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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, June 8, 2020

TUR -- Manlio Dinucci -- Siyasal egemenlik olmadan ekonomik egemenlik olmaz

Siyasal egemenlik olmadan ekonomik egemenlik olmaz

İtalya’da, AB’nin koronavirüs krizinden sonra sağlayabileceği yardımlar konusundaki tartışmalar hedefini şaşırıyor: öncelikli olarak bu paraya sahip olma değil bir bağımsızlık sorunudur. Bu bakış açısıyla, AB ile ilişkiler, ABD ile ilişkiler ışığında analiz edilmelidir.
ESPAÑOL FRANÇAİS İTALİANO PORTUGUÊS
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Bu sıralar İtalya’nın Avrupa Birliği’nden ne kadar ve hangi fonları, hangi koşullar altında alacağı tartışılmaktadır.
Brüksel’den teskin edici mesajlar geliyor. Ancak bu fonların çoğu kredi şeklinde sağlanacağı için, bazı iktisatçılar yüksek borçlanma ve gelecekte ekonomik egemenliğin kaybedileceği konusunda uyarıda bulunuyorlar.
Dolayısıyla siyasetçilerin ve medyanın ilgisi İtalya ile Avrupa Birliği arasındaki ilişkilere odaklanmaktadır. Bu, parlamentoda ve ana akım medyada kimsenin dile getirmediği İtalya ve ABD arasındaki ilişkilerden ayrı ele alınamayacak önemli bir konudur.

SP -- Manlio Dinucci -- El Arte de la Guerra -- No hay soberanía económica ‎sin soberanía política

‎«EL ARTE DE LA GUERRA»‎

No hay soberanía económica ‎sin soberanía política

En Italia, el debate sobre la ayuda que la Unión Europea puede aportar después de la ‎crisis del coronavirus ha tomado un rumbo equivocado. El problema no es tener dinero sino independencia. Partiendo de ese principio básico, habría que analizar las ‎relaciones con la Unión Europea a la luz de las relaciones con Estados Unidos. ‎
FRANÇAIS ITALIANO
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Hoy se debate sobre el financiamiento que Italia recibirá de la Unión Europea, sobre su monto ‎total y bajo qué condiciones llegará. ‎
Bruselas está enviando mensajes tranquilizadores. Pero, dado el hecho que ese financiamiento ‎adoptará principalmente la forma de préstamos, varios economistas ya comienzan a lanzar ‎advertencias: existe un peligro de fuerte endeudamiento y de una subsiguiente pérdida de ‎soberanía económica. ‎
La atención político-mediática se concentra también sobre las relaciones entre Italia y la Unión ‎Europea, un tema importante que, sin embargo, no debe separarse de la cuestión de las ‎relaciones entre Italia y Estados Unidos, algo de lo que nadie habla, ni en el parlamento ni en los ‎grandes medios de difusión. ‎
Todavía se desconocen ‎las implicaciones del plan de «asistencia» a Italia anunciado el 10 de ‎abril por el presidente Trump [1]. ‎

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Não há soberania económia se não existir soberania política



Conte e Profumo con il nuovo Falco Xplorer, il drone più grande mai realizzato da Leonardo

 
Conte e Profumo con il nuovo Falco Xplorer, il drone più grande mai realizzato da Leonardo


A Arte da Guerra

Não há soberania económia se não existir soberania política

Manlio Dinucci


Actualmente, discute-se quanto e que financiamento a Itália receberá da União Europeia e sob que condições. Chegam mensagens tranquilizadoras de Bruxelas. Mas como tais financiamentos serão concedidos em grande parte, sob a forma de empréstimos, vários economistas alertam que existe o perigo de forte endividamento e de uma perda posterior de soberania económica. Assim sendo, a atenção política-mediática concentra-se nas relações entre a Itália e a União Europeia. 

Tema importante, que não pode ser separado das relações entre a Itália e os Estados Unidos, que ninguém discute no Parlamento e nos meios de comunicação mediática. Assim, continuam a ignorar-se as implicações do plano de “assistência” à Itália, lançado pelo Presidente Trump em 10 de Abril (il manifesto, 14 de abril de 2020). 

No entanto, o Embaixador dos EUA em Itália, Lewis Eisenberg, define-o como “a maior ajuda financeira que os Estados Unidos já deram a um país da Europa Ocidental desde 1948, desde a época do Plano Marshall”. Em apoio às actividades de saúde anti-Covid, “dezenas de milhões de dólares já foram e irão para a Cruz Vermelha e algumas organizações não-governamentais” (não perfeitamente identificadas). Além disso, o plano prevê uma série de intervenções para “apoiar a recuperação da economia italiana”.


Para este fim, o Presidente Trump ordenou aos Secretários do Tesouro e do Comércio, ao Presidente do Banco de Exportação e Importação, ao Administrador da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional, ao Director da Corporação Internacional de Financiamento ao Desenvolvimento dos Estados Unidos (agência governamental que financia projectos de desenvolvimento privado) para usarem os seus instrumentos para  “as empresas italianas”. Não está dito que empresas são e quais serão financiadas por este plano, nem a que condições estão vinculados estes empréstimos.

O Embaixador Eisenberg fala, em geral, das óptimas relações entre os Estados Unidos e Itália, demonstradas por “importantes indicadores económicos e estratégicos”, incluindo “um dos maiores acordos militares com a empresa Fincantieri”, que ganhou um contrato em Maio passado de cerca de 6 biliões de dólares para a construção de dez fragatas multifuncionais da Marinha dos EUA. O grupo italiano,  70% controlado pelo Ministério da Economia e Finanças, possui três estaleiros nos EUA, onde também estão em construção quatro navios de guerra semelhantes para a Arábia Saudita.

Outro indicador económico e estratégico importante é a integração crescente da Leonardo, a maior indústria militar italiana, no complexo industrial militar dos EUA, sobretudo através da Lockheed Martin, a maior indústria militar dos EUA. A Leonardo, da qual o Ministério da Economia e Finanças é o principal accionista, fornece aos EUA produtos e serviços para as forças armadas e para as agências de serviços secretos e administra em Itália, as instalações fabris de Cameri, dos caças F-35 da Lockheed Martin.

São estes e outros interesses poderosos - especialmente os dos grandes grupos financeiros - que ligam a Itália aos Estados Unidos. Não só a política externa e militar da Itália, mas também a política económica, subordinada à estratégia dos Estados Unidos, baseada num confronto político, económico e militar cada vez mais agudo com a Rússia e com a China. O plano de Washington é claro: explorar a crise e as fracturas na União Europeia para fortalecer a influência dos EUA em Itália.

As consequências são evidentes. Embora, por exemplo, seja do nosso interesse nacional suspender as sanções a Moscovo, a fim de relançar as exportações italianas para a Rússia para restaurar o oxigénio, especialmente às pequenas e médias empresas, tal alternativa foi impossibilitada pela dependência das escolhas de Washington e de Bruxelas.

Ao mesmo tempo, estão em perigo os acordos da Itália com a China no âmbito da Nova Rota da Seda, que não são bem aceites por Washington. A falta de soberania política real impede estas e outras escolhas económicas de importância vital para sair da crise. Mas, no ‘talk show’ político, não se fala de toda esta conjuntura.

Manlio Dinucci

il manifesto, 9 de Maio de 2020

IT -- Manlio Dinucci -- L'Arte della Guerra -- Niente sovranità economica senza quella politica

Conte e Profumo con il nuovo Falco Xplorer, il drone più grande mai realizzato da Leonardo

 
Conte e Profumo con il nuovo Falco Xplorer, il drone più grande mai realizzato da Leonardo



«L’Arte della guerra»

Niente sovranità economica senza quella politica

Manlio Dinucci


Si discute attualmente su quanti e quali finanziamenti l’Italia riceverà dall’Unione europea e a quali condizioni. Da Bruxelles arrivano messaggi tranquillizzanti. Ma poiché tali finanziamenti saranno forniti per la maggior parte sotto forma di prestiti, diversi economisti avvertono che c’è il pericolo di un forte indebitamento e di una ulteriore perdita di sovranità economica.

L’attenzione politico-mediatica si concentra quindi sui rapporti tra Italia e Unione europea. Tema importante, che non può però essere separato da quello dei rapporti tra Italia e Stati uniti, di cui in  parlamento e sui grandi media nessuno discute. Si continuano così a ignorare le implicazioni del piano di «assistenza» all’Italia varato il 10 aprile dal presidente Trump (il manifesto, 14 aprile 2020).

Eppure l’ambasciatore Usa in Italia, Lewis Eisenberg, lo definisce «il più grande aiuto finanziario che gli Stati Uniti abbiano mai dato a un paese dell’Europa occidentale dal 1948, dai tempi del Piano Marshall». A supporto delle attività sanitarie anti-Covid già «decine di milioni di dollari sono andati e andranno alla Croce rossa e ad alcune organizzazioni non governative» (non meglio identificate). Oltre a questo il piano prevede una serie di interventi per «sostenere la ripresa dell’economia italiana».

A tal fine il presidente Trump ha ordinato ai segretari del Tesoro e del Commercio, al presidente della Banca di Export-Import, all’amministratore dell’Agenzia Usa per lo sviluppo internazionale, al direttore della United States International Development Finance Corporation (agenzia governativa che finanzia progetti di sviluppo privati) di usare i loro strumenti per «sostenere le imprese italiane». Non viene detto quali imprese sono e saranno finanziate nel quadro di tale piano, né a quali condizioni sono vincolati tali finanziamenti.

L’ambasciatore Eisenberg parla in generale degli ottimi rapporti tra Stati uniti e Italia, dimostrati da «importanti indicatori di tipo economico e strategico», tra cui  «uno dei più grandi accordi militari con Fincantieri», che lo scorso maggio si è aggiudicata un contratto da circa 6 miliardi di dollari per la costruzione di dieci fregate multiruolo della US Navy. Il gruppo italiano, controllato per il 70% dal Ministero dell’economia e delle finanze, ha negli Usa tre cantieri, in cui sono in costruzione anche quattro analoghe navi da guerra per l’Arabia Saudita.

Altro importante indicatore di tipo economico e strategico è la crescente integrazione della Leonardo, la maggiore industria militare italiana, nel complesso militare-industriale Usa soprattutto attraverso la Lockheed Martin, la maggiore industria militare statunitense. La Leonardo, di cui il Ministero dell’economia e delle finanze è il principale azionista, fornisce negli Usa prodotti e servizi alle forze armate e alle agenzie d’intelligence, e in Italia  gestisce l’impianto di Cameri dei caccia F-35 della Lockheed Martin.

Sono questi e altri potenti interessi – in particolare quelli dei grandi gruppi finanziari – che legano l’Italia agli Stati uniti. Non solo la politica estera e militare, ma anche quella economica dell’Italia viene così subordinata alla strategia degli Stati uniti, improntata a un sempre più acuto confronto politico, economico e militare con la Russia e la Cina. È chiaro il piano di Washington: sfruttare la crisi e le fratture nella Ue per rafforzare l’influenza Usa in Italia.

Le conseguenze sono evidenti. Mentre ad esempio sarebbe nostro interesse nazionale togliere le sanzioni a Mosca, così da rilanciare l’export italiano in Russia per ridare ossigeno soprattuttto alle piccole e medie imprese, tale scelta è resa impossibile dalla nostra dipendenza dalle scelte di Washington e di Bruxelles.

Sono allo stesso tempo in pericolo gli accordi dell’Italia con la Cina nel quadro della Nuova Via della Seta, non graditi a Washington. La mancanza di reale sovranità politica impedisce queste e altre scelte economiche di vitale importanza per uscire dalla crisi. Ma di tutto questo, nel talk show della politica, non si parla.

Manlio Dinucci

il manifesto, 9 giugno 2020

FR -- Manlio Dinucci -- L'Art de la guerre -- Pas de souveraineté économique sans souveraineté politique


Conte e Profumo con il nuovo Falco Xplorer, il drone più grande mai realizzato da Leonardo
L’Art de la guerre
Pas de souveraineté économique sans souveraineté politique
Manlio Dinucci



On discute en ce moment sur combien et quels financements l’Italie recevra de l’Union européenne et à quelles conditions.

  De Bruxelles arrivent des messages tranquillisants. Mais comme ces financements seront fournis en majorité sous forme de prêts, divers économistes avertissent : danger d’un fort endettement et d’une ultérieure perte de souveraineté économique.

  L’attention politico-médiatique se concentre ainsi sur les rapports entre Italie et Union européenne. Thème important, qui cependant ne peut pas être séparé de celui des rapports entre Italie et États-Unis, dont au parlement et dans les grands médias personne ne discute.

  Ainsi continue-t-on à ignorer les implications du plan d’”assistance” à l’Italie lancé le 10 avril par le président Trump (il manifesto, 14 avril 2020). Et pourtant l’ambassadeur USA en Italie, Lewis Eisenberg, le définit comme “la plus grande aide financière que les États-Unis aient jamais donné à un pays d’Europe occidentale depuis 1948, à l’époque du Plan Marshall”.

  En soutien aux activités sanitaires anti-Covid déjà “des dizaines de millions de dollars sont allés et iront à la Croix-Rouge et à certaines organisations non-gouvernementales” (pas plus précisées). En plus de cela le plan prévoit une série d’interventions pour “soutenir la reprise de l’économie italienne”.

  À cet effet le président Trump a ordonné aux secrétaires du Trésor et du Commerce, au président de la Banque d’Export-Import, à l’administrateur de l’Agence USA pour le développement international, au directeur de l’United States International Development Finance Corporation (agence gouvernementale qui finance des projets de développement privés) d’utiliser leurs outils pour “soutenir les entreprises italiennes “. On ne dit pas quelles entreprises sont et seront financées dans le cadre de ce plan, ni à quelles conditions sont liés ces financements.

  L’ambassadeur Eisenberg parle de façon générale des excellents rapports entre États-Unis et Italie, démontrés par d’”importants indicateurs de type économique et stratégique”, parmi lesquels “un des plus grands accords militaires avec Fincantieri”, qui en mai dernier a obtenu l’adjudication d’un contrat d’environ 6 milliards de dollars pour la construction de dix frégates multi-rôles de l’US Navy.

  Le groupe italien, contrôlé à 70% par le Ministère de l’économie et des finances, a aux USA trois chantiers, dans lesquels sont aussi en construction quatre navires de guerre analogues pour l’Arabie Saoudite.
  
 Un autre important indicateur de type économique et stratégique est la croissante intégration de la société Leonardo, la plus grande industrie militaire italienne, dans le complexe militaro-industriel USA surtout par l’intermédiaire de Lockheed Martin, la plus grande industrie militaire étasunienne. Leonardo, dont le Ministère de l’économie et des finances est le principal actionnaire, fournit aux USA des produits et services aux forces armées et aux agences de renseignement, et en Italie gère le site de Cameri des chasseurs F-35 de Lockheed Martin.
   
  Voilà, avec d’autres, les puissants intérêts -en particulier ceux des grands groupes financiers- qui aliènent l’Italie aux États-Unis. Non seulement la politique étrangère et militaire, mais celle aussi de l’économie de l’Italie se trouve ainsi subordonnée à la stratégie des États-Unis, marquée de façon de plus en plus aigüe par une confrontation politique, économique et militaire avec la Russie et la Chine.

  Le plan de Washington est clair : exploiter la crise et les fractures dans l’Ue pour renforcer l’influence USA en Italie. Les conséquences sont évidentes. Tandis par exemple que ce serait notre intérêt national de supprimer les sanctions contre Moscou, afin de relancer l’export italien en Russie pour redonner de l’oxygène surtout aux petites et moyennes entreprises, ce choix est rendu impossible par notre dépendance aux choix de Washington et de Bruxelles. En même temps sont en mis danger les accords de l’Italie avec la Chine dans le cadre de la Nouvelle Route de la Soie, peu appréciés à Washington.

  Le manque de réelle souveraineté politique empêche ces choix et d’autres, tous de vitale importance pour sortir de la crise. Mais de tout cela, dans le talk show de la politique, on ne dit mot. 

Édition de mardi 9 juin 2020 d’il manifesto
Traduit de l'italien par Marie-Ange Patrizio

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019