GIULIETTO CHIESA

FREE JULIAN ASSANGE

WWIII + S SITE

 

CROATIAN   ENGLISH   GREEK   NEDERLANDS   POLSKI   PORTUGUESE   ROMANIAN  SPANISH  РУССКИЙ

What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

READ MORE

 
 

Thursday, February 4, 2021

F. William Engdahl -- O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

 Federação Russa

O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

02.02.2021
 

O plano destrutivo por trás da agenda de Biden com foco na Rússia

Por F. William Engdahl




31 de janeiro de 2021 " Câmara de Compensação de Informações " - Desde o primeiro dia, a nova administração Biden deixou claro que adotará uma política hostil e agressiva contra a Federação Russa de Vladimir Putin. A política por trás dessa postura não tem nada a ver com quaisquer atos infames que a Rússia de Putin possa ou não ter cometido contra o Ocidente. Não tem nada a ver com alegações absurdas de que Putin envenenou o dissidente pró-EUA Alexei Navalny com o agente nervoso Novichok ultra-mortal. Isso tem a ver com uma agenda muito mais profunda dos poderes globalistas que existem. Essa agenda é o que está sendo avançado agora.


Como candidato, Joe Biden afirmou isso com frequência. Suas principais escolhas de política externa ressaltam que o foco com o governo Biden, independentemente de quão apto o próprio Biden seja, mudará das ameaças da China para a Rússia de Putin. O chefe da CIA de Biden, Bill Burns, é ex-embaixador em Moscou e foi secretário de Estado adjunto durante o golpe de Estado de Obama na CIA na Ucrânia em 2014. Notavelmente, quando Burns deixou o Estado em novembro de 2014, foi sucedido por Tony Blinken, agora secretário do Estado. Blinken supostamente formulou a resposta do Departamento de Estado dos EUA à anexação da Crimeia pela Rússia.
As escolhas do Gabinete de Joe Biden revelam muito. Suas principais escolhas de política externa - Tony Blinken como Secretário de Estado e Victoria Nuland como Subsecretária de Estado para Assuntos Políticos; Bill Burns como chefe da CIA; Jake Sullivan como Conselheiro de Segurança Nacional; Avril Haines como Diretora de Inteligência Nacional - todos são do governo Obama-Biden e todos trabalharam juntos. Da mesma forma, todos veem a Rússia, não a China, como a principal ameaça à segurança para a hegemonia global dos Estados Unidos.

 

F. William Engdahl -- The Destructive Plan Behind the Biden Russia Agenda

 

The Destructive Plan Behind the Biden Russia Agenda

 

29.01.2021 Author: F. William Engdahl

Column: Politics

Region: USA in the World


The new Biden Administration has from day one made it clear it will adopt a hostile and aggressive policy against the Russian Federation of Vladimir Putin. The policy behind this stance has nothing to do with any foul deeds Putin’s Russia may or may not have committed against the West. It has nothing to do with absurd allegations that Putin had pro-US dissident Alexei Navalny poisoned with the ultra-deadly Novichok nerve agent. In has to do with a far deeper agenda of the globalist Powers That Be. That agenda is what is being advanced now.

Wednesday, February 3, 2021

If America dissolves . . . January 31, 2021

  

 

 

If America dissolves . . .

By Larry Romanoff for the Saker Blog, January 31, 2021

 

This essay is an introduction to the topic of Mass Propaganda and, perhaps more importantly, to a brief series of articles detailing how the US has been for more than 100 years the most propagandised and brainwashed nation in the world. The history of this has been buried for generations, but the facts are indisputable. One of the most important elements in this tale, as we shall see, is the employment of propaganda in American war marketing.

 

To paraphrase Michael Lewis, "One of the qualities that distinguishes Americans from other people is their naive conviction that every foreigner wishes to be one of them, but even the most zealous Japanese patriot has no illusions that other peoples want to be Japanese". The Americans not only believe everybody secretly wants to be like them, they believe no nation can succeed or even progress without being like them and adopting the entire American value system. It isn't possible. There are no alternatives to the American way and, if there were alternatives, God would be displeased with them.

 

American Political & Military Leaders are Criminally Insane — January 26, 2021

 American Political & Military Leaders are Criminally Insane

By Larry Romanoff, January 26, 2021

  

   

   We can begin with an article by Jim Kouri citing an FBI study which stated:


"... character traits exhibited by serial killers or criminals may be observed in many within the political arena. They share the traits of psychopaths who are not sensitive to altruistic appeals, such as sympathy for their victims or remorse or guilt over their crimes. Is it any wonder that America is failing at home and world-wide?" (1)

 

American Presidents, Vice-Presidents, Secretaries of State, Defense Secretaries, White House staff, and many Senators and Congressmen display many or most of the traits of criminal psychopaths and mass murderers. Evidence of US government atrocities is not difficult to find. (2) The government of the United States of America has always been a criminal enterprise, ruled most often by thugs and genocidal psychopathic killers. I doubt there is much dispute in the world today about the intrinsic evil that seems to permeate the US government and the Deep State that controls it, nor about the insane criminality inherent in most of its foreign policies. But these are startling accusations nevertheless, so let's examine the substantiation.

 

Monday, February 1, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- 2030, o futuro que a NATO prepara

 


A Arte da Guerra 

2030, o futuro que a NATO prepara

Manlio Dinucci

 FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

A NATO está a olhar para o futuro. Por isso, é que o Secretário Geral, Jens Stoltenberg, apelou aos estudantes e jovens líderes dos países da Aliança para proporem "novas ideias para a NATO 2030", em 4 de Fevereiro, numa videoconferência. 

A iniciativa faz parte do envolvimento crescente das universidades e das escolas, também com um concurso sobre o tema: "Quais serão as maiores ameaças à paz e à segurança em 2030 e como terá a NATO de se adaptar para as combater?

Para levar a cabo o tema, os jovens já têm o manual: "NATO 2030/Unidos para uma Nova Era", o relatório apresentado ao grupo de dez peritos nomeados pelo Secretário Geral. Entre eles está Marta Dassù que, depois de ter sido conselheira de política externa do Primeiro Ministro, Massimo D'Alema, durante a guerra da NATO contra a Jugoslávia, ocupou cargos importantes em governos sucessivos e foi nomeada pelo Primeiro Ministro, Matteo Renzi, para a direcção da Finmeccanica (agora Leonardo), a maior indústria de defesa italiana.

Qual é a "nova era" que o grupo de peritos prevê?

Depois de ter definido a NATO como "a aliança mais bem sucedida da História", que "pôs fim a duas guerras" (as que ocorreram  contra a Jugoslávia e contra a Líbia, que a NATO iniciou), o relatório traça um quadro de um mundo caracterizado por "Estados autoritários que procuram expandir o seu poder e influência", colocando aos aliados da NATO "um desafio sistémico em todos os domínios da segurança e da economia". 

Distorcendo os factos, o relatório argumenta que, enquanto a NATO estendeu uma mão amiga à Rússia, a mesma respondeu com "a agressão na zona Euro-Atlântica" e, ao violar os acordos, "provocou o fim do Tratado das Forças Nucleares Intermédias". A Rússia, sublinham os dez peritos, é "a principal ameaça que a NATO tem de enfrentar nesta década". Ao mesmo tempo – reiteram - a NATO enfrenta os crescentes "desafios de segurança colocados pela China", cujas actividades económicas e tecnologias podem ter "um impacto na defesa colectiva e na preparação militar na área da responsabilidade do Comandante Supremo Aliado na Europa" (que é sempre um general USA nomeado pelo Presidente dos Estados Unidos).

Depois de ter lançado o alarme sobre estas e outras "ameaças", que também viriam do Sul do mundo, o relatório dos dez peritos recomenda "cimentar a centralidade da ligação transatlântica", ou seja, a ligação da Europa com os Estados Unidos, na aliança sob o comando USA.

Ao mesmo tempo, recomenda o "reforço do papel político da NATO", sublinhando que "os Aliados devem reforçar o Conselho do Atlântico Norte", o principal órgão político da Aliança que se reúne ao nível de Ministros da Defesa e dos Negócios Estrangeiros e à competência de Chefes de Estado e do Governo.

Uma vez que, de acordo com as regras da NATO, toma as suas decisões não de acordo com a maioria, mas sempre "por unanimidade e de comum acordo", ou seja, basicamente, de acordo com o que é decidido em Washington, o maior reforço do Conselho do Atlântico Norte significa um maior enfraquecimento dos parlamentos europeus, em particular do Parlamento italiano, que já se encontram privados dos verdadeiros poderes de decisão sobre política externa e militar. 

Neste âmbito, o relatório propõe reforçar as forças da NATO, em particular no flanco oriental, dotando-as de "capacidades militares nucleares adequadas", adaptadas à situação criada pelo fim do Tratado das Forças Nucleares Intermédias (revogado pelos EUA). Por outras palavras, os dez peritos pedem aos EUA para acelerarem a instalação na Europa, não só das novas bombas nucleares B61-12, mas também de novos mísseis nucleares de alcance  médio, semelhantes aos mísseis europeus dos anos oitenta. Pedem em particular para "prosseguir e revitalizar os acordos de partilha nuclear", que permitem aos países formalmente não nucleares, como a Itália, preparar-se para o uso de armas nucleares sob o comando dos EUA.

Por fim, os dez peritos recordam que é essencial que os aliados mantenham o compromisso, assumido em 2014, de aumentar a sua despesa militar até 2024, pelo menos para 2% do PIB, o que significa para a Itália que a sua despesa passará de 26 para 36 biliões de euros por ano. Este é o preço a pagar para usufruir o que o relatório define como "os benefícios de estar sob o guarda-chuva da NATO".

 

Manlio Dinucci

 

Il manifesto, 02 febbraio 2021

 A tradução correcta do título original é

*Em direcção a 2030, nasceu *(è NATO) o futuro

*Trocadilho do  particípio passado do verbo IT ‘nascere’

com a designação da aliança militar

mais poderosa do mundo

 

A Fotografia

A NATO Selecciona Thales para Fornecer a Sua Primeira Nuvem de Defesa para as Forças Armadas

https://www.businesswire.com/news/home/20210125005006/en/  

 "Thales orgulha-se de estar a contribuir para a transformação digital das forças armadas, fornecendo esta primeira solução de nuvem de defesa táctica, certificada e destacável. Estamos gratos à NATO por renovar a sua confiança na nossa perícia em sistemas de informação e comunicação seguros e interoperáveis". Marc Darmon, Vice Presidente Executivo, Secure Communications and Information Systems, Thales.

Sobre Thales

 Thales (Euronext Paris: HO) é um líder global de alta tecnologia que investe em inovações digitais e de "tecnologia profunda" - conectividade, grandes dados, inteligência artística-social, segurança cibernética e tecnologia quântica - para construir um futuro em que todos possamos confiar, o que é vital para o desenvolvimento das nossas sociedades. A empresa fornece soluções, serviços e produtos que ajudam os seus clientes - empresas, organizações e estados - nos mercados da defesa, aeronáutica, Espaço, transporte e identidade digital e de segurança a cumprir as suas missões críticas, colocando o ser humano no centro do processo de tomada de decisão.

Com 83.000 empregados em 68 países, a Thales gerou vendas de 19 biliões de euros em 2019 (numa base que incluiu a Gemalto durante 12 meses).

 

FR -- Manlio Dinucci -- L'art de la guerre -- 2030, l’avenir que nous prépare l’OTAN


L’ART DE LA GUERRE

2030, l’avenir que nous prépare l’OTAN

Manlio Dinucci

 FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

L’OTAN regarde vers l’avenir. Pour cela le Secrétaire général Jens Stoltenberg a convoqué, le 4 février en vidéoconférence, étudiants et jeunes leaders des pays de l’Alliance pour qu’ils proposent “de nouvelles idées pour l’OTAN 2030”. L’initiative entre dans l’implication croissante d’universités et écoles, avec même un concours sur le thème : “Quelles seront les plus grandes menaces contre la paix et la sécurité en 2030 et comment l’OTAN devra-t-elle s’adapter pour les combattre ?”. 

  Pour traiter le sujet les jeunes ont déjà un livre de textes : “OTAN 2030 : United for a New Era”, le rapport présenté par le groupe de dix experts nommé par le Secrétaire général. Parmi ceux-ci Marta Dassù qui, après avoir été conseillère de politique étrangère du premier ministre Massimo D’Alema pendant la guerre OTAN contre la Yougoslavie, a assumé d’importantes charges dans les gouvernements suivants et a été nommée par le premier ministre Matteo Renzi dans le conseil d’administration de Finmeccanica (aujourd’hui Leonardo), la plus grande industrie de guerre italienne. 

   Quelle est la “nouvelle ère” envisagée par le groupe d’experts ? Après avoir défini l’Alliance comme “l’alliance du plus grand succès de l’histoire”, qui a “mis fin à deux guerres” (celles contre la Yougoslavie et la Libye que l’OTAN a au contraire déclenchées), le rapport trace le cadre d’un monde caractérisé par “des États autoritaires qui essaient d’étendre leur puissance et leur influence”, lançant aux Alliés OTAN "un défi systémique dans tous les domaines de la sécurité et de l’économie”. Renversant les faits, le rapport soutient que, tandis que l’OTAN a tendu amicalement la main à la Russie, celle-ci a répondu par “l’agression dans l’aire Euro-Atlantique” et, violant les accords, a “provoqué la fin du Traité sur les forces nucléaires intermédiaires”(FNI). La Russie, soulignent les dix experts, est “la principale menace que l’OTAN a devant elle dans cette décennie”. En même temps -soutiennent-ils- l’OTAN a face à elle de croissants “défis contre la sécurité posés par la Chine”, dont les activités économiques et les technologies peuvent avoir “un impact sur la défense collective et la préparation militaire dans l’aire de responsabilité du Comandant Suprême Allié en Europe” (qui est toujours un général étasunien nommé par le Président des États-Unis).

   Après avoir lancé l’alarme sur ces “menaces” et quelques autres, qui viendraient  aussi du Sud du monde, le rapport des dix experts recommande de “cimenter la centralité du lien transatlantique”, c’est-à-dire le lien de l’Europe avec les États-Unis dans l’alliance sous commandement USA.
Il recommande en même temps de “renforcer le rôle politique de l’OTAN”, en soulignant que “les Alliés doivent renforcer le Conseil Atlantique Nord”, le principal organe politique de l’Alliance qui se réunit au niveau des ministres de la Défense et des Affaires Étrangères et à celui des chefs d’état et de gouvernement. Comme selon les normes OTAN il ne prend ses décisions non pas à la majorité mais toujours “à l’unanimité et d’un commun accord”, c’est-à-dire fondamentalement d’accord avec ce qui est décidé à Washington, le renforcement ultérieur du Conseil Atlantique Nord signifie une affaiblissement ultérieur des parlements européens, notamment celui de l’Italie, déjà privé aujourd’hui de réels pouvoirs décisionnels en politique étrangère et militaire.

   Dans ce cadre, le rapport propose de potentialiser les forces OTAN en particulier sur le flanc oriental, en les dotant de “capacités militaires nucléaires adéquates”, adaptées à la situation créée par la fin du Traité sur les forces nucléaires intermédiaires (déchiré par les USA). Autrement dit, les dix experts demandent aux USA d’accélérer les délais pour déployer en Europe non seulement les nouvelles bombes nucléaires B61-12, mais aussi de nouveaux missiles nucléaires à moyenne portée analogues aux euromissiles des années Quatre-Vingt. Ils demandent en particulier de “poursuivre et revitaliser les accords de partage nucléaire”, qui permettent à des pays formellement non-nucléaires, comme l’Italie, de se préparer à l’utilisation d’armes nucléaires sous commandement USA. Les dix experts rappellent, enfin, qu’il est indispensable que tous les alliés tiennent l’engagement, pris en 2014, d’augmenter d’ici 2024 leur propre défense militaire au moins à 2% de leur PIB, ce qui signifie pour l’Italie de passer de 26 à 36 milliards d’euros annuels. 

  Voilà le prix à payer pour profiter de ceux que le rapport définit comme “les bénéfices dérivants d’être sous le parapluie OTAN”. 

Manlio Dinucci

 

Édition de mardi 2 février 2021 d’il manifesto

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio.

IT -- Manlio Dinucci -- L'arte della guerra -- Verso il 2030, è Nato il futuro

 


L’arte della guerra 

Verso il 2030, è Nato il futuro

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS


La Nato guarda al futuro. Per questo il Segretario generale Jens Stoltenberg ha convocato, il 4 febbraio in videoconferenza, studenti e giovani leader dei paesi dell’Alleanza perché propongano «nuove idee per la Nato 2030».

L’iniziativa rientra nel crescente coinvolgimento di università e scuole, anche con un concorso sul tema: «Quali saranno le maggiori minacce alla pace e alla sicurezza nel 2030 e come la Nato dovrà adattarsi per contrastarle?».

Per svolgere il tema i giovani hanno già il libro di testo: «Nato 2030 / United for a New Era», il rapporto presentato dal gruppo di dieci esperti nominato dal Segretario generale. Tra questi Marta Dassù che,  dopo essere stata consigliera di politica estera del premier Massimo D’Alema durante la guerra Nato alla Jugoslavia, ha ricoperto importanti incarichi nei successivi governi ed è stata nominata dal premier Matteo Renzi nel consiglio di amministrazione di Finmeccanica (oggi Leonardo), la maggiore industria bellica italiana.

Qual è la «nuova era» che prospetta il gruppo di esperti?

Dopo aver definito la Nato «l’alleanza di maggiore successo nella storia», che ha «posto fine a due guerre» (quelle contro la Jugoslavia e la Libia che invece è stata la Nato a scatenare), il rapporto traccia il quadro di un mondo caratterizzato da «Stati autoritari che cercano di espandere la loro potenza e influenza», ponendo agli Alleati Nato «una sfida sistemica in tutti i campi della sicurezza e dell’economia».

Capovolgendo i fatti, il rapporto sostiene che, mentre la Nato ha teso amichevolmente la mano alla Russia, questa ha risposto con «l’aggressione nell’area Euro-Atlantica» e, violando gli accordi, ha «provocato la fine del Trattato sulle forze nucleari intermedie». La Russia, sottolineano i dieci esperti, è «la principale minaccia che ha di fronte la Nato in questo decennio». Allo stesso tempo – sostengono – la Nato ha di fronte crescenti «sfide alla sicurezza poste dalla Cina», le cui attività economiche e tecnologie possono avere «un impatto sulla difesa collettiva e la preparazione militare nell’area di responsabilità del Comandante Supremo Alleato in Europa» (che è sempre un generale Usa nominato dal Presidente degli Stati uniti). 

Dopo aver lanciato l’allarme su queste e altre «minacce», che verrebbero anche dal Sud del mondo, il rapporto dei dieci esperti raccomanda di «cementare la centralità del legame transatlantico», ossia il legame dell’Europa con gli Stati uniti nell’alleanza sotto comando Usa.

Raccomanda allo stesso tempo di «rafforzare il ruolo politico della Nato», sottolineando che «gli Alleati devono rafforzare il Consiglio Nord Atlantico», il principale organo politico dell’Alleanza che si riunisce a livello dei ministri della Difesa e deli Esteri e a quello dei capi di stato e di governo.

Poiché secondo le norme Nato esso prende le sue decisioni non a maggioranza ma sempre «all’unanimità e di comune accordo», ossia fondamentalmente d’accordo con quanto deciso a Washington, l’ulteriore rafforzamento del Consiglio Nord Atlantico significa un ulteriore indebolimento dei parlamenti europei, in particolare di quello italiano, già oggi privati di reali poteri decisionali su politica estera e militare.

In tale quadro, il rapporto propone di potenziare le forze Nato in particolare sul fianco orientale, dotandole di «adeguate capacità militari nucleari», adatte alla situazione creatasi con la fine del Trattato sulle forze nucleari intermedie (stracciato dagli Usa). In altre parole, i dieci esperti chiedono agli Usa di accelerare i tempi per schierare in Europa non solo le nuove bombe nucleari B61-12, ma anche nuovi missili nucleari a medio raggio analoghi agli euromissili degli anni Ottanta. Chiedono in particolare di «proseguire e rivitalizzare gli accordi di condivisione nucleare», che permettono a paesi formalmente non-nucleari, come l’Italia, di prepararsi all’uso di armi nucleari sotto comando Usa. 

I dieci esperti ricordano, infine, che è indispensabile che tutti gli alleati mantengano l’impegno, preso nel 2014, di aumentare entro il 2024 la propria spesa militare almeno al 2% del pil, il che significa per l’Italia portarla da 26 a 36 miliardi di euro annui. È questo il prezzo da pagare per godere di quelli che il rapporto definisce  «i benefici derivanti dall’essere sotto l’ombrello Nato».

 

Manlio Dinucci

 

Il manifesto, 02 febbraio 2021

Immagine

La NATO sceglie Thales per fornire la sua prima nuvola di difesa per le forze armate

https://www.businesswire.com/news/home/20210125005006/en/  

 

"Thales è orgogliosa di contribuire alla trasformazione digitale delle forze armate fornendo questa prima soluzione cloud per la difesa tattica, implementabile e certificata. Siamo grati alla NATO per aver rinnovato la loro fiducia nella nostra esperienza in sistemi di informazione e comunicazione sicuri e interoperabili". Marc Darmon, vicepresidente esecutivo, comunicazioni sicure e sistemi di informazione, Thales.

Informazioni su Thales

Thales (Euronext Paris: HO) è un leader globale dell'alta tecnologia che investe in innovazioni digitali e "deep tech" - connettività, big data, intelligenza artificiale, cybersecurity e tecnologia quantistica - per costruire un futuro di cui tutti possiamo fidarci, che è vitale per lo sviluppo delle nostre società. L'azienda fornisce soluzioni, servizi e prodotti che aiutano i suoi clienti - aziende, organizzazioni e stati - nei mercati della sicurezza, dell'aeronautica, dello spazio, dei trasporti e dell'identità digitale a compiere le loro missioni critiche, mettendo l'uomo al centro del processo decisionale.

Con 83.000 dipendenti in 68 paesi, Thales ha generato un fatturato di 19 miliardi di euro nel 2019 (su una base che include Gemalto su 12 mesi).


Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

Read more

ARRIVING IN CHINA

Ver a imagem de origem

APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

Click upon CC and choose your language.


manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

Click upon the small wheel at the right side of the video and choose your language.


convegno firenze 2019