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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Thursday, October 3, 2019

L’OTAN veut transformer l’espace en une nouvelle frontière en matière de défense


https://www.les-crises.fr/wp-content/themes/lescrises_v3/images/article/tags.png OTAN
Merci168
BRUXELLES (Reuters) – D’après quatre hauts diplomates, l’OTAN a l’intention de reconnaître cette année l’espace comme domaine à part entière (NDT : au même titre que la terre, la mer, l’air et le cyberespace), en particulier pour montrer au président américain Donald Trump que l’alliance est pertinente et s’adapte aux nouvelles menaces, alors que Trump vient d’approuver la création d’une Force spatiale américaine.
PHOTO : Des salariés discutent sur la chaîne de production du module de service européen (ESM) d’Airbus, livré pour le vaisseau spatial Orion de la NASA, à l’usine Airbus de Brême, en Allemagne. Cliché réalisé le 19 février 2019. REUTERS/Fabian Bimmer/fichier photo.
La décision, qui doit être prise lors du sommet des dirigeants à Londres les 3 et 4 décembre [2019], auquel Trump doit participer, reconnaîtrait officiellement que des batailles peuvent être engagées non seulement sur terre, dans les airs, en mer et sur des réseaux informatiques, mais aussi dans l’espace.
« Il y a un accord tacite sur le fait que nous devions définir l’espace comme un domaine, et le sommet de Londres est le meilleur endroit pour le rendre officiel » a déclaré un haut diplomate de l’OTAN impliqué dans les discussions, tout en rappelant prudemment que le travail technique et politique était encore en cours.
Les diplomates de l’OTAN nient que l’alliance soit sur le pied de guerre dans l’espace, mais affirment qu’ériger celui-ci au rang de domaine opérationnel ouvrirait un débat sur l’utilisation par l’Alliance d’armes spatiales capables de détruire les missiles et les défenses aériennes ennemis, ou encore les satellites.
D’après les diplomates, la décision de déclarer l’espace comme nouvelle frontière pour la défense pourrait aider à convaincre Trump que l’Organisation du Traité de l’Atlantique Nord peut être un allié utile pour dissuader la Chine de s’élever au rang de puissance militaire rivale.
Alors que les pays de l’OTAN possèdent aujourd’hui 65 % des satellites, la Chine envisage des constellations massives de satellites commerciaux pouvant offrir des services allant de l’Internet à haut débit pour les avions au suivi des missiles et des forces armées sur le terrain.
La Chine est en train de mettre au point des armes utilisables en orbite et est devenue l’année dernière le premier pays à atterrir sur la face cachée de la Lune.
Autrefois partenaire stratégique de l’OTAN, la Russie, aujourd’hui considérée par de nombreux alliés comme une puissance hostile, est aussi une force spatiale et l’un des rares pays en capacité de mettre des satellites en orbite.
« La guerre peut avoir lieu exclusivement dans l’espace, mais celui qui contrôle l’espace contrôle aussi ce qui se passe sur terre, sur mer et dans les airs », a déclaré Jamie Shea, ancien responsable de l’OTAN et actuellement analyste dans le groupe de réflexion Friends of Europe à Bruxelles.
« Si vous ne contrôlez pas l’espace, vous ne contrôlez pas les autres domaines non plus. »
Les ministres de la défense de l’OTAN devraient se mettre d’accord la semaine prochaine sur une politique spatiale élargie, à l’occasion d’une réunion de routine à Bruxelles, même si à ce stade la décision n’a pas encore été prise de déclarer l’espace comme domaine opérationnel de défense.
Un deuxième diplomate a déclaré que, bien qu’il s’agisse d’une décision lourde de conséquences, il s’agirait vraisemblablement d’un « cadeau à Trump ».
Trump – qui a mis à profit le dernier sommet de l’OTAN, en juillet de l’année dernière, pour sermonner ses alliés européens quant aux dépenses militaires et pour accuser l’Allemagne d’être otage de l’énergie russe – a signé en février un plan pour commencer à mettre sur pied la Force spatiale américaine.
Bien que la réunion de Londres n’ait lieu que dans six mois, les alliés européens s’inquiètent déjà de savoir si Trump en profitera pour remettre en question l’utilité de l’alliance, dont il est, de facto, le chef.
QU’EST-CE QUI DÉCLENCHE L’ARTICLE 5 ?

Monday, July 2, 2018

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- USA e NATO suplantam a UE em crise


A Arte da Guerra

USA e NATO esmagam a União Europeia em crise

Manlio Dinucci




Duas Cimeiras, ambas em Bruxelas, num espaço de duas semanas, representam a condição da situação europeia.

A reunião do Conselho Europeu, em 28 de Junho, confirmou que a União, baseada nos interesses das oligarquias económicas e financeiras, relativos às grandes potências, está a desmoronar-se devido a conflitos de interesses e não apenas devido à questão dos migrantes.

O Conselho do Atlântico Norte – no qual participarão, em 10 e 11 de Julho, os Chefes de Estado e de Governo dos 22 países da UE (num total de 28) membros da Aliança (com a Grã-Bretanha de saída da União) - reforçará a NATO sob comando USA.

O Presidente Trump terá, assim, na mão, cartas mais fortes na Cimeira bilateral que acontecerá cinco dias depois, a 16 de Julho, em Helsínquia, com o Presidente Vladimir Putin, da Rússia. O que o Presidente dos EUA estabelecerá na mesa de negociações dependerá fundamentalmente da situação da Europa. Não é segredo que os EUA nunca quiseram uma Europa unida como aliada paritária. Durante mais de 40 anos, aquando da Guerra Fria, têm-na mantido subordinada e na primeira linha de confronto nuclear com a União Soviética.

Em 1991, acabada a Guerra Fria, os Estados Unidos temem que os aliados europeus possam questionar a sua liderança ou considerar a NATO como inútil, ultrapassada pela nova situação geopolítica. Daí a reorientação estratégica da NATO, sempre sob comando USA, reconhecida pelo Tratado de Maastricht como “fundamento da defesa" da União Europeia e o seu alargamento para Leste,  ligando os antigos países do Pacto de Varsóvia ainda mais a Washington do que a Bruxelas.

Durante as guerras pós-Guerra Fria (Iraque, Jugoslávia, Afeganistão, novamente o Iraque, Líbia, Síria), os Estados Unidos negociam em segredo com as principais potências europeias (Grã-Bretanha, França, Alemanha) repartindo com elas, áreas de influência, enquanto das outras (incluindo a Itália) conseguem o que querem sem concessões consideráveis. 

O objectivo fundamental de Washington é não só manter a União Europeia numa posição subordinada, mas, sobretudo, impedir a formação de uma área económica que abranja toda a região europeia, incluindo a Rússia, ligando-se à China através da Nova Rota da Seda que está a surgir. Daí, em 2014, com a crise na Ucrânia (durante a Administração Obama), a nova Guerra Fria que fez explodir na Europa, sanções económicas e a escalada da NATO contra a Rússia.

A estratégia de "dividir e reinar", isto é, de dividir para dominar, primeiro disfarçada sob roupagens diplomáticas, está agora exposta à luz.

Ao reunir-se em Abril com o Presidente Macron,  Trump propôs que a França saísse da União Europeia, oferecendo condições comerciais mais vantajosas do que as da União Europeia. Não sabemos o que estão a decidir em Paris. É significativo, contudo, o facto de que a França tenha lançado um plano que prevê operações militares conjuntas de um grupo de países da UE, independentemente dos mecanismos de decisão da própria União Europeia: o acordo foi assinado em Luxemburgo, em 25 de Junho, pela França, Alemanha, Bélgica. Dinamarca, Holanda, Espanha, Portugal, Estónia e pela Grã-Bretanha, que assim, poderá participar após a sua saída da UE, em Março de 2019.

A Itália, especificou a Ministra da Defesa francesa, Parly, ainda não assinou por “uma questão de detalhes, não de substância”.

O plano foi, de facto, aprovado pela NATO, pois "completa e fortalece a prontidão das forças armadas da Aliança". E, sublinha a Ministra da Defesa italiana, Trenta, visto que “a União Europeia deve tornar-se um produtor de segurança a nível global; para fazê-lo, deve reforçar a sua cooperação com a NATO ".

Il manifesto, 03 Julho de 2018

NO WAR NO NATO

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Wednesday, June 20, 2018

PT -- GUERRA NUCLEAR: 6.4 A segunda guerra contra o Iraque.


MANLIO DINUCCI



“Copyright Zambon Editore”


GUERRA NUCLEAR
O DIA ANTERIOR
De Hiroshima até hoje:
Quem e como nos conduzem à catástrofe



6.4  A segunda guerra contra o Iraque.

O plano dos Estados Unidos de atacar e ocupar o Iraque torna-se evidente quando, depois da ocupação do Afeganistão, em Novembro de 2001, o Presidente Bush o coloca, em 2002, no primeiro lugar entre os países que fazem parte do «Eixo do Mal».

Depois da primeira guerra do Golfo, em 1991, o Iraque foi submetido a um férreo embargo que, em dez anos, provocou cerca de um milhão de mortos, dos quais, cerca de meio milhão eram crianças. Um massacre provocado, mais do que a desnutrição crónica e a falta de medicamentos, pela carência de água potável e pelas consequentes doenças infecciosas e parasitárias. Os Estados Unidos – demonstram-no documentos vindos à luz mais tarde – executaram um plano preciso: primeiro bombardearam as instalações de depuração e os aquedutos para provocar uma crise hídrica e, assim, impedir com o embargo, que o Iraque pudesse importar os sistemas de depuração. As consequências sanitárias eram previstas, claramente, desde o início e programadas de modo a acelerar o colapso do Iraque. Outras vítimas são provocadas, nos anos seguintes à primeira guerra, pelos projecteis de urânio empobrecido, usados maciçamente pelas forças americanas e aliadas, quer nos bombardeamentos aéreos, quer nos terrestres. 

No entanto, a segunda guerra contra o Iraque,  revela-se ainda mais difícil de encorajar do que a que foi levada a cabo em 1991. Ao contrário de então, o Iraque de Saddam Hussein não cometeu nenhuma agressão e respeita a Resolução 1441 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, permitindo aos inspectores da ONU entrar em todos os sítios para verificar a existência eventual de armas de destruição em massa (que não foram encontradas). Consequentemente, torna-se mais difícil aos Estados Unidos, criar uma motivação «legal» para a guerra e, nesta base, obter uma aprovação internacional análoga à de 1991.

No entanto, a Administração Bush decide ir até ao fim. Em seguida, apresenta ao Conselho de Segurança da ONU uma série de «provas» recolhidas pela CIA, que depois foram demonstradas serem falsas, sobre a presumível existência de um grande arsenal de armas químicas e bacteriológicas na posse do Iraque, e sobre uma presumível capacidade de construir num breve espaço de tempo, armas nucleares. Visto que o Conselho de Segurança se recusa a autorizar a guerra, a Administração Bush, simplesmente, ignora-o.

A guerra inicia-se em 20 de Março de 2003 com o bombardeamento aéreo de Baghdad e outros centros, pela aviação americana e britânica e com o ataque terrestre efectuado pelos marines, que entram no Iraque pelo Kuwait. Em 9 de Abril, as tropas americanas ocupam Baghdad. A operação, denominada «Iraqi Freedom», é apresentada como «guerra preventiva» e «exportação da democracia». Deste modo, é posto em acção o princípio enunciado na Quadrennial Defense Review Report, do Pentágono (30 de Setembro de 2001): «As forças armadas americanas, sob a direcção do Presidente, devem manter a capacidade de impor a vontade dos Estados Unidos a qualquer adversário, incluindo Estados e entidades não estatais, mudar o regime de um Estado adversário ou ocupar um território estrangeiro, enquanto os objectivos estratégicos dos Estados Unidos não estiverem realizados».

Mas, acima da «vontade dos Estados Unidos», está a vontade dos povos de resistir. É o que acontece no Iraque, onde as forças de ocupação americanas e aliadas – compreendendo as italianas, empenhadas na operação «Antiga Babilónia» - encontram uma resistência que não esperavam enfrentar. Para impedi-la, o Iraque é posto a ferro e fogo por outro milhão e meio de soldados, que o Pentágono desloca em rotação, juntamente com centenas de milhares de militares contratados, usando qualquer meio: desde bombas de fósforo contra a população de Falluja às torturas nas prisões de Abu Ghraib. Provocando cerca de um milhão de vítimas civis, juntem-se-lhes as vítimas da primeira guerra contra o Iraque e as do embargo, forçando mais de dois milhões de iraquianos a abandonar as suas casas e outros tantos a refugiar-se na Síria e na Jordânia. 

Uma guerra que deixa o país devastado, com uma desocupação superior a 50%, com metade dos médicos que tinha antes da invasão, com um terço das crianças afectadas por subnutrição, às quais se juntam as crianças atingidas por malformação genética devido às armas de urânio empobrecido e outras usadas pelo Pentágono. Uma guerra que os Estados Unidos pagam com 4.500 mortos e mais de 30.000 feridos entre os militares, 30% dos quis regressam a casa com problemas psíquicos. Custou 1.000 biliões de dólares, aos quais se juntam cerca de 4 mil biliões de dólares de despesas indirectas, como as de ajuda aos veteranos.

Dado que a resistência iraquiana bloqueia a máquina bélica americana e aliada, Washington recorre à política antiga mas sempre eficaz «divide et impera», fazendo concessões a alguns agrupamentos shiitas e curdos para isolar os sunitas. No caso da operação não ser bem sucedida, Washington tem preparado um plano de reserva: desagregar o Iraque (como já fez com a Federação Jugoslava) de modo a poder controlar a zona petrolífera e outras áreas de interesse estratégico, através de acordos com grupos de poder locais. No Curdistão iraquiano, onde operam desde 2003, forças especiais americanas, Washington liga a si o governo regional curdo de Masoud Barzani, com o qual a ExxonMobil conclui um contrato avultado para a exploração petrolífera, contornando o governo de Baghdad.

Baseada nessa estratégia a NATO intervém oficialmente e participa na guerra de facto, com as suas forças e estruturas. Em 2004 é instituída a «Missão NATO de treino», com o objectivo declarado de «ajudar o Iraque a criar forças armadas eficientes.» De 2004 a 2011, são treinados em 2.000 cursos especiais levados a cabo nos países da Aliança, milhares de militares e polícias iraquianos que chegam dotados de armas doadas por esses mesmos países. Ao mesmo tempo, a NATO envia para o Iraque, instrutores e conselheiros, compreendendo os italianos, para «ajudar o Iraque a criar um sector próprio de segurança, com orientação democrática e durável» e para «estabelecer uma parceria a longo prazo, da NATO com o Iraque».

A seguir: 
6.5  A guerra contra a Líbia.

Wednesday, June 13, 2018

SP -- Manlio Dinucci -- El Arte de la Guerra -- Estados Unidos y la Unión Europea riñen pero están juntos contra Rusia y China



«EL ARTE DE LA GUERRA»

Estados Unidos y la Unión Europea riñen pero están juntos contra Rusia y China

En este periodo de cambios acelerados en las posiciones internacionales, es importante no dejarse cegar por tal o mas cual elemento y mantener una visión de conjunto de todo lo que va aconteciendo. Observando simultáneamente lo que sucede en el G7, la OTAN y la Organización de Cooperación de Shanghai (OCS), el geógrafo italiano Manlio Dinucci muestra la dirección que han escogido las potencias occidentales.

 | ROMA (ITALIA)  


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Reunidos en Bruselas, el 8 de junio de 2018, los miembros de la OTAN se dotaban de nuevos medios para contrarrestar el desarrollo de Rusia. Mientras el general francés Denis Mercier y el secretario de Defensa estadounidense James Mattis (en la foto) se saludaban en Bruselas con este apretón de manos, en Quebec los líderes del G7 protagonizaban una riña sobre aranceles.
Mientras el G7 parece a punto de estallar por cuestiones de derechos de aduana, las mismas potencias occidentales que reñían en Quebec cerraban filas en Bruselas reforzando la OTAN y su red de asociados.
La proposición táctica de Donald Trump de reinstaurar el G8 –incorporando a Rusia en un G7+1… y separándola de China– fue rechazada por los líderes europeos y por la propia Unión Europea, que temen verse traicionados más tarde por algún tipo de arreglo de Washington con Moscú. El único que aprobó inicialmente la proposición fue el nuevo primer ministro italiano, a quien Trump calificó enseguida de «buen muchacho», antes de invitarlo a la Casa Blanca.

EN - Manlio Dinucci -- The Art of War -- The USA and the EU quarrel, but remain united against Russia and China

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The Art of War 

The USA and the EU quarrel, 
but remain united against Russia and China 

Manlio Dinucci 



While the G7 is fissuring over the war on customs duties, the same conflicting actors are regrouping to reinforce NATO and its network of partners.

Trump's tactical proposal to restore the G8 - aimed at harnessing Russia to a G7 + 1, thus separating it from China - was rejected by European leaders and even the EU itself, who fear being overridden by Washington-Moscow negotiations.

However, the proposition was approved by the new Italian Prime Minister Giuseppe Conte. Trump called him a “good boy” and invited him to the White House.

Nonetheless, this remains a communal strategy. This is confirmed by the latest decisions taken by NATO, whose main members are the United States, Canada, Germany, France, Great Britain and Italy, plus Japan as a partner – in other words, all the powers of the G-7.

The meeting of 29 Defense ministers (for Italy Elisabetta Trenta, 5 Stelle), on June 7, unanimously decided:
    
Ø  to strengthen the anti-Russia command structure by more than 1,200 personnel;

Ø  to set up a new Joint Force Command for the Atlantic, based in Norfolk (USA), against «Russian submarines that threaten maritime communication lines between the United States and Europe»;

Ø  to set up a new Logistics Command, based in Ulm (Germany), as a "deterrent" against Russia, with the task of "moving troops faster across Europe in any conflict".


"Military mobility" is at the heart of the NATO-EU cooperation, which will be strengthened by a new agreement next July.

By 2020, NATO will deploy in Europe, 30 mechanised battalions, 30 air squadrons and 30 combat vessels, ready to use within 30 days or less against Russia.

To this end, as requested by the US, the European allies and Canada have increased their military spending by 87 billion dollars since 2014 and are committed to increasing it even more. Germany will take it in 2019 to an average of 114 million Euros a day and plans to increase it by 80% by 2024.

Germany, France, Great Britain, Canada and Italy, while they quarrel with the US at the G7 in Canada about customs taxes, in Europe are participating under US command in the Saber Strike excercise which mobilises 18,000 soldiers from 19 countries. The excercise was scheduled between 3 and 15 June in Poland and the Baltic, close to the Russian territory.

The same six members of the G7, plus Japan, will be participating in the Pacific, still under US command, in RIMPAC 2018, the largest naval exercise in the world, aimed at China.

In these 'war games', from Europe to the Pacific, Israeli forces are participating for the first time.

The Western powers, divided by contrasting interests, are composing a united front in order to hold on, by any means necessary – war and more war - to their imperial domination of the world, which is threatened by the emergence of new state and social subjects.

At the same time as the G7 was splitting on the question of customs duties in Canada, China and Russia signed new economic agreements in Beijing. China is Russia’s biggest trade partner and Russia is China’s largest fuel supplier. Trade between the two countries will increase this year to around 100 billion dollars.

China and Russia cooperate in the development of the New Silk Road through 70 countries of Asia, Europe and Africa. The project - which contributes to "a multipolar world order and more democratic international relations" (Xi Jinping) - is opposed by both the US and the European Union - 27 of the 28 EU ambassadors in Beijing (with the exception of Hungary) claim that the project violates free trade and aims to divide Europe.

It is not only the G7, but the unipolar world order imposed by the West, which is under threat.

(il manifesto June 12, 2018)



NO WAR NO NATO

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DE -- Manlio Dinucci -- Die Kunst des Krieges -- USA und EU im Streit aber vereint gegen Russland und China

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Die Kunst des Krieges

USA und EU im Streit 
aber vereint gegen Russland und China


Manlio Dinucci



Während die G-7 als Folge des Zollkieges zerbrechen, finden sich die Beteiligten wieder zusammen, indem sie die NATO und ihr Partnernetzwerk stärken.

Trumps taktischer Vorschlag, die G-8 - durch Einbinden Russlands in eine G-7+1 - wieder herzustellen und Russland so von China zu trennen, wurde von den europäischen Führern und der EU selbst abgelehnt, die befürchten, dass sie durch Verhandlungen zwischen Washington und Moskau übergangen werden.

Stattdessen genehmigte dies der neue italienische Premierminister Conte. Trump nannte ihn „einen guten Jungen“ und lud ihn ins Weiße Haus ein. 

Jedoch bleibt die übliche Strategie. Dies wird durch die jüngsten Beschlüsse der NATO bestätigt, deren wichtigste Mitglieder die Vereinigten Staaten, Kanada, Deutschland, Frankreich, Großbritannien und Italien sind, sowie Japan als Partner, d.h. alle G7-Mächte.

Das Treffen der 29 Verteidigungsminister (für Italien Elisabetta Trenta, 5-Sterne-Bewegung) hat am 7. Juni einstimmig beschlossen, die Kommandostruktur in der Anti-Russland-Funktion zu verstärken und den Stab um mehr als 1.200 Mitarbeiter aufzustocken; ein neues gemeinsames Kommando für den Atlantik in Norfolk (USA) gegen "die russischen U-Boote, die die Linien der maritimen Kommunikation zwischen den Vereinigten Staaten und Europa bedrohen", einzurichten; ein neues logistisches Kommando in Ulm (Deutschland) einzurichten, als "Abschreckung" gegen Russland, mit der Aufgabe, "die Truppen in jedem Konflikt schneller durch Europa zu bewegen".

Die “militärische Mobilität” steht im Mittelpunkt der Zusammenarbeit zwischen der NATO und der EU, die durch ein neues Abkommen im nächsten Juli verstärkt wird.

Die NATO wird bis 2020 in Europa 30 mechanisierte [Panzer-] Bataillone, 30 Luftgeschwader und 30 Kampfschiffe stationieren, die in höchstens 30 Tagen gegen Russland einsatzbereit sind.

Zu diesem Zweck haben die europäischen Verbündeten, wie von den USA gefordert, ihre Militärausgaben seit 2014 um 87 Milliarden Dollar erhöht und sich verpflichtet, sie weiter zu erhöhen. Deutschland wird es 2019 auf durchschnittlich 114 Millionen Euro pro Tag bringen und plant, dies bis 2024 um 80% zu erhöhen.

Während sie in Kanada beim G-7-Gipfel mit den USA über Abgaben streiten, nehmen Deutschland, Frankreich, Großbritannien, Kanada und Italien in Europa unter US-Kommando am Saber Strike-Manöver teil, das 18.000 Soldaten aus 19 Ländern mobilisiert und vom 3. bis 15. Juni nahe dem russischen Territorium in Polen und dem Baltikum stattfindet,.

Dieselben Länder, sowie Japan, die anderen sechs Mitglieder der G-7, werden im Pazifik, ebenfalls unter dem Kommando der USA, am der RIMPAC 2018 teilnehmen, der weltweit größten Anti-China-Marineübung.

An diesen Kriegsübungen von Europa bis zum Pazifik nehmen erstmalig israelische Streitkräfte teil.

Die Westmächte, gespalten durch gegensätzliche Interessen, bilden eine gemeinsame Front, um mit allen Mitteln – mehr und mehr Krieg – die imperiale Herrschaft der Welt aufrecht zu erhalten, die durch die Entstehung neuer staatlicher und sozialer Themen in eine Krise geraten ist.

Zur gleichen Zeit, als die Frage der Zölle die G-7 in Kanada spaltete, unterzeichneten China und Russland in Peking neue Wirtschaftsabkommen. China ist Russlands größter Handelspartner und Russland ist Chinas größter Energielieferant. Der Handel zwischen den beiden Ländern wird in diesem Jahr auf ca. 100 Milliarden Dollar ansteigen.

China und Russland kooperieren bei der Entwicklung der Neuen Seidenstraße durch 70 Länder in Asien, Europa und Afrika. Das Projekt, das zu „einer multipolaren Weltordnung und demokratischeren internationalen Beziehungen“ (Xi Jinping) beiträgt, wird von den USA und der EU abgelehnt. 27 der 28 EU-Botschafter in Peking (außer Ungarn) bemängeln, dass das Projekt den Freihandel verletze und Europas Spaltung zum Ziel hat.

Nicht nur die G-7 sondern die unipolare Weltordnung des Westens ist in der Krise.

(il manifesto, 12. Juni 2018)


Übersetzung: K.R.



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Tuesday, June 12, 2018

FR -- Manlio Dinucci -- L’art de la guerre -- USA et Ue se disputent mais sont unis contre Russie et Chine

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L’art de la guerre

USA et Ue se disputent 
mais sont unis contre Russie et Chine 
Manlio Dinucci



Pendant que se brise le G7 sous l’effet de la guerre des droits de douane, ceux-là mêmes qui se disputent se regroupent en renforçant l’OTAN/NATO et son réseau de partenaires. 

  La proposition tactique de Trump de recomposer le G8 -visant à canaliser la Russie dans un G7+1, en la divisant de la Chine- a été repoussée par les leaders européens et par l’Ue même, qui redoutent d’être doublés par une tractation Washington-Moscou. Proposition par contre approuvée par le nouveau Premier ministre italien Conte, qualifié par Trump de “brave garçon” et invité à la Maison Blanche.

  La stratégie cependant reste commune. C’est ce que confirment les dernières décisions prises par l’OTAN/NATO, dont les principaux membres sont États-Unis, Canada, Allemagne, France, Grande-Bretagne et Italie, plus le Japon comme partenaire, c’est-à-dire toutes les puissances du G7.

  La réunion des 29 Ministres de la Défense (pour l’Italie Elisabetta Trenta, Mouvement 5 Étoiles) a décidé à l’unanimité le 7 juin de potentialiser la structure de commandement dans une fonction anti-russe, en augmentant son personnel de plus de 1200 unités ; de constituer un nouveau Commandement Conjoint pour l’Atlantique, à Norfolk aux États-Unis, contre “les sous-marins russes qui menacent les lignes de communication maritime entre États-Unis et Europe” ; de constituer un nouveau Commandement Logistique, à Ulm en Allemagne, comme “dissuasion” contre la Russie, avec la mission de “déplacer plus rapidement les troupes à travers l’Europe dans n’importe quel conflit”. 

  La “mobilité militaire” est au centre de la coopération OTAN-UE, qui en juillet se trouvera renforcée par un nouvel accord. D’ici 2020 l’OTAN/NATO disposera en Europe de 30 bataillons mécanisés, 30 escadrilles aériennes et 30 navires de combat, déployables en 30 jours ou moins contre la Russie. A cet effet, comme requis par les USA, les alliés européens et le Canada ont augmenté leur dépense militaire de 87 milliards de dollars depuis 2014 et s’engagent à l’accroitre. L’Allemagne la portera en 2019 à une moyenne de 114 millions d’euros par jour et planifie de l’augmenter de 80% d’ici 2024. 

 
Allemagne, France, Grande-Bretagne, Canada et Italie, pendant qu’ils se disputent avec les USA au G7 au Canada sur les droits de douane, participent en Europe sous commandement étasunien à l’exercice Saber Strike qui, mobilisant 18 000 soldats de 19 pays, se déroule du 3 au 15 juin en Pologne et dans la Baltique au bord du territoire russe. Ces mêmes pays et le Japon, les autres six membres du G7, participeront dans le Pacifique, toujours sous commandement USA, au Rimpac 2018, le plus grand exercice naval du monde dans une fonction anti-Chine. 

   A ces répétitions de guerre, de l’Europe au Pacifique, participent aussi pour la première fois des forces israéliennes. Les puissances occidentales, divisées par des conflits d’intérêt, font front commun pour garder par n’importe quel moyen -de plus en plus la guerre- la domination impériale du monde, mise en crise par l’émergence de nouveaux sujets étatiques et sociaux. 

   Au moment même où au Canada se brisait le G7 sur la question des droits de douane, à Pékin la Chine et la Russie stipulaient de nouveaux accords économiques. La Chine est le premier partenaire commercial de la Russie, et celle-ci est le premier fournisseur énergétique de la Chine. Les échanges entre les deux pays grimperont cette année à environ 100 milliards de dollars. Chine et Russie coopèrent au développement de la Nouvelle Route de la Soie à travers 70 pays d’Asie, Europe et Afrique. Le projet -qui contribue à “un ordre mondial multipolaire et à des relations internationales plus démocratiques” (Xi Jinping)- se trouve contrecarré à la fois par les États-Unis et par l’Union européenne : 27 des 28 ambassadeurs de l’Ue à Pékin (sauf la Hongrie) soutiennent que le projet viole le libre commerce et vise la division de l’Europe. 

  La crise n’est pas pour le seul G7, mais pour l’ordre mondial unipolaire imposé par l’Occident.

Edition de mardi 12 juin 2018 de il manifesto

Traduit de l’italien par M-A P.



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Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio + maria

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LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019