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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Saturday, December 28, 2019

PT --Full Spectrum Dominance -- Capítulo Onze -- Parte 2

CAPÍTULO ONZE -- Parte 2


Africom, China e Guerras de Recursos/Matérias Primas
Apenas algumas semanas após o Presidente George W. Bush assinar a Ordem que criou o AFRICOM, o novo comando militar dos EUA dedicado à África, vários acontecimentos sinistros eclodiram no continente rico em minerais. Essas ocorrências sugeriam que um programa importante da Presidência Obama seria concentrar os recursos dos EUA - militares e outros – para lidar com as quatro áreas principais de África: a República do Congo; o Golfo da Guiné, rico em petróleo; a região de Darfur, rica em petróleo, no sul do Sudão; e cada vez mais, a “ameaça de pirataria” da Somália às rotas marítimas, no Mar Vermelho e no Oceano Índico. (21)
O continente africano contém o que a maioria dos geólogos acredita ser a riqueza mineral mais abundante do planeta. Com a China, a Rússia, a Índia e outros 'rivais' potenciais dos EUA a começar a desenvolver laços com várias nações africanas e com as suas matérias-primas, a resposta de Washington foi clara – prevalecer pela força militar.
A República Democrática do Congo tinha sido renomeada de República do Zaire, em 1997, quando as forças de Laurent Désiré Kabila (pai do Presidente Joseph Kabila) tinham terminado os trinta e dois anos do reinado de terror de Mobutu. Os moradores continuaram a designar o país como Congo-Kinshasa.
Mapa
O Grande Vale da Fenda (Rift), em África, possui a maior concentração de matérias primas do mundo e, consequentemente, é a causa das guerras pelo controlo das mesmas.

Saturday, November 9, 2019

PT --Full Spectrum Dominance -- Capítulo Onze -- Parte 1

CAPÍTULO ONZE -- Parte 1
Full Spectrum Dominance ou Loucura Completa?
‘Potencialmente, o cenário mais perigoso seria uma grande coligação da China, Rússia e talvez do Irão, uma coligação 'anti-hegemónica' unida não pela ideologia, mas por queixas complementares ...
Para evitar essa contingência ... será necessário uma exibição da prontidão geo-estratégica dos EUA, simultaneamente, nos perímetros ocidental, leste e sul da Eurásia, . '
- Zbigniew Brzezinski, Conselheiro do candidato Obama (1)

 Geopolitica Euroasiática
Durante os oito anos da presidência de Bush, a escala das despesas militares dos EUA passou por uma transformação radical. O orçamento oficial anual do Pentágono, incluindo as guerras do Iraque e do Afeganistão e as suas consequências sangrentas, aumentou para além de todos os precedentes. No ano fiscal de 2001, antes da declaração da Guerra ao Terror influenciar as despesas, o Pentágono gastou 333 biliões de dólares em armas e mão-de-obra em todo o mundo para “defender a democracia” e acima de tudo, o que foi definido como os “interesses da segurança nacional” dos EUA. Em 2009, a soma anual mais do que duplicou, quando as despesas do Iraque e do Afeganistão foram incluídas, subiu para 711 biliões de dólares. (2)
Em comparação com o resto das despesas militares no mundo, os montantes gastos por Washington foram ainda mais impressionantes. Os Estados Unidos eram, de longe, o líder global em despesas militares: em 2008, despenderam mais do que os 45 países que, juntos, tinham os maiores gastos do mundo. O Pentágono e o orçamento correspondente representavam 48% do total das despesas militares do mundo, quase metade de cada dólar militar. Comparados com os rivais em potência, os EUA empregaram nas suas forças armadas quase seis vezes mais que a China, dez vezes mais do que a Rússia e quase cem vezes mais que o Irão. A China, com o segundo maior orçamento de defesa do mundo, gastou 122 biliões ou, aproximadamente, um sexto da despesa militar dos EUA.
Quando os orçamentos militares combinados dos Estados Unidos e de todos os seus aliados da NATO, bem como dos principais aliados no Pacífico - Japão, Coreia do Sul e Austrália - foram totalizados, a aliança dominada pelos EUA gastou anualmente 1,1 trilião nas suas forças armadas combinadas, representando 72% do total mundial de despesas militares. (3) Se apenas os dólares e os equipamentos fossem o único critério, o mundo seria, há muito tempo, uma colónia impotente sob o Domínio Total do Espectro dos EUA.
A extensão das bases militares permanentes dos EUA, durante esse período de oito anos, expandiu-se enormemente do Médio Oriente para a Ásia Central, para o Afeganistão, Paquistão e por toda a África. O Pentágono tinha instalado todas as armas do seu arsenal: conquista militar bruta, no Iraque; mudança de regime de “poder brando” para as ditaduras pró-EUA, nas antigas repúblicas soviéticas da Ucrânia e da Geórgia; e apoio a "Estados falidos" como o Kosovo.
O foco estratégico dessa esmagadora formação militar dos EUA foi o controlo de possíveis rivais no continente eurasiático, mais precisamente, da Rússia e da China.
Kosovo: o Estado da Máfia de Washington nos Balcãs

Friday, September 13, 2019

PT -- CAPÍTULO DEZ -- FULL SPECTRUM DISCLOSURE -- COMPLETO

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ou
DOMÍNIO DO ESPECTRO TOTAL  

CAPÍTULO DEZ 
‘A Revolução nos Assuntos Militares’ de Yoda
‘Desde a década de 1980, Marshall promoveu uma ideia apresentada em 1982 pelo Marechal Nikolai Ogarkov, então chefe do Estado Maior Soviético, chamado RMA, ou 'Revolução nos Assuntos Militares’.
                                                                                                   - citação de um colega do Pentágono de Andrew Marshall (1)
Terminar secretamente a era do MAD
A ‘Revolução nos Assuntos Militares/'Revolution in Military Affairs’, estabelecida no Afeganistão e no Iraque depois de 2001, foi uma consequência das sementes plantadas décadas antes, durante a tumultuosa era de Nixon. Quando as poderosas elites financeiras dos EUA e seu pequeno círculo de planeadores estratégicos começaram a avaliar o desastre da Guerra do Vietname, concentraram-se no desenvolvimento de métodos alternativos para garantir o futuro do Século Americano.
No início da década de 1970, a política dos Estados Unidos em relação à possibilidade de usar a capacidade de ‘First Strike’ nuclear contra a União Soviética, havia mudado consideravelmente. Nixon, apoiado pelo antigo Conselheiro da Segurança Nacional, Henry Kissinger, um protegido da família Rockefeller, iniciou a transição do equilíbrio de terror da Guerra Fria, Destruição Mútua Garantida ou MAD. Nixon estava determinado a obter a supremacia nuclear global.
A Crise dos Mísseis Cubanos, de Outubro de 1962, durante o governo Kennedy, levou o mundo à distância de um cabelo, da aniquilação nuclear. Segundo todos os relatos idóneos, foi um dos períodos mais perigosos da História Mundial. Os russos estavam a instalar ogivas nucleares em Cuba por via marítima; o capitão de navio russo tinha ordens de usar o seu discernimento para lançar a carga nuclear que transportava, no caso de interdição pelas Forças Armadas Americanas. No momento da interdição, ele decidiu não lançar. Durante vários anos após este grave confronto nuclear, o mundo pareceu afastar-se do que o Secretário de Estado, John Foster Dulles, designou como Brinksmanship nuclear. 
No entanto, dentro dos mais poderosos círculos políticos e militares dos EUA, a marcha dos EUA para a Supremacia Nuclear - uma capacidade nuclear inexpugnável contra a URSS - havia começado bem antes de George W. Bush se tornar Presidente.

Saturday, September 7, 2019

PT -- CAPÍTULO NOVE -- FULL SPECTRUM DISCLOSURE

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ou
DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE


CAPÍTULO NOVE - Completo
O Lobby Permanente do Estado de Guerra
Nos conselhos do governo, devemos proteger-nos contra a aquisição de influência injustificada, procurada ou não, pelo complexo industrial militar. O potencial para o aumento desastroso do poder colocado incorrectamente, existe e persistirá ... Nunca devemos deixar que o peso dessa combinação ponha em risco as nossas liberdades ou os processos democráticos ...
- Discurso de despedida à nação, do Presidente Dwight D. Eisenhower, 17 de Janeiro de 1961

O Complexo Militar Industrial Vai para Washington
A hegemonia ou domínio dos Estados Unidos, nas décadas a seguir à sua vitória na Segunda Guerra Mundial, dependia de dois pilares fundamentais. O primeiro era o papel do dólar americano como moeda de reserva mundial. Aqui, o preço axiomático do petróleo e da maioria das outras matérias primas duras, desempenhou um papel significativo na preservação do domínio do capital americano após 1971, quando o dólar, apoiado pelo ouro, foi derrubado, unilateralmente, por Washington.
Esse domínio do petróleo e do petrodólar  ainda foi mais reforçado pelo papel primordial dos bancos de Wall Street nos mercados financeiros mundiais, especialmente pelo domínio esmagador do comércio de derivativos financeiros - um negócio denominado em dólares que vale hoje, anualmente, centenas de triliões de dólares nominais.
O segundo pilar da supremacia dos EUA, sobretudo, desde o final da década de 1980, foi o domínio esmagador do poder militar dos EUA. Essa supremacia estava intimamente ligada a uma rede estreitamente coesa de grupos de ’think-tanks’, em Washington D.C. e nos arredores, juntamente com um punhado de firmas contratantes gigantescas de defesa global, que financiavam os partidos políticos dos EUA, o que tornava a sua voz incrivelmente poderosa.
Esta situação era  a encarnação moderna do complexo industrial militar para a qual, o então Presidente Dwight D. Eisenhower alertou, no seu último discurso público antes de deixar o cargo, em Janeiro de 1961.

Thursday, September 5, 2019

PT -- CAPÍTULO OITO -- FULL SPECTRUM DISCLOSURE



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ou
DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE



CAPÍTULO OITO - Completo
O Dr. Strangelove Vive!
Bem, rapazes, acho que é isso. Combate nuclear, cara a cara, com os Rooskies.
- Major T. J. 'King' Kong no filme de Stanley Kubrick, Dr. Strangelove (1964)
Bombas à distância…
Todo o programa americano de defesa anti-mísseis e modernização do Primeiro Ataque nuclear era de pôr os cabelos em pé, só como ideia. Sob a Administração Bush, foi tornado operacional e posto em prática, recuando aos dias perigosos da Guerra Fria, o tempo todo com frotas de bombardeiros B-52 com armas nucleares e submarinos de mísseis nucleares Trident em alerta constante  - um cenário de horror nuclear.
Em 1964, o Director de cinema americano, Stanley Kubrick, fez história no cinema com uma sátira política contundente, Dr. Strangelove, ou Como aprendi a parar de me preocupar e amar a bomba. Strangelove era a  comédia negra desafiadora de Kubrick, sobre o fim do mundo nuclear. Apresentava políticas da Guerra Fria que culminavam num ataque nuclear acidental, inadvertido e preventivo, dos EUA à União Soviética.
Um filme de referência, uma sátira política sobre a guerra nuclear, dramatiza um mundo em que a tecnologia resultou num erro e passou a dominar a Humanidade. No filme, o personagem principal, Dr. Strangelove, é um cientista alemão excêntrico e de cadeira de rodas, conselheiro presidencial que tem uma mão mecânica incontrolável que, involuntariamente, faz saudações nazis e ameaça assassinatos.
Na cena final do Dr. Strangelove, é ouvida uma sirene ao fundo, a sinalizar que a base está em alerta. O código especial é transmitido a uma frota de B-52 com armas nucleares. O narrador faz uma declaração final sobre a prontidão do Comando Aéreo Estratégico, mais tarde denominada “Operação Dropkick”: 
Para evitar ataques nucleares surpresa, o Comando Aéreo Estratégico dos EUA mantém uma grande força de bombardeiros B-52 no ar, 24 horas por dia. Cada B-52 pode fornecer uma carga de bombas nucleares de 50 megatons, igual a 16 vezes a força explosiva total de todas as bombas e projécteis usados por todos os exércitos da Segunda Guerra Mundial. Sediada nos Estados Unidos, a força de alerta transportada pelo ar é enviada do Golfo Pérsico ao Oceano Ártico, mas os bombardeiros têm um factor geográfico em comum - estão a duas horas dos seus alvos na Rússia.
No interior claustrofóbico de um dos bombardeiros B-52, no seu ponto à prova de falhas - o ponto além do qual os pilotos devem ter ordens de acompanhamento para prosseguir - uma tripulação idiota está envolvida em actividades mundanas. A tripulação do avião é comandada pelo Major T. J. 'King' Kong, um cowboy do Texas de mente simples, com sotaque serrado e maciço, que está a folhear uma revista Playboy. Outro membro da tripulação diverte-se a praticar truques  com um baralho de cartas. O operador de rádio tenente B. "Goldie" Goldberg está a mastigar um pouco de comida quando recebe uma transmissão de rádio em alta voz que aparece no mostrador. As letras e os números são descodificados através do seu manual de Códigos Ultra Secretos de Comunicação de Aeronaves  como ‘Ala de Ataque Plano R.’ (1)
Irritado ao ser informado sobre as ordens da  ‘Ala de Ataque Plano R.’ (R para Romeo), o Major Kong questiona se a tripulação está a gracejar  e desconsidera a ordem: “Quantas vezes vos disse  que não quero que se divirtam de maneira estúpida por aí, no avião? ... Bem, já estive numa Feira Mundial, num piquenique e num ‘rodeo’ e essa é a coisa mais estúpida que eu já ouvi chegar através de auscultadores”. Kong insiste para que a mensagem e o código sejam confirmados, murmurando consigo mesmo: “deve haver algo errado”. O bombardeiro suspeita que a ordem ultra-secreta possa ser “algum tipo de teste de lealdade”. Depois de Goldberg examinar o livro de códigos, descodificar a mensagem e receber a confirmação legítima da base, Kong declara que eles realmente receberam o Plano R:
Ainda ninguém recebeu o código 'Avancem'. E o velho Ripper não nos daria o Plano R, a não ser que os russos já tivessem invadido Washington e muitas outras cidades com um ataque furtivo.
A música de fundo toca o tema ‘When Johnny Comes Marching Home’, acentuada com tarola. O Major Kong veste o chapéu de ‘dez galões’ (chapéu de cowboy) e anuncia solenemente à  tripulação: “Bem, rapazes, acho que é isso. Combate nuclear (pronunciado 'nookular'), frente a frente com os Rooskies. ” (2)
Os paralelos entre a ficção idealizada por Kubrick, de conflagração nuclear por erro de cálculo, cerca de 1964 e a realidade mais de quatro décadas depois - incluindo um Presidente do Texas que gostava de imitar os cowboys, no seu rancho Crawford e que insistia em pronunciar a palavra nuclear como 'nookular' '- eram estranhos demais para perder. Infelizmente, a política nuclear de Washington, em 2007, não era um filme de Hollywood. Era a realidade.
A marcha em direcção a uma possível catástrofe nuclear, por intenção ou por erro de cálculo, como consequência da política nova e ousada, de Washington, adquiriu uma gravidade nova e significativa, em Junho de 2004. Algumas semanas antes, 49 generais e almirantes haviam tomado a decisão invulgar de escrever uma Carta Aberta ao Presidente, a apelar para o adiamento da instalação do sistema de defesa anti-mísseis.(3)
O Conplan 8022 de Rumsfeld
Em Junho de 2004, o Secretário da Defesa Rumsfeld aprovou uma ordem extremamente secreta para as Forças Armadas dos Estados Unidos concretizarem algo chamado Conplan 8022, 'que fornece ao Presidente uma capacidade de ataque global imediata'. (3)

Monday, September 2, 2019

PT -- CAPÍTULO SETE -- FULL SPECTRUM DISCLOSURE


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ou
DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE




CAPÍTULO SETE - Completo
A Obsessão Nuclear de Washington
A Defesa anti-mísseis é o elo que faltava para um ‘First Strike’.
                   - Tenente Coronel Robert Bowman, antigo Director do Programa de Defesa Contra Mísseis dos EUA (1)
A Persistência Secreta da Supremacia Nuclear
O que Washington não disse, mas Putin mencionou no seu discurso de Fevereiro de 2007, em Munique, foi que a defesa anti-mísseis dos EUA não era de modo algum defensiva. Era ofensiva em extremo.
Se os Estados Unidos pudessem proteger-se, efectivamente, de uma potencial retaliação russa a um primeiro ataque nuclear dos EUA, então os EUA seriam capazes de impor as suas condições ao mundo inteiro, não só à Rússia. Isso seria a supremacia nuclear. Era esse, o verdadeiro significado do discurso invulgar de Putin. Ele não era paranóico. Estava a ser totalmente realista.

PT -- CAPÍTULO SETE –FULL SPECTRUM DISCLOSURE


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DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE




CAPÍTULO SETE - Completo
A Obsessão Nuclear de Washington
A Defesa anti-mísseis é o elo que faltava para um ‘First Strike’.
                   - Tenente Coronel Robert Bowman, antigo Director do Programa de Defesa Contra Mísseis dos EUA (1)
A Persistência Secreta da Supremacia Nuclear
O que Washington não disse, mas Putin mencionou no seu discurso de Fevereiro de 2007, em Munique, foi que a defesa anti-mísseis dos EUA não era de modo algum defensiva. Era ofensiva em extremo.
Se os Estados Unidos pudessem proteger-se, efectivamente, de uma potencial retaliação russa a um primeiro ataque nuclear dos EUA, então os EUA seriam capazes de impor as suas condições ao mundo inteiro, não só à Rússia. Isso seria a supremacia nuclear. Era esse, o verdadeiro significado do discurso invulgar de Putin. Ele não era paranóico. Estava a ser totalmente realista.
Agora estava ficar claro que, mesmo após o final da Guerra Fria, em 1989, o governo dos EUA não tinha  parado, nem por um momento, o seu esforço para obter a Supremacia Nuclear. Para Washington e para as suas elites financeiras e políticas, a Guerra Fria nunca terminou. Simplesmente, esqueceram-se de contar ao resto do mundo.
A tentativa dos EUA de controlar as condutas de óleo e energia em todo o mundo, a instalação de bases militares na Eurásia, a modernização e a actualização das frotas de submarinos nucleares e os comandos estratégicos de bombardeiros B-52 só faziam sentido quando analisados através da perspectiva da procura incansável dos EUA para conquistar a  Supremacia Nuclear.
Em Dezembro de 2001, a Administração Bush anunciou a sua decisão de se retirar, unilateralmente, do Tratado de Mísseis Anti-Balísticos EUA-Rússia. Foi um passo crítico na corrida de Washington para concluir a sua rede global de capacidade de 'defesa anti-mísseis' como o fundamento para a Supremacia Nuclear dos EUA.
Na sua busca pela Supremacia Nuclear, Washington violou, simplesmente, as suas obrigações relativas aos tratados internacionais porque essas grandes quantidades acumuladas de mísseis tinham sido explicitamente proibidas por eles. Ao revogar o Tratado ABM por Ordem Executiva, o Presidente também usurpou os poderes concedidos pela Constituição dos Estados Unidos ao Congresso. Sinistramente, na histeria nacional após o 11 de Setembro, dificilmente houve um pio de protesto do Congresso.

Friday, August 30, 2019

PT -- CAPÍTULO SEIS - FULL SPECTRUM DOMINANCE

A História Curiosa da Guerra das Estrelas 
O anúncio da Casa Branca, em Outubro de 2006, sobre uma nova política espacial nacional e as subsequentes declarações do Departamento de Estado, levantam sérias preocupações sobre se já começou um novo impulso para militarizar o Espaço.
- Richard C. Cook (1)
As Origens da Defesa Anti Míssil dos EUA
O programa dos EUA para construir uma rede global de “defesa” contra possíveis ataques de mísseis balísticos, iniciou-se em 23 de Março de 1983, quando o então Presidente Ronald Reagan propôs o programa popularmente conhecido como “Guerra das Estrelas”, formalmente designado como Iniciativa de Defesa Estratégica.
Em 1994, num jantar privado com este autor em Moscovo, o antigo chefe de estudos económicos do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais da União Soviética, IMEMO, declarou que foram as enormes solicitações financeiras exigidas pela Rússia para acompanhar o ritmo do esforço de vários biliões de dólares, da “Guerra das Estrelas” que, finalmente, levou ao colapso económico do Pacto de Varsóvia e, ironicamente, conduziu à reunificação alemã, em 1990.(2)
Esta situação combinada com a perda de uma guerra no Afeganistão e o colapso das receitas petrolíferas depois dos EUA inundarem os mercados mundiais com petróleo saudita, em 1986, a economia militar da URSS não conseguiu acompanhar o ritmo, correndo o risco de uma agitação civil em massa nos países do Pacto de Varsóvia.
A NASA e o Sigilo Militar
O ano de 1986 testemunhou o maior desastre que atingiu o programa espacial da NASA, nos Estados Unidos, desde que foi lançado. A NASA foi criada como um projecto civil pelo Presidente Dwight Eisenhower. Autorizada em 1958, pela Lei Nacional da Aeronáutica e do Espaço, a NASA foi uma tentativa de mostrar ao mundo que a ciência americana poderia superar o triunfo do Sputnik, na Rússia. O Presidente decidiu deliberadamente manter as forças armadas fora da NASA, a fim de usar o programa como um grande impulsionador da ciência civil para a economia em geral. A lei declarava: “Por este meio, o Congresso declara que a política dos Estados Unidos é que as actividades no Espaço sejam dedicadas a propósitos pacíficos, para benefício da Humanidade” (3).
Então, em 28 de Janeiro de 1986, o vaivem Espacial Challenger explodiu durante o voo, matando todas as sete pessoas a bordo - seis astronautas e um professor. O programa do vaivém da NASA tinha começado na década de 1970 para criar naves reutilizáveis para o transporte de carga no espaço. As naves espaciais  anteriores só podiam ser usadas uma vez e depois tinham que ser descartadas. O primeiro vaivem espacial, o Columbia, foi lançado em 1981. Um ano depois, o Challenger foi lançado como o segundo vivem espacial da frota dos EUA. Seguiram-se o Discovery, em 1983, e o Atlantis, em 1985. O Challenger tinha voado nove missões bem-sucedidas antes do desastre fatídico, em 1986.(4)
As razões da explosão eram complexas. O Dr. Richard C. Cook, analista do governo federal, na NASA, testemunhou no Congresso, na época, sobre os anéis de vedação (O-rings) defeituosos que foram a causa inicial da explosão. Depois de se aposentar do serviço público, Cook explicou a verdadeira causa da tragédia do Challenger:

Tuesday, August 27, 2019

PT – CAPÍTULO CINCO -- FULL SPECTRUM DOMINANCE


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DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE

CAPÍTULO CINCO 

O Império das Bases - a Base do Império
Se forem declarados objectivos de guerra que pareçam estar apenas preocupados com o imperialismo anglo-americano, eles oferecerão pouco aos povos do resto do mundo. Os interesses dos outros povos devem ser salientados. Teria um excelente efeito de propaganda.
- Memorando privado do Council on Foreign Relations ao US Departament of State, 1941, nos arquivos do CFR War & Peace Studies.
Bases Americanas Cercam a Rússia
A expansão do escudo de defesa anti míssil de Washington, para a Polónia e para a República Checa, bem como a decisão de ocupar o Iraque e o Afeganistão, poderão ser melhor compreendidas quando consideradas do ponto de vista da notável expansão da NATO, desde 1991.
 Como Putin, da Rússia, observou em Fevereiro de 2007, em Munique:
A NATO colocou as suas forças de linha da frente junto às nossas fronteiras ... (Eu/nós?) Pensamos que é óbvio, que a expansão da NATO não tem qualquer relação com a modernização da Aliança em si ou de garantir a segurança na Europa. Pelo contrário, representa uma provocação grave que reduz o nível de confiança mútua. E temos o direito de perguntar: contra quem é pretendida esta expansão? E o que aconteceu às garantias que nossos parceiros ocidentais nos deram, depois da dissolução do Pacto de Varsóvia? (1)
O estratega russo e perito militar, Yevgeny Primakov, antigo Primeiro Ministro de Yeltsin e conselheiro próximo de Vladimir Putin, observou que a NATO foi “fundada durante a época da Guerra Fria como uma organização regional para garantir a segurança dos aliados dos EUA na Europa” e acrescentou:
Actualmente, a NATO está a agir com base numa filosofia e numa doutrina completamente diferente, deslocando-se para fora do continente europeu e conduzindo operações militares muito além dos seus limites. A NATO... está a expandir-se rapidamente, transgredindo acordos anteriores. A admissão de novos membros na NATO está a dar origem à expansão de bases que acolhem militares dos EUA, sistemas de defesa aérea, bem como componentes dos sistemas ABM.(2)

Saturday, August 17, 2019

PT – CAPÍTULO QUATRO -- FULL SPECTRUM DOMINANCE

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DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE



Usando os Direitos Humanos como Armamento: De Darfur para Mianmar e para o Tibete

“Muito do que fazemos hoje foi feito secretamente há 25 anos, pela CIA.” 

Allen Weinstein, que ajudou a criar o National Endowment for Democracy (NED) .(1)

Mianmar: A Revolução Açafrão

Na época da decisão dos EUA, de forçar a mudança de regime no Iraque - uma decisão realmente tomada antes dos ataques de 11 de Setembro de 2001 - a política dos EUA já estava a começar a mudar para a China. No entanto, como observado anteriormente, ao contrário da política dos EUA em relação a uma Rússia economicamente enfraquecida, mas ainda militarmente formidável, a política dos EUA em relação à China procurava seguir o que algumas pessoas designavam como “poder brando”. As principais armas da pressão dos EUA sobre a China seriam afirmações sobre 'democracia' e 'direitos humanos'. Parecia paradoxal. Mas não era.

Uma aplicação importante da nova ofensiva de direitos humanos contra a China, em Washington, concentrou-se em Mianmar, no Tibete e em Darfur e, no sul do Sudão, rico em petróleo.

Uma grande campanha de desestabilização de “direitos humanos” mobilizada pelos EUA, para tentar apertar o cerco ao redor da China começou em Setembro/Outubro de 2007, visando Mianmar, antiga colónia britânica, a Birmânia. (O governo dos EUA ainda prefere designá-la como Birmânia, apesar da rejeição oficial desse nome pelo governo de Mianmar.) Nessa época, a CNN publicou imagens de monges budistas vestidos de túnicas de cor açafrão correndo pelas ruas da antiga capital de Mianmar, Rangoon (Yangon ) e clamando por mais democracia. Nos bastidores, no entanto, foi uma batalha de uma consequência geopolítica enorme.

A tragédia de Mianmar/Birmânia, cuja área do território era do tamanho do rancho de George W. Bush, no Texas, foi que a sua população estava a ser usada como cenário humano, num drama que havia sido idealizado em Washington. O espectáculo que se desenrolava na CNN, fora escrito e produzido pelos esforços combinados da National Endowment for Democracy (NED), da Open Society Institute de George Soros, da Freedom House e da Albert Einstein Institution de Gene Sharp. Essas ONGs funcionavam como activos militares e estavam ligadas aos serviços secretos dos EUA. Foram usadas para treinar circunstâncias de mudanças de regime “não violentas” em todo o mundo, em nome da agenda estratégica dos EUA. Eram as mesmas ONGs e organizações que tinham sido usadas nas Revoluções Coloridas à volta da Rússia - na Geórgia, na Ucrânia e na Sérvia.

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

Ver a imagem de origem

APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

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L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019