point to a Different Future

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The Davos Group of nations recently held its annual meeting electronically, the coronavirus preventing attendance in person for the first time. The United States was represented by John Kerry, one of many Democrats recycled from the Obama years. Russia was represented by its president, Vladimir Putin, and China, for the first time since 2017, by its president Xi Jinping. The western media largely ignored the contribution of the latter two but what they had to say was significant and worthy of closer examination.

Putin had received a copy of a book in 2019 from one of the main conference organisers, a personal friend Klaus Schwab. The book was entitled The Fourth Industrial Revolution and was written by Schwab. Putin used the contents of the book as one of the main themes of his address.

The theme of the book had obviously been overtaken by the events of 2020’s coronavirus, but it still provided several important talking points that Putin used to structure his speech. He noted that the Covid 19 illness had accelerated numerous pre-existing structural problems in the world economy, particularly what he referred to as the cumulative effects of sub-economic problems that he identified as being the fundamental reason for unstable growth.

That unstable growth has led to a growing exacerbation of many international problems. Referring to the growing inequality in the world’s economy, he laid the blame squarely at the door of the richest 1% who dominated income and profits. This led in turn to a growing exacerbation of many international problems.

F. William Engdahl -- O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

 Federação Russa

O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

02.02.2021
 

O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

Por F. William Engdahl




31 de janeiro de 2021 " Câmara de Compensação de Informações " - Desde o primeiro dia, a nova administração Biden deixou claro que adotará uma política hostil e agressiva contra a Federação Russa de Vladimir Putin. A política por trás dessa postura não tem nada a ver com quaisquer atos infames que a Rússia de Putin possa ou não ter cometido contra o Ocidente. Não tem nada a ver com alegações absurdas de que Putin envenenou o dissidente pró-EUA Alexei Navalny com o agente nervoso Novichok ultra-mortal. Isso tem a ver com uma agenda muito mais profunda dos poderes globalistas que existem. Essa agenda é o que está sendo avançado agora.


Como candidato, Joe Biden afirmou isso com frequência. Suas principais escolhas de política externa ressaltam que o foco com o governo Biden, independentemente de quão apto o próprio Biden seja, mudará das ameaças da China para a Rússia de Putin. O chefe da CIA de Biden, Bill Burns, é ex-embaixador em Moscou e foi secretário de Estado adjunto durante o golpe de Estado de Obama na CIA na Ucrânia em 2014. Notavelmente, quando Burns deixou o Estado em novembro de 2014, foi sucedido por Tony Blinken, agora secretário do Estado. Blinken supostamente formulou a resposta do Departamento de Estado dos EUA à anexação da Crimeia pela Rússia.
As escolhas do Gabinete de Joe Biden revelam muito. Suas principais escolhas de política externa - Tony Blinken como Secretário de Estado e Victoria Nuland como Subsecretária de Estado para Assuntos Políticos; Bill Burns como chefe da CIA; Jake Sullivan como Conselheiro de Segurança Nacional; Avril Haines como Diretora de Inteligência Nacional - todos são do governo Obama-Biden e todos trabalharam juntos. Da mesma forma, todos veem a Rússia, não a China, como a principal ameaça à segurança para a hegemonia global dos Estados Unidos.

 

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019