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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Tuesday, September 5, 2023

PT -- Entrevista de ION COJA a Larry Romanoff: “O Plano dos Judeus Khazarianos para um Governo Mundial Único”

   

AUGUST 31, 2023   



“O Plano dos Judeus Khazarianos para um  

 Governo Mundial Único”

 

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Este Artigo em PDF

 

 Entrevista de ION COJA a Larry Romanoff

A entrevista foi realizada para a Webpage https://IonCoja.ro, com perguntas dirigidas ao Professor Larry Romanoff, provenientes do Professor Ion Coja e de CD, o colaborador externo do site https://IonCoja.ro.

O site https://IonCoja.ro  é um site romeno de discussões e opiniões de natureza nacionalista contextualizadas na cena política internacional. Muitos dos materiais traduzidos publicados em https://IonCoja.ro têm origem em https://www.bluemoonofshanghai.com , pertencente ao Professor Larry Romanoff.

A obra do Professor Romanoff foi traduzida em 32 línguas e os seus artigos foram publicados em mais de 150 websites de notícias e análise política em língua estrangeira e em mais de 100 plataformas em língua inglesa. Foi professor na Universidade de Fudan, em Shanghai, ministrando cursos de EMBA. Temos agora a oportunidade de entrevistar este autor prolífico e muito amável para responder a algumas questões que nos preocupam a nós e aos leitores do https://IonCoja.ro

    • CD – Mas, vamos dar a palavra ao Professor Ion Coja para apresentar as perguntas que deseja colocar ao Professor Larry Romanoff.
    • IC - Fiquei muito satisfeito por ter aceite esta entrevista e agradeço-lhe a sua amabilidade. Por favor, Professor Romanoff, faça uma abertura - uma abertura para o tema desta entrevista.

 

LR - A introdução mais necessária seria sublinhar que, efectivamente, os judeus khazarianos têm um plano para um governo mundial único que manterá todas as nações sob uma espécie de ditadura fascista maciça que, por sua vez, será controlada exclusivamente pelos judeus. No passado, foi fácil rejeitar este assunto como sendo uma "teoria da conspiração", mas os factos são sólidos e as provas estão em todo o lado. Nem sequer tem sido um segredo. Já em 1950, James Warburg testemunhou perante o Congresso dos EUA que "Teremos um governo mundial, quer queiramos, quer não. A questão é apenas se o governo mundial será alcançado por consentimento ou por conquista."James era filho de Paul Warburg, que era o pai da FED (Reserva Federal) dos EUA, de propriedade judaica e muito activo na promoção do plano Morgenthau para a destruição permanente da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial. Então os requisitos principais que se colocam são a forma de conseguí-lo e qual será o aspecto da paisagem no final.

 

Sunday, July 30, 2023

PT -- Entrevista de Saker Italia a Larry Romanoff: “PROPAGANDA, MEDIA E CONSPIRAÇÃO EM ACÇÃO”

  

 



“PROPAGANDA, MEDIA E CONSPIRAÇÃO EM ACÇÃO”

Entrevista a Larry Romanoff

ENTREVISTA em PDF

Realizada por Elvia Politi para Saker Italy

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Apresentamos a entrevista que tivemos a honra de fazer com um dos maiores especialistas mundiais em "propaganda". Larry Romanoff debruça-se há anos sobre o tema da manipulação e da gestão de consensos como instrumento dos governos (e daqueles que manobram esses governos) em relação à opinião pública. Ou seja, em relação a cada um de nós. Através da sua análise lúcida e da simples evidência dos "factos", não só revela alguns dos casos mais recentes como nos ensina a reconhecer as campanhas de propaganda. E como combatê-las.

 

Na entrevista:

 

- O que é a propaganda e qual o seu objectivo

- O caso Covid e as duas guerras mundiais

- Realidade e ficção, a teoria da conspiração

- A evolução da propaganda, como e onde se aplica actualmente

- A propaganda geopolítica

- Evitar a lavagem ao cérebro

 

Elvia Politi (E.P.) -- Um tema muito oportuno e urgente, a propaganda é um fenómeno que todos compreendem mas que é difícil de codificar. Larry, pode explicar-nos o que é a propaganda e qual é o seu objectivo?

 

LARRY ROMANOFF (L.R.) -- Uma definição simples de propaganda é que a mesma, é a divulgação de informação destinada a manipular a opinião pública afim de aceitar um determinado ponto de vista ou incentivar uma determinada causa política. De um modo geral, é um método de controlo da população pelos que detêm o poder político ou financeiro. A propaganda está quase sempre associada a informações de natureza tendenciosa ou enganosa, consistindo numa mistura de factos, meias-verdades e mentiras. A propaganda não é apenas manipulação psicológica, é igualmente, manipulação "psiquiátrica" destinada a afectar as emoções das pessoas e, através delas, a controlar o seu pensamento e comportamento. Emprega a teoria comportamental extraída principalmente dos ensinamentos de Sigmund Freud e, na sua pior forma, é sempre insidiosamente manipuladora, utilizando os medos ou os anseios mais profundos das pessoas a fim de criar a aceitação de um determinado ponto de vista, de se tornarem emocionalmente carregadas em relação a esse conceito e de conduzirem a acções de algum tipo.

 

A propaganda tem sido fundamentalmente utilizada com o objectivo de inflamar o público de uma nação a fim de apoiar uma guerra e de conceber e promover mudanças sociais.

 

Friday, July 19, 2019

PT -- VLADIMIR PUTIN -- Entrevista ao jornal italiano ‘Corriere della Sera’



 Putin: «Ready to talk to the US. In constant contact with Salvini's League»

Antes da visita oficial à Itália, Vladimir Putin concedeu uma entrevista ao principal jornal italiano ‘Corriere della Sera’.

4 de Julho de 2019
06:00
Pergunta: As relações entre a Rússia e a Itália parecem ser positivas. O nosso governo está entre os poucos da Europa, que estão a pressionar para que seja efectuada a revisão das sanções. No entanto, é a Itália que sofre as maiores perdas devido à proibição do fornecimento de vários bens de consumo, introduzida pelo governo russo como contramedida. Não seria um gesto amistoso da parte da Rússia, dar o primeiro passo e começar a levantar, unilateralmente, as sanções retaliatórias?
Presidente da Rússia, Vladimir Putin: De facto, desfrutamos de relações especiais com a Itália. Existe um diálogo de confiança com os dirigentes italianos. Está em andamento um trabalho conjunto contínuo nos campos político, económico, científico e humanitário. Apreciamos muito esse activo de parceria e confiança mútua.
Claro, mantivemos essa circunstância em mente. E não tínhamos o desejo de prolongar as restrições às relações económicas com a Itália. Mas o problema é que as nossas medidas de resposta - em retaliação às sanções ilegítimas que nos foram impostas - deveriam ser não-discriminatórias, porque senão enfrentaríamos problemas na Organização Mundial do Comércio. Gostaria de salientar que as decisões de impor sanções contra a Rússia foram tomadas pela Comissão Europeia e apoiadas por todos os países da UE.
Ao mesmo tempo, gostaria de sublinhar que as medidas de resposta mencionadas são de natureza local e não impedem, de um modo geral, o desenvolvimento eficaz do nosso investimento e cooperação industrial. Assim sendo, nenhuma das empresas italianas se retirou do mercado russo. No recente Fórum Económico, em São Petersburgo, foram assinados vários contratos bilaterais promissores nos sectores industrial, do petróleo e gás e da petroquímica.
Quanto à remoção das sanções, tenho falado sobre este assunto repetidas vezes. Aquele que está por trás das sanções é o que deve dar o primeiro passo; estou a falar da União Europeia. Depois do mais, a Rússia poderá abolir as contramedidas. Esperamos que o bom senso acabe por prevalecer e a Europa dê prioridade aos seus próprios interesses em vez de seguir as instruções dadas por outrem. Então, poderemos desenvolver uma cooperação mutuamente benéfica, multifacetada e voltada para o futuro.
Pergunta: No mundo de hoje, que parece em certos aspectos, ainda mais instável do que o da era da Guerra Fria, os acordos de desarmamento Rússia-EUA estão em crise. Estamos à beira de uma nova corrida armamentista com consequências imprevisíveis, apesar do que pareceu ser um bom começo nas suas relações com o Sr. Trump. De que maneira é que o Snr. pensa que o seu país é responsável por tal desenvolvimento?
Vladimir Putin: De maneira nenhuma! O colapso do sistema de segurança internacional começou com a retirada unilateral dos EUA do Tratado de Mísseis Antibalísticos (Tratado ABM). Este instrumento foi a pedra angular de toda a arquitectura do controlo de armas.
Basta comparar a quantia que a Rússia gasta na defesa - cerca de 48 biliões de dólares - e o orçamento militar dos EUA, que é de mais de 700 biliões de dólares. Existe nestes números algum sinal de uma verdadeira corrida armamentista? Não estamos dispostos a ser arrastados para ela. Mas, ao mesmo tempo, devemos garantir a nossa segurança. Por esta razão, é que tivemos de desenvolver armas e equipamentos avançados - em resposta ao aumento das despesas militares e às acções claramente destrutivas dos Estados Unidos.
A situação com o Tratado INF é um exemplo flagrante. Aproximámo-nos dos EUA mais de uma vez, sugerindo que resolvêssemos as questões relativas a este documento, mas enfrentamos uma recusa. Como resultado, os americanos estão a destruir outro Tratado importante.
As perspectivas da nossa cooperação no campo da redução estratégica de armas ainda permanecem pouco claras. O Tratado START expirará no início de 2021. Neste momento, os EUA não parecem dispostos a discutir o seu prolongamento ou a possibilidade de elaborar um novo acordo em grande escala.
Deve ser mencionado aqui, mais um facto. Em Outubro passado, oferecemos aos EUA legitimar uma declaração conjunta sobre a inadmissibilidade de uma guerra nuclear e o reconhecimento das suas consequências devastadoras. Não houve resposta dos EUA. (***Ver Nota da Tradutora, no final.)
Recentemente, a Administração em Washington começou a reflectir sobre a possibilidade de reiniciar o nosso diálogo bilateral, baseado numa agenda estratégica alargada. Acredito que alcançar acordos concretos na esfera de acção de assegurar o controlo de armas, ajudaria a melhorar a estabilidade internacional. A Rússia tem vontade política de fazê-lo; agora compete aos EUA tomarem uma decisão. Reiterei essa posição na nossa reunião com o Presidente Trump, à margem da Cimeira do G20, no Japão, não há muito tempo. (N.d T: 28 e 29 de Junho de 2019)

Ler mais em

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/07/pt-entrevista-ao-jornal-italiano.html


Saturday, July 13, 2019

PT -- VLADIMIR PUTIN -- ENTREVISTA CONCEDIDA AO 'THE FINANCIAL TIMES'






PT -- VLADIMIR PUTIN -- ENTREVISTA CONCEDIDA AO 'THE FINANCIAL TIMES'
Entrevista ao Financial Times
Na véspera da reunião do G20, Vladimir Putin conversou com o editor do Financial Times, Lionel Barber, e com o chefe do departamento de Moscovo, Henry Foy.
27 de Junho de 2019
22:00
Kremlin, Moscovo
Vladimir Putin’s interview with The Financial Times.
Entrevista de Vladimir Putin ao The Financial Times.
Lionel Barber: Senhor Presidente, daqui a pouco vai dirigir-se para Osaka , na qualidade do estadista mais experiente do G20. Ninguém esteve em tantas reuniões internacionais deste grupo e do G7, nos últimos 20 anos, enquanto o Snr. esteve no comando da Rússia. Antes de falarmos sobre o programa do G20 e o que espera alcançar, sabemos que há tensões crescentes entre os Estados Unidos e a China no comércio e o risco de conflito no Golfo. Ficaria muito grato se pudesse falar um pouco sobre si e como viu o mundo mudar nos últimos 20 anos, enquanto esteve no poder.
Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Primeiro, eu não estive no poder ao longo de todos esses 20 anos. Como deve saber, fui Primeiro Ministro durante quatro anos, e essa posição não é a autoridade máxima da Federação Russa. Mas, mesmo assim, estou há muito tempo no governo e nos escalões superiores, para poder julgar o que está a mudar e como. Na verdade, acabou de dizê-lo, perguntando o que mudou e como. Mencionou as guerras comerciais e os desenvolvimentos do Golfo Pérsico. Diria, com cautela, que a situação não mudou para melhor, mas, continuo optimista, até certo ponto. Mas, com toda a franqueza, devo dizer que a situação se tornou mais dramática e explosiva.
Lionel Barber: Acredita que, agora, o mundo está mais fragmentado?
Vladimir Putin: Claro, porque durante a Guerra Fria, o pior foi a própria Guerra Fria. É verdade. Mas, pelo menos, havia algumas regras às quais todos os participantes na comunicação internacional, mais ou menos, aderiram ou tentaram seguir. Agora, parece que não há regras nenhumas. Neste sentido, o mundo tornou-se mais fragmentado e menos previsível, o que é a condição mais importante e lamentável.

Ler mais em:

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/07/pt-vladimir-putin-entrevista-concedida.html


Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Larry Romanoff,

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to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019