GIULIETTO CHIESA

WWIII

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

 

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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BRUTALITY

BRUTALITY IN ACTION

AND NO ONE REACTS AGAINST AND OPPOSES IT!!!....

BRUTALIDADE EM ACÇÃO

E NINGUÉM REAJE CONTRA ELA E SE OPÕE!!!...

https://twitter.com/backtolife_2023/status/1589485984361873408?s=20&t=7vdffgzpUFi2yeU4FxCHng

 



FREE JULIAN ASSANGE

Sunday, February 18, 2018

PT - GUERRA NUCLEAR : 3.3 Os falsos alarmes de ataque nuclear






MANLIO DINUCCI

GUERRA NUCLEAR

O PRIMEIRO DIA


De Hiroshima até hoje:

Quem e como nos conduzem à catástrofe



3.3  Os falsos alarmes de ataque nuclear

Na noite de 25 de Novembro de 1961, todas as comunicações entre a NORAD (Comando de Defesa Aérea Norte Americana) e o SAC (Comando aéreo Estratégico) interromperam-se devido a uma sobrecarga das linhas. Dado que poderia ser o início de um ataque soviético, o NORAD lança o alarme alfa, o nível máximo de alerta, preparando-se para dirigir contra a URSS os bombardeiros B-52 e lançar mísseis nucleares.

Na manhã de 9 de Novembro de 1979, salta um outro alarme nuclear, quando um oficial do NORAD, introduz, inadvertidamente, num computador ligado à rede radar, uma fita com um programa registado, usado nos exercícios contra um ataque soviético. Sobre os visores dos radares aparecem, então, bombardeiros e mísseis intercontinentais soviéticos a dirigir-se para os EUA.

Novo alarme nuclear no NORAD na noite de 3 de Junho de 1980, quando, devido a uma falha nos computadores, aparecem 4 algarismos que indicam o número de mísseis soviéticos a chegar, no lugar de um zero aparece um dois, assinalando a chegada dos dois primeiros e depois, duzentos mísseis.

Na noite de 26 de Setembro de 1983, surge outro alarme nuclear também na URSS. Naquele momento, o comando de um centro de controlo, perto de Moscovo, está o Tenente Coronel Stanislav Petrov, um analista que substitui um dos militares profissionais. Quando se acende uma luz vermelha, assinalando o lançamento de um míssil de uma base americana contra a URSS, Petrov e a sua equipa verificam a operacionalidade do sistema, o que é regular. De repente, acendem-se outras luzes vermelhas, indicando o lançamento de outros mísseis da mesma base. Segundo o protocolo, neste ponto, Petrov deveria dar o alarme às autoridades civis e militares, que tinham apenas 12 minutos para lançar o contra ataque nuclear. Em vez disso, considerando irreal um ataque americano proveniente de uma única base, comunica às referidas autoridades que se trata de um mau funcionamento do sistema de controlo soviético. O momento é dramático: tem de aguardar o escoar de meia hora  a partir do presumível lançamento, para ter a confirmação se é, efectivamente, um falso alarme. O que provocou o sucedido, foi um reflexo de luzes sobre as nuvens, que um satélite tinha assinalado como sendo o brilho dos foguetões dos mísseis balísticos intercontinentais, lançados dos Estados Unidos contra a União Soviética.

Estes são apenas, alguns dos numerosos alarmes nucleares durante a guerra fria. As informações que possuem são incompletas, dado que as autoridades, mesmo quando são forçadas a admitir tais episódios, não fornecem pormenores. Então, na maior parte dos casos, não se sabe qual era o seu grau de perigo, nem como se chegou ao alarme cessado. 

Outros riscos derivam do estado mental, mais do que dos governantes aparentemente sãos, dos militares que operam com armas nucleares. Nos EUA, entre 1973 e 1990, foram afastados 66.000 militares: 40% por abuso de álcool e drogas e 20% por problemas psiquiátricos. Certamente, verificaram-se casos análogos na União Soviética e em outros países com armamentos nucleares.

Nem mesmo é de descartar a possibilidade que alguém, das altas esferas militares, forneça deliberadamente informações falsas sobre um ataque inimigo, em acção ou iminente, para poder lançar um ataque nuclear.

Há também o risco de ameaça de usar armas nucleares, utilizada como bluff, ser interpretada pelo adversário como a intenção real de atacar. Neste campo, o record da inconsciência pertence ao Presidente Richard Nixon. Em 13 de Outubro de 1969, ele ordena o estado de alerta das forças nucleares americanas a escala mundial: é um bluff para fazer crer à URSS que os EUA estão a preparar-se para atacar o Vietnam do Norte com armas nucleares, para que Moscovo force Hanoi a interromper a ofensiva sobre o Vietnam do Sul e, desse modo, a guerra terminar, deixando o sul do país sob controlo dos americanos.

É o que Nixon define em segredo, como a «teoria do louco»: um estratagema para fazer crer aos adversários que ele é perigosamente imprevisível, pronto a alvoraçar-se, a golpear com uma força avassaladora, usando também, armas nucleares. Apenas sabem que se trata de um bluff (coisa que começará a vir à luz anos depois, no início de 1983),  o conselheiro para a Segurança Nacional, Henry Kissinger, o seu ajudante, Alexander Haig e o Chefe do Staff da Casa Branca, Bob Haldeman.

Todos os outros, incluindo os responsáveis do Comando Aéreo Estratégico e dos outros comandos encarregados das armas nucleares, acreditavam que se tratava de um preparativo de guerra real contra a União Soviética. Eles colocaram as forças nucleares em alerta máximo, aumentando o número de bombardeiros tidos em vôo para estarem prontos para o ataque e, no dia 27 de Outubro de 1969, efectuam no Alaska um exercício de guerra nuclear, denominado «Giant Lance» (Lançamento gigantesco). Três dias depois, os serviços secretos americanos informam a Casa Branca que o estado de alerta das forças nucleares soviéticas atingiu o nível máximo. Só neste ponto, vendo o bluff falhar, é que o Presidente Nixon revoga o estado de alerta das forças nucleares dos EUA.

A seguir:
3.4 Os incidentes com armas nucleares



Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

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2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


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