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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Sunday, September 15, 2019

Moscou recebe visita de delegação dos Talibãs: EUA desertaram das conversações de paz


Vista de um arranha-céu, do Centro Internacional de Negócios de Moscou, Moscow City, e do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, na capital russa

Moscou recebe visita de delegação dos Talibãs:
EUA desertaram das conversações de paz


14/9/2019, Paul Antonopoulos, FortRuss

Traduzido por ‘Brasil nobre e distinto’

“Em 2004, andando pelos EUA, reconstituí a viagem dos Talibã ao Texas”
(11/9/2019, Pepe Escobar, Todos somos reféns do 11/9, Asia Times (ing.) e (port.)

MOSCOU – O diretor do departamento asiático do Ministério de Relações Exteriores da Rússia e representante do presidente russo no Afeganistão, Zamir Kabulov, recebeu em Moscou uma delegação de Talibãs.

Em declaração, o MRE russo destacou a importância e a necessidade de que se retomem as conversações entre EUA e Talibãs.

“O representante especial do presidente russo no Afeganistão, diretor do Segundo Departamento Asiático do MRE da Rússia, Zamir Kabulov, deu as boas-vindas à delegação de Talibãs em Moscou” – disse o ministério. E prosseguiu: “O lado russo destacou a importância de que se retomem as negociações entre EUA e Talibãs. Os Talibãs, por sua vez, reafirmaram a disposição para dar prosseguimento ao diálogo com Washington.”

Em meses recentes, o movimento dos Talibãs e os EUA negociaram um acordo de paz, que deve garantir a retirada, de território afegão, de tropas estrangeiras, em troca da garantia de que o movimento romperá todos os vínculos que ainda mantenham com organizações terroristas. Mas o governo afegão foi deixado de fora das negociações.

Friday, August 23, 2019

No Rush to Enrich: Alternatives for Providing Uranium for U.S. National Security Needs

No Rush to Enrich: Alternatives for Providing Uranium for U.S. National Security Needs


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July/August 2019

In October 2018, the U.S. National Nuclear Security Administration (NNSA) announced its decision to reestablish a domestic uranium-enrichment capability in the United States.1 As described in its fiscal year 2019 Stockpile Stewardship Management Plan, the NNSA said there is a pending shortage of U.S.-origin low-enriched uranium (LEU) needed to fuel the nuclear reactors that produce the tritium gas used in U.S. nuclear weapons. The NNSA initially estimated a need for new supplies of LEU by 2027, but after an internal review identified additional materials, this date was deferred until at least 2038.2
Unit 1 of the Watts Bar Power Plant, operated by the Tennessee Valley Authority, is the only reactor producing tritium for U.S. nuclear weapons. A second reactor at the site is expected to begin supplementing tritium production in 2020. (Photo: Tennessee Valley Authority)
Unit 1 of the Watts Bar Power Plant, operated by the Tennessee Valley Authority, is the only reactor producing tritium for U.S. nuclear weapons. A second reactor at the site is expected to begin supplementing tritium production in 2020. (Photo: Tennessee Valley Authority)

The U.S. Department of Energy, in which the NNSA operates, also sees a need to produce high-assay low-enriched uranium (HALEU)3 for the new, small, modular power reactors it argues are central to reviving the U.S. nuclear energy sector. In the longer term, the NNSA argues that an enrichment facility will be needed by 2060 to produce the highly enriched uranium (HEU) used to fuel the reactors that power the Navy’s submarines and aircraft carriers.4

There are a number of reasons to question the NNSA’s urgency to build an enrichment facility. The United States still has a large surplus of Cold War-era HEU that could be blended down to LEU and could significantly delay the need to enrich LEU for tritium production. Additionally, it might be possible to purchase LEU from the European enrichment services company, Urenco, which operates the only uranium-enrichment plant in the United States. An agreement could be made, as France and Urenco have done, to allow the United States to use Urenco-enriched uranium for military but non-explosive purposes. Urenco also has announced that it plans to produce HALEU, which it could do at a much lower price than the Energy Department’s proposed small, expensive facility that could cost $10 billion or more.
The NNSA’s plans also ignore arguments for fueling future naval propulsion reactors with LEU, which would negate the need for HEU production. Making more HEU for naval reactors sets an undesirable precedent for non-nuclear-armed states such as Brazil, Iran, and South Korea, which are developing nuclear submarines or considering doing so. Unlike LEU, HEU can be used to make nuclear weapons directly, even by terrorist groups.
Credible alternatives exist. The United States should seriously consider those alternatives before investing in a new uranium-enrichment capability.

Saturday, March 2, 2019

PT -- A Quem Serve Agora, a Nova NATO Árabe? de Margherita Furlan

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de Margherita Furlan
1 de Março de 2019

"O Irão é a principal ameaça no Médio Oriente e enfrentar a República Islâmica é a chave para alcançar a paz em toda a região". Enquanto o Secretário de Estado americano, Mike Pompeo, pronunciava estas palavras na Polónia, na mesma ocasião, em 13 de Fevereiro, o Irão foi atingido por um ataque kamikaze: 42 militares da Guarda Revolucionária, foram mortos na província sudeste de Sistan e de Baluchistan. A reivindicação proveio do grupo jihadista sunita Jaish al-Adl, que decidiu atacar enquanto o país celebrava o 40º aniversário da Revolução Islâmica. No quase silêncio total da nossa comunicação mediática.
“Não é mera coincidência que o Irão seja atingido pelo terror no dia em que o circo de Varsóvia começa – escreveu num tweet, o Ministro dos Negócios Estranjeiros iraniano, Mohammad Javad Zarif - sobretudo quando os apoiantes desses mesmos terroristas estão a aplaudir, nas ruas de Varsóvia. “A Zarif não passa despercebida a presença do antigo prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, nos protestos do Mujahedin-e Khalq ao longo das ruas da capital polaca, enquanto se desenrolava a “Conferência para a Estabilização do Médio Oriente”, promovida e organizada pelos Estados Unidos. O objectivo da mesma: criar uma frente unida contra o Irão. Estavam presentes o Vice-Presidente Mike Pence, o Secretário de Estado, Mike Pompeo, e o Conselheiro para os Assuntos do Médio Oriente, bem como o genro do inquilino da Casa Branca, Jared Kushner. Em Varsóvia estava também, como Ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros interino, o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Na cimeira, que reuniu mais de 50 países, participaram delegações lideradas pelos Ministros da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Marrocos, Omã, Iémen, Jordânia. Se bem que o Egipto e a Tunísia enviaram Vice-Ministros. Fazendo as contas aos ausentes, Teerão pode contar com o apoio ou com a neutralidade da Argélia, Líbia, Sudão, Líbano, Síria, Iraque, Kuwait, Qatar, bem como da Turquia, potência sunita não-árabe.
Em sincronia com a cimeira polaca, o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, encontrava-se em Sochi com os seus homólogos do Irão e da Rússia, Hassan Rohani e Vladimir Putin, reunidos para uma nova reunião do trio de Astana, sobre a Síria. Por outro lado, após a derrota do Daesh na Síria, os Estados Unidos e Israel não se resignaram à influência do crescente vermelho xiita e da Rússia, que agora se expande do coração da Mesopotâmia até ao Mediterrâneo. Não será então que a Cimeira de Varsóvia foi dirigida não apenas contra o Irão, mas também contra a Rússia de Putin e contra a China?
Vamos com ordem e voltemos, por um momento, a Varsóvia. Não é por acaso que os Estados Unidos escolheram um local tão a norte e, ao mesmo tempo, tão a leste, para falar sobre o Médio Oriente. De facto, Washington prometeu a Varsóvia, aumentar o número de tropas de “Fort Trump” contra o anunciado (na realidade apenas pela poderosa força de comunicação da NATO) perigo de invasão russa. Com uma condição: que o governo polaco cancele os contratos já assinados, com a empresa chinesa Huawei para o desenvolvimento da rede da 5ª Geração. Washington sabe bem que quem vencer a guerra das comunicações, controla o mundo. Assim, em Varsóvia, enquanto satisfaz os desejos beligerantes de Bibi, fortalece a NATO na fronteira com a Rússia, agora cercada, e protege a sua hegemonia agora em declínio, contra o Império Celeste, que avança e divide, mais uma vez, a Europa.
A Ásia Oriental é agora a principal ameaça para Washington, mas os investimentos que gravitam em torno da nova Rota da Seda fazem inveja a Bruxelas, que, em plena crise económica e institucional, não está nem mesmo disposta a interromper as transacções comerciais com o Irão. Foi significativa, em Varsóvia, a ausência da Alta Representante da Política Externa da UE, Federica Mogherini, que está a trabalhar num novo mecanismo financeiro que contorna as sanções dos Estados Unidos contra Teerão. No entanto, a Itália, embora isenta de sanções USA, já congelou a compra do petróleo iraniano (talvez ainda com esperança nos poços de petróleo da Líbia?), e respondeu, inesperada e imediatamente, ao apelo USA, enviando para Varsóvia o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Enzo Moavero Milanesi.
Entre os países europeus, além da Itália, esteve presente com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Jeremy Hunt, entre outros, apenas a Grã-Bretanha, no odor do “Brexit duro”. Outros países europeus decidiram estar lá, mas com delegações de baixo perfil. Por outro lado, os mesmos serviços secretos militares de Israel - aponta o Washington Post que também destaca uma nova lacuna de abordagem, dentro do ‘establishment’ americano – revelam, precisamente em 13 de Fevereiro, que o Irão “não violou o acordo sobre energia nuclear”, confirmando o que foi declarado pelos serviços secretos americanos alguns dias antes.


Parece, portanto, que desta vez os eficientíssimos serviços secretos israelitas se atrasaram a fornecer as informações a Netanyahu que, num impulso, twitou: "O que é importante nesta cimeira - e não é segredo, porque há muitos - é que se trata de uma reunião aberta com representantes dos principais países árabes, que estão sentados juntos com Israel para promover o interesse comum: a guerra contra o Irão.” Mas então alguém interveio para acalmar o frenesi espasmódico de Bibi e o tweet, com a mesma velocidade com que foi publicado, desapareceu no submundo escuro da world wide web. O Primeiro Ministro israelita, no seu discurso em Varsóvia, limitou-se a falar sobre a necessidade de “combater o Irão”, salientando, entre outras coisas, a próxima abertura de relações diplomáticas da parte de diversos países árabes, entre os quais o Iémen, Omã, Bahrain. O plano de Tcefoah, de Jared Kushner, aguardado há dois anos, passou quase despercebido: a questão palestiniana, que antes era divisionista, tornou-se quase irrelevante.
De Varsóvia, outrora conhecida pela aliança militar entre os países do antigo Bloco soviético, agora parecem dar-se os primeiros passos da nova NATO árabe contra o Irão. O plano, conhecido como a Aliança Estratégica do Médio Oriente (MESA), concentrará os pesos pesados do Golfo, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos. A criação de um escudo antimíssil de defesa regional, que os Estados Unidos e os países do Golfo discutiram durante anos sem resultados, seria agora uma meta alcançável. Israel é responsável pela orientação do plano. O que podemos esperar? O pior.

Margherita Furlan, jornalista independente, co-fundadora de pandoratv.it. Direccionada para a exposição das mentiras e da propaganda das principais notícias da comunicação mediática, lida em particular com as questões do Médio Oriente e da NATO. Para mais informações e perguntas da comunicação mediática, por favor, vá a http://margheritafurlan.com  

CONVITE PARA A
CONVENÇÃO INTERNACIONAL DO
 70º ANIVERSÁRIO DA NATO




Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



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convegno firenze 2019