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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Friday, November 12, 2021

ENGLISH -- Moon of Shanghai Archive -- Articles by Larry Romanoff (龙信明) -- COMPLETE




ENGLISH ARCHIVE OF MOON OF SHANGHAI

 Mr. Romanoff's writing has been translated into 32 languages and his articles posted on more than 150 foreign-language news and politics websites in more than 30 countries, as well as more than 100 English language platforms. Larry Romanoff is a retired management consultant and businessman. He has held senior executive positions in international consulting firms, and owned an international import-export business. He has been a visiting professor at Shanghai's Fudan University, presenting case studies in international affairs to senior EMBA classes. Mr. Romanoff lives in Shanghai and is currently writing a series of ten books generally related to China and the West. He is one of the contributing authors to Cynthia McKinney's new anthology 'When China Sneezes'. (Chapt. 2 — Dealing with Demons)

His full archive can be seen at

https://www.moonofshanghai.com/ and http://www.bluemoonofshanghai.com/

He can be contacted at: 2186604556@qq.com



ALSO AVAILABLE AT

https://www.bluemoonofshanghai.com/4862-2/


ENGLISH ARCHIVE OF MOON OF SHANGHAI

 

Dear Readers,

For lacking of knowledge of Computer Sciences I am having trouble in keeping an efficient archive so I kindly ask you to copy/paste these links to your computers and use them to access my blog Moon of Shanghai.

Many thanks in anticipation,

Respectfully,

Maria Luísa de Vasconcellos

luisavasconcellos2012@gmail.com

 

VOLUME 1 - NATIONS BUILT ON LIES  

 

EN — LARRY ROMANOFF — Nations Built on Lies — How the US Became Rich — Volume 1 – Part 3 — Labor and Wage Theft

https://www.moonofshanghai.com/2021/11/en-larry-romanoff-nations-built-on-lies.html

 

EN --LARRY ROMANOFF -- Nations Built on Lies -- How the US Became Rich-- Volume 1 - Part 2 -- Colonisation, Labor, and Slavery

https://www.moonofshanghai.com/2021/10/en-larry-romanoff-nations-built-on-lies.html

 

EN -- LARRY ROMANOFF -- Nations Built on Lies -- How the US Became Rich -- Volume 1 -Part 1

https://www.moonofshanghai.com/2021/10/nations-built-on-lies-volume-1-how-us.html


 VOLUME 1 - NATIONS BUILT ON LIES  

 

EN -- LARRY ROMANOFF -- Changing Cultural Values -- October 01, 2021

https://www.moonofshanghai.com/2021/10/en-larry-romanoff-changing-cultural.html

 

EN — LARRY ROMANOFF — An Epidemic of Foreign Fraud in China — September 23, 2021

https://www.moonofshanghai.com/2021/09/en-larry-romanoff-epidemic-of-foreign.html

 

EN — LARRY ROMANOFF — Tufts University’s Fraudulent China Golden Rice “Experiment” — September 18, 2021

https://www.moonofshanghai.com/2021/09/en-larry-romanoff-tufts-universitys.html

 

EN — LARRY ROMANOFF – We are Not Alone — September 11, 2021

https://www.moonofshanghai.com/2021/09/en-larry-romanoff-we-are-not-alone.html

 

EN — LARRY ROMANOFF — Harvard University’s Fraudulent Chinese DNA Exploitation — September 05, 2021

https://www.moonofshanghai.com/2021/09/harvard-universitys-fraudulent-chinese.html

 

EN — LARRY ROMANOFF — If You Do It, It’s Spying. If I Do It, It’s Research — August 30, 2021

https://www.moonofshanghai.com/2021/08/en-larry-romanoff-if-you-do-it-its.html

 

Monday, November 8, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da guerra -- As novas armas financeiras do Ocidente

 


A Arte da Guerra

 As Novas Armas Financeiras do Ocidente 

Manlio Dinucci

                              FRANÇAIS   ITALIANO   PORTUGUÊS                                                 

  Novas armas estão a ser acrescentadas ao arsenal das políticas económicas e financeiras do Ocidente. A fim de compreender a sua natureza e alcance, é necessário partir das que foram utilizadas até agora: sanções - incluindo a mais pesada, o embargo - aplicadas principalmente pelos Estados Unidos e pela União Europeia contra Estados, empresas e indivíduos. É essencial compreender os critérios pelos quais são decididas: os EUA e a UE decidem, de acordo com o seu critério exclusivo, que um Estado ou outra entidade cometeu uma violação, estabelecem a sanção ou o embargo total e exigem que os Estados terceiros a cumpram, sob pena de retaliação. Em 1960, os Estados Unidos impuseram um embargo a Cuba que, ao libertar-se, tinha violado o "direito" deles (EUA) usarem a ilha como se fosse sua propriedade: o novo governo nacionalizou as propriedades dos bancos e das multinacionais norteamericanas que controlavam a economia cubana. Hoje, 61 anos mais tarde, o embargo continua enquanto as empresas americanas exigem biliões de dólares de reembolsos. Em 2011, na preparação da guerra USA-NATO contra a Líbia, os bancos norteamericanos e europeus apoderaram-se de 150 biliões de dólares de fundos soberanos investidos no estrangeiro pelo Estado líbio, a maioria dos quais desapareceu posteriormente. Goldman Sachs, o mais poderoso banco de investimento dos EUA, do qual Mario Draghi foi Vice Presidente, destacou-se neste grande assalto. Em 2017, na sequência de novas sanções dos EUA contra a Venezuela, activos no valor de 7 biliões de dólares foram "congelados" pelos EUA e 31 toneladas de ouro depositadas pelo Estado venezuelano no Banco de Inglaterra e foram apreendidas pelo Deutsche Bank, da Alemanha.

 

Neste contexto, está inserida a nova e colossal operação financeira lançada pela Goldman Sachs, Deutsche Bank e outros grandes bancos americanos e europeus. Aparentemente, espelhando a que é aplicada às sanções, não envolve restrições económicas ou a apreensão de fundos para punir países considerados culpados de violações, mas a concessão de financiamento a governos e outras entidades virtuosas que aderem ao "ESG Index: Environment, Society, Governance". O objectivo oficial do Índice ESG é estabelecer normas para prevenir a iminente catástrofe climática anunciada pela Conferência de Glasgow, defender os direitos humanos espezinhados pelos regimes totalitários e assegurar a boa governação, segundo o modelo das grandes democracias ocidentais. São principalmente o Departamento de Estado dos EUA, o Fórum Económico Mundial, a Fundação Rockefeller e o Banco Mundial que estabelecem estes padrões, com algumas organizações da ONU a desempenharem um papel subordinado. A maior garantia para os direitos humanos é o Departamento de Estado dos EUA, cujo embargo ao Iraque com a aprovação da ONU, provocou em 1990-2003, um milhão e meio de mortes, incluindo meio milhão de crianças.

 

A operação financeira concentra-se nas alterações climáticas: a Conferência da ONU em Glasgow anunciou, a 3 de Novembro, que "as finanças estão a tornar-se verdes e resistentes".  Nasce a Glasgow Financial Alliance for Net Zero, à qual aderiram 450 bancos e multinacionais de 45 países desde Abril, comprometendo-se a "investir nas próximas três décadas mais de 130 triliões de dólares (130 triliões) em capital privado para transformar a economia em emissões zero em 2050". O capital será levantado através da emissão de Obrigações Verdes e investimentos feitos por fundos mútuos e fundos de pensões, em grande parte com o dinheiro de pequenos aforradores que correm o risco de se encontrarem em mais uma bolha especulativa.

 

Não há agora nenhum banco ou empresa multinacional que não esteja empenhado em atingir emissões zero até 2050 e em ajudar os "países pobres", onde mais de 2 biliões de pessoas ainda utilizam a madeira como seu único ou principal combustível. Também solenemente comprometida com as emissões zero está a companhia petrolífera anglo-holandesa Royal Dutch Shell que, após ter causado um desastre ambiental e sanitário no Delta do Níger, se recusa a limpar as terras poluídas. Assim, enquanto esperam por emissões zero, os habitantes continuam a morrer devido à água poluída pelos hidrocarbonetos da Shell.

Manlio Dinucci

il manifesto,09 de Novembro de 2021

FR -- Manlio Dinucci -- L’Art de la guerre -- Les nouvelles armes financières de l’Occident

 


L’Art de la guerre

 Les nouvelles armes financières de l’Occident 

Manlio Dinucci

  De nouvelles armes sont en train de s’ajouter à l’arsenal des politiques économiques et financières de l’Occident. Pour en comprendre la nature et la portée, il convient de partir de celles utilisées jusqu’à présent : les sanctions -y compris la plus lourde, l’embargo- opérées surtout par États-Unis et Union européenne contre d’entiers États, sociétés et personnes. Il est fondamental de comprendre le critère avec lequel elles sont décidées : USA et Ue décrètent par un jugement sans appel qu’un État ou autre sujet a commis une violation, ils établissent la sanction ou l’embargo total, et prétendent que les États tiers le respectent, sous peine de rétorsions. 

  En 1960 les États-Unis imposèrent l’embargo à Cuba qui, s’étant libérée, avait violé leur “droit” à utiliser l’île comme leur possession : le nouveau gouvernement nationalisa les propriétés des banques et multinationales étasuniennes qui contrôlaient l’économie cubaine. Aujourd’hui, 61 ans après, l’embargo continue, pendant que les compagnies USA demandent des milliards de dollars de remboursements. 

  En 2011, en préparation de la guerre USA-OTAN contre la Libye, les banques étasuniennes et européennes ont séquestré 150 milliards de dollars de fonds souverains investis à l’étranger par l’État libyen, dont ensuite la plus grande partie a disparu. Dans la grande rapine s’est distinguée Goldman Sachs, la plus puissante banque d’affaires étasunienne, dont Mario Draghi a été vice-président. 

  En 2017, à la suite de nouvelles sanctions USA contre le Venezuela, ont été “gelés” par les USA des biens d’une valeur de 7 milliards de dollars et séquestrées 31 tonnes d’or déposées par l’État vénézuélien auprès de la Banque d’Angleterre et de l’allemande Deutsch Bank.

  C’est sur ce fond que se place la nouvelle et colossale opération financière lancée par Goldman Sachs, Deutsch Bank et les autres grandes banques étasuniennes et européennes. Apparement en miroir à l’opération des sanctions, celle-ci prévoit non pas des restrictions économiques ou séquestrations de fonds pour punir les pays jugés coupables de violations, mais la concession de financements à des gouvernements et autres sujets vertueux qui se conforment à l’ ”Indice ESG : Environnement, Société, Gouvernance”. 

  Le but officiel de l’Indice ESG est d’établir les normes pour éviter l’imminente catastrophe climatique annoncée par la Conférence de Glasgow, pour défendre les droits humains piétinés par les régimes totalitaires, pour assurer le bon gouvernement sur le modèle des grandes démocraties occidentales. Fixent surtout ces normes le Département d’état USA, le Forum Économique Mondial, la Fondation Rockefeller, la Banque Mondiale, auxquels se joignent avec un rôle subalterne quelques organisations onusiennes. La plus grande garantie pour les droits humains est représentée par le Département d’état USA, dont l’embargo sur l’Irak avec l’aval de l’ONU provoqua, de 1990 à 2003, un million et demi de morts dont un demi-million d’enfants.

  L’opération financière se concentre sur le changement climatique : la Conférence ONU de Glasgow a annoncé, le 3 novembre, que “la Finance devient verte et résiliente”. Naît ainsi la Glasgow Financial Alliance for Net Zéro, à laquelle ont adhéré depuis avril 450 banques et multinationales de 45 pays, qui s’engage à “investir dans les trois prochaines décennies plus de 130 trillions (130 mille milliards) de dollars de capital privé pour transformer l’économie jusqu’à zéro émissions en 2050”. Les capitaux sont recueillis à travers l’émission de Green Bond (obligations vertes) et d’investissements effectués par des fonds communs et des fonds de pension, en grande partie avec l'argent de petits épargnants qui risquent de se retrouver dans une énième bulle spéculative.

  Désormais il n’est pas une banque ou une multinationale qui ne s’engage à réaliser les zéro émissions d’ici 2050 et à aider dans ce sens les “pays pauvres”, où plus de 2 milliards d’habitants utilisent encore le bois comme unique ou principal combustible. Solennellement engagée pour les zéro émissions se trouve même la compagnie pétrolifère anglo-hollandaise Royal Dutch Shell qui, après avoir provoqué un désastre environnemental et sanitaire dans le delta du Niger, se refuse à y assainir les terres polluées. Ainsi, dans l’attente des émissions zéro, les habitants continuent à mourir à cause de l’eau polluée par les hydrocarbures de Shell.

Edition de mardi 9 novembre 2021 d’il manifesto

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio

IT -- Manlio Dinucci -- L’Arte della guerra -- Le nuove armi finanziarie dell’Occidente

 



L’Arte della guerra

 Le nuove armi finanziarie dell’Occidente 

Manlio Dinucci

 

Nuove armi si stanno aggiungendo all’arsenale delle politiche economiche e finanziarie dell’Occidente. Per comprenderne la natura e portata, occorre partire da quelle sinora usate: le sanzioni – compresa quella più pesante, l’embargo – attuate soprattutto da Stati uniti e Unione europea contro interi Stati, società e persone. Fondamentale è comprendere il criterio con cui vengono decise: Usa e Ue decretano a loro insindacabile giudizio che uno Stato o altro soggetto ha commesso una violazione, stabiliscono la sanzione o l’embargo totale, e pretendono che gli Stati terzi lo rispettino, pena ritorsioni. Nel 1960 gli Stati uniti imposero l’embargo a Cuba che, liberatasi, aveva violato il loro «diritto» a usare l’isola come proprio possedimento: il nuovo governo nazionalizzò le proprietà delle banche e multinazionali Usa che controllavano l’economia cubana. Oggi, 61 anni dopo, l’embargo continua, mentre le compagnie Usa richiedono rimborsi per miliardi di dollari. Nel 2011, in preparazione della guerra Usa-Nato contro la Libia, le banche statunitensi ed europee hanno sequestrato 150 miliardi di dollari di fondi sovrani investiti all’estero dallo Stato libico, di cui successivamente è sparita la maggior parte. Nella grande rapina si è distinta la Goldman Sachs, la più potente banca d’affari statunitense, di cui Mario Draghi è stato vicepresidente. Nel 2017, in seguito a nuove sanzioni Usa contro il Venezuela, sono stati «congelati» dagli Usa beni per 7 miliardi di dollari e sequestrate 31 tonnellate d’oro depositate dallo Stato venezuelano presso la Banca d’Inghilterra e la tedesca Deutsche Bank.


Su questo sfondo si colloca la nuova, colossale operazione finanziaria lanciata dalla Goldman Sachs, la Deutsche Bank e le altre grandi banche statunitensi ed europee. Apparentemente speculare a quella delle sanzioni, essa prevede non restrizioni economiche o sequestro di fondi per punire i paesi giudicati colpevoli di violazioni, ma la concessione di finanziamenti a governi e altri soggetti virtuosi che si attengono all’«Indice ESG: Ambiente, Società, Governance». Scopo ufficiale dell’Indice ESG è stabilire le norme per evitare l’imminente catastrofe climatica annunciata dalla Conferenza di Glasgow, per difendere i diritti umani calpestati dai regimi totalitari, per assicurare il buon governo sul modello delle grandi democrazie occidentali. A fissare tali norme sono soprattutto il Dipartimento di stato Usa, il World Economic Forum, la Rockfeller Foundation, la Banca Mondiale, affiancati con ruolo subalterno da alcune organizzazioni Onu. La massima garanzia per i diritti umani è rappresentata dal Dipartimento di stato Usa, il cui embargo all’Iraq con l’avallo Onu provocò, nel 1990-2003, un milione e mezzo di morti tra cui mezzo milione di bambini.


L’operazione finanziaria si concentra sul cambiamento climatico: la Conferenza Onu di Glasgow ha annunciato, il 3 novembre, che «la Finanza diventa verde e resiliente».  Nasce la Glasgow Financial Alliance for Net Zero, cui hanno aderito da aprile 450 banche e multinazionali di 45 paesi, la quale si impegna a «investire nei prossimi tre decenni oltre 130 trilioni (130 mila miliardi) di dollari di capitale privato per trasformare l’economia fino a zero emissioni nel 2050». I capitali vengono raccolti attraverso l’emissione di Green Bond (obbligazioni verdi) e investimenti effettuati da fondi comuni e fondi pensione, in gran parte con i soldi di piccoli risparmiatori che rischiano di ritrovarsi in una ennesima bolla speculativa.


Ormai non c’è banca o multinazionale che non si impegni a realizzare le zero emissioni entro il 2050 e ad aiutare in tal senso i «paesi poveri», dove oltre 2 miliardi di abitanti usano ancora la legna quale unico o principale combustibile. Solennemente impegnata per le zero emissioni è anche la compagnia petrolifera anglo-olandese Royal Dutch Shell che, dopo aver provocato un disastro ambientale e sanitario nel delta del Niger, si rifiuta di bonificare le terre inquinate. Così, in attesa delle zero emissioni, gli abitanti continuano a morire per l’acqua inquinata dagli idrocarburi della Shell.

Manlio Dinucci

Il manifesto,09 novembre 2021


Monday, November 1, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Defendem o clima enquanto preparam o fim do mundo

 


A Arte da guerra

 Defendem o clima enquanto preparam o fim do mundo 

Manlio Dinucci

ENGLISH   FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

 

  No início de Outubro, a Itália acolheu a reunião preparatória para a Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, actualmente a decorrer em Glasgow. Duas semanas depois, a Itália acolheu outro acontecimento internacional que, ao contrário do primeiro evento amplamente divulgado, foi transmitido em silêncio pelo governo: o exercício de guerra nuclear Steadfast Noon da NATO, nos céus do norte e centro da Itália. Durante sete dias, sob comando USA, participaram as forças aéreas de 14 países da NATO, com caça-bombardeiros nucleares de dupla capacidade e caça-bombardeiros convencionais estacionados nas bases de Aviano e Ghedi. O 31º esquadrão dos EUA com caça-bombardeiros F-16C/D e bombas nucleares B61 está destacado, permanentemente, em Aviano. Em Ghedi, a 6ª Ala da Força Aérea Italiana com caça-bombardeiros Tornado PA-200 e bombas nucleares B61. A Federação dos Cientistas Americanos confirma, em 2021, que "à Força Aérea Italiana são atribuídas missões de ataque nuclear com bombas americanas, mantidas em Itália sob controlo da US Air Force, cuja utilização na guerra deve ser autorizada pelo Presidente dos Estados Unidos". As bases de Aviano e Ghedi foram reestruturadas para acomodar os caças F-35A armados com as novas bombas nucleares B61-12. Em Outubro passado, o teste final foi realizado em Nevada, com a libertação de B61-12 inertes, por dois caças F-35A. Em breve, as novas bombas nucleares chegarão a Itália: 30 caças F-35A italianos podem ser destacados apenas para a base Ghedi, prontos para atacar sob comando USA com 60 bombas nucleares B61-12.   

 

Uma semana após ter participado no exercício de guerra nuclear, a Itália participou na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, presidida pelo Reino Unido em parceria com a Itália. O Primeiro Ministro britânico, Boris Johnson, avisou que "falta um minuto para a meia-noite e precisamos de agir agora" contra o aquecimento global que está a destruir o planeta. Desta forma, usa instrumentalmente o simbólico Relógio do Apocalipse que, na realidade, mostra a quantos minutos estamos sa meia-noite nuclear. Há alguns meses, em Março, o próprio Boris Johnson anunciou a modernização dos submarinos de ataque nuclear britânicos: o Astute (com um custo de 2,2 biliões de dólares cada), armado com mísseis nucleares de cruzeiro americanos Tomahawk IV, com um alcance de 1.500 km e o Vanguard, armado com 16 mísseis balísticos americanos Trident D5 com um alcance de 12.000 km, equipados com mais de 120 ogivas nucleares. Estes últimos serão em breve substituídos pelos submarinos ainda mais potentes, da classe Dreadnought. Os submarinos britânicos de ataque nuclear, que navegam em profundidade ao longo da costa russa, navegam agora também ao longo da costa chinesa a partir da Austrália, para onde os USA e a Grã-Bretanha fornecerão submarinos nucleares. A Grã-Bretanha, que acolhe a conferência para salvar o planeta do aquecimento global, está assim a contribuir para a corrida ao armamento que está a conduzir o mundo para uma catástrofe nuclear.    

 

Neste contexto, o vídeo promocional da Conferência é enganador: o Dinossauro, símbolo de uma espécie extinta, no pódio da ONU, avisa os seres humanos para salvarem a sua espécie do aquecimento global. Na realidade, estudos científicos confirmam que os dinossauros se extinguiram, não por causa do aquecimento, mas pelo arrefecimento da Terra após o impacto de um enorme meteorito que levantou nuvens de poeira e obscureceu o Sol. Isto é exactamente o que aconteceria no rescaldo de uma guerra nuclear: para além da destruição catastrófica e da precipitação radioactiva em todo o planeta, provocaria incêndios enormes em áreas urbanas e florestais, que libertariam uma manta de fumo fuliginoso para a atmosfera e obscureceriam o Sol. Isto conduziria a um arrefecimento climático que poderia durar anos: o Inverno nuclear. Como resultado, extinguir-se-iam a maioria das espécies vegetais e animais, também com efeitos devastadores na agricultura. O frio e a desnutrição reduziriam a capacidade de sobrevivência dos poucos sobreviventes, levando a espécie humana à extinção. 

Manlio Dinucci

il manifesto, 02 de Novembro de 2021

FR -- Manlio Dinucci -- L'Art de la guerre -- Ils défendent le climat pendant qu’ils préparent la fin du monde


L’Art de la guerre

 Ils défendent le climat pendant qu’ils préparent la fin du monde 

Manlio Dinucci

 

 Au début du mois d’octobre l’Italie a accueilli la réunion préparatoire de la Conférence ONU sur le changement climatique, actuellement en cours à Glasgow. Deux semaine pus tard l’Italie a accueilli un autre éventent international qui, à la différence du premier amplement publicisé, a été passé sous silence par le gouvernement : la manoeuvre OTAN de guerre nucléaire Steadfast Noon dans les cieux de l’Italie septentrionale et centrale. Y ont participé pendant sept jours, sous commandement USA, les forces aériennes de 14 pays OTAN, avec chasseurs bombardiers à double capacité nucléaire et conventionnelle déployés dans les bases d’Aviano (Frioul) et Ghedi (Brescia). À Aviano est basée en permanence la 31ème escadre USA avec chasseurs bombardiers F-16C/D et bombes nucléaires B61. A Ghedi le 6ème Stormo de l’Aéronautique italienne avec chasseurs bombardiers Tornado PA-200 et bombes nucléaires B61. La Fédération des Scientifiques Américains confirme en 2021 que “sont assignées à l’Aéronautique italienne des missions d’attaque nucléaire avec bombes USA, gardées en Italie sous contrôle de l’US Air Force, dont l’utilisation en guerre doit être autorisée par le Président des Etats-Unis”. Les bases d’Aviano et Ghedi ont été restructurées pour recevoir les chasseurs F-35 armés des nouvelles bombes nucléaires B61-12. En octobre dernier a été effectué dans le Nevada le test final avec largage de B61-12 inertes par deux chasseurs F-35A. Sous peu les nouvelles bombes nucléaires arriveront en Italie : dans la seule base de Ghedi peuvent être hébergés 30 chasseurs italiens F-35A, prêts à l’attaque sous commandement USA avec 60 bombes nucléaires B61-12.

 Une semaine après avoir participé à la manœuvre de guerre nucléaire l’Italie a participé à la Conférence ONU sur le changement climatique, présidée par le Royaume-Uni en partenariat avec l’Italie. Le Premier ministre britannique Boris Johnson a averti : “Nous sommes à une minute de minuit et nous avons besoin de réagir maintenant” contre le réchauffement mondial qui est en traine détruire la planète. Il se sert ainsi de la symbolique Horloge de l’Apocalypse, qui en réalité marque à combien de minutes nous sommes du minuit nucléaire. Le même Boris Johnson, il y a quelques mois seulement, en mars, a annoncé la montée en puissance des sous-marins britanniques d’abaque nucléaire : les Astute (coût 2,2 milliards de dollars pièce), armés de missiles nucléaires USA de croisière Tomahawk IV avec une portée de 1.500 km, et les Vanguard, armés de 16 missiles balistiques USA Trident D5 avec une portée de 12.000 km, dotés de plus de 120 têtes nucléaires. Ces derniers seront rapidement remplacés par les encore plus puissants sous-marins de la classe Dreadnought. Les sous-marins britanniques d’attaque nucléaire, qui croisent en profondeur le long des côtes russes, naviguent maintenant aussi le long de celles de la Chine, en partant d’Australie à qui les USA et la Grande-Bretagne fourniront des sous-marins nucléaires. La Grande-Bretagne, qui accueille la Conférence pour sauver la planète du réchauffement mondial, contribue de cette façon à la course aux armements qui amène le monde vers la catastrophe nucléaire. 

 

  Sur un tel fond est trompeuse la vidéo promotionnelle de la Conférence : un Dinosaure, symbole d’une espèce disparue, qui depuis la tribune des Nations Unies alertent les humains pour qu’ils sauvent leur espèce du réchauffement mondial En réalité, confirment des études scientifiques, les dinosaures s’éteignirent non pas à cause du réchauffement mais du refroidissement de la Terre après l’impact d’une énorme météorite qui, soulevant des nuages de poussières, éclipsa le Soleil. Exactement ce qui arriverait à la suite d’une guerre nucléaire : outre des destructions catastrophiques et la retombée radioactive sur toute la planète, elle provoquerait, dans des zones urbaines et forestières, d’énormes incendies qui produiraient dans l’atmosphère une couche d’épaisse fumée, occultant le Soleil. Cela déterminerait un refroidissement climatique pour plusieurs années : l’hiver nucléaire. La conséquence serait l’extinction de la majeure partie des espèces végétales et animales, avec des effets dévastateurs aussi sur l’agriculture. Le froid et la faim réduiraient la capacité de survie des rares rescapés, amenant l’espèce humaine à son extinction.

Manlio Dinucci

 

Édition de mardi 2 novembre 2021 d’il manifesto

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio

IT -- Manlio Dinucci -- L'Arte della guerra -- Difendono il clima mentre preparano la fine del mondo

 


L’Arte della guerra 

 Difendono il clima mentre preparano la fine del mondo 

Manlio Dinucci

 

Agli inizi di ottobre l’Italia ha ospitato la riunione preparatoria della Conferenza Onu sul cambiamento climatico, attualmente in corso a Glasgow. Due settimane dopo l’Italia ha ospitato un altro evento internazionale che, a differenza del primo ampiamente reclamizzato, è stato passato sotto silenzio dal governo: l’esercitazione Nato di guerra nucleare Steadfast Noon nei cieli dell’Italia settentrionale e centrale. Vi hanno partecipato per sette giorni, sotto comando Usa, le forze aeree di 14 paesi Nato, con cacciabombardieri a duplice capacità nucleare e convenzionale dislocati nelle basi di Aviano e Ghedi. Ad Aviano è schierata in permanenza la 31a squadriglia Usa. con cacciabombardieri F-16C/D e bombe nucleari B61. A Ghedi. il 6° Stormo dell’Aeronautica italiana con cacciabombardieri Tornado PA-200 e bombe nucleari B61. La Federazione degli Scienziati Americani conferma nel 2021 che «all’Aeronautica italiana sono assegnate missioni di attacco nucleare con bombe Usa, mantenute in Italia sotto controllo della US Air Force, il cui uso in guerra deve essere autorizzato dal Presidente degli Stati uniti». Le basi di Aviano e Ghedi sono state ristrutturate per accogliere i caccia F-35A armati delle nuove bombe nucleari B61-12. Lo scorso ottobre è stato effettuato nel Nevada il test finale con lo sgancio di B61-12 inerti da due caccia F-35A. Tra non molto le nuove bombe nucleari arriveranno in Italia: nella sola base di Ghedi possono essere schierati 30 caccia italiani F-35A, pronti all’attacco sotto comando Usa con 60 bombe nucleari B61-12.  


Una settimana dopo aver partecipato all’esercitazione di guerra nucleare, l’Italia ha partecipato alla Conferenza Onu sul cambiamento climatico, presieduta dal Regno Unito in partenariato con l’Italia. Il premier britannico Boris Johnson ha avvertito che «manca un minuto a mezzanotte e abbiamo bisogno di agire ora» contro il riscaldamento globale che sta distruggendo il pianeta. Usa in tal modo strumentalmente il simbolico Orologio dell’Apocalisse, che in realtà segna a quanti minuti siamo dalla mezzanotte nucleare. Lo stesso Boris Johnson pochi mesi fa, in marzo, ha annunciato il potenziamento dei sottomarini britannici da attacco nucleare: gli Astute (prezzo 2,2 miliardi di dollari ciascuno), armati di missili nucleari Usa da crociera Tomahawk IV con raggio di 1.500 km, e i Vanguard, armati di 16 missili balistici Usa Trident D5 con raggio di 12.000 km, dotati di oltre 120 testate nucleari. Questi ultimi verranno presto sostituiti dagli ancora più potenti sottomarini della classe Dreadnought. I sottomarini britannici da attacco nucleare, che incrociano in profondità lungo le coste della Russia, navigano ora anche lungo quelle della Cina, partendo dall’Australia a cui Usa e Gran Bretagna forniranno sottomarini nucleari. La Gran Bretagna, che ospita la Conferenza per salvare il pianeta dal riscaldamento globale, contribuisce in tal modo alla corsa agli armamenti che porta il mondo verso la catastrofe nucleare.


Su questo sfondo è fuorviante il video promozionale della Conferenza: il Dinosauro, simbolo di una specie estinta, che dal podio delle Nazioni Unite avverte gli umani di salvare la loro specie dal riscaldamento globale. In realtà, confermano studi scientifici, i dinosauri si estinsero non per il riscaldamento, ma per il raffreddamento della Terra dopo l’impatto di un enorme meteorite che, sollevando nubi di polveri, oscurò il Sole. Esattamente ciò che avverrebbe in seguito a una guerra nucleare: oltre a catastrofiche distruzioni e alla ricaduta radioattiva sull’intero pianeta, essa provocherebbe, in aree urbane e forestali, enormi incendi che immetterebbero nell’atmosfera una coltre di fumo fuligginoso, oscurando il Sole. Ciò determinerebbe un raffreddamento climatico della durata anche di anni: l’inverno nucleare. Si estinguerebbe di conseguenza la maggior parte delle specie vegetali e animali, con effetti devastanti anche sull’agricoltura. Il freddo e la denutrizione ridurrebbero la capacità di sopravvivenza dei pochi superstiti, portando la specie umana all’estinzione. 

Manlio Dinucci 

il manifesto, 02 novembre 2021

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

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BYOBLU

irmãos de armas


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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



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convegno firenze 2019