GIULIETTO CHIESA

FREE JULIAN ASSANGE

WWIII + S SITE

 

CROATIAN   ENGLISH   GREEK   NEDERLANDS   POLSKI   PORTUGUESE   ROMANIAN  SPANISH  РУССКИЙ

What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

READ MORE

 
 

Friday, January 8, 2021

CH -- 拉里·罗曼诺夫 -- 关于新冠病毒未解释的事情 波浪,涟漪和波涛 -- 2020年12月14日

 



关于新冠病毒未解释的事情

波浪,涟漪和波涛

 

拉里·罗曼诺夫,2020年12月14日

 


 

ENGLISH  ESPAÑOL  ITALIANO  RUSSIAN

 

让我们来看看典型传染病爆发的正常模式。美国疾控中心认为:(1)

 “共同来源的疫情是指一群人都暴露于同一来源的传染性病原体或毒素。如果把流行病期间的病例数随时间绘制出来,结果图…通常会有一个陡峭的上坡和一个更渐进的下坡(所谓的“对数正态分布”)。“传播型疫情通常在一到两周之间出现几个高峰,通常经过几代人的传播就会消失。

 

 “一些流行病具有共同来源流行病和传播流行病的特点。在共同来源暴发后继发人际传播的模式并不罕见。”美国疾病控制与预防中心表示,在接下来的几周内,这些疾病也会产生几代人或高峰。但在所有这些自然传染病爆发的例子中,传播和时间基本上遵循相同的典型模式,可能延长,但仍然接近高峰的时间。以下是来自CDC的三张图表。你可以清楚地看到,我们有一个上升(如果是单一来源,则快速;如果是传播或混合,则缓慢),然后是一个峰值,一个渐进的
逐渐减少,然后停止。

 



可怕的“第二波浪潮”

 

RU -- LARRY ROMANOFF -- COVID-19. Выпадающее из объяснений.

 COVID-19.  Выпадающее из объяснений.

Волны, рябь и всплески.


 Текст: Ларри Романофф, 14 декабря 2020 г.


 

Давайте рассмотрим характерные  особенности  вспышки типового  инфекционного заболевания. Согласно определению  американского Центра по Контролю и Предотвращения Болезней  (US CDC): [1]

 

"Вспышка болезни из единого общего источника - это такая вспышка, при которой группа людей подвергается воздействию инфекционного агента или токсина из одного и того же источника. Если число случаев заболевания нанести на график с абсциссой  по времени эпидемии, то получившаяся кривая  имеет .. обычно крутой подъем и менее резкий постепенный спуск (так называемое "логарифмически нормальное распределение"). Распространение и развитие вспышки заболевания происходит в результате передачи инфекции от одного человека к другому [обычно] при непосредственном контакте человека с человеком . . " Вспышки распространения обычно демонстрируют несколько пиков с интервалами в одну или две недели. Эпидемия в типовом случае затухает после нескольких  подобных циклов.

 

SP -- LARRY ROMANOFF -- COVID-19 Des-Explicado -- OLAS, ONDAS E MAREJADAS -- December 14, 202 (completo)

   

 

  

COVID-19 Des-Explicado

LARRY ROMANOFF • 14 DICIEMBRE 2020

Fuente:http://www.bluemoonofshanghai.com/politics/1251/







 

Olas, ondas y marejadas

Monday, January 4, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A arte da Guerra -- Por trás do veredicto de Londres sobre Julian Assange

 


A Arte da Guerra

Por trás do veredicto de Londres sobre Julian Assange

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO PORTUGUÊS

 

De um processo injusto - o de Londres referente a Julian Assange, fundador do WikiLeaks - resultou numa sentença que, à primeira vista, parece justa: a não extradição do jornalista para os Estados Unidos, onde o aguarda uma sentença de 175 anos de prisão, ao abrigo da Lei de Espionagem de 1917. Resta saber, no momento em que escrevemos, se e de que modo Assange será libertado, após sete anos de confinamento na Embaixada do Equador e quase dois anos de prisão desumana, em Londres.

 

Fala-se da sua libertação sob fiança, mas se Washington recorrer da sentença (como parece certo), o processo de extradição pode ser reaberto e Assange deve permanecer à disposição da magistratura na Grã-Bretanha. Há também o facto de que, no veredicto, a Juíza Vanessa Baraister ter dito estar convencida da "boa fé" das autoridades americanas e da regularidade de um possível julgamento nos Estados Unidos, motivando o veredicto apenas por "razões de saúde mental" que poderiam levar Assange ao suicídio.

 

O que é que, na realidade, determinou a não extradição de Julian Assange para os EUA, neste momento?

 

Por um lado, a campanha internacional pela sua libertação, que levou o caso Assange ao conhecimento da opinião pública. Por outro lado, o facto de que um julgamento público de Julian Assange nos EUA seria extremamente embaraçoso para o ‘establishment’ político-militar.

 

Como prova dos "crimes" de Assange, a acusação teria de mostrar os crimes de guerra dos EUA trazidos à luz pelo WikiLeaks. Por exemplo, quando em 2010 publicou mais de 250.000 documentos americanos, muitos deles rotulados como "confidenciais" ou "secretos", sobre as guerras no Iraque e no Afeganistão.

 

Ou quando, em 2016, Assange já estava retido na Embaixada do Equador, em Londres, o WikiLeaks publicou mais de 30.000 emails e documentos enviados e recebidos entre 2010 e 2014 por Hillary Clinton, Secretária de Estado da Administração Obama. Entre eles encontra-se um email de 2011, que revela o verdadeiro objectivo da guerra da NATO contra a Líbia, concretizado em particular pelos EUA e pela França: impedir Gaddafi de utilizar as reservas de ouro da Líbia para criar uma moeda pan-africana alternativa ao dólar e ao franco CFA, a moeda imposta pela França a 14 antigas colónias.

 

Juntamente com dezenas de milhares de documentos, que trouxeram à luz os verdadeiros objectivos desta e de outras operações de guerra, o WikiLeaks publicou imagens em vídeo de massacres de civis no Iraque e noutros locais, mostrando a verdadeira face da guerra. Aquele que hoje em dia é escondido pelos grandes meios de comunicação social. Enquanto na Guerra do Vietname dos anos 60, relatos jornalísticos e imagens dos massacres desencadearam um vasto movimento contra a "guerra suja", contribuindo para a derrota dos Estados Unidos, o jornalismo de guerra está hoje, cada vez mais regimentado: aos correspondentes embedded, seguindo as tropas, é mostrado apenas o que os comandos querem, os únicos autorizados a fornecer "informações" nos seus briefing.

 

Os raros jornalistas íntegros trabalham em condições cada vez mais difíceis e arriscadas, e as suas reportagens são frequentemente censuradas pelos principais meios de comunicação social, na qual domina a narrativa oficial dos acontecimentos. O jornalismo de investigação do WikiLeaks abriu fendas no muro do silêncio mediático que cobre os verdadeiros interesses das elites poderosas que, operando no "Estado Profundo", continuam a jogar a carta da guerra, com a diferença de que hoje, com armas as nucleares, pode levar o mundo à catástrofe final.

 

Violar as salas secretas destes grupos de poder, trazendo à luz as suas estratégias e tramas, é uma acção extremamente arriscada tanto para os jornalistas como para aqueles que, rebelando-se contra o silêncio, os ajudam a descobrir a verdade.

 

É o caso emblemático de Chelsea Manning, a activista americana acusada de fornecer ao WikiLeaks documentos de que tomou conhecimento enquanto trabalhava como analista dos serviços secretos do exército americano durante a guerra do Iraque. Foi condenada a 37 anos de detenção numa prisão de segurança máxima e, libertada após 7 anos de prisão penosa, foi novamente presa por se recusar a testemunhar contra Assange e, após uma tentativa de suicídio, foi posta em liberdade condicional.

 

Manlio Dinucci

il manifesto,05 de Janeiro de 2021


Manlio Dinucci

Geógrafo e geopolitólogo. Livros mais recentes: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018; Premio internazionale per l'analisi geostrategica atribuído em 7 de Junho de 2019, pelo Club dei giornalisti del Messico, A.C.

IT -- Manlio Dinucci -- L'arte della guerra -- Dietro il verdetto di Londra su Julian Assange

 


L’arte della guerra

Dietro il verdetto di Londra su Julian Assange

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO PORTUGUÊS

  

Da un processo ingiusto – quello di Londra a Julian Assange, fondatore di WikiLeaks – è scaturita una sentenza che a prima vista appare giusta: la non-estradizione del giornalista negli Stati uniti, dove lo attende una condanna a 175 anni di reclusione in base alla Legge sullo spionaggio del 1917. Resta da vedere, al momento in cui scriviamo, se e in che modo Assange verrà scarcerato dopo sette anni di confino all’ambasciata ecuadoregna e quasi due anni di carcere duro a Londra.

 

 Si parla di un suo rilascio su cauzione, ma, se Washington fa appello contro la sentenza (come appare certo), il procedimento di estradizione può essere riaperto e Assange deve restare a disposizione della magistratura in Gran Bretagna. Vi è inoltre il fatto che nel verdetto la giudice Vanessa Baraister si è detta convinta della «buona fede» delle autorità statunitensi e della regolarità di un possibile processo negli Stati uniti, motivando il verdetto solo con «ragioni di salute mentale» che potrebbero portare Assange al suicidio.

 

Che cosa in realtà ha determinato, in questo momento, la non-estradizione di Julian Assange negli Usa?

 

Da un lato la campagna internazionale per la sua liberazione, che ha portato il caso Assange all’attenzione dell’opinione pubblica.

Dall’altro il fatto che un processo pubblico a Julian Assange negli Usa sarebbe estremamente imbarazzante per l’establishment politico-militare.

 

Quale prova dei «crimini» di Assange l’accusa dovrebbe mostrare i crimini di guerra Usa, portati alla luce da WikiLeaks. Ad esempio, quando nel 2010 essa ha pubblicato oltre 250.000 documenti statunitensi, molti dei quali etichettati come «confidenziali» o «segreti», sulle guerre in Iraq e Afghanistan.

 

Oppure quando nel 2016, al momento in cui Assange era già confinato nell’ambasciata ecuadoregna a Londra, WikiLeaks ha pubblicato oltre 30.000 email e documenti inviati e ricevuti tra il 2010 e il 2014 da Hillary Clinton, Segretaria di Stato dell’Amministrazione Obama. Tra questi una email del 2011, la quale rivela il vero scopo della guerra Nato alla Libia perseguito in particolare da Usa e Francia: impedire che Gheddafi usasse le riserve auree della Libia per creare una moneta pan-africana alternativa al dollaro e al franco Cfa, la moneta imposta dalla Francia a 14 ex colonie.

 

Insieme alle decine di migliaia di documenti, che hanno portato alla luce i veri scopi di questa e altre operazioni belliche, WikiLeaks ha pubblicato le immagini video delle stragi di civili in Iraq e altrove, mostrando il vero volto della guerra. Quello che oggi viene nascosto dai grandi media. Mentre nella guerra del Vietnam degli anni Sessanta i resoconti giornalistici e le immagini delle stragi suscitarono un vasto movimento contro la «sporca guerra», contribuendo alla sconfitta Usa, il giornalismo di guerra è oggi sempre più irreggimentato: ai corrispondenti embedded, al seguito delle truppe, viene mostrato solo ciò che vogliono i comandi, gli unici autorizzati a fornire «informazioni» nei loro briefing.

 

I pochi veri giornalisti operano in condizioni sempre più difficili e rischiose, e spesso i loro resoconti vengono censurati dai grandi media, nei quali domina la narrazione ufficiale degli eventi. Il giornalismo d’inchiesta di WikiLeaks ha aperto crepe nel muro di omertà mediatica che copre i reali interessi di potenti élite le quali, operando nello «Stato profondo», continuano a giocare la carta della guerra, con la differenza che oggi, con le armi nucleari, essa può portare il mondo alla catastrofe finale.

 

Violare le stanze segrete di questi gruppi di potere, portando alla luce le loro strategie e le loro trame, è un’azione estremamente rischiosa sia per i giornalisti, sia per coloro che, ribellandosi all’omertà, li aiutano a scoprire la verità.

 

Emblematico è il caso di Chelsea Manning, l’attivista statunitense accusata di aver fornito a WikiLeaks documenti di cui era venuta a conoscenza lavorando quale analista di intelligence dell’Esercito Usa durante la guerra in Iraq. È stata per questo condannata a 37 anni di detenzione in un carcere di massima sicurezza e, rilasciata dopo 7 anni di carcere duro, è stata di nuovo incarcerata per essersi rifiutata di testimoniare contro Assange e, dopo un tentativo di suicidio, rimessa in temporanea libertà.

Manlio Dinucci

il manifesto, 05 gennaio 2021


Manlio Dinucci 

Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

Friday, January 1, 2021

IT -- LARRY ROMANOFF -- "L'INSPIEGABILE COVID-19" HA BISOGNO DI UN'INDAGINE PENALE -- December 21, 2020

  

 

 

 

“L’INSPIEGABILE COVID-19” HA BISOGNO DI UN’INDAGINE PENALE

 


 

 21 DICEMBRE 2020

Maria Heibel

https://www.nogeoingegneria.com/uncategorized/linspiegabile-covid-19-ha-bisogno-di-unindagine-penale/

Larry Romanoff
unz.com

 

Onde, increspature e picchi

 

Esaminiamo il normale schema epidemico di una tipica malattia infettiva. Secondo il CDC statunitense:[1]
“Un’epidemia di origine comune è un’epidemia in cui un gruppo di persone è esposto ad un agente infettivo o ad una tossina proveniente dalla stessa fonte. Se, durante un’epidemia si traccia un grafico del numero di casi in funzione del tempo trascorso, la curva risultante . . . . mostrerebbe tipicamente una salita ripida e una discesa più graduale (la cosiddetta “distribuzione log-normale”). Un’epidemia propagata nasce dalla trasmissione da una persona all’altra [di solito] per contatto diretto da persona a persona . . .” L’epidemia propagata presenta tipicamente diversi picchi ad una o due settimane di distanza l’uno dall’altro, questo tipo di epidemia normalmente si estingue dopo un certo numero di queste riacutizzazioni.

 

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

Read more

ARRIVING IN CHINA

Ver a imagem de origem

APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

Click upon CC and choose your language.


manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

Click upon the small wheel at the right side of the video and choose your language.


convegno firenze 2019