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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Friday, July 29, 2022

FR -- GRANDANGOLO -- Manlio Dinucci -- Draghi : mission accomplie

 

 


GRANDANGOLO

CHAÎNE DE TÉLÉVISION NATIONALE 262 BYOBLU

 


Draghi : mission accomplie

Manlio Dinucci

 

 

“Parmi les pays de l’Europe Occidentale l’Italie avait un des liens les plus forts avec la Russie. La mission de Draghi a été de rompre ce schéma en re-positionnant l’Italie à l’égard de la Russie”, écrit le New York Times. Draghi n’a pas seulement transformé l’Italie en pays belligérant contre la Russie, envoyant des armes et des instructeurs aux forces ukrainiennes, mais il a favorisé les sanctions contre la Banque centrale russe et l’admission de l’Ukraine dans l’UE. Pour ces mérites et quelques autres l’influente revue étasunienne Fortune inclut Mario Draghi parmi “les 50 plus grands leaders du monde”.

 

 

  La carrière de Draghi prend un tournant décisif quand -après avoir démantelé en tant que directeur du Trésor le patrimoine public italien par les privatisations- il devient directeur et vice-président de Goldman Sachs. Goldman Sachs n’est pas seulement une banque USA mais un centre du pouvoir du gotha financier qui, grâce à la politique du “pantouflage”, place ses hommes dans des charges institutionnelles clés. De 2005 à 2021 Draghi devient d’abord gouverneur de la Banque d’Italie puis président de la Banque Centrale Européenne, enfin président du Conseil des ministres de la République Italienne.

 

 

   Les résultats de la “mission” que Draghi a accomplie avec la complicité totale du Parlement font plonger l’Italie dans une crise sans précédents : pendant que le prix du gaz (à la suite des politiques anti-russes) a grimpé de 15 à 200 euros le mégawattheure, l’Italie a accumulé un tel niveau de passivité que -écrit Fortune- “le coût du crédit pour l’Italie est devenu prohibitif, atteignant des niveaux insoutenables”. La crise italienne est analogue à celle dans laquelle a plongé la Grèce, perdant avec le “plan de sauvetage” de l’UE ce qui restait du patrimoine public. La situation est aggravée par la dévaluation de l’euro face au dollar, qui accroit le coût des importations. Il est donc décisif de renverser la politique que Draghi a opérée avec sa “mission” en Italie.

 

 

Bref résumé de la revue de presse internationale de vendredi 29 juillet 2022 de Grandangolo Pangea à 20h30 sur la chaine italienne Byoblu

https://www.byoblu.com/category/grandangolo-pangea/

Reçu de l’auteur et traduit par Marie-Ange Patrizio

Tuesday, November 30, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Para onde nos leva o eixo Roma-Paris




A Arte da Guerra

 Para onde nos leva o eixo Roma-Paris 

Manlio Dinucci

  DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIANO TÜRKÇE

 

O Tratado do Quirinale promovido pelo Presidente da República Mattarella, assinado em 26 de Novembro pelo Primeiro Ministro Draghi e pelo Presidente da República Macron, é um tratado político de 360º no qual a Itália e a França "se comprometem a desenvolver a sua coordenação e a promover a sinergia entre as respectivas acções a nível internacional", concretizando "parcerias industriais em sectores militares específicos" e outros programas que envolvem encargos financeiros para o Estado. Para ser ratificado pelo Presidente da República, o Tratado teria primeiro de ser autorizado pelo Parlamento com base no Art. 80º da Constituição, segundo o qual "as Câmaras autorizam como lei a ratificação de tratados internacionais que sejam de natureza política, ou que prevejam encargos financeiros". Em vez disso, o texto do Tratado permaneceu secreto, excepto para um pequeno círculo do governo, até à sua publicação após a assinatura.

 

O objectivo do Tratado, que veio a público após o final de uma negociação secreta, é claro pela sua calendarização: está a ser concluído numa altura em que, com a saída de cena da Chanceler alemã Merkel, se estabelecem novas relações de força na União Europeia. A França que, em 2022,  assume a presidência semestral da União Europeia, substitui o eixo Paris-Berlim pelo eixo Paris-Roma. No centro do acordo bilateral está o Art.º 2º relativo à "Segurança e Defesa", composto por sete parágrafos. A Itália e a França comprometem-se a "reforçar as capacidades de Defesa da Europa e, deste modo, operando também para consolidar o pilar europeu da NATO". Como Draghi sublinhou, em sintonia com Washington, deve-se construir "uma verdadeira defesa europeia, que seja naturalmente complementar da NATO e não uma substituição: uma Europa mais forte torna a NATO mais forte". Para pagar tanto a Defesa da NATO como a da Europa, será necessário um aumento colossal da despesa militar italiana, que já hoje supera os 70 milhões de euros por dia.

 

No âmbito das "alianças estruturais" entre as respectivas indústrias militares, a Itália ajudará a França a desenvolver as suas forças nucleares estratégicas e os sistemas espaciais militares. Macron lançou um programa de "modernização" que inclui o desenvolvimento de submarinos de ataque nuclear de terceira geração, armados com novos mísseis balísticos, e um caça de sexta geração (Fcas) armado com novos mísseis de cruzeiro hipersónicos com ogivas nucleares. A Itália, no entanto, já participa no projecto de outro caça de ataque nuclear de sexta geração, o Tempest, promovido pela Grã-Bretanha, pelo que provavelmente colaborará em ambos, a menos que não sejam unificados. O programa de Macron, anunciado em Outubro, que contribui para a "modernização" das forças nucleares francesas, está direccionado para a construção de um sistema de pequenos reactores nucleares modulares com um custo de 30 biliões de euros. Provavelmente o Tratado prevê uma colaboração da Itália também neste campo, como parte do plano de reintrodução da energia nuclear no nosso sistema energético.

 

Também no Art. 2º, a Itália e França comprometem-se a "facilitar o trânsito e o estacionamento das forças armadas da outra Parte no seu território", sem especificar para que fim, e a coordenar a sua participação em "missões internacionais de gestão de crises", em particular no Mediterrâneo, no Sahel e no Golfo da Guiné. Prepara-se um forte aumento da participação das forças especiais italianas - com veículos blindados, aviões e helicópteros de ataque - na Task Force Takuba, que opera no Mali e nos países vizinhos sob comando francês. Está implantada oficialmente nesta região para "combater o terrorismo", mas na realidade destina-se a controlar uma das áreas mais ricas de matérias-primas estratégicas exploradas pelas multinacionais americanas e europeias, cujo oligopólio está ameaçado pelas mudanças políticas em África e pela presença económica chinesa.

 

Deste modo - declara o Tratado do Quirinal - a Itália e a França unidas "contribuem para a manutenção da paz e da segurança internacionais e para a protecção e promoção dos direitos humanos".

Manlio Dinucci

 

(il manifesto, 30 de Novembro de 2021)

Monday, February 15, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Governo Draghi, por quem os sinos dobram

 



A Arte da Guerra 

Governo Draghi, por quem os sinos dobram  

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS


Com a cerimónia tradicional do sino, teve lugar no Palazzo Chigi a transferência de poderes entre Giuseppe Conte e Mario Draghi. Ao esperamos para ver qual será o programa político do novo governo multipartidário, apoiado por quase todo o arco parlamentar, podemos prever as directrizes através dos currículos de alguns Ministros e do Presidente do Conselho. O facto de terem sido reconfirmados como Ministros da Defesa e dos Negócios Estrangeiros, Roberto Guerini (PD) e Luigi Di Maio (5 Stelle), indica que o governo Draghi irá reforçar ainda mais o "Atlanticismo", ou seja, a adesão da Itália à NATO sob comando USA. São emblemáticos os últimos actos dos dois Ministros do governo anterior.

Guerini entrou a bordo do porta-aviões Cavour, navio almirante da Marinha militar que, de Taranto navegava para os Estados Unidos, onde irá adquirir a certificação para operar com a quinta geração de aviões de combate F-35B, da Lockheed Martin. Depois de reiterar que "a relação transatlântica com os Estados Unidos - uma grande nação com a qual o nosso país tem laços profundos - desempenha um papel essencial para a Itália", o Ministro salientou que "a Itália tornar-se-á um dos poucos países do mundo, juntamente com os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e o Japão, a exprimir uma capacidade de porta-aviões com aviões de caça de 5ª geração. Isto é principalmente graças ao grupo Leonardo, o maior fabricante italiano de armamento de guerra, que participa na construção do F-35. Di Maio, no seguimento da estratégia USA/NATO, foi para Riade onde assinou um memorando de entendimento de "diálogo estratégico" com a Arábia Saudita, a monarquia absoluta que o grupo Leonardo assiste na utilização dos caças Eurofighter Typhoon que bombardeiam o Iémen, fornecendo também drones para identificar alvos a atacar, e para os quais constrói navios de guerra, nos Estados Unidos, do tipo mais avançado.

O mesmo grupo Leonardo reaparece no currículo do físico Roberto Cingolani, colocado à frente do novo "super-Ministério" (solicitado por Grillo) da Transição Ecológica: Cingolani, especializado em nanotecnologia e robótica, a partir de 2019, é responsável pelo departamento de tecnologia e inovação do grupo Leonardo, "um actor global nas áreas do Aeroespacial, da Defesa e da Segurança", cada vez mais integrado no gigantesco complexo militar-industrial dos EUA. Os 30% da participação do grupo são propriedade do Ministério do Desenvolvimento Económico, em cuja direcção foi colocado Giancarlo Giorgetti, número dois da Liga e braço direito de Matteo Salvini. Descrito como um "perito em contas", ele irá gerir os 30 biliões de euros já atribuídos pelo seu Ministério para fins militares e os outros 25 exigidos pelo Fundo de Recuperação, para fazer passar as despesas militares italianas de 26 para 36 biliões anuais, tal como exigido pelos USA e pela NATO. Esta tarefa será também confiada ao recém-nomeado Ministro da Economia e Finanças, Daniele Franco, antigo Director-Geral do Banco de Itália, oficialmente uma instituição de direito público, em cujo capital participam 160 bancos e fundos de pensões.

No novo governo, os "técnicos" têm mais poder do que os "políticos". Demonstra-o, antes de mais, o currículo de Mario Draghi: Director Executivo do Banco Mundial em Washington a Director do Tesouro em Roma, onde é o autor da privatização das principais empresas públicas italianas, de Vice Presidente do Banco Goldman Sachs americano (um dos maiores bancos de investimento do mundo) a governador do Banco de Itália e Presidente do Banco Central Europeu. Draghi é, ao mesmo tempo, um dos protagonistas do Grupo dos Trinta, uma poderosa organização internacional de financiadores, com sede em Washington, criada em 1978 pela Fundação Rockefeller.   

Assim, com o Governo Draghi, o poder do complexo industrial militar e da alta finança é reforçado, com uma nova perda dos princípios de soberania e repúdio da guerra, consagrados pela Constituição. Se não for este caso, o Ministério da Transição Ecológica deve iniciar a sua actividade eliminando a maior ameaça que paira sobre o nosso ambiente de vida: as armas nucleares americanas instaladas em Itália.

Manlio Dinucci

il manifesto, 16 de Fevereiro de 2021 

FR -- Manlio Dinucci -- L'Art de la Guerre -- Pour qui sonne la clochette

 


L’ART DE LA GUERRE

Pour qui sonne la clochette

Manlio Dinucci

 FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

 

Avec la traditionnelle cérémonie de la clochette, a eu lieu à Palazzo Chigi le passage de consignes entre Giuseppe Conte et Mario Draghi. En attendant de  vérifier quel sera le programme politique du nouveau gouvernement multi-partisan, soutenu par quasiment tout l’arc parlementaire, on peut en prévoir les lignes directrices à travers les curriculum vitae de quelques ministres et du président du Conseil. Le fait qu’à la Défense et aux Affaires Étrangères aient été re-confirmés Roberto Guerini (Pd) et Luigi Di Maio (5 Stelle) indique que le gouvernement Draghi renforcera ultérieurement l’”atlantisme”, c’est-à-dire l’appartenance de l’Italie à l’OTAN sous commandement USA. Emblématiques les ultimes actes des deux ministres du précédent gouvernement.

 

   Guerini s’est rendu sur le porte-avions Cavour, navire amiral de la Marine militaire, qui de Tarente appareillait pour les États-Unis où il acquerra la certification pour opérer avec les chasseurs de 5ème génération F-35B de la société Lockheed Martin. Après avoir rappelé que “le rapport transatlantique avec les États-Unis -une grande nation avec laquelle notre pays a un lien profond- revêt un rôle essentiel pour l’Italie”, le ministre a souligné que “l’Italie deviendra un des rares pays au monde, avec les États-Unis, la Grande-Bretagne et le Japon, à exprimer une capacité de porte-avions avec vélivoles de combat de 5ème génération”. Grâce surtout au groupe Leonardo, le plus grand producteur guerrier italien, qui participe à la construction des F-35. Di Maio, dans le sillage de la stratégie USA/OTAN, s’est rendu à Ryad où il a signé un mémorandum d’entente de “dialogue stratégique” avec l’Arabie Saoudite, la monarchie absolue que le groupe Leonardo assiste dans l’utilisation des chasseurs Eurofighter Typhon qui bombardent le Yémen, en lui fournissant même des drones pour repérer les objectifs à attaquer, et pour laquelle il construit aux États-Unis des navires de guerre du type le plus avancé.

 

  Ce même groupe Leonrado réapparait dans le CV du physicien Roberto Cingolani, placé aux commandes du nouveau “super-ministère” (demandé par Grillo) de la Transition écologique : Cingolani, spécialisé en nanotechnologie et robotique, est depuis 2019 responsable du département technologie et innovation du groupe Leonardo, “protagoniste mondial en Aérospatiale, Défense et Sécurité”, de plus en plus intégré dans le gigantesque complexe militaro-industriel USA. L’actionnariat du groupe est possédé à 30% par le Ministère du Développement économique, à la direction duquel a été placé Giancarlo Giorgetti, numéro deux de la Lega et bras droit de Matteo Salvini. Défini comme “expert de comptes”, c’est lui qui s’occupera de gérer les 30 milliards d’euros déjà alloués par son Ministère à des fins militaires et les autres 25 demandés par le Fonds de Relance, pour porter la dépense militaire italienne de 26 à 36 milliards annuels comme requis par les USA et l’OTAN. Mission qui sera confiée aussi au nouveau ministre de l’Économie et des Finances, Daniele Franco, ex-directeur général de la Banque d’Italie, officiellement institut de droit public, au capital duquel participent 160 banques et fonds de pension.

   Dans le nouveau gouvernement, les “techniciens” ont plus de pouvoir que les “politiques”. Comme le démontre avant tout le curriculum de Mario Draghi : de directeur exécutif de la Banque Mondiale à Washington à directeur du Ministère du Trésor à Rome où il est l’artisan des privatisations des plus grandes entreprises publiques italiennes, de vice-président de l’étasunienne Goldman Sachs (une des plus grandes banques d’affaire du monde) à gouverneur de la Banca d’Italia et à président de la Banque Centrale Européenne. Draghi est en même temps un des protagonistes du Groupe des Trente, puissante organisation internationale de financiers, avec siège à Washington, créée en 1978 par la Fondation Rockefeller.

 

   Avec le gouvernement Draghi, se renforce donc le pouvoir du complexe militaro-industriel et de la haute-finance, avec une perte ultérieure des principes de souveraineté et de répudiation de la guerre inscrits dans la Constitution. S’il n’en va pas ainsi, que le Ministère de la Transition écologique commence son activité en éliminant la plus grande menace qui plane sur notre environnement vital : les armes nucléaires USA installées en Italie.

 

Édition de mardi 16 février 2021 d’il manifesto

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio

IT -- Manlio Dinucci -- L'arte della guerra -- Governo Draghi, per chi suona la campanella


 

L’arte della guerra

Governo Draghi, per chi suona la campanella

Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS


Con la tradizionale cerimonia della campanella, è avvenuto a Palazzo Chigi il passaggio di consegne tra Giuseppe Conte e Mario Draghi. In attesa di verificare quale sarà il programma politico del nuovo governo multipartisan, sostenuto da quasi l’intero arco parlamentare, se ne possono prevedere le linee guida attraverso i curricula di alcuni ministri e del presidente del Consiglio. Il fatto che alla Difesa e agli Esteri siano stati riconfermati Roberto Guerini (Pd) e Luigi Di Maio (5 Stelle) indica che il governo Draghi rafforzerà ulteriormente l’«atlantismo», ossia l’appartenenza dell’Italia alla Nato sotto comando Usa. Emblematici gli ultimi atti dei due ministri nel precedente governo.

Guerini si è recato sulla portaerei Cavour, nave ammiraglia della Marina militare, che da Taranto salpava per gli Stati uniti dove acquisirà la certificazione per operare con i caccia di 5a generazione F-35B della Lockheed Martin. Dopo aver ribadito che «il rapporto transatlantico con gli Stati uniti – una grande nazione con cui il nostro paese ha un legame profondo – riveste un ruolo essenziale per l’Italia», il ministro ha sottolineato che «l’Italia diventerà uno dei pochi paesi al mondo, insieme a Stati uniti, Gran Bretagna e Giappone, a esprimere una capacità portaerei con velivoli da combattimento di 5ª generazione». Merito soprattutto del gruppo Leonardo, il maggiore produttore bellico italiano, che partecipa alla costruzione degli F-35. Di Maio, sulla scia della strategia Usa/Nato, si è recato a Riad dove ha firmato un memorandum d’intesa di «dialogo strategico» con l’Arabia Saudita, la monarchia assoluta che il gruppo Leonardo assiste nell’uso dei caccia Eurofighter Typhoon che bombardano lo Yemen, fornendole anche droni per individuare gli obiettivi da attaccare, e per la quale costruisce negli Stati uniti navi da guerra del tipo più avanzato.

Lo stesso gruppo Leonardo ricompare nel curriculum del fisico Roberto Cingolani, messo alla guida del nuovo «superministero» (richiesto da Grillo) della Transizione ecologica: Cingolani, specializzato in nanotecnologia e robotica, dal 2019 è responsabile del dipartimento tecnologia e innovazione del gruppo Leonardo, «protagonista globale nell’Aerospazio, Difesa e Sicurezza», sempre più integrato nel gigantesco complesso militare-industriale Usa. Il 30% dell’azionariato del gruppo è posseduto dal Ministero dello Sviluppo economico, alla cui direzione è stato posto Giancarlo Giorgetti, numero due della Lega e braccio destro di Matteo Salvini. Definito «esperto di conti», penserà lui a gestire i 30 miliardi di euro già stanziati dal suo Ministero a fini militari e gli altri 25 richiesti dal Recovery Fund, per portare la spesa militare italiana da 26 a 36 miliardi annui come richiesto da Usa e Nato. Compito che sarà affidato anche al neo ministro dell'Economia e Finanze, Daniele Franco, già direttore generale della Banca d’Italia, ufficialmente istituto di diritto pubblico, al cui capitale partecipano 160 banche e fondi pensione.

Nel nuovo governo, i «tecnici» hanno più potere dei «politici». Lo dimostra anzitutto il curriculum di Mario Draghi: da direttore esecutivo della Banca Mondiale a Washington a direttore del Ministero del Tesoro a Roma dove è artefice delle privatizzazioni delle maggiori aziende pubbliche italiane, da vicepresidente della statunitense Goldman Sachs (una delle più grandi banche d’affari del mondo) a governatore della Banca d’Italia e a presidente della Banca Centrale Europea. Draghi è allo stesso tempo uno dei protagonisti del Gruppo dei Trenta, potente organizzazione internazionale di finanzieri, con sede a Washington, creata nel 1978 dalla Fondazione Rockefeller.  

Si rafforza quindi, col governo Draghi, il potere del complesso militare industriale e dell’alta finanza, con una ulteriore perdita dei principi di sovranità e ripudio della guerra sanciti dalla Costituzione. Se non è così, il Ministero della Transizione ecologica inizi la sua attività eliminando la maggiore minaccia che grava sul nostro ambiente di vita: le armi nucleari Usa installate in Italia.   

 Manlio Dinucci

il manifesto, 16 febbraio 2021 

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


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PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



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convegno firenze 2019