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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Sunday, May 5, 2019

PT -- David Swanson -- FALLUJAH ESQUECIDA



FALLUJAH ESQUECIDA
Por David Swanson

Não sei se a maioria das pessoas nos Estados Unidos soube alguma vez, o que significava Fallujah. É difícil acreditar que, se elas soubessem, as forças armadas dos EUA ainda existissem. Mas, claro que foi em grande parte esquecido - um problema que poderia ser remediado se todos pegassem uma cópia do livro ‘The Sacking of Fallujah: A People's History’, de Ross Caputi (um veterano dos EUA num dos cercos de Fallujah), Richard Hill, e Donna Mulhearn.
 “Bem-vindos para servir!”
Fallujah era a “cidade das mesquitas”, com uma população de cerca de 300.000 a 435.000 pessoas. Tinha a tradição de resistir a invasões estrangeiras – incluindo invasões britânicas. Sofreu, assim como todo o Iraque, sanções brutais impostas pelos Estados Unidos nos anos que antecederam o ataque de 2003. Durante esse ataque, Fallujah viu mercados abarrotados serem bombardeados. Após o colapso do governo iraquiano em Bagdad, Fallujah formou o seu próprio governo, evitando o saque e o caos vistos noutros lugares. Em Abril de 2003, a 82ª Divisão Aerotransportada dos EUA mudou-se para Fallujah e não encontrou resistência.
A ocupação começou, imediatamente, a produzir o género de problemas que surgem em cada ocupação, em qualquer lugar. As pessoas queixavam-se da circulação, nas ruas, de veículos militares a alta velocidade, de serem humilhadas nos postos de investigação e segurança, de mulheres tratadas inadequadamente, de soldados a urinar nas ruas e de soldados em pé nos telhados com binóculos, violando a privacidade dos moradores. Em poucos dias, o povo de Fallujah ansiava ser libertado dos seus “libertadores”. Assim, o povo tentou demonstrações não violentas. E os militares dos EUA dispararam contra os manifestantes. Mas, finalmente, os ocupantes concordaram em estacionar fora da cidade, limitar as suas patrulhas e permitir a Fallujah uma certa auto governação acima do que era permitido no resto do Iraque. O resultado foi um sucesso: Fallujah foi mantida mais segura do que o resto do Iraque, mantendo os ocupantes fora dela.
É claro que esse exemplo precisava ser esmagado. Os Estados Unidos estavam a reivindicar a obrigação moral de libertar o inferno para fora do Iraque, para “manter a segurança” e “ajudar na transição para a democracia”. O Vice Rei, Paul Bremer, decidiu “limpar Fallujah”. Em seguida vieram as tropas da “coligação”, com a sua incapacidade habitual (ridicularizada com bastante eficiência no filme War Machine, de Brad Pitt, na Netflix) de distinguir pessoas às quais eles estavam a conceder liberdade e justiça, das pessoas que estavam a matar. As autoridades americanas descreveram as pessoas que queriam matar como “cancro” e liquidaram-nas com ataques e tiroteios que dizimaram muitas pessoas não cancerosas. Na época, desconhecia-se a quantas pessoas os Estados Unidos estavam realmente a provocar cancro.
Em Março de 2004, quatro mercenários de Blackwater foram mortos em Fallujah, os seus corpos foram queimados e pendurados numa ponte. A comunicação mediática americana retratou os quatro homens como sendo civis inocentes que, de alguma forma, se encontravam no meio de uma guerra e foram alvos acidentais de violência irracional e desmotivada. As pessoas de Fallujah eram “bandidos”, “selvagens” e “bárbaros”. Como a cultura dos EUA nunca se arrependeu de Dresden ou Hiroshima, houve clamores abertos por seguir esses precedentes em Fallujah. Um antigo assessor de Ronald Reagan, Jack Wheeler, inspirado num antigo modelo romano, exigiu que Fallujah fosse completamente reduzida a escombros sem vida: “Fallujah delenda est!”
Os ocupantes tentaram impor a hora de recolher e a proibição de uso e porte de armas, dizendo que precisavam de tais medidas para distinguir as pessoas a quem matar, das pessoas a quem dar a democracia. Mas quando as pessoas tinham de deixar as suas casas para ir buscar comida ou remédios, elas eram abatidas. Famílias inteiras foram abatidas, uma a uma, quando cada pessoa surgia para tentar recuperar o corpo ferido ou sem vida de um ente querido. Foi designado como o “jogo da família”. O único estádio de futebol da cidade foi transformado num enorme cemitério.
Um menino de sete anos chamado Sami viu a sua irmã mais nova ser atingida. Viu o seu pai correr para fora da casa para agarrá-la e, por sua vez, ser atingido. Ouviu o seu pai gritar, em agonia. Sami e o resto de sua família tinham medo de sair. De manhã, a irmã e o pai estavam mortos. A família de Sami ouviu tiros e gritos nas casas vizinhas, enquanto a mesma história se desenrolava. Sami lançou pedras aos cães para tentar mantê-los longe dos corpos. Os irmãos mais velhos de Sami não deixavam a mãe sair para fechar os olhos abertos do falecido marido. Mas, finalmente, os dois irmãos mais velhos de Sami decidiram sair, correndo para os corpos, na esperança de que um deles tivesse sobrevivido. Um irmão foi atingido instantaneamente na cabeça. O outro conseguiu fechar os olhos do pai e recuperar o corpo da irmã, mas foi ferido no tornozelo. Apesar dos esforços de toda a família, aquele irmão teve uma morte lenta e horrível, provocada pela ferida no tornozelo, enquanto os cães lutavam pelos corpos do pai e do irmão, e o fedor tomava conta de um bairro de cadáveres.
A TV Al Jazeera mostrou ao mundo alguns dos horrores do Primeiro Cerco de Fallujah. Depois outros canais mostraram ao mundo a tortura em que os EUA estavam empenhados em Abu Ghraib. Os Libertadores retiraram-se de Fallujah, culpando a comunicação mediática e resolvendo comercializar melhor os seus futuros actos genocidas.
Mas Fallujah permaneceu um alvo designado, um objectivo que exigiria mentiras semelhantes àquelas que lançaram toda a guerra. O público dos EUA foi informado agora, que Fallujah era um dos focos da Al Qaeda controlado por Abu Musab al-Zarqawi - um mito retratado anos depois, como se fosse verdade, no filme norte-americano American Sniper.
O Segundo Cerco de Fallujah foi um ataque total a toda a vida humana que incluiu o bombardeamento de casas, hospitais e, ao que tudo indica, a qualquer alvo desejado. Uma mulher cuja irmã grávida foi morta por uma bomba disse a um repórter: "Não consigo tirar a imagem da cabeça do feto a ser expelido do seu corpo". No Segundo Cerco, em vez de esperar que as pessoas saíssem das casas, os Fuzileiros Navais dos EUA dispararam contra as casas com tanques e lança foguetes e terminaram o trabalho com escavadoras, ao estilo dos israelitas. Também usavam fósforo branco nas pessoas, o qual as derretiam. Destruíram pontes, lojas, mesquitas, escolas, bibliotecas, escritórios, estações de comboios, centrais de eletricidade, estações de tratamento de água e todos os sistemas de saneamento e comunicação. Foi um sociocídio. As empresas de comunicação mediática, infiltradas e controladas, desculparam tudo.
Um ano após o segundo cerco, com a cidade transformada numa espécie de prisão a céu aberto entre os escombros, os funcionários do Hospital Geral de Fallujah notaram que algo estava errado. Houve um dramático aumento de cancros (pior do que em Hiroshima), nadomortos, abortos espontâneos e defeitos congénitos nunca antes vistos. Uma criança nasceu com duas cabeças, outra com um único olho no centro da testa, outra com membros suplementares. Existem poucas dúvidas de que a Guerra Humanitária seja a causa, de que parte da culpa do sucedido seja atribuída ao fósforo branco, ao urânio empobrecido, ao armamento de urânio enriquecido, à abertura de poços de queima de lixos nas zonas ocupadas pelos militares americanos e a diversas outras armas.
As incubadoras voltaram ao ponto de partida. Das mentiras sobre os iraquianos a tirar bebés das incubadoras que (de alguma forma) justificaram a primeira Guerra do Golfo, às falsidades sobre armas ilegais que (de alguma forma) justificaram o terrorismo maciço do Choque e do Terror, chegamos agora às salas cheias de incubadoras contendo bebés deformados, morrendo rapidamente, devido à misericordiosa libertação americana.
O Terceiro Cerco de Fallujah, levado a cabo pelo governo iraquiano instalado pelos EUA, ocorreu em 2014-2016, com a nova versão para os ocidentais, referindo o controlo de Fallujah pelo ISIS. Mais uma vez, os civis foram massacrados e o que restou da cidade foi destruído. Fallujah delenda est, de facto. Não foi mencionado que o ISIS foi originado por uma década de brutalidade liderada pelos EUA, coroada com o ataque genocida do governo iraquiano aos sunitas.
Claro que, enquanto tudo isto acontecia, os Estados Unidos estavam a liderar o mundo - através da queima do petróleo, foram travadas guerras, entre outras práticas – tornando, não só Fallujah, mas a maior parte do Médio Oriente, quente demais para os humanos poderem habitar aí. Imaginem a indignação, quando as pessoas que apoiam alguém como Joe Biden, que desempenhou um papel fundamental na destruição do Iraque (e que parece nem se arrepender da morte do seu filho devida a um * poço de combustão de lixo a céu aberto, muito menos da morte de Fallujah) descobrirem que quase ninguém no Médio Oriente, está grato pela transformação do clima num inferno inabitável. Será, então, que a comunicação mediática nos irá dizer quem são as verdadeiras vítimas desta história.

Sunday, March 18, 2018

THE IRAQ WAR READER: A History of War Crimes and Genocide. The Unleashing of America’s New Global Militarism

THE IRAQ WAR READER: A History of War Crimes and Genocide. The Unleashing of America’s New Global Militarism

ONLINE INTERACTIVE I-BOOK


Global Research’s Online Interactive I-Book Readers brings together, in the form of chapters,
a collection of Global Research feature articles, including debate and analysis, on a broad theme or subject matter.
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GLOBAL RESEARCH ONLINE INTERACTIVE READER SERIES
GR I-BOOK No.  5
 THE IRAQ WAR READER
A History of War Crimes and Genocide | The Unleashing of America’s New Global Militarism
Michel Chossudovsky and Finian Cunningham (Editors)
May 2012 

INTRODUCTION

The adage that “it is the victors who write history” in matters relating particularly to war and conflict is something of a euphemism when applied to recent military campaigns conducted by America and its NATO allies. For what is disputable – no, let us say repugnant – about the official accounts of these events is not merely a difference in emphasis or nuance on the matter, which the adage may infer. It is rather that the victors’ version of history is a wholesale fabrication, an obscene travesty of actual events. It is not a case of victors writing history, more one of victors “violating history”.
Iraq, Afghanistan, Libya, and what is unfolding covertly in Syria and Iran stand out as egregious examples of how the dominant Western powers are not just writing history with a certain self-reflecting vainglorious bias. They are instead concocting events in such a way as to completely distort the facts of history. It is fair to say that in many ways what is taking place is an inversion of realities and language.
“Peace-keeping” really means “war-making”; “protecting human rights” really means “bombing civilian centers”; “upholding international law” really means “committing crimes against humanity”.  Accusations of “tyrants”, “miscreants”, “rogues” and “renegades” are hurled likes bricks in a glasshouse by perpetrators who arrogate the privilege to call themselves “civilized, democratic, law-abiding governments”. What needs to be contested, therefore, is not some kind of half-baked history, pitted here and there with flaws and hubris, but rather what needs to be challenged is out-and-out willful propaganda purporting as history.
In this new Interactive Book No 5, Iraq: A History of War Crimes and Genocide, we show how the policy of successive US governments and their Western allies towards Iraq illustrates this grand criminal deception; we also show how such unaccounted-for gargantuan crimes against humanity have not just decimated the social conditions for millions of Iraqis, but have also poisoned international law and are having far-reaching impacts on the democratic rights of citizens globally.  We contend that it is not just imperative to bring Western political and military leaders to account through legal prosecutions for the purpose of restitution for the people of Iraq; it is imperative that we do so for the sake of ending an ongoing global war agenda conducted by these same Western powers, and for the restitution of democratic rights for all citizens in all countries.
The devastation of Iraq and the unfettered aggression by Western capitalist powers towards other countries is very much an integral part of the unfolding devastation of social conditions in North America and Europe under the diktat of a class war by a global elite. Understanding what really happened in Iraq, and why, is a vital part of understanding how and why the mass of people need to fight for democracy in the US, Europe and elsewhere. These far-reaching issues including an examination of the evolving Orwellian Police State apparatus in Western countries will be the object of a separate forthcoming I-Book.
Concealing Genocide As War

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

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LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019