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What part will your country play in World War III?
The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)
That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent.
Sunday, August 22, 2021
PT -- Manlio Dinucci -- Nenhuma lição aprendida da catástrofe afegã
Nenhuma lição
aprendida
da catástrofe afegã
Manlio Dinucci
Não somos nós que o dizemos, mas o Presidente
dos Estados Unidos, Joe Biden:
Washington nunca teve o objectivo de ajudar os afegãos e, ainda menos, de construir o seu Estado.Tudo o que os nossos meios de comunicação nos contaram, durante vinte anos, não foi senão propaganda.
No seu discurso de 16 de Agosto, na Casa Branca,
o Presidente Biden fez uma declaração lapidária: "A nossa missão no Afeganistão nunca teve como objectivo a construção de
uma nação, nunca teve a intenção de criar uma democracia unificada e
centralizada". Uma pedra tumular, colocada pelo próprio Presidente dos
Estados Unidos, na narrativa oficial que acompanhou, durante vinte anos, a "missão no Afeganistão", na
qual a Itália também dispendeu vidas humanas e dinheiro público no valor de
biliões de euros. "O nosso único
interesse nacional vital no Afeganistão permanece hoje, o que sempre foi:
evitar um ataque terrorista à pátria americana", explicou Biden. Mas
as suas palavras são ensombradas pelo Washington
Post que, desejando esvaziar o seu armário de esqueletos das ‘fake news’
espalhadas ao longo de vinte anos, emprega o título: "Os Presidentes e líderes militares dos Estados Unidos enganaram
deliberadamente o público sobre a guerra americana mais longa, travada no
Afeganistão durante duas décadas".
O público tem sido
"deliberadamente enganado" desde que, em Outubro de 2001, os Estados
Unidos, flanqueados pela Grã-Bretanha, atacaram e invadiram o Afeganistão com a
motivação de caçar Osama bin Laden, perseguido como o instigador do ataque
terrorista de 11 de Setembro (cuja versão oficial metia água por todos os
lados). O verdadeiro objectivo da guerra era a ocupação deste território de
importância geoestratégica primária, fazendo fronteira com as três antigas
repúblicas soviéticas da Ásia Central (Turquemenistão, Uzbequistão e
Tajiquistão) e com o Irão, o Paquistão e a China (a região autónoma de Xinjiang
Uygur). Já nesta altura havia fortes sinais de uma aproximação entre a China e
a Rússia: em 17 de Julho de 2001, os Presidentes Jang Zemin e Vladimir Putin
assinaram o "Tratado de Boa
Vizinhança e Cooperação Amigável", descrito como um "marco"
nas relações entre os dois países. Washington considerava a aliança emergente
entre a China e a Rússia como uma ameaça aos interesses dos EUA na Ásia, num
momento crítico em que os EUA tentavam preencher, antes dos outros, o vazio
deixado pela desagregação da URSS na Ásia Central. "Existe a possibilidade de surgir na Ásia um rival militar com uma base
de recursos formidável", advertia o Pentágono num relatório de 30 de
Setembro de 2001.
O que estava realmente em
jogo foi demonstrado pelo facto de que, em Agosto de 2003, a NATO sob comando USA,
ter subitamente assumido "o papel de liderança da ISAF", a
"Força Internacional de Assistência à Segurança" criada pelas Nações
Unidas em Dezembro de 2001, sem nessa altura, ter qualquer autorização para fazê-lo.
Desde então, mais de 50 países, membros e parceiros da NATO, participaram na
guerra do Afeganistão, sob comando USA.
O balanço político e
militar desta guerra, que derramou rios de sangue e queimou enormes recursos, é
catastrófico: centenas de milhares de mortes de civis, provocadas pelas
operações de guerra, mais um número incalculável de "mortes indirectas" devido à pobreza e às doenças provocadas
pela guerra. Só os Estados Unidos - documentado no New York Times - já gastaram mais de 2,500 biliões de dólares nela.
Para treinar e armar 300 mil soldados governamentais que, desbaratados em
poucos dias perante o avanço dos talibãs, os Estados Unidos gastaram cerca de
90 biliões de dólares. Mais de 10 biliões
de dólares, investidos em operações antidroga, resultaram na quadruplicação da
superfície cultivada com ópio, tanto que o Afeganistão fornece hoje 80% do ópio
produzido ilegalmente no mundo.
Emblemática é a história
de Ashraf Ghani, o Presidente que fugiu para o exílio dourado. Educado na
Universidade Americana em Beirute, seguiu uma carreira nas universidades de
Columbia, Berkeley, Harvard e Johns Hopkins nos EUA, e no Banco Mundial em
Washington. Em 2004, como Ministro das Finanças, obteve um "pacote de assistência" de 27,5
biliões de dólares dos países "doadores",
entre os quais a Itália. Em 2014, num país em guerra sob a ocupação USA/NATO,
foi oficialmente nomeado presidente com 55% dos votos. Em 2015, o Presidente Mattarella recebeu-o
com todas as honras no Quirinale, juntamente com a Ministra da Defesa, Pinotti,
que se tinha encontrado com ele um ano antes em Cabul.
Esta experiência
catastrófica vem juntar-se àquelas que a Itália já viveu como resultado de ter
participado, em violação da sua própria Constituição, nas guerras da NATO desde
os Balcãs até ao Médio Oriente e ao Norte de África. No entanto, nenhuma lição
foi aprendida pelas forças políticas com assento no parlamento. Enquanto em
Washington o próprio Presidente destrói o castelo de mentiras sobre os "elevados objectivos humanitários"
com que se justificava a participação italiana na guerra do Afeganistão, em
Roma, como no romance 1984, de Orwell,
a História está a ser apagada.
Manlio
Dinucci
(il manifesto, 20 de Agosto de 2021)
FR -- Manlio Dinucci -- Aucune leçon de la catastrophe afghane
00
Aucune leçon de la catastrophe afghane
Manlio Dinucci
Dans son
discours du 16 août à la Maison Blanche, le président Biden a fait une
déclaration lapidaire : “Notre mission en Afghanistan n’a jamais eu comme but
la construction d’une nation, elle n’a jamais eu comme but la création d’une
démocratie unifiée et centralisée”. Pierre tombale, posée par le président des
États-Unis lui-même, sur la narration officielle qui a accompagné pendant vingt
ans la “mission en Afghanistan”, dans laquelle l’Italie (et la France)
aussi a dépensé des vies humaines et des milliards d’euros d’argent public.
“Notre unique intérêt national vital en Afghanistan reste aujourd’hui ce qu’il
a toujours été : prévenir une attaque terroriste contre la patrie américaine”,
explique Biden. Mais sur ses paroles une ombre est jetée par le Washington
Post qui, voulant débarrasser ses propres placards des squelettes de
fake-news diffusées pendant vingt ans, titre : “Les présidents des États-Unis
et les dirigeants militaires ont délibérément fourvoyé le public sur la plus
longue guerre américaine, conduite en Afghanistan pendant deux décennies”.
Le
public a été “délibérément fourvoyé” depuis qu’en octobre 2001, les États-Unis,
flanqués de la Grande-Bretagne, attaquaient et envahissaient l’Afghanistan au
motif de donner la chasse à Oussama Ben Laden, poursuivi comme mandant de
l’attaque terroriste du 11 septembre (dont la version officielle prenait eau de
toutes parts). Le but réel de la guerre était l’occupation de ce territoire de
première importance géostratégique, frontalier avec les trois républiques
centre-asiatiques ex-soviétiques (Turkmenistan, Uzbekistan et Tadjikistan),
l’Iran, le Pakistan et la Chine (région autonome du Xinjiang Ouïgour). Il y
avait déjà à cette période de forts signaux d’un rapprochement entre Chine et
Russie : le 17 juillet 2001, les présidents Jiang Zemin et Vladimir Poutine
avaient signé le “Traité de bon voisinage et de coopération amicale”, défini
comme une “pierre angulaire” dans les relations entre les deux pays. Washington
considérait l’alliance naissante entre Chine et Russie comme une menace pour
les intérêts étasuniens en Asie, au moment critique où les États-Unis
essayaient d’occuper, avant les autres, le vide que la désagrégation de l’URSS
avait laissé en Asie Centrale. “La possibilité existe qu’émerge en Asie un
rival militaire avec une formidable base de ressources”, avertissait le
Pentagone dans un rapport du 30 septembre 2001.
Ce
qu’était le réel enjeu allait être démontré par le fait que, en août 2003,
l’OTAN sous commandement USA prenait par un coup de force “le rôle de
leadership de l’Isaf”, la “Force internationale d’assistance à la sécurité”
créée par les Nations Unies en décembre 2001, sans qu’à ce moment là elle n’ait
aucune autorisation de le faire. À partir de là plus de 50
pays, membres et partenaires de l’OTAN, participèrent sous commandement USA à
la guerre en Afghanistan.
Le bilan
politico-militaire de cette guerre, qui a versé des fleuves de sang et brûlé
d’énormes ressources, est catastrophique : des centaines de milliers de morts
chez les civils, provoquées par les opérations guerrières, plus un nombre
incalculable de “morts indirectes” à cause de la pauvreté et des maladies
causées par la guerre. Les États-Unis à eux
seuls -documente le New York Times- ont dépensé plus de 2.500 milliards
de dollars. Pour entraîner et armer 300 mille soldats gouvernementaux, débandés
en quelques jours devant l’avancée taliban, les USA ont dépensé environ 90
milliards de dollars. Environ 55 milliards pour la “reconstruction” ont été en
grande partie gaspillés à cause de la corruption et de l’inefficience. Plus de
10 milliards de dollars, investis en opérations anti-drogue, ont eu comme
résultat la multiplication par quatre de la surface cultivée d’opium, si bien
que l’Afghanistan fournit aujourd’hui 80% de l’opium produit illégalement dans
le monde.
Emblématique est l’histoire d’Ashraf Ghani, le président actuellement en
fuite vers un exil doré. Formé à l’Université Américaine à Beyrouth, il faisait
carrière dans les universités Columbia, Berkeley et John Hopkins aux USA, et à
la Banque Mondiale à Washington. En 2004, au poste de ministre des Finances, il
obtenait des pays “donateurs”, dont l’Italie, un “paquet d’assistance” de 27,5
milliards de dollars. En 2014, dans un pays en guerre sous occupation USA/OTAN,
il était nommé président avec officiellement 55% de voix. En 2015 le président
(italien) Mattarella le recevait avec tous les honneurs au Quirinal, avec la
ministre de la Défense Pinotti qui l’avait rencontré un an avant à Kaboul.
Cette catastrophique expérience s’ajoute à celles que l’Italie a
déjà vécues pour avoir participé, en violant sa propre Constitution, aux
guerres OTAN des Balkans, du Moyen-Orient et d’Afrique du Nord. Mais aucune
leçon n’est tirée par les forces politiques qui siègent au parlement. Tandis
qu’à Washington le président lui-même démolit le château de mensonges sur les
“buts humanitaires élevés”, avec lesquels a été motivée la participation
italienne à la guerre en Afghanistan, à Rome, comme dans le roman 1984 d’Orwell,
on efface l’histoire.
Édition de vendredi 20 août
2021 d’il manifesto
Traduit de l’italien par Marie-Ange
Patrizio
IT -- Manlio Dinucci -- Nessuna lezione dalla catastrofe afghana
Nessuna lezione
dalla catastrofe afghana
Manlio Dinucci
Nel discorso del 16 agosto alla Casa Bianca, il presidente Biden ha fatto una lapidaria dichiarazione: «La nostra missione in Afghanistan non ha mai avuto come scopo la costruzione di una nazione, non ha mai avuto come scopo la creazione di una democrazia unificata e centralizzata». Una pietra tombale, messa dallo stesso presidente degli Stati uniti, sulla narrazione ufficiale che ha accompagnato per vent’anni la «missione in Afghanistan», in cui anche l’Italia ha speso vite umane e denaro pubblico per miliardi di euro. «Il nostro unico interesse nazionale vitale in Afghanistan rimane oggi quello che è sempre stato: prevenire un attacco terroristico alla patria americana», spiega Biden. Ma sulle sue parole getta ombra il Washington Post che, volendo svuotare il proprio armadio dagli scheletri delle fake news diffuse per vent’anni, titola: «I presidenti degli Stati Uniti e i leader militari hanno deliberatamente fuorviato il pubblico sulla più lunga guerra americana, condotta in Afghanistan per due decenni».
Il pubblico è stato «deliberatamente fuorviato» da quando, nell’ottobre 2001, gli Stati uniti, affiancati dalla Gran Bretagna, attaccavano e invadevano l’Afghanistan con la motivazione di dare la caccia a Osama bin Laden, perseguito come mandante dell’attacco terroristico dell’11 settembre (la cui versione ufficiale faceva acqua da tutte le parti). Reale scopo della guerra era l’occupazione di questo territorio di primaria importanza geostrategica, confinante con le tre repubbliche centrasiatiche ex sovietiche (Turkmenistan, Uzbekistan e Tagikistan), l’Iran, il Pakistan e la Cina (la regione autonoma Xinjiang Uygur). Vi erano già in questo periodo forti segnali di un riavvicinamento tra Cina e Russia: il 17 luglio 2001, i presidenti Jang Zemin e Vladimir Putin avevano firmato il «Trattato di buon vicinato e amichevole cooperazione», definito una «pietra miliare» nelle relazioni tra i due paesi. Washington considerava la nascente alleanza tra Cina e Russia una minaccia agli interessi statunitensi in Asia, nel momento critico in cui gli Stati Uniti cercavano di occupare, prima di altri, il vuoto che la disgregazione dell’Urss aveva lasciato in Asia Centrale. «Esiste la possibilità che emerga in Asia un rivale militare con una formidabile base di risorse», avvertiva il Pentagono in un rapporto del 30 settembre 2001.
Quale fosse la reale posta in gioco lo dimostrava il fatto che, nell’agosto 2003, la Nato sotto comando Usa assumeva con un colpo di mano «il ruolo di leadership dell’Isaf», la «Forza internazionale di assistenza alla sicurezza» creata dalle Nazioni Unite nel dicembre 2001, senza che in quel momento avesse alcuna autorizzazione a farlo. Da quel momento oltre 50 paesi, membri e partner della Nato, partecipavano sotto comando Usa alla guerra in Afghanistan.
Il bilancio politico-militare di questa guerra, che ha versato fiumi di sangue e bruciato enormi risorse, è catastrofico: centinaia di migliaia di morti tra i civili, provocati dalle operazioni belliche, più un numero inquantificabile di «morti indirette» per povertà e malattie causate dalla guerra. Solo gli Stati uniti – documenta il New York Times – vi hanno speso oltre 2.500 miliardi di dollari. Per addestrare e armare 300 mila soldati governativi, sbandatisi in pochi giorni di fronte all’avanzata talebana, sono stati spesi dagli Usa circa 90 miliardi. Circa 55 miliardi per la «ricostruzione» sono stati in gran parte sprecati a causa della corruzione e inefficienza, Oltre 10 miliardi di dollari, investiti in operazioni anti-droga, hanno avuto come risultato che la superficie coltivata ad oppio è quadruplicata, tanto che l’Afghanistan fornisce oggi l’80% dell’oppio prodotto illegalmente nel mondo.
Emblematica è la storia di Ashraf Ghani, il presidente fuggito in un esilio dorato. Formatosi all’Università Americana a Beirut, faceva carriera alle università Columbia, Berkeley, Harvard e Johns Hopkins negli Usa, e alla Banca Mondiale a Washington. Nel 2004, in veste di ministro delle finanze, otteneva dai paesi «donatori», tra cui l’Italia, un «pacchetto di assistenza» di 27,5 miliardi di dollari. Nel 2014, in un paese in guerra sotto occupazione Usa/Nato, veniva nominato presidente ufficialmente col 55% dei voti. Nel 2015 il presidente Mattarella lo riceveva con tutti gli onori al Quirinale, insieme alla ministra della Difesa Pinotti che lo aveva incontrato un anno prima a Kabul.
Questa catastrofica esperienza si aggiunge a quelle che l’Italia ha già vissuto per aver partecipato, violando la propria Costituzione, alle guerre Nato dai Balcani al Medioriente e al Nordafrica. Nessuna lezione ne viene però tratta dalle forze politiche che siedono in parlamento. Mentre a Washington lo stesso Presidente demolisce il castello di menzogne sugli «alti scopi umanitari», con cui è stata motivata la partecipazione italiana alla guerra in Afghanistan, a Roma, come nel romanzo 1984 di Orwell, si cancella la storia.
(il manifesto, 20 agosto 2021)
Tuesday, August 17, 2021
PT — LARRY ROMANOFF — Estatísticas Económicas dos EUA: “Números pouco fiáveis” — August 08, 2021
Estatísticas Económicas dos EUA: "Números pouco fiáveis"
Por Larry Romanoff, 10 de Novembro de 2019
Traduzido em exclusivo para PRAVDA PT
O governo dos EUA e os meios de comunicação ocidentais gostam de acusar a China de elaborar números não fiáveis, mas é largamente reconhecido que não existem estatísticas económicas nacionais no mundo tão deliberadamente não fiáveis e enganadoras como as dos EUA. No entanto, uma outra característica da Grande Transformação foi a capacidade inovadora do governo dos EUA de elaborar estatísticas que elevaram a desinformação económica a uma forma de arte.
O desemprego é superior ao dobro do valor oficialmente declarado,
A inflação é mais elevada do que o triplo declarado, e
O PIB é inferior a dois terços dos números publicados.
O mesmo aplica-se às estatísticas sobre salários, habitação e muito mais.
Muitos investigadores publicaram estudos que demonstram, que as estatísticas económicas oficiais dos EUA, em quase todas as áreas, são muito distorcidas a fim de pintar um quadro positivo completamente diferente da realidade.
Como observou um comentador:
"Os números de postos de trabalho são fraudulentos, a taxa de desemprego é enganadora, as medidas de inflação estão subavaliadas e a taxa de crescimento do PIB é sobreavaliada. Os americanos vivem numa matriz de mentiras".
US callously indifferent to being a superspreader of the virus: China Daily editorial
US callously indifferent to being a superspreader of the virus: China Daily editorial
chinadaily.com.cn | Updated: 2021-08-15 20:39
Images of New Yorkers lost to the COVID-19 pandemic are projected onto
the Brooklyn Bridge in New York, the United States, March 14, 2021. [Photo/Xinhua]
With the most advanced medical research and healthcare system in the world, the United States should have been the strongest link in the world's defensive line against the novel coronavirus. Nevertheless, it has proved to be the weakest.
Although it has only 4 percent of the world's population, the country accounts for 18 percent of the global COVID-19 infections. It is the US' failure to respond to the pandemic at home and its government's divisive efforts to try and politicize it that has caused more than 620,000 deaths on US soil due to the disease, hindered the progress of efforts to contain the virus and sabotaged the global solidarity required for that.
After systematically combing through the facts, a research report on the US' response to the pandemic jointly published by three Chinese think tanks last week concluded that after the US administration realized it had lost the golden opportunity of getting the virus under control at home, it gave up trying to contain it and started loosening its exit controls, which enabled the virus to spread to other countries.
The US government's selfish and brazen thinking is that if it cannot control the virus at home, just let it go where it wants.
Statistics show that from April 2020 to March this year, people from the US made 23.2 million outbound trips, and between November 2020 and January this year, when the average daily infections in the country hit about 186,000, there were 87,000 outbound trips a day on average.
Reportedly, among the variants of the virus in Israel, 70 percent are from the US. About 30 percent of imported cases in the Republic of Korea are from the US, and about 14 percent of the cases in Australia originate from the US.
What is more shocking is that Washington has repatriated large numbers of illegal immigrants to their home countries in Latin America, while the pandemic is raging in the US. Many of the returnees have been infected with the virus, spreading it to Guatemala, Jamaica, Mexico, Haiti, and elsewhere. No wonder more than 60 agencies from the US and beyond have issued a joint statement criticizing the callousness of the US government in driving away these illegal immigrants, without taking any quarantine measures to protect them.
Moreover, the US has around 200 military bases around the world, and its military personnel have spread the virus to the countries where they are stationed, thanks to the US military personnel's defiance of local pandemic prevention and control measures.
The parsimony of the US in supplying its surplus of vaccines to the world, and the indifference it displays to the fact that it is serving as a main source of imported infections in countries around the world speaks volumes about the US government's callous indifference to harm it is doing by not making greater efforts to control the virus.
The more political manipulations US politicians conduct, displaying their shameful disregard for people's lives, the more firmly they will be nailed to history's pole of shame.
Saturday, August 14, 2021
EN -- LARRY ROMANOFF -- A Brief Introduction to Tibet -- August 14, 2021
By Larry Romanoff, December 26, 2019
Westerners appear to have a willful blindness about Tibet, with strong opinions often held by those who haven’t been there and whose knowledge appears gleaned from misguided propaganda in the popular press. The Western media have imposed on our imaginations an image of a fabled theocracy where a reincarnated god rules over a peaceful people spinning prayer wheels in a pastoral idyll. The West’s fascination with Tibet has turned it into a mythic place upon which we project our dreams and our own spiritual fantasies. The result is what I call the Shangri-La syndrome (1), millions of Westerners choosing to believe in an attractive but wholly mythological, romantic fantasy which has never existed.
The first adjective that would come to mind about Tibet is ‘desolate’. Those who have been in the far North beyond the Arctic Circle, or above the tree line in the North American Rocky Mountains or the European Alps, will have some idea of the Tibetan landscape – which is 10,000 feet above the tree line. There is nothing hospitable about the isolated conditions or climate in Tibet and few of us would live there by choice. Tibet is a high-altitude desert with little oxygen, almost no rainfall, and harsh temperatures. Only sparse numbers of the hardiest animals can survive there and, in much of the land, the severe climate means that nothing, or almost nothing, can grow. No one in Tibet has ever seen a tree or even a bush.
Manifestações
Ukrainian journalist about Donbass
2007 Speech
UKRAINE ON FIRE
Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022
Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português
Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,
Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.
Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.
É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.
Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?
ARRIVING IN CHINA
/https://www.niagarafallsreview.ca/content/dam/thestar/news/canada/2021/09/25/huawei-executive-meng-wanzhou-receives-warm-welcome-upon-return-to-china/_1_meng_wanzhou_2.jpg)
APPEAL
manlio + maria
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MOON OF SHANGHAI site
LR on CORONAVIRUS
L Romanoff
manlio
James Bacque
no warno nato sign this petition
BYOBLU
irmãos de armas
Subtitled in PT, RO, SP
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manlio
VP
The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.
January
15, 2020
vp
brics
PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental
Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental
THE PUTIN INTERVIEWS
The Putin Interviews
by Oliver Stone (FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH
http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html
TRIBUTE TO A PRESIDENT
NA PRMEIRA PESSOA
Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin
CONTEÚDO
Prefácio
Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'
Parte Três: O Estudante Universitário
Parte Quatro: O Jovem especialista
Parte Cinco: O Espia
Parte Seis: O Democrata
Parte Sete: O Burocrata
Parte Oito: O Homem de Família
Parte Nove: O Político
Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio
contaminação nos Açores
Subtitled in EN/PT
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