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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Saturday, July 7, 2018

PT -- Manlio Dinucci -- Spot televisivo da Ministra Trenta sobre o F-35



Spot de televisivo da Ministra Trenta sobre o  F-35

Manlio Dinucci

«Não compraremos outros F-35»: declarou, em 6 de Julho, à Omnibus no canal La7, a Ministra da Defesa, Elisabetta Trenta. Palavras que fizeram sensação: será que chegou, finalmente o Governo que “cortará as asas aos F-35”? De maneira nenhuma. A Ministra Trenta explicou que, das análises que está a fazer, poderia “descobrir que cortar custa fica mais caro do que manter,
 visto que haveria grandes penalidades”. Na realidade, recorda Giuseppe Civati, o Tribunal de Contas já declarou que a participação no programa dos F-35 não está sujeita a penalidades contratuais. A Ministra Trenta também observa que, em torno do F-35, há um final tecnológico e ocupacional que, por sua vez, seria cortado. Portanto, pressupõe que, em vez de cortar, a Itália pode atrasar, ao longo do tempo, a compra dos 90 caças  F-35  planeados. Então, manter-se-ia sempre, a aquisição desses 90 aparelhos.

Na divulgação através da TV,  a Ministra Trenta esquece-se de esclarecer os telespectadores sobre as questões essênciais. Acima de tudo, o facto de que a Itália não é, apenas, um país comprador, mas um sócio de segundo plano do programa F-35, chefiado pela empresa americana Lockheed Martin, primeira produtora mundial de armamentos aeroespaciais e missilísticos. Um dos programas de ponta da Lockheed Martin é o do F-35 Lightning II, definido como “o caça bombardeiro multifunções mais avançado do mundo”. Produzem-se três modelos: com decolagem e aterragem(br.aterrizagem)  convencional (A), com decolagem curta e aterragem vertical (B) e como variante  para os porta-aviões (C). Nos EUA a rede de produção dos F-35 compreende mais de 1400 empresas, em 46 estados e em Puerto Rico, que produzem milhares de componentes desse caça. No programa do F-35 participam oito sócios estrangeiros: Austrália, Canadá, Dinamarca, Grã Bretanha, Itália, Noruega, Holanda e Turquia. Os outros compradores são: Israel, Japão e Coreia do Sul.

A Ministra Trenta também parece ignorar que a adesão da Itália ao programa do F-35, na qualidade de sócio de segunda categoria, fortalece a ancoragem aos Estados Unidos, que o Governo do qual ela faz parte, define como um “aliado privilegiado” da Itália. A participação no programa F-35 liga ainda mais o complexo militar industrial italiano ao gigantesco complexo militar industrial USA. Assim, a decisão de participar no programa do F-35 é, essencialmente, uma escolha política.

A Ministra Trenta não diz que a principal indústria militar italiana – a Leonardo (antes, Finmeccanica), presente em 180 locais diferentes no mundo – fornece nos USA, produtos e serviços não só às Forças Armadas e às empresas do Pentágono, como também às empresas de Serviços Secretos (Inteligência). Por esta razão, foi confiada à Leonardo, em Itália, a gestão da fábrica de Faco di Cameri (Novara), na qual são montados os caças F-35 destinados à Força Aérea e à Marinha italiana e parte dos caças encomendados pela Holanda. As filiais de Foggia e Nola produzem as peças compostas e metálicas da caixa de asas completa, da qual Leonardo é a segunda produtora, igualmente para o F-35 das Forças Armadas dos EUA.

Mas a Ministra Trenta esqueceu-se, sobretudo, de anunciar a grande notícia: há dez dias, com base num contrato estipulado entre a Lockheed Martin e a Marinha dos Estados Unidos, foi estabelecido que Cameri será um dos cinco centros mundiais (três nos USA, um na Austrália e um em Itália) para a manutenção, reparação e actualização dos F-35.

A Ministra Trenta mantém, igualmente, silêncio sobre o facto de que, além dos poderosos interesses do complexo militar industrial, o F-35 está ligado à estratégia nuclear USA/NATO. Para obter toda a capacidade da nova bomba nuclear B61-12 que, a partir de 2020 o Pentágano distribuirá em Itália e noutros países europeus, são necessários os novos caças F-35A. O que implica a solução de outros problemas técnicos, que se juntam aos numerosos problemas verificados no programa F-35.

O complexo software do caça que, até agora, já foi modificado mais de 30 vezes, requer mais actualizações. Para converter os primeiros 12 F-35, a Itália terá de gastar cerca de 400 milhões de euros, que se juntam à despesa ainda não quantificada (estimada em 13-16 biliões de euros) para a compra dos 90 caças e para a sua modernização. Dinheiro que sai dos cofres do Estado (ou seja, o nosso dinheiro), enquanto as quantias derivadas dos contratos para a produção do F-35 entram nos cofres das indústrias militares.

A Ministra Elisabetta Trenta não referiu tudo isto, no anúncio publicitário da Omnibus, assegurando que será o seu Ministério a “decidir, tendo unicamente  em conta, o interesse nacional”. Quando, pelo contrário, só existe uma maneira de garantir o interesse nacional: abandonar completamente o programa F-35.

(il manifesto, 7 de Julho de 2018)

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IT -- Manlio Dinucci -- Spot televisivo della ministra Trenta sugli F-35



Spot televisivo della ministra Trenta sugli  F-35


Manlio Dinucci


«Non compreremo altri F-35»: lo ha dichiarato il 6 luglio a Omnibus su La7 la ministra della Difesa Elisabetta Trenta. Parole che hanno fatto sensazione: è arrivato finalmente il governo che «taglierà le ali agli F-35»? Non proprio. La Trenta ha spiegato che, dall’analisi che sta facendo, potrebbe «scoprire che tagliare costa più che mantenere poiché ci sarebbero delle forti penali». In realtà, ricorda GIuseppe Civati, la Corte dei Conti ha già chiarito che la partecipazione al programma dell’F-35 non è soggetta a penali contrattuali. La Trenta fa inoltre presente che, intorno all'F-35, c'è un indotto tecnologico e occupazionale che verrebbe a sua volta tagliato. Ipotizza quindi che, puttosto che tagliare, l’Italia potrebbe dilazionare nel tempo l’acquisto dei previsti 90 F-35. Per cui resterebbero sempre 90.

Nella vulgata televisiva la ministra Trenta trascura di chiarire ai telespettatori le questioni nodali. Anzitutto il fatto che l’Italia è non solo acquirente ma partner di secondo livello del programma F-35 capeggiato dalla statunitense Lockheed Martin, prima produttrice mondiale di armamenti aerospaziali e missilistici.  Uno dei programmi di punta della Lockheed Martin è quello dell’F-35 Lightning II, definito «il più avanzato caccia multiruolo del mondo». Se ne producono tre modelli: a decollo ed atterraggio convenzionali (A), a decollo corto e atterraggio verticale (B) e come variante per le portaerei (C). Negli Stati uniti la rete produttiva dell’F-35 comprende oltre 1400 aziende in 46 stati e a Puerto Rico, che producono migliaia di componenti del caccia. Al programma dell’F-35 partecipano otto partner esteri: Australia, Canada, Danimarca, Gran Bretagna, Italia, Norvegia, Olanda e Turchia. Altri acquirenti sono Israele, Giappone e Corea del Sud.

La Trenta sembra anche ignorare che l’adesione dell’Italia al programma dell’F-35, quale partner di secondo livello, rinsalda l’ancoraggio agli Stati uniti, che il governo di cui fa parte definisce «alleato privilegiato» dell’Italia. La partecipazione al programma F-35 lega ancor più il complesso militare industriale italiano al gigantesco complesso militare-industriale statunitense. La decisione di partecipare al programma dell’F-35 è quindi essenzialmente una scelta politica.

La Trenta non dice che la principale industria militare italiana – la Leonardo (già Finmeccanica), presente in 180 siti nel mondo –fornisce negli USA prodotti e servizi non solo alle Forze armate e alle aziende del Pentagono, ma anche alle agenzie d’intelligence. Per questo è stata affidata alla Leonardo, in Italia,  la gestione dell’impianto Faco di Cameri (Novara), nel quale vengono assemblati i caccia F-35 destinati all’Aeronautica e alla Marina italiane e parte di quelli ordinati dall’Olanda. I siti di Foggia e Nola realizzano le parti in composito e metalliche del cassone alare completo, del quale la Leonardo è seconda produttrice anche per gli F-35 delle Forze armate statunitensi.

La Trenta si è soprattutto dimenticata di annunciare la grande notizia: dieci giorni fa, in base a un contratto stipulato dalla Lockheed Martin con la U.S. Navy, è stato stabilto che Cameri sarà uno dei cinque centri mondiali (tre negli USA, uno in Australia e uno in Italia)  per la manutenzione, la riparazione e l’ammodernamento degli F-35,

La Trenta tace anche sul fatto che, oltre ai potenti interessi del complesso militare-industriale, l’F-35 è legato alla strategia nucleare USA/NATO. Per usare tutte le capacità della nuova bomba nucleare B61-12, che dal 2020 il Pentagono schiererà in Italia e altri paesi europei, occorrono i nuovi caccia F-35A. Ciò comporta la soluzione di altri problemi tecnici, che si aggiungono ai numerosi verificatisi nel programma F-35. Il complesso software del caccia, che è stato finora modificato oltre 30 volte, richiede ulteriori aggiornamenti. Per modificare i primi 12 F-35 l’Italia dovrà spendere circa 400 milioni di euro, che si aggiungono alla spesa ancora inquantificata (stimata in 13-16 miliardi di euro)  per l’acquisto dei 90 caccia e per il loro ammodernamento. Soldi che escono dalle casse dello Stato (ossia dalle nostre), mentre quelli ricavati dai contratti per la produzione dell’F-35 entrano nelle casse delle industrie militari.

Tutto questo la Trenta non l’ha raccontato nello spot pubblicitario  a Omnibus, assicurando che sarà il suo ministero a «decidere tenendo esclusivamente conto dell'interesse nazionale». Quando invece c’è un unico modo per garantire l’interesse nazionale: uscire completamente dal programma F-35.



(il manifesto, 7 luglio 2018)



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Wednesday, July 4, 2018

EN --Manlio Dinucci -- The Art of War -- The USA and NATO ousts crisis-ridden EU



« THE ART OF WAR »

The USA and NATO ousts crisis-ridden EU

by Manlio Dinucci


Two summits, both in Brussels at a two-week interval, represent the status quo of the European situation. The meeting of the European Council on 28 June confirmed that the Union, founded on the interests of the economic and financial oligarchies, beginning with those of the greatest powers, is presently crumbling because of its conflicts of interest, which are not limited to the migrant question.

The North Atlantic Council – to be attended, on 10-11 July, by the heads of state and government of 22 EU countries (of a total of 28), members of the Alliance (with Great Britain leaving the Union) – will reinforce NATO under US command. President Donald Trump will therefore be holding the strongest cards at the bilateral Summit which is to be held five days later, on 16 July in Helsinki, with Russian President Vladimir Putin.

Whatever the US President stipulates at the negotiating table, it will fundamentally affect the situation in Europe. The fact that the USA have never wanted a unified Europe as an equal ally is no secret to anyone. For more than 40 years, during the Cold War, they maintained Europe in subordination as the front line of the nuclear confrontation with the Soviet Union. In 1991, when the Cold War was over, the United States feared that the European allies could question their leadership or decide that NATO was now obsolete, overtaken as it was by the new geopolitical situation. This is the reason for the strategic reorientation of NATO, still under US command, recognised by the Treaty of Maastricht as the « foundation for the defence » of the European Union, and also for its expansion towards the East, linking the former countries of the Warsaw Pact more to Washington than Brussels.

During the wars waged after the end of the Cold War (Iraq, Yugoslavia, Afghanistan, Iraq for the second time, Libya, Syria), the United States were pursuing secret deals with the greatest European powers (Great Britain, France, Germany) and sharing with them certain zones of influence, while from the other European states (including Italy) they obtained what they wanted without any substantial concessions.

Washington's main objective is not only to keep the European Union in a subordinate position, but  even more so, to prevent the formation of an economic zone which could unite all of Europe, including Russia, by connecting to China with the developing « new Silk Road ». This has led to the new Cold War that was triggered in Europe in 2014 (during the Obama administration), and the economic sanctions and the escalation of NATO's strategy against Russia.

The strategy of « divide and rule », originally dressed up in the costumes of diplomacy, is now clear for all to see. When he met President Macron in April, Trump suggested that France should leave the European Union, offering him commercial conditions more advantageous than those of the EU. We do not know what is being decided in Paris. But it is significant that France launched a plan anticipating joint military operations with a group of EU countries, a plan made independently of the decision-making apparatus of the EU. The agreement was signed in Luxembourg, on 25 June, by France, Germany, Belgium, Denmark, Holland, Spain, Portugal, Estonia and the United Kingdom, which would therefore be able to participate even after its exit from the EU in March 2019. The French Minister for Defence, Florence Parly, noted that Italy has not yet signed the agreement because of « a question of details, not substance ».

In fact, the plan was approved by NATO, since it « completes and augments the rapidity of the armed forces of the Alliance ». And, as underlined the Italian Minister for Defence Elisabetta Trenta, because the « European Union must become a provider of security at the international level, and to do so, it must reinforce its cooperation with NATO ».

Translation: Pete Kimberley

il manifesto, July 3, 2018.

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Tuesday, July 3, 2018

FR -- Manlio Dinucci -- L'Art de la Guerre -- Les USA et l’OTAN évincent l’UE en crise


« L’Art de la Guerre »
Les USA et l’OTAN évincent l’UE en crise
par Manlio Dinucci

Deux sommets, tous deux à Bruxelles à deux semaines de distance, représentent le statut quo de la situation européenne. La réunion du Conseil européen, le 28 juin, a confirmé que l’Union, fondée sur les intérêts des oligarchies économiques et financières à commencer par celles des plus grandes puissances, est en train de s’effriter à cause de conflits d’intérêt ne se limitant pas à la question des migrants.
Le Conseil de l’Atlantique-Nord —auquel participeront les 10-11 juillet les chefs d’État et de gouvernement des 22 pays UE (sur un total de 28) membres de l’Alliance (avec la Grande-Bretagne sortant de l’Union)— renforcera l’OTAN/NATO sous commandement US. Le président Donald Trump aura ainsi en main des cartes plus fortes au Sommet bilatéral qu’il tiendra cinq jours plus tard, le 16 juillet à Helsinki, avec le président russe Vladimir Poutine.
De ce que le président US stipulera à la table des négociations dépendra fondamentalement la situation de l’Europe. Que les USA n’aient jamais voulu une Europe unie comme allié d’égal à égal n’est pas un mystère. Pendant plus de 40 ans, durant la Guerre froide, ils la tiennent subordonnée comme première ligne de la confrontation nucléaire avec l’Union Soviétique. En 1991, la Guerre froide finie, les États-Unis redoutent que les alliés européens puissent mettre en question leur leadership ou juger désormais inutile l’ OTAN/NATO, dépassée par la nouvelle situation géopolitique. D’où la réorientation stratégique de l’ OTAN/NATO toujours sous commandement US, reconnue par le Traité de Maastricht comme « fondement de la défense » de l’Union européenne, et son élargissement à l’Est liant les ex-pays du Pacte de Varsovie plus à Washington qu’à Bruxelles.
Au cours des guerres de l’après-Guerre froide (Irak, Yougoslavie, Afghanistan, à nouveau Irak, Libye, Syrie), les États-Unis traitent en sous-main avec les plus grandes puissances européennes (Grande-Bretagne, France, Allemagne) en partageant avec elles les zones d’influence, tandis que des autres (Italie comprise) ils obtiennent ce qu’ils veulent sans substantielles concessions.
L’objectif fondamental de Washington est non seulement de garder l’Union européenne en position subordonnée mais, à plus forte raison, d’empêcher la formation d’une aire économique qui embrasse toute la région européenne, Russie comprise, en se reliant à la Chine par l’intermédiaire de la naissante « nouvelle route de la soie ». D’où la nouvelle Guerre froide qu’on a fait exploser en Europe en 2014 (durant l’administration Obama), les sanctions économiques et l’escalade de l’Otan contre la Russie.
La stratégie du « diviser pour régner », c’est-à-dire du diviser pour dominer, d’abord camouflée sous des habits diplomatiques, se trouve désormais mise en lumière. En rencontrant en avril le président Macron, Trump a proposé que la France sorte de l’Union européenne, en lui offrant des conditions commerciales plus avantageuses que celles de l’UE. On ne sait pas ce qui est en train de se décider à Paris. Mais significatif est le fait que la France ait lancé un plan qui prévoit des opérations militaires conjointes d’un groupe de pays de l’UE indépendamment des mécanismes décisionnels de l’UE : l’accord a été signé à Luxembourg, le 25 juin, par la France, l’Allemagne, la Belgique, le Danemark, les Pays-Bas, l’Espagne, le Portugal, l’Estonie et le Royaume-Uni, qui pourra ainsi y participer même après la sortie de l’UE en mars 2019. L’Italie, a précisé la ministre française de la défense Florence Parly, n’a pas encore apposé sa signature pour « une question de détails, pas de substance ».
Le plan a été en fait approuvé par l’OTAN/NATO, car « il complète et potentialise la rapidité des forces armées de l’Alliance ». Et, souligne la ministre italienne de la défense Elisabetta Trenta, comme « l’Union européenne doit devenir un producteur de sécurité au niveau mondial, pour le faire elle doit renforcer sa coopération avec l’OTAN/NATO ».
Traduction : Marie-Ange Patrizio
il manifesto, le 03 Juillet 2018

Monday, July 2, 2018

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- USA e NATO suplantam a UE em crise


A Arte da Guerra

USA e NATO esmagam a União Europeia em crise

Manlio Dinucci




Duas Cimeiras, ambas em Bruxelas, num espaço de duas semanas, representam a condição da situação europeia.

A reunião do Conselho Europeu, em 28 de Junho, confirmou que a União, baseada nos interesses das oligarquias económicas e financeiras, relativos às grandes potências, está a desmoronar-se devido a conflitos de interesses e não apenas devido à questão dos migrantes.

O Conselho do Atlântico Norte – no qual participarão, em 10 e 11 de Julho, os Chefes de Estado e de Governo dos 22 países da UE (num total de 28) membros da Aliança (com a Grã-Bretanha de saída da União) - reforçará a NATO sob comando USA.

O Presidente Trump terá, assim, na mão, cartas mais fortes na Cimeira bilateral que acontecerá cinco dias depois, a 16 de Julho, em Helsínquia, com o Presidente Vladimir Putin, da Rússia. O que o Presidente dos EUA estabelecerá na mesa de negociações dependerá fundamentalmente da situação da Europa. Não é segredo que os EUA nunca quiseram uma Europa unida como aliada paritária. Durante mais de 40 anos, aquando da Guerra Fria, têm-na mantido subordinada e na primeira linha de confronto nuclear com a União Soviética.

Em 1991, acabada a Guerra Fria, os Estados Unidos temem que os aliados europeus possam questionar a sua liderança ou considerar a NATO como inútil, ultrapassada pela nova situação geopolítica. Daí a reorientação estratégica da NATO, sempre sob comando USA, reconhecida pelo Tratado de Maastricht como “fundamento da defesa" da União Europeia e o seu alargamento para Leste,  ligando os antigos países do Pacto de Varsóvia ainda mais a Washington do que a Bruxelas.

Durante as guerras pós-Guerra Fria (Iraque, Jugoslávia, Afeganistão, novamente o Iraque, Líbia, Síria), os Estados Unidos negociam em segredo com as principais potências europeias (Grã-Bretanha, França, Alemanha) repartindo com elas, áreas de influência, enquanto das outras (incluindo a Itália) conseguem o que querem sem concessões consideráveis. 

O objectivo fundamental de Washington é não só manter a União Europeia numa posição subordinada, mas, sobretudo, impedir a formação de uma área económica que abranja toda a região europeia, incluindo a Rússia, ligando-se à China através da Nova Rota da Seda que está a surgir. Daí, em 2014, com a crise na Ucrânia (durante a Administração Obama), a nova Guerra Fria que fez explodir na Europa, sanções económicas e a escalada da NATO contra a Rússia.

A estratégia de "dividir e reinar", isto é, de dividir para dominar, primeiro disfarçada sob roupagens diplomáticas, está agora exposta à luz.

Ao reunir-se em Abril com o Presidente Macron,  Trump propôs que a França saísse da União Europeia, oferecendo condições comerciais mais vantajosas do que as da União Europeia. Não sabemos o que estão a decidir em Paris. É significativo, contudo, o facto de que a França tenha lançado um plano que prevê operações militares conjuntas de um grupo de países da UE, independentemente dos mecanismos de decisão da própria União Europeia: o acordo foi assinado em Luxemburgo, em 25 de Junho, pela França, Alemanha, Bélgica. Dinamarca, Holanda, Espanha, Portugal, Estónia e pela Grã-Bretanha, que assim, poderá participar após a sua saída da UE, em Março de 2019.

A Itália, especificou a Ministra da Defesa francesa, Parly, ainda não assinou por “uma questão de detalhes, não de substância”.

O plano foi, de facto, aprovado pela NATO, pois "completa e fortalece a prontidão das forças armadas da Aliança". E, sublinha a Ministra da Defesa italiana, Trenta, visto que “a União Europeia deve tornar-se um produtor de segurança a nível global; para fazê-lo, deve reforçar a sua cooperação com a NATO ".

Il manifesto, 03 Julho de 2018

NO WAR NO NATO

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IT-- Manlio Dinucci -- L'arte della guerra -- USA e NATO soppiantano la UE in crisi


L’arte della guerra

USA e NATO soppiantano la UE in crisi

Manlio Dinucci

Due Summit, ambedue a Bruxelles a distanza di due settimane, rappresentano lo status della situazione europea.

La riunione del Consiglio europeo, il 28 giugno, ha confermato che l’Unione, fondata sugli interessi delle oligarchie economiche e finanziarie a partire da quelle delle maggiori potenze, si sta sgretolando per contrasti di interesse non solo sulla questione dei migranti.

Il Consiglio Nord-Atlantico – cui parteciperanno il 10-11 luglio i capi di stato e di governo dei 22 paesi UE (su un totale di 28) membri della Alleanza (con la Gran Bretagna in uscita dall’Unione) – rafforzerà la NATO sotto comando USA. 

Il presidente Trump avrà così in mano carte più forti al Summit bilaterale che terrà cinque giorni dopo, il 16 luglio a Helsinki, col presidente russo Putin. Da ciò che il presidente USA stabilirà al tavolo negoziale dipenderà fondamentalmente la situazione dell’Europa. Non è un mistero che gli USA non hanno mai voluto una Europa unita quale alleato paritetico. Per oltre 40 anni, durante la guerra fredda, la tengono subordinata quale prima linea del confronto nucleare con l’Unione Sovietica.

Nel 1991, finita la guerra fredda, gli Stati Uniti temono che gli alleati europei possano mettere in discussione la loro leadership o ritenere ormai inutile la NATO, superata dalla nuova situazione geopolitica. Da qui il riorientamento strategico della NATO sempre sotto comando USA, riconosciuta dallo stesso Trattato di Maastricht «fondamento della difesa» dell’Unione Europea, e il suo allargamento ad Est legando gli ex paesi del Patto di Varsavia più a Washington che a Bruxelles.

Nel corso delle guerre del dopo guerra fredda (Iraq, Jugoslavia, Afghanistan, di nuovo Iraq, Libia, Siria), gli Stati Uniti trattano sottobanco con le maggiori potenze europee (Gran Bretagna, Francia, Germania) spartendo con loro aree di influenza, mentre dalle altre (Italia compresa) ottengono ciò che vogliono senza sostanziali concessioni.

Scopo fondamentale di Washington è non solo mantenere l’Unione Europea in posizione subordinata ma, a maggior ragione, impedire la formazione di un’area economica che abbracci l’intera regione europea, Russia compresa, collegandosi alla Cina tramite la nascente Nuova Via della Seta. Da qui la nuova guerra fredda fatta esplodere in Europa nel 2014 (durante l’amministrazione Obama), le sanzioni economiche e la escalation NATO contro la Russia.

La strategia del «divide et impera», ossia del dividere per dominare, prima camuffata sotto vesti diplomatiche, viene ormai alla luce.

Incontrando in aprile il presidente Macron, Trump ha proposto che la Francia esca dall’Unione Europea, offrendole condizioni commerciali più vantaggiose di quelle della UE. Non si sa che cosa stiano decidendo a Parigi. È significativo però il fatto che la Francia abbia varato un piano che prevede operazioni militari congiunte di un gruppo di paesi della UE indipendentemente dai meccanismi decisionali della UE: l’accordo è stato firmato a Lussemburgo, il 25 giugno, da Francia, Germania, Belgio, Danimarca, Olanda, Spagna, Portogallo, Estonia e Gran Bretagna, che potrà così parteciparvi anche dopo l’uscita dalla UE nel marzo 2019.

L’Italia, ha precisato la ministra francese della difesa Parly, non ha ancora apposto la firma per «una questione di dettagli, non di sostanza».

Il piano è stato infatti approvato dalla NATO, poiché «completa e potenzia la prontezza delle forze armate dell’Alleanza». E, sottolinea la ministra italiana della difesa Trenta, poiché «l'Unione europea deve diventare un produttore di sicurezza a livello globale, per farlo deve rafforzare la sua cooperazione con la NATO».

il manifesto, 03 luglio 2018

Sunday, July 1, 2018

NATO’s Secret Armies. Operation GLADIO and the Strategy of Tension

NATO’s Secret Armies. Operation GLADIO and the Strategy of Tension

Interview with Dr. Daniele Ganser


This article was first posted on GR in January 2016
Our guest this week is Swiss historian Dr. Daniele Ganser, author of the seminal book NATO’s Secret Armies: Operation GLADIO and Terrorism in Western Europe, who joins us for a fascinating (though at times unsettling) conversation on the subject of Operation GLADIO.
Shortly after WWII a Europe-wide network of secret armies was organised under the aegis of NATO, tasked with providing military and intelligence resistance in the event of a feared Soviet invasion. Modelled on the resistance movements of the war years, many of these “stay behind” units remained faithful to their original mandate. But by the early 1960s – under the pressures of anti-communist politicking and flirtations with the Far Right – some of these groups began to morph into something more sinister, linking up with extreme right-wingers who carried out acts of false-flag terrorism, harassment of left-wing parties and coups d’état.
But was this morphing simply an unforseen consequence of the unaccountability and instability of the network itself? Or was it, at least in part, engineered by the very Anglo-American establishment which gave birth to the project in the first place? And to what extent, therefore, can such acts of terror be seen as manifestations of ‘the strategy of tension’, carried out by the State against its own citizens for the purposes of control at home and geopolitical gain abroad? (We also discuss: Operation Northwoods, the so-called War on Terror, 9/11 and the recent Charlie Hebdo attacks.)
Original Audio  Notes                                                                                                         
Transcribed by Sarah Brand & Julian Charles
Julian Charles:  Hello everybody, this is Julian Charles of TheMindRenewed.com, coming to you, as usual, from the depths of the Lancashire countryside here in the UK. Today is the 27th of January 2015, and I am very privileged to be able to welcome to the programme Dr. Daniele Ganser, who is author of the seminal book,NATO’s Secret Armies : Operation GLADIO and Terrorism in Western Europe. Dr. Ganser is a Swiss historian specialising in contemporary history since 1945 and international politics, whose research centres in peace studies, geostrategy, covert warfare, resource wars and economic policy. He teaches at the University of St. Galen and the University of Basel, and is also founder and Director of the Swiss Institute for Peace and Energy Research, which is also in Basel. Dr. Ganser, thank you for joining us.
Daniele Ganser:  Thanks very much for having me.
Daniele Ganser : NATO's Secret Armies
JC:  It’s great to be speaking to you at long last. I’ve given very cryptic information about you in my opening remark, so could you give us a fuller impression of the work that you do?
DG:  Yes, the information you provided is correct. I am forty-two years old, have two kids, and live in Switzerland. I research secret warfare, looking at resource wars, special operation forces, secret services, and I’m interested in peace research and in human rights. So, I’m an activist academic, one of those academics who feel it’s not right that we’re stuck in this world of violence.

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio + maria

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LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


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L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

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Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019