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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, November 8, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da guerra -- As novas armas financeiras do Ocidente

 


A Arte da Guerra

 As Novas Armas Financeiras do Ocidente 

Manlio Dinucci

                              FRANÇAIS   ITALIANO   PORTUGUÊS                                                 

  Novas armas estão a ser acrescentadas ao arsenal das políticas económicas e financeiras do Ocidente. A fim de compreender a sua natureza e alcance, é necessário partir das que foram utilizadas até agora: sanções - incluindo a mais pesada, o embargo - aplicadas principalmente pelos Estados Unidos e pela União Europeia contra Estados, empresas e indivíduos. É essencial compreender os critérios pelos quais são decididas: os EUA e a UE decidem, de acordo com o seu critério exclusivo, que um Estado ou outra entidade cometeu uma violação, estabelecem a sanção ou o embargo total e exigem que os Estados terceiros a cumpram, sob pena de retaliação. Em 1960, os Estados Unidos impuseram um embargo a Cuba que, ao libertar-se, tinha violado o "direito" deles (EUA) usarem a ilha como se fosse sua propriedade: o novo governo nacionalizou as propriedades dos bancos e das multinacionais norteamericanas que controlavam a economia cubana. Hoje, 61 anos mais tarde, o embargo continua enquanto as empresas americanas exigem biliões de dólares de reembolsos. Em 2011, na preparação da guerra USA-NATO contra a Líbia, os bancos norteamericanos e europeus apoderaram-se de 150 biliões de dólares de fundos soberanos investidos no estrangeiro pelo Estado líbio, a maioria dos quais desapareceu posteriormente. Goldman Sachs, o mais poderoso banco de investimento dos EUA, do qual Mario Draghi foi Vice Presidente, destacou-se neste grande assalto. Em 2017, na sequência de novas sanções dos EUA contra a Venezuela, activos no valor de 7 biliões de dólares foram "congelados" pelos EUA e 31 toneladas de ouro depositadas pelo Estado venezuelano no Banco de Inglaterra e foram apreendidas pelo Deutsche Bank, da Alemanha.

 

Neste contexto, está inserida a nova e colossal operação financeira lançada pela Goldman Sachs, Deutsche Bank e outros grandes bancos americanos e europeus. Aparentemente, espelhando a que é aplicada às sanções, não envolve restrições económicas ou a apreensão de fundos para punir países considerados culpados de violações, mas a concessão de financiamento a governos e outras entidades virtuosas que aderem ao "ESG Index: Environment, Society, Governance". O objectivo oficial do Índice ESG é estabelecer normas para prevenir a iminente catástrofe climática anunciada pela Conferência de Glasgow, defender os direitos humanos espezinhados pelos regimes totalitários e assegurar a boa governação, segundo o modelo das grandes democracias ocidentais. São principalmente o Departamento de Estado dos EUA, o Fórum Económico Mundial, a Fundação Rockefeller e o Banco Mundial que estabelecem estes padrões, com algumas organizações da ONU a desempenharem um papel subordinado. A maior garantia para os direitos humanos é o Departamento de Estado dos EUA, cujo embargo ao Iraque com a aprovação da ONU, provocou em 1990-2003, um milhão e meio de mortes, incluindo meio milhão de crianças.

 

A operação financeira concentra-se nas alterações climáticas: a Conferência da ONU em Glasgow anunciou, a 3 de Novembro, que "as finanças estão a tornar-se verdes e resistentes".  Nasce a Glasgow Financial Alliance for Net Zero, à qual aderiram 450 bancos e multinacionais de 45 países desde Abril, comprometendo-se a "investir nas próximas três décadas mais de 130 triliões de dólares (130 triliões) em capital privado para transformar a economia em emissões zero em 2050". O capital será levantado através da emissão de Obrigações Verdes e investimentos feitos por fundos mútuos e fundos de pensões, em grande parte com o dinheiro de pequenos aforradores que correm o risco de se encontrarem em mais uma bolha especulativa.

 

Não há agora nenhum banco ou empresa multinacional que não esteja empenhado em atingir emissões zero até 2050 e em ajudar os "países pobres", onde mais de 2 biliões de pessoas ainda utilizam a madeira como seu único ou principal combustível. Também solenemente comprometida com as emissões zero está a companhia petrolífera anglo-holandesa Royal Dutch Shell que, após ter causado um desastre ambiental e sanitário no Delta do Níger, se recusa a limpar as terras poluídas. Assim, enquanto esperam por emissões zero, os habitantes continuam a morrer devido à água poluída pelos hidrocarbonetos da Shell.

Manlio Dinucci

il manifesto,09 de Novembro de 2021

IT -- Manlio Dinucci -- L’Arte della guerra -- Le nuove armi finanziarie dell’Occidente

 



L’Arte della guerra

 Le nuove armi finanziarie dell’Occidente 

Manlio Dinucci

 

Nuove armi si stanno aggiungendo all’arsenale delle politiche economiche e finanziarie dell’Occidente. Per comprenderne la natura e portata, occorre partire da quelle sinora usate: le sanzioni – compresa quella più pesante, l’embargo – attuate soprattutto da Stati uniti e Unione europea contro interi Stati, società e persone. Fondamentale è comprendere il criterio con cui vengono decise: Usa e Ue decretano a loro insindacabile giudizio che uno Stato o altro soggetto ha commesso una violazione, stabiliscono la sanzione o l’embargo totale, e pretendono che gli Stati terzi lo rispettino, pena ritorsioni. Nel 1960 gli Stati uniti imposero l’embargo a Cuba che, liberatasi, aveva violato il loro «diritto» a usare l’isola come proprio possedimento: il nuovo governo nazionalizzò le proprietà delle banche e multinazionali Usa che controllavano l’economia cubana. Oggi, 61 anni dopo, l’embargo continua, mentre le compagnie Usa richiedono rimborsi per miliardi di dollari. Nel 2011, in preparazione della guerra Usa-Nato contro la Libia, le banche statunitensi ed europee hanno sequestrato 150 miliardi di dollari di fondi sovrani investiti all’estero dallo Stato libico, di cui successivamente è sparita la maggior parte. Nella grande rapina si è distinta la Goldman Sachs, la più potente banca d’affari statunitense, di cui Mario Draghi è stato vicepresidente. Nel 2017, in seguito a nuove sanzioni Usa contro il Venezuela, sono stati «congelati» dagli Usa beni per 7 miliardi di dollari e sequestrate 31 tonnellate d’oro depositate dallo Stato venezuelano presso la Banca d’Inghilterra e la tedesca Deutsche Bank.


Su questo sfondo si colloca la nuova, colossale operazione finanziaria lanciata dalla Goldman Sachs, la Deutsche Bank e le altre grandi banche statunitensi ed europee. Apparentemente speculare a quella delle sanzioni, essa prevede non restrizioni economiche o sequestro di fondi per punire i paesi giudicati colpevoli di violazioni, ma la concessione di finanziamenti a governi e altri soggetti virtuosi che si attengono all’«Indice ESG: Ambiente, Società, Governance». Scopo ufficiale dell’Indice ESG è stabilire le norme per evitare l’imminente catastrofe climatica annunciata dalla Conferenza di Glasgow, per difendere i diritti umani calpestati dai regimi totalitari, per assicurare il buon governo sul modello delle grandi democrazie occidentali. A fissare tali norme sono soprattutto il Dipartimento di stato Usa, il World Economic Forum, la Rockfeller Foundation, la Banca Mondiale, affiancati con ruolo subalterno da alcune organizzazioni Onu. La massima garanzia per i diritti umani è rappresentata dal Dipartimento di stato Usa, il cui embargo all’Iraq con l’avallo Onu provocò, nel 1990-2003, un milione e mezzo di morti tra cui mezzo milione di bambini.


L’operazione finanziaria si concentra sul cambiamento climatico: la Conferenza Onu di Glasgow ha annunciato, il 3 novembre, che «la Finanza diventa verde e resiliente».  Nasce la Glasgow Financial Alliance for Net Zero, cui hanno aderito da aprile 450 banche e multinazionali di 45 paesi, la quale si impegna a «investire nei prossimi tre decenni oltre 130 trilioni (130 mila miliardi) di dollari di capitale privato per trasformare l’economia fino a zero emissioni nel 2050». I capitali vengono raccolti attraverso l’emissione di Green Bond (obbligazioni verdi) e investimenti effettuati da fondi comuni e fondi pensione, in gran parte con i soldi di piccoli risparmiatori che rischiano di ritrovarsi in una ennesima bolla speculativa.


Ormai non c’è banca o multinazionale che non si impegni a realizzare le zero emissioni entro il 2050 e ad aiutare in tal senso i «paesi poveri», dove oltre 2 miliardi di abitanti usano ancora la legna quale unico o principale combustibile. Solennemente impegnata per le zero emissioni è anche la compagnia petrolifera anglo-olandese Royal Dutch Shell che, dopo aver provocato un disastro ambientale e sanitario nel delta del Niger, si rifiuta di bonificare le terre inquinate. Così, in attesa delle zero emissioni, gli abitanti continuano a morire per l’acqua inquinata dagli idrocarburi della Shell.

Manlio Dinucci

Il manifesto,09 novembre 2021


Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019