GIULIETTO CHIESA

FREE JULIAN ASSANGE

WWIII + S SITE

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Wednesday, October 20, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- Nações Construídas sobre Mentiras -- Como os Estados Unidos se Tornaram Ricos -- Volume 1 -- Parte 1

 

 

Nações Construídas sobre Mentiras

Como os EUA se Tornaram Ricos

Volume 1 - Parte 1


CHINESE   ENGLISH   PORTUGUESE   POLSKI  SPANISH


© Larry Romanoff, Outubro, 2021


Prefácio

De: James Bacque

Data: Sábado, 5 de Janeiro de 2019 21:13 PM

Caro Larry,

Obrigado pela informação - como adivinhou, eu próprio já encontrei grande parte dela. Desejo-lhe boa sorte. . . Seja o mais moderado que puder ao exprimir as suas descobertas muito importantes. Lembre-se que quase ninguém sabe tanto como o senhor e algumas das suas descobertas são muito perturbadoras.

Tudo de bom,

Jim

 

Prólogo do Volume Um

Uma Breve História da América que não se aprende numa Universidade


Um dos mitos históricos mais populares incorporados na consciência americana pela máquina de propaganda diz respeito à migração dos colonos para o Novo Mundo, a narrativa  a especificar como centenas de milhares de oprimidos virtuosos afluíram aos estaleiros, numa corrida precipitada pela liberdade e pela oportunidade. Podem ter existido cinco ou seis dessas pessoas, mas estava lá um grupo muito maior para escapar ao carrasco e ao carcereiro e uma selecção ainda maior eram comerciantes de escravos, prostitutas, e criadores de esquemas capitalistas à procura de pastagens mais verdes. Quando acrescentamos aos vastos números que esperavam escapar à perseguição justificada pelas suas versões pervertidas do cristianismo, os primeiros americanos dificilmente foram modelos a seguir para a edificação de uma nova nação. As provas estão claramente,mais do lado dos criminosos, dos perdedores e dos desajustados, dos fanáticos religiosos e dos oportunistas do que do lado dos míticos oprimidos. E, para que conste, não há qualquer prova de colonos a emigrar para a América em busca da "liberdade" ou da "oportunidade", pelo menos, não dentro do significado actual destas palavras.

A boa saúde mental não era um pré-requisito para os colonos europeus que emigraram para o Novo Mundo. Gostamos de recordar-nos que a Austrália era (e continua a ser na sua maioria) povoada principalmente por assassinos, ladrões e pervertidos sexuais, mas os imigrantes para a América não eram consideravelmente melhores. De facto, a inscrição na Estátua da Liberdade ficou com as palavras mais ou menos correctas ao referir-se ao "lixo miserável da sua costa fervilhante". Enquanto os australianos tiveram os seus assassinos e assaltantes em série, os europeus estavam melhor com os seus extremistas cristãos que passavam os dias da semana a queimar bruxas e a matar índios e aos seus domingos na igreja, a agradecer a Deus por lhes dar essa oportunidade. Os australianos melhoraram marginalmente os seus hábitos ao longo dos séculos, enquanto que os americanos não o fizeram.

A América é amplamente aceite e, na verdade, até se orgulha de ser um país profundamente cristão, com 65% ou mais da população a declarar a religião como sendo importante nas suas vidas. Isto seria apoiado pela História, uma vez que as grandes migrações para o Novo Mundo consistiam numa longa lista de seitas religiosas escamosas cujo objectivo principal de emigração era a oportunidade de construir uma sociedade inteiramente baseada nessas heresias isolacionistas e extremistas. Provavelmente é  correcto dizer que a bruxaria de Salém foi o viveiro em que a versão peculiarmente americana da teologia cristã germinou e floresceu e que também serviu como uma introdução prática à histeria de massas, que mais tarde seria tão utilmente aplicada aos conceitos de patriotismo e democracia. Os ecos duradouros desta ascendência religiosa têm influenciado altamente toda a História americana posterior.

Monday, October 18, 2021

First of over 200 bodies being exhumed from Lugansk mass grave. One of Obama’s atrocities.


From: Russell Bentley <russellbbentley@gmail.com> (with an introductory note added here by Eric Zuesse):

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First of over 200 bodies being exhumed from Lugansk mass grave. One of Obama’s atrocities.

by Russel Bentley in Donbas, posted by Eric Zuesse

INTRODUCTORY NOTE BY ERIC ZUESSE: A friend, Russell Bentley, in Lugansk in the far-eastern Donbas region which had been part of Ukraine until Obama’s 2014 coup in Ukraine overthrew Ukraine’s democratically elected and neutralist President and replaced his Government by racist-fascist (or nazi) anti-Russian zealots, who promptly launched an ethnic-cleansing campaign against the residents in Donbas (which region of Ukraine had voted 90%+ for that neutralist to become Ukraine’s President) sent me this grim follow-up news-report:


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     First of over 200 bodies being exhumed from Lugansk mass grave.

                                           By Russell Bentley, 17 October, 2021


I recently witnessed the exhumation of human remains from a mass grave that contains over 200 bodies. It was a profound and profoundly disturbing experience. Each body in this grave represents an unnecessary and unjust death, a murder, and each of these over 200 murders can never be forgotten or  forgiven. There is a message that cries out from these bones that must be heard and understood, and acted upon by all good people in the world. Otherwise, history will repeat itself, and again, the killers and the killing will continue, and more mass graves will be filled.

After seven years of war, a war that continues to this day, these 200 bodies are being exhumed from the mass grave that the war forced them into back in the summer 2014, during the heaviest attacks and siege by the Ukrainian "punishers" against the people of Lugansk. In those terrible days and nights of constant shelling and ever present danger, there was no water or electricity, no safe place to process the bodies, no chance at all for a regular funeral. Only now are conditions and resources finally available to put these peaceful and innocent civilians, along with some of their heroic Defenders, to rest with a proper burial. 

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All decent people must ask how mass graves (this is not the only one) came to be here, in Donbass, on the edge of Europe in the second decade of the 21st century. They must ask exactly who did this and why, not just who pulled the triggers, but even more importantly, who gave the orders, and they must demand to see justice done, to respect and understand history, and to prevent more mass graves from being filled with innocent civilians, not just here in Lugansk, but throughout Europe and the world. 

Friday, October 15, 2021

BEN NORTON -- Behind NATO’s ‘cognitive warfare’: ‘Battle for your brain’ waged by Western militaries

 


Western governments in the NATO military alliance are developing tactics of “cognitive warfare,” using the supposed threats of China and Russia to justify waging a “battle for your brain” in the “human domain,” to “make everyone a weapon.”


NATO is developing new forms of warfare to wage a “battle for the brain,” as the military alliance put it.

The US-led NATO military cartel has tested novel modes of hybrid warfare against its self-declared adversaries, including economic warfare, cyber warfare, information warfare, and psychological warfare.

Now, NATO is spinning out an entirely new kind of combat it has branded cognitive warfare. Described as the “weaponization of brain sciences,” the new method involves “hacking the individual” by exploiting “the vulnerabilities of the human brain” in order to implement more sophisticated “social engineering.”

Until recently, NATO had divided war into five different operational domains: air, land, sea, space, and cyber. But with its development of cognitive warfare strategies, the military alliance is discussing a new, sixth level: the “human domain.”

A 2020 NATO-sponsored study of this new form of warfare clearly explained, “While actions taken in the five domains are executed in order to have an effect on the human domain, cognitive warfare’s objective is to make everyone a weapon.”

“The brain will be the battlefield of the 21st century,” the report stressed. “Humans are the contested domain,” and “future conflicts will likely occur amongst the people digitally first and physically thereafter in proximity to hubs of political and economic power.”

NATO cognitive warfare report
The 2020 NATO-sponsored study on cognitive warfare

Tuesday, October 12, 2021

FR -- Manlio Dinucci -- L’art de la guerre -- Les prix explosent dans la bataille du gaz

 


L’art de la guerre

 Les prix explosent dans la bataille du gaz 

Manlio Dinucci

ITALIANO   PORTUGUÊS   

 

L’explosion des prix du gaz frappe l’Europe au moment critique de la reprise économique, après les désastreux effets des confinements de 2020. L’explication selon quoi cela est dû à la croissance de la demande et à la chute de l’offre cache un cadre bien plus complexe, dans lequel des facteurs financiers, politiques et stratégiques jouent un rôle primaire. 

 

   Les Etats-Unis accusent la Russie d’utiliser le gaz comme arme géopolitique, en réduisant les fournitures pour contraindre les gouvernements européens à passer des contrats à long terme avec Gazprom, comme a fait l’Allemagne avec le gazoduc North Stream. Washington fait pression sur l’Union européenne pour qu’elle se détache de la “dépendance énergétique” de la Russie, qui la rend “otage” de Moscou. 

 

   Fondamentalement par effet de cette pression ont chuté dans l’Ue les contrats à long terme avec Gazprom pour l’importation du gaz russe, tandis qu’ont augmenté les achats sur les marchés spot (ou cash), où on achète des parts de gaz qui sont payées comptant dans la journée. La différence est substantielle : alors qu’avec le contrat à long terme on achète du gaz à un prix bas, qui est gardé constant au cours des années, dans les marchés spot on achète du gaz à des prix volatiles, généralement beaucoup plus hauts, déterminés par des spéculations financières dans les Bourses de marché. D’énormes quantités de matières premières minérales et agricoles sont achetées avec des contrats futures, qui prévoient leur livraison à une date établie et au prix convenu au moment de la signature. La stratégie des puissants groupes financiers qui spéculent sur ces contrats est de faire gonfler les prix des matières premières (eau comprise) pour revendre les futures à un prix plus haut. Pour avoir une idée du volume des transactions spéculatives des Bourses de marchés, il suffit de penser qu’à elle seule l’étasunienne Chicago Mercantile Exchange, dont les sièges sont à Chicago et New York, effectue 3 milliards de contrats par an pour un montant d’un million de milliards de dollars (plus de dix fois la valeur du PIB mondial, c’est-à-dire de la valeur réelle produite en une année dans le monde). En 2020, alors que l’économie mondiale était en grande partie paralysée, le nombre de futures et contrats analogues a atteint le niveau record de 46 milliards, 35% de plus par rapport à 2019, provoquant une hausse des prix des matières premières.

 

  En même temps, les USA font pression sur l’Ue pour qu’elle remplace le gaz russe par l’étasunien. En 2018, avec la déclaration conjointe entre le président Trump et le président de la Commission européenne Juncker, l’Union européenne s’est engagée à “importer plus de gaz naturel liquéfié (Lng) des Etats-Unis afin de diversifier son approvisionnement énergétique”. Le gaz qui arrive dans l’Ue est extrait aux USA de schistes bitumineux par une technique de fracturation hydraulique qui provoque des dégâts environnementaux très graves ; on va le liquéfier en le refroidissant à -161°C puis le transporter avec des navires gaziers à environ 30 terminaux en Europe, où il est alors re-gazéifié. Le gaz étasunien, bien que bénéficiant d’aides publiques, reste beaucoup plus cher que le russe et, pour entrer sur le marché, a besoin que le prix général du gaz demeure à des niveaux élevés.

 

  S’ajoute à tout cela la “guerre des gazoducs”, celle que l’Italie a payée très cher quand en 2014 l’Administration Obama, de concert avec la Commission Européenne, a bloqué le South Stream, le gazoduc en phase de réalisation avancée qui, sur la base de l’accord entre Eni (Société Nationale des Hydrocarbures italienne) et Gazprom, aurait apporté directement en Italie, à travers la Mer Noire, du gaz russe à bas prix. La Russie a contourné l’obstacle avec le TurkStream qui, par la Mer Noire, amène le gaz russe dans le lambeau européen de la Turquie, en continuant dans les Balkans pour approvisionner la Serbie et la Croatie. Le 29 septembre à Budapest, Gazprom et la compagnie Mvm Energy ont signé deux contrats à long terme pour la fourniture à la Hongrie de gaz russe à bas prix pendant 15 ans. Une défaite pour Washington, alourdie par le fait que Hongrie et Croatie font partie de l’OTAN. Washington répondra certainement non seulement sur le plan économique, mais aussi politique et stratégique. 

  La note c’est nous qui la payons, avec l’augmentation des factures du gaz et du coût de la vie en général.

 

Edition de mardi 12 octobre 2021 d’il manifesto

https://ilmanifesto.it/esplodono-i-prezzi-nella-battaglia-del-gas/ 

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Os preços explodem na batalha pelo gás

 

 


A Arte da Guerra

 Os preços explodem na batalha pelo gás 

Manlio Dinucci


A explosão dos preços do gás está a atingir a Europa num momento crítico da sua recuperação económica, após os efeitos desastrosos dos lockdowns de 2020. A explicação de que isto é devido ao aumento da procura e à diminuição da oferta, esconde um quadro muito mais complexo, no qual factores financeiros, políticos e estratégicos desempenham um papel primordial. Os EUA acusam a Rússia de utilizar o gás como arma geopolítica, reduzindo os fornecimentos para forçar os governos europeus a celebrar contratos a longo prazo com a Gazprom, como fez a Alemanha com o gasoduto North Stream. Washington está a pressionar a União Europeia a libertar-se da sua "dependência energética" da Rússia, o que a torna uma "refém" de Moscovo. Fundamentalmente como resultado desta pressão, os contratos a longo prazo com a Gazprom para a importação de gás russo caíram na UE, enquanto aumentaram as compras no mercado à vista (ou a dinheiro), onde os lotes de gás são comprados e pagos em dinheiro, no mesmo dia.


A diferença é substancial: enquanto um contrato a longo prazo compra gás a um preço baixo, que se mantém constante ao longo dos anos, os mercados à vista compram gás a preços voláteis, geralmente muito mais elevados, determinados pela especulação financeira nas Bolsas de mercadorias. Grandes quantidades de produtos minerais e agrícolas são compradas com contratos futuros, que prevêem a entrega numa data fixa ao preço acordado aquando da sua conclusão. A estratégia dos poderosos grupos financeiros que especulam sobre estes contratos é aumentar os preços das matérias primas (incluindo a água) a fim de revender os futuros a um preço mais elevado. Para se ter uma ideia do volume de transacções especulativas nas bolsas de mercadorias, basta pensar que apenas a Chicago Mercantile Exchange, com sede em Chicago e Nova Iorque, realiza 3 biliões de contratos por ano no valor de um trilião de dólares (mais de dez vezes o valor do PIB mundial, ou seja, o valor real produzido num ano no mundo). Em 2020, enquanto a economia mundial estava largamente paralisada, o número de contratos de futuros e contratos similares atingiu um nível recorde de 46 biliões, 35% mais do que em 2019, provocando o aumento dos preços das mercadorias.

 

Ao mesmo tempo, os EUA estão a pressionar a União Europeia para substituir o gás russo pelo gás americano. Em 2018, numa declaração conjunta entre o Presidente Trump e o Presidente da Comissão Europeia Juncker, a UE comprometeu-se a "importar mais gás natural liquefeito (GNL) dos Estados Unidos para diversificar o seu aprovisionamento energético". O gás que chega à UE é extraído nos EUA a partir do xisto betuminoso, utilizando uma técnica de fractura que causa danos ambientais muito graves, sendo depois liquefeito por arrefecimento a -161°C e transportado por navios cisternas para cerca de 30 terminais na Europa, onde é regaseificado. O gás americano, apesar de usufruir de benefícios estatais, permanece muito mais caro do que o gás russo e,  para poder entrar no mercado, precisa que o preço geral do gás se mantenha elevado.

 

Junta-se a tudo isto, a "guerra dos gasodutos", aquela que a Itália pagou a um alto preço, quando em 2014 a Administração Obama, em concertação com a Comissão Europeia, bloqueou o South Stream, o gasoduto numa fase avançada de construção que, segundo o acordo entre ENI e Gazprom, teria trazido gás russo a baixo preço, directamente para Itália através do Mar Negro.  A Rússia contornou o obstáculo com a TurkStream que, através do Mar Negro, traz o gás russo para o lado europeu da Turquia, prosseguindo para os Balcãs para abastecer a Sérvia e a Croácia. A 29 de Setembro, em Budapeste, a Gazprom e a empresa MVM Energy assinaram dois contratos a longo prazo para fornecer à Hungria gás russo barato durante 15 anos.  Uma derrota para Washington, agravada pelo facto da Hungria e da Croácia fazerem parte da NATO. Washington seguramente responderá não só no plano económico, mas também no político e estratégico. A conta pagamo-la nós, com o agravamento das facturas e do custo de vida, em geral.

 

Manlio Dinucci

il manifesto,12 de Outubro de 2021

 

IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra -- Esplodono i prezzi nella battaglia del gas

 


L’arte della guerra 

Esplodono i prezzi nella battaglia del gas

Manlio Dinucci

 

L’esplosione dei prezzi del gas colpisce l’Europa nel momento critico della ripresa economica, dopo i disastrosi effetti dei lockdown del 2020. La spiegazione che ciò è dovuto alla crescita della domanda e al calo dell’offerta nasconde un quadro ben più complesso, in cui svolgono un ruolo primario fattori finanziari, politici e strategici. Gli Stati uniti accusano la Russia di usare il gas quale arma geopolitica, riducendo le forniture per costringere i governi europei a stipulare contratti a lungo termine con la Gazprom, come ha fatto la Germania col gasdotto North Stream. Washington preme sull’Unione europea perché si sganci dalla «dipendenza energetica» dalla Russia, che la rende «ostaggio» di Mosca. Fondamentalmente per effetto di tale pressione sono calati nella Ue i contratti a lungo termine con la Gazprom per l’importazione di gas russo, mentre sono aumentati gli acquisti sui mercati spot (o cash), dove si acquistano partite di gas che vengono pagate in contanti nell’arco della giornata.

 

La differenza è sostanziale: mentre col contratto a lungo termine si acquista gas a un prezzo basso, che viene mantenuto costante negli anni, nei mercati spot si acquista gas a prezzi volatili, generalmente molto più alti, determinati da speculazioni finanziarie nelle Borse merci. Enormi quantità di materie prime minerali e agricole vengono acquistate con contratti futures, che prevedono la consegna a una data stabilita e al prezzo convenuto al momento della stipula. La strategia dei potenti gruppi finanziari che speculano su questi contratti è quella di far lievitare i prezzi delle materie prime (compresa l’acqua) per rivendere i futures a un prezzo più alto. Per avere un’idea del volume delle transazioni speculative delle Borse merci, basti pensare che solo la statunitense Chicago Mercantile Exchange, con sedi a Chicago e New York, effettua 3 miliardi di contratti l’anno per l’ammontare di un milione di miliardi di dollari (oltre dieci volte il valore del pil mondiale, ossia del valore reale prodotto in un anno nel mondo). Nel 2020, mentre l’economia mondiale era in gran parte paralizzata, il numero dei futures e contratti analoghi ha raggiunto il livello record di 46 miliardi, il 35% in più rispetto al 2019, provocando un rialzo dei prezzi delle materie prime.

 

Contemporaneamente, gli Usa premono sulla Ue perché sostituisca al gas russo quello statunitense. Nel 2018, con la dichiarazione congiunta tra il presidente Trump e il presidente della Commissione europea Juncker, l’Unione europea si è impegnata a «importare più gas naturale liquefatto (Lng) dagli Stati uniti per diversificare il suo approvvigionamento energetico». Il gas che arriva nella Ue è estratto negli Usa da scisti bituminosi con una tecnica di fratturazione che provoca danni ambientali gravissimi; viene quindi liquefatto raffreddandolo a -161°C e trasportato con navi gasiere a circa 30 terminali in Europa, dove viene rigassificato. Il gas statunitense, nonostante goda di benefici statali, resta molto più caro di quello russo e, per entrare nel mercato, ha bisogno che il prezzo generale del gas si mantenga ad alti livelli.


Si aggiunge a tutto questo la «guerra dei gasdotti», quella che l’Italia ha pagato a caro prezzo quando nel 2014 l’amministrazione Obama, di concerto con la Commissione europea, ha bloccato il South Stream, il gasdotto  in fase avanzata di realizzazione che, in base all’accordo tra Eni e Gazprom, avrebbe portato direttamente  in Italia attraverso il Mar Nero gas russo a basso prezzo.  La Russia ha aggirato l’ostacolo con il TurkStream che, attraverso il Mar Nero, porta il gas russo nel lembo europeo della Turchia, proseguendo nei Balcani per rifornire Serbia e Croazia. Il 29 settembre a Budapest, la Gazprom e la compagnia Mvm Energy hanno firmato due contratti a lungo termine per la fornitura all’Ungheria di gas russo a basso prezzo per 15 anni.  Una sconfitta per Washington, appesantita dal fatto che Ungheria e Croazia fanno parte della Nato. Washington sicuramente risponderà non solo sul piano economico, ma su quello politico e strategico. Il conto lo paghiamo noi, con il rincaro delle bollette e in genere del costo della vita.

Manlio Dinucci

il manifesto,12 ottobre 2021

Thursday, October 7, 2021

Ismail Bashmori -- 加拿大埃及裔青年:我對當前中國和世界的看法

 

加拿大埃及裔青年:我對當前中國和世界的看法

撰文:周萱
出版:更新:



本文作者伊斯梅爾・巴什莫瑞(Ismail Bashmori)是一位生活在加拿大多倫多的埃及裔觀察者(1988年出生)。這篇文章最初是作者今年6月在Quora(全球最大問答網站)發表,7月5日進行了更新。

文章對Quora討論的一個熱點話題「你如何認識中國(What do you think about China)」作了自己的回答。作者就中國、中美關係、當今世界和人類前途命運等問題,向網民表達了自己的所得、所思和所感。用語色彩鮮明、少有顧慮。

作為一名埃及裔的觀察者,我給你們講講我對中國的整體印象。在過去一年裏,我一直在熱切地研究這個國家——它的政府、社會、歷史和轉型——在過去3 個月裏,我在這個網站(問答網站Quora)上與數百名中國人和憎恨中國的人交談,傾聽了他們所說的一切。到目前為止,我對中國的認知,幾乎達到了對任何不懂中文和(或)不居住在中國的人而言所能瞭解的最大程度,現在我得出了我的結論。你們可能認為我瘋了。這沒關係,我已經看到了事實,我對真相的看法已變得堅不可摧。中國引來了很多仇恨者、無知者和紙上談兵的「專家」。

真相是,中國就是地球上最偉大的國家。這讓所有其他國家都顯得無關緊要和卑微渺小。迄今為止,它是我們這個時代世界上最輝煌、最勤奮、最雄心勃勃、受教育程度最高、實行賢能政治和專家治國、最現代、最精密、最文明、治理最好的國家。這是自 1600 年代以來第一個達到這一地位的非白人、非西方國家。

這個國家的決心難以形容、不可思議。沒有任何力量可以阻止它完成它想做的任何事情。它可以設定一個看起來完全奇特的、像服用藥物導致的、幻想式的目標——而且可以實現它。這正是它一直在做的。四十年前,抽水馬桶在中國還是一種奢侈品。今天,它擁有自己的本土建造的中國空間站。當我告訴你這只是中國能力的一個小例子時,請相信我。

6月17日晚6時48分,航天員聶海勝、劉伯明、湯洪波先後進入天和核心艙,標誌着中國人首次進入自己的空間站。(央視新聞)
6月17日晚6時48分,航天員聶海勝、劉伯明、湯洪波先後進入天和核心艙,標誌着中國人首次進入自己的空間站。(央視新聞)

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

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LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



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convegno firenze 2019