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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, September 7, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- O LADO NEGRO DA 5G: O USO MULITAR


A Arte da Guerra

O Lado Negro da 5G: o Uso Militar

Manlio Dinucci

 FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

A manifestação de 12 de Setembro, em Roma, “Stop 5G” concentra-se, com razão, nas possíveis consequências das emissões electromagnéticas para a saúde e para o meio ambiente, em particular sobre o decreto que impede os prefeitos de regulamentar a instalação de antenas 5G, na área municipal.

 

No entanto, continua a ignorar-se um aspecto fundamental desta tecnologia: o seu uso militar. Já falamos no il manifesto (10 de Dezembro de 2019), mas com resultados escassos. Os programas sucessivos lançados pelo Pentágono, documentados oficialmente, confirmam o que escrevemos há nove meses.

 

A “Estratégia 5G”, aprovada em 2 de Maio de 2020, estabelece que “o Departamento de Defesa deve desenvolver e empregar novos conceitos operacionais que utilizem a conectividade ubíqua oferecida pela tecnologia 5G para aumentar a eficácia, resiliência, velocidade e letalidade das nossas forças armadas”.

 

O Pentágono já está a experimentar as aplicações militares desta tecnologia em cinco bases aéreas, navais e terrestres: Hill (Utah), Nellis (Nevada), San Diego (Califórnia), Albany (Geórgia), Lewis-McChord (Washington), Confirmou, em conferência de imprensa, em 3 de Junho, o Dr. Joseph Evans, Director Técnico da 5G, do Departamento de Defesa.

 

Ele então anunciou que as aplicações militares da 5G, serão, em breve, testadas noutras sete bases: Norfolk (Virginia), Pearl Harbor-Hickam (Hawaii), San Antonio (Texas), Fort Irwin (Califórnia), Fort Hood (Texas), Camp Pendleton (Califórnia), Tinker (Oklahoma).

 

Os especialistas prevêem que a 5G terá um papel decisivo no desenvolvimento de armas hipersónicas, inclusive as que têm ogivas nucleares: para guiá-las em trajectórias variáveis, a fim de evitar mísseis interceptores, têm de recolher, processar e transmitir muito rapidamente, enormes quantidades de dados. É necessário o mesmo para activar as defesas em caso de ataque com tais armas, confiando nos sistemas automáticos.

 

A nova tecnologia também terá um papel fundamental na battle network (rede de batalha), sendo capaz de conectar milhões de equipamentos de rádio bidireccionais numa área circunscrita.

 

A 5G também será extremamente importante para os serviços secretos e para as forças especiais: tornará possível sistemas de espionagem muito mais eficazes e aumentará a letalidade dos drones assassinos.

 

Essas e outras aplicações militares dessa tecnologia estão, certamente, também a ser estudadas na China e noutros países. Portanto, o que está em curso sobre a 5G não é só uma guerra comercial.

 

Confirma-o o documento estratégico do Pentágono: “As tecnologias 5G representam capacidades estratégicas determinantes para a segurança nacional dos Estados Unidos e dos nossos aliados”. É necessário, portanto, "protegê-las dos adversários" e convencer os aliados a fazerem o mesmo para garantir a "interoperabilidade" das aplicações militares da 5G no âmbito da NATO.

 

Isto explica por que é que a Itália e os outros aliados europeus dos EUA excluíram a Huawei e outras empresas chinesas das licitações para o fornecimento de equipamentos de telecomunicações 5G.

 

“A tecnologia 5G - explica o Dr. Joseph Evans numa conferência de imprensa, no Pentágono - é vital para manter as vantagens militares e económicas dos Estados Unidos”, não só contra os seus adversários, principalmente a China e a Rússia, mas também contra os próprios aliados.

 

Por esta razão "o Departamento de Defesa está a trabalhar estreiramente com parceiros industriais, que investem centenas de biliões de dólares em tecnologia 5G, a fim de explorar esses investimentos maciços para aplicações militares de 5G", incluindo "aplicações de dupla utilização" militares e civis.

 

Por outras palavras, a rede comercial 5G, construída por empresas privadas, é usada pelo Pentágono com uma despesa menor do que seria necessário se a rede fosse construída apenas para fins militares.

 

Serão os utentes comuns - a quem as multinacionais 5G venderão os seus serviços - a pagar pela tecnologia que, como prometem, deve "mudar as nossas vidas", mas que, ao mesmo tempo, será utilizada para criar armas da nova geração para uma guerra, que significará o fim das gerações humanas.


Manlio Dinucci

 

il manifesto, 8 de Setembro de 2020



 

APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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FR -- Manlio Dinucci -- L'art de la guerre -- Le côté obscur de la 5G : l’usage militaire

 


L’art de la guerre

Le côté obscur de la 5G : l’usage militaire

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

 

La manifestation du 12 septembre à Rome “Stop 5G” se focalise à juste titre sur les possibles conséquences des émissions électromagnétiques pour la santé et l’environnement, en particulier sur le décret qui interdit aux maires de réglementer l’installation d’antennes 5G sur le territoire communal.

 Mais on continue à ignorer un aspect fondamental de cette technologie : son utilisation militaire. Nous en avons déjà parlé sur il manifesto (10 décembre 2019), avec cependant peu de résultats. Les programmes successifs lancés par le Pentagone, officiellement documentés, confirment ce que nous écrivions il y a neuf mois.

 

La “Stratégie 5G”, approuvée le 2 mai 2020, stipule que “le Département de la Défense doit développer et employer de nouveaux concepts opérationnels qui utilise l’omniprésente connectivité offerte par la 5G pour accroître l’efficience, la résilience, la vitesse et létalité de nos forces armées”.

 

Le Pentagone est déjà en train d’expérimenter des applications militaires de cette technologie dans cinq bases des forces aériennes, navales et terrestres : Hill (Utah), Nellis (Nevada), San Diego (Californie), Albany (Georgie), Lewis-McChord (Washington). Confirmé dans une conférence de presse, le 3 juin, par le Dr. Joseph Evans, directeur technique pour la 5G au Département de la Défense.

 

Il a ensuite annoncé que des applications militaires de la 5G seront sous peu tentées aussi dans sept autres bases : Norfolk (Virginie), Pearl Harbor-Hickam (Hawaï), San Antonio (Texas), Fort Irwin (Californie), Fort Hood (Texas), Camp Pendleton (Californie), Tinker (Oklahoma).

Les experts prévoient que la 5G aura un rôle déterminant dans le développement d’armes hypersoniques, y compris celles à tête nucléaire : pour les guider sur des trajectoires variables, en échappant aux missiles intercepteurs, il faut recueillir, élaborer et transmettre d’énormes quantités de données en des temps très rapides. La même chose est nécessaire pour activer les défenses en cas d’attaques avec ces armes, en se fiant à des systèmes automatiques.

 

La nouvelle technologie aura un rôle clé aussi dans le battle network (réseau de bataille), étant en capacité de relier dans une aire circonscrite des millions d’appareils émetteurs-récepteurs.

 

Extrêmement importante sera la 5G pour les services secrets et les forces spéciales : elle rendra possibles des systèmes d’espionnage beaucoup plus efficaces et accroîtra la létalité des drones tueurs.

 

Ces applications, et d’autres, militaires de cette technologie sont certainement à l’étude aussi en Chine et dans d’autres pays. Ce qui est en cours avec la 5G n’est donc pas seulement une guerre commerciale.

 

Le document stratégique du Pentagone le confirme : “Les technologies 5G représentent des capacités stratégiques déterminantes pour la sécurité nationale des États-Unis et pour celle de nos alliés”. Il faut donc “les protéger des adversaires” et convaincre les alliés à faire de même pour assurer l’”interopérabilité” des applications militaires de la 5G dans le cadre de l’OTAN.

 

Ceci explique pourquoi l’Italie et les autres alliés européens des USA ont exclus Huawei et d’autres sociétés chinoises des concours pour la fourniture d’appareillages 5G pour les télécommunications.

 

“La technologie 5G -explique le Dr. Joseph Evans dans sa conférence de presse au Pentagone- est vitale pour conserver les avantages militaires et économiques des États-Unis”, à l’égard non seulement de ses adversaires, en particulier Chine et Russie, mais même de ses alliés.

 

À cet effet “le Département de la Défense est en train de travailler étroitement avec les partenaires industriels, qui investissent des centaines de milliards de dollars dans la technologie 5G, afin d’exploiter ces investissements massifs pour des applications militaires de la 5G”, “applications à double usage” militaire et civil comprises.

 

En d’autres termes, le réseau commercial de la 5G, réalisé par des sociétés privées, se trouve utilisé par le Pentagone avec une dépense beaucoup plus basse que celle qui serait nécessaire si le réseau n’était réalisé que dans un but militaire.

 

Ce seront les usagers communs, à qui les multinationales de la 5G vendront leurs services, qui paieront la technologie qui, nous promet-on, devrait “changer notre vie”, mais qui en même temps servira à réaliser des armes de nouvelle génération pour une guerre qui signifierait la fin des générations humaines.


Manlio Dinucci

 

Édition de mardi 8 septembre 2020 d’il manifesto


Traduit de l'italien par Marie-Ange Patrizio



 

APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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IT -- Manlio Dinucci -- L' arte della guerra -- Il lato oscuro del 5G: l’uso militare

  


L’arte della guerra

Il lato oscuro del 5G: l’uso militare

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

La manifestazione del 12 settembre a Roma «Stop 5G» si focalizza a ragione sulle possibili conseguenze delle emissioni elettromagnetiche per la salute e l’ambiente, in particolare sul decreto che impedisce ai sindaci di regolamentare l’installazione di antenne 5G sul territorio comunale.

 

Si continua però a ignorare un aspetto fondamentale di questa tecnologia: il suo uso militare. Ne abbiamo già parlato sul manifesto (10 dicembre 2019), ma con scarsi risultati. I successivi programmi varati dal Pentagono, ufficialmente documentati, confermano quanto scrivevamo nove mesi fa.

 

La «Strategia 5G», approvata il 2 maggio 2020, stabilisce che «il Dipartimento della Difesa deve sviluppare e impiegare nuovi concetti operativi che usino la ubiqua connettività offerta dal 5G per accrescere l’efficacia, la resilienza, la velocità e letalità delle nostre forze armate».

 

Il Pentagono sta già sperimentando applicazioni militari di questa tecnologia in cinque basi delle forze aeree, navali e terrestri: Hill (Utah), Nellis (Nevada), San Diego (California), Albany (Georgia), Lewis-McChord (Washington), Lo ha confermato, in una conferenza stampa il 3 giugno, il Dr. Joseph Evans, direttore tecnico per il 5G al Dipartimento della Difesa.

 

Ha quindi annunciato che applicazioni militari del 5G verranno tra poco testate anche in altre sette basi: Norfolk (Virginia), Pearl Harbor-Hickam (Hawaii), San Antonio (Texas), Fort Irwin (California), Fort Hood (Texas), Camp Pendleton (California), Tinker (Oklahoma).

 

Gli esperti prevedono che il 5G avrà un ruolo determinante nello sviluppo di armi ipersoniche, comprese quelle a testata nucleare: per guidarle su traiettorie variabili, sfuggendo ai missili intercettori, occorre raccogliere, elaborare e trasmettere enormi quantità di dati in tempi rapidissimi. Lo stesso è necessario per attivate le difese in caso di attacco con tali armi, affidandosi a sistemi automatici.

 

La nuova tecnologia avrà un ruolo chiave anche nella battle network (rete di battaglia), essendo in grado di collegare in un’area circoscritta milioni di apparecchiature ricetrasmittenti.

 

Estremamente importante sarà il 5G anche per i servizi segreti e le forze speciali: renderà possibili sistemi di spionaggio molto più efficaci e accrescerà la letalità dei droni-killer.

 

Queste e altre applicazioni militari di tale tecnologia sono sicuramente allo studio anche in Cina e altri paesi. Quella in corso sul 5G non è quindi solo una guerra commerciale.

 

Lo conferma il documento strategico del Pentagono: «Le tecnologie 5G rappresentano capacità strategiche determinanti per la sicurezza nazionale degli Stati uniti e per quella dei nostri alleati». Occorre quindi «proteggerle dagli avversari» e convincere gli alleati a fare lo stesso per assicurare la «interoperabilità» delle applicazioni militari del 5G nel quadro della Nato.

 

Ciò spiega perché l’Italia e gli altri alleati europei degli Usa hanno escluso la Huawei e altre società cinesi dalle gare per la fornitura di apparecchiature 5G per telecomunicazioni.

 

«La tecnologia 5G – spiega il Dr. Joseph Evans nella conferenza stampa al Pentagono – è vitale per mantenere i vantaggi militari ed economici degli Stati uniti», nei confronti non solo degli avversari, in particolare Cina e Russia, ma degli stessi alleati.

 

Per questo «il Dipartimento della Difesa sta lavorando strettamente con i partner industriali, che investono centinaia di miliardi di dollari nella tecnologia 5G, allo scopo di sfruttare questi massicci investimenti per applicazioni militari del 5G», comprese «applicazioni a duplice uso» militare e civile.

 

In altre parole, la rete commerciale del 5G, realizzata da società private, viene usata dal Pentagono con una spesa molto più bassa di quella che sarebbe necessaria se la rete fosse realizzata unicamente a scopo militare.

 

Saranno i comuni utenti, a cui le multinazionali del 5G venderanno i loro servizi, a pagare la tecnologia che, a quanto promettono, dovrebbe «cambiare la nostra vita», ma che allo stesso tempo servirà a realizzare armi di nuova generazione per una guerra che significherebbe la fine delle generazioni umane.   

 

Manlio Dinucci

 

il manifesto, 8 settembre 2020

Thursday, June 4, 2020

DE -- Manlio Dinucci -- « DIE KUNST DES KRIEGES » -- 5G, das neue Vorgehen des Wettrüstens

« DIE KUNST DES KRIEGES »

5G, das neue Vorgehen des Wettrüstens

Während Kanada gerade die Auslieferung von MengWanzhou, der Tochter eines der Leiter von Huawei, an die Vereinigten Staaten genehmigt hat, entlarvt der U.S. Congressional Research Service die militärische Komponente von 5G
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Ankunft eines für 5G-Tests eingestuften Flugzeugs auf der Basis Nellis
Auf der Nellis Air Force Base in Nevada - kündigt das Pentagon an - wird im Juli mit dem Bau eines 5G-Experimentalnetzes begonnen. Es wird im Januar 2021 einsatzbereit sein.
Die Rote Flagge, das wichtigste Luftmanöver der Vereinigten Staaten, fand auf dieser Basis im vergangenen März unter Beteiligung deutscher, spanischer und italienischer Streitkräfte statt. Letztere setzten sich auch aus F-35-Kampfflugzeugen zusammen, die - wie die Luftwaffe sagt - "in die beste amerikanische Militärluftfahrt integriert wurden", um "das volle Potential der Flugzeuge und Waffensysteme an Bord auszuschöpfen", darunter sicherlich auch die nuklearen. Bei der Roten Flagge im Jahr 2021 werden wahrscheinlich bereits 5G-Mobilfunknetze, bestehend aus Türmen, die je nach laufender Operation in weniger als einer Stunde für einen schnellen Transfer auf- und abgebaut werden können, zur Erprobung in einer realen Umgebung in Betrieb sein.

NL -- Manlio Dinucci -- “DE KUNST VAN DE OORLOG” -- 5G, het Nieuwe Traject van de Wapenwedloop

“DE KUNST VAN DE OORLOG”

5G, het Nieuwe Traject van de Wapenwedloop

Terwijl Canada zojuist toestemming heeft gegeven voor de uitlevering van MengWanzhou, de dochter van een van de leiders van Huawei, aan de Verenigde Staten, onthult de Amerikaanse Congressional Research Service het militaire onderdeel van de G5.
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Aankomst op de basis van Nellis van een vliegtuig dat is geclassificeerd voor G5-tests.
Op de Luchtmachtbasis Nellis in Nevada - kondigt het Pentagon aan - zal in juli worden begonnen met de bouw van een 5G experimenteel netwerk. Het zal in januari 2021 operationeel worden.
De Red Flag, de belangrijkste vliegmanoeuvre in de Verenigde Staten, vond afgelopen maart plaats op deze basis, met deelname van de Duitse, Spaanse en Italiaanse strijdkrachten. Deze laatste waren ook samengesteld uit F-35 gevechtsvliegtuigen die - zo zegt de luchtmacht - "geïntegreerd waren met het beste van de Amerikaanse militaire luchtvaart" om "het volledige potentieel van de vliegtuigen en wapensystemen aan boord te benutten", met inbegrip van zeker de nucleaire. Bij de Red Flag in 2021 zullen 5G mobiele netwerken bestaande uit torens, die in minder dan een uur kunnen worden geassembleerd en gedemonteerd voor een snelle overdracht, afhankelijk van de operatie die aan de gang is, waarschijnlijk al in gebruik zijn voor het testen in een echte omgeving.

EN -- Manlio Dinucci -- “THE ART OF WAR” -- 5G, the new track of the arms race


“THE ART OF WAR”

5G, the new track of the arms race

While Canada has just authorized the extradition of Meng Wanzhou, the daughter of one of Huawei’s leaders, to the United States, the U.S. Congressional Research Service exposes the military component of the G5.
DEUTSCH ESPAÑOL FRANÇAIS ITALIANO NEDERLANDS PORTUGUÊS TÜRKÇE
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Arrival at Nellis base of an aircraft classified for G5 tests.
At Nellis Air Force Base in Nevada - announces the Pentagon - construction of a 5G experimental network will begin in July. It will become operational in January 2021.
The Red Flag, the most important air manoeuvre in the United States, took place at this base last March, with the participation of German, Spanish and Italian forces. The latter were also composed of F-35 fighters which - the Air Force says - were "integrated with the best of American military aviation" in order to "exploit the full potential of the aircraft and weapons systems on board", including certainly the nuclear ones. At the Red Flag in 2021, 5G mobile networks consisting of towers, that can be assembled and disassembled in less than an hour for rapid transfer depending on the operation in progress, will probably already be in operation for testing in a real environment.
The Nellis base is the fifth selected by the Pentagon to test the military use of 5G: the others are in Utah, Georgia, California and Washington State.

Monday, June 1, 2020

SP -- Manlio Dinucci -- El Arte de la Guerra --La 5G, nuevo espacio de la carrera armamentista

‎«EL ARTE DE LA GUERRA»‎

La 5G, nuevo espacio de la carrera armamentista

Mientras Canadá anuncia la extradición de Meng Wanzhou, hija del fundador y ‎presidente de Huawei, a Estados Unidos, el Servicio de Investigación del Congreso ‎estadounidense expone el aspecto militar de la tecnología 5G.‎
ENGLISH FRANÇAIS ITALIANO PORTUGUÊS TÜRKÇE
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Un avión SR-71 Blackbird llega a la base aérea estadounidense de Nellis (Nevada). Este ‎conocido avion espía es una de las aeronaves incluidas en las pruebas programadas por el ‎Pentágono para el uso militar de la 5G. ‎
El Pentágono anuncia el inicio, en julio, de la instalación de una red experimental 5G en la base ‎aérea de Nellis, Estado de Nevada. Dicha red comenzaría a funcionar en enero de 2021. ‎
Fue precisamente en la base aérea estadounidense de Nellis donde se realizó en marzo ‎‎Red Flag, la maniobra aérea más importante de Estados Unidos, con la participación de ‎Alemania, España e Italia. Las fuerzas aéreas de estos tres últimos países participaron con varios ‎aviones de combate de fabricación estadounidense F-35 que, según fuentes oficiales, han sido ‎‎«integrados a los mejores dispositivos de la aviación militar americana» para «explotar al ‎máximo las posibilidades de las aeronaves y sistemas de armas disponibles», incluyendo ‎por supuesto el armamento nuclear. Para la Red Flag de 2021 ya estarían funcionando, para ‎ponerlas a prueba en un entorno real, redes móviles de 5G conformadas con torres que ‎teóricamente podrían armarse y desarmarse en menos de una hora para cambiar rápidamente de ‎posición geográfica, según las necesidades de la operación en marcha. ‎

FR -- Manlio Dinucci -- « L’ART DE LA GUERRE » -- 5G, nouveau terrain de la course aux armements



« L’ART DE LA GUERRE »

5G, nouveau terrain de la course aux armements

Alors que le Canada vient d’autoriser l’extradition de Meng Wanzhou, la fille d’un des dirigeants de Huawei, vers les États-Unis, le Service de recherche du Congrès US expose le volet militaire de la G5.

ITALIANO


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Arrivée sur la base de Nellis d’un aéronef classifié pour les tests de la G5.
Àla base aérienne Nellis au Nevada —annonce le Pentagone— la construction d’un réseau expérimental 5G commencera en juillet. Il deviendra opérationnel en janvier 2021.
Dans cette base s’est déroulée en mars dernier la Red Flag, la plus importante manœuvre aérienne des États-Unis, à laquelle ont participé des forces allemandes, espagnoles et italiennes. Ces dernières étaient composées aussi de chasseurs F-35 qui —communique l’armée de l’Air— ont été « intégrés aux meilleurs dispositifs de l’aviation militaire américaine » afin d’« exploiter au maximum les potentialités des aéronefs et des systèmes d’armes en dotation », y compris à coup sûr les nucléaires. À la Red Flag de 2021 seront probablement déjà en fonction, pour être testés dans un environnement réel, des réseaux mobiles 5G formés de tours montables et démontables en moins d’une heure pour être rapidement transférés selon l’opération en cours.
La base Nellis est la cinquième sélectionnée par le Pentagone pour expérimenter l’utilisation militaire de la 5G : les autres se trouvent dans l’Utah, en Géorgie, en Californie et dans l’État de Washington.

Saturday, December 14, 2019

EN -- Manlio Dinucci -- The hidden military use of 5G technology

Resultado de imagem para pictures of The hidden military use of 5G technology

« THE ART OF WAR »
The hidden military use of 5G technology
by Manlio Dinucci

ENGLISH DEUTSCH FRANÇAIS  ITALIANO NEDERLANDS 
PORTUGUÊS SPANISH TÜRKÇE


  At the London Summit, the 29 member countries of NATO agreed to “guarantee the security of our communications, including 5G”. Why is this fifth generation of mobile data transmission so important for NATO?

   While the earlier technologies were perfected to create ever more advanced smartphones, 5G is designed not only to improve their performance, but mainly to link digital systems which need enormous quantities of data in order to work automatically. The most important 5G applications  will not be intended for civil use, but for the military domain.

  The possibilities offered by this new technology are explained by the Defense Applications of 5G Network Technology, published by the Defense Science Board, a federal committee which provides scientific advice for the Pentagon - “The emergence of 5G technology, now commercially available, offers the Department of Defense the opportunity to take advantage, at minimal cost, of the benefits of this system for its own operational requirements”. In other words, the 5G commercial network, built and activated by private companies, will be used by the US armed forces at a much lower expenditure than that necessary if the network were to be set up with an exclusively military goal. Military experts foresee that the 5G system will play an essential role for the use of hypersonic weapons - missiles, including those bearing nuclear warheads, which travel at a speed superior to Mach 5 (five times the speed of sound). In order to guide them on variable trajectories, changing direction in a fraction of a second to avoid interceptor missiles, it is necessary to gather, elaborate and transmit enormous quantities of data in a very short time. The same thing is necessary to activate defences in case of an attack with this type of weapon – since there is not enough time to take such decisions, the only possibility is to rely on 5G automatic systems.
 
  This new technology will also play a key role in the battle network. With the capability of simultaneously linking millions of transceivers within a defined area, it will enable military personnel - departments and individuals – to transmit to one another, almost in real time, maps, photos and other information about the operation under way.

 5G will also be extremely important for the secret services and special forces. It will enable control and espionnage systems which are far more efficient than those we use today. It will improve the lethality of killer drones and war robots by giving them the capacity of identifying, following and targeting people on the basis of facial recognition and other characteristics. The 5G network, as a weapon of high-tech capacity, will also become the target for cyber-attacks and war actions carried out with new generation weapons.
  
As well as the United States, this technology is under development by China and other countries. The international disagreement concerning 5G is therefore not only commercial. The military implications of 5G are almost entirely ignored, because the critics of this technology, including many scientists, are concentrating their attention on its toxic affects for health and the environement, due to exposure to very low-frequency electromagnetic fields. This engagement is of course of the greatest importance, but must be linked to research on the military use of this  technology, financed indirectly by ordinary users. One of its greatest attractions, which favours the dissemination of 5G smartphones, will be the possibility of participating, by subscription, in war games of impressive realism in direct contact with players from all over the world. In this way, without realising it, the players will be financing the preparation for war – but this time it will be a real war.

il manifesto, 10 December 2019

Translator: Pete Kimberley

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio + maria

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manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019