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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Tuesday, October 8, 2019

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- O F-35 na agenda secreta de Pompeo em Roma


A arte da guerra
O F-35 na agenda secreta de Pompeo em Roma
Manlio Dinucci



 O caça furtivo F-35 torna-se invisível não só ao radar, mas também à política: nos comunicados dos encontros do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em Roma, não há vestígios. No entanto, o ‘Corriere della Sera’ revela que Pompeo solicitou à Itália  para pagar os atrasos dos caças adquiridos e para desbloquear a encomenda de uma compra posterior, recebendo de Conte a garantia de que "seremos leais aos pactos".

A Itália comprou até agora, 14 caças F-35 da americana Lockheed Martin, 13 dos quais já entregues,estão "completamente financiados". Anunciou no Senado, em 3 de Junho, a então Ministra da Defesa, Elisabetta Trenta (M5S), anunciando outras aquisições que elevarão o total a 28 caças até 2022. A Itália comprometeu-se a comprar 90, com uma despesa prevista de 14 biliões de euros. A essa despesa, junta-se a da actualização contínua do software (o conjunto dos programas operacionais) do caça de que a Lockheed Martin mantém exclusividade: somente para os aviões comprados até agora, a Itália deve despender cerca de meio bilião de euros. 

A Itália não é só compradora, mas fabricante do F-35, como parceira de segundo nível. A Leonardo (anteriormente Finmeccanica) - a maior indústria militar italiana, da qual o Ministério da Economia e Finanças é o principal accionista, com uma quota de cerca de 30% - administra a linha de montagem e testes do F-35 na fábrica de Faco de Cameri (Piemonte), de onde saem os caças destinados à Itália e à Holanda. A Leonardo também produz asas completas para os aviões montados nos EUA, utilizando materiais produzidos nas fábricas de Foggia (Puglia), Nola (Campania) e Venegono (Lombardia). O governo dos EUA seleccionou a fábrica de Cameri como centro regional europeu para manutenção e actualização da fuselagem.

 O emprego na Faco é de cerca de mil trabalhadores, dos quais muitos são precários, apenas um sexto do esperado. As despesas para a construção da fábrica e a aquisição dos caças são muito superiores ao valor dos contratos estipulados pelas empresas italianas para a produção do F-35. E não devemos esquecer o facto de que, embora os ganhos vão quase inteiramente para os cofres das empresas privadas, as despesas saem do erário público, fazendo aumentar a despesa militar italiana, que já atingiu os 70 milhões de euros por dia.

O Secretário de Estado, Mike Pompeo, nos encontros com o Presidente Mattarella e com o Primeiro Ministro Conte, sublinhou a necessidade da Itália e de outros aliados europeus "aumentarem os seus investimentos na defesa colectiva da NATO". Certamente, nas reuniões confidenciais, este pedido foi feito por Pompeu com tons não diplomáticos, mas peremptórios. Certamente, enquanto o Departamento de Estado elogia a Itália porque "alberga mais de 30 mil soldados e funcionários do Pentágono em cinco grandes bases e mais de 50 sub-instalações", Mike Pompeo solicitou, em reuniões confidenciais, poder instalar outras bases militares em Itália (talvez em troca de algum alívio das taxas aduaneiras dos EUA sobre o parmesão italiano). 

Certamente, na agenda secreta de Pompeo, estava também o ajuste para próxima chegada,  a Itália, das novas bombas nucleares USA B61-12, que substituirão as actuais B-61. Uma nova arma nuclear projectada especialmente para os caças bombardeiros F-35A, seis dos quais pertencentes à Força Aérea Italiana, receberam, em Outubro, o certificado da NATO de plena capacidade operacional..

Mike Pompeo, em Roma, não se ocupou só de coisas materiais, como o F-35 e o queijo Parmesão. Num simpósio no Vaticano, fez um discurso em 1º de Outubro, sobre "Dignidade Humana e Fé nas Sociedades Livres": afirmou que "os Estados Unidos chegaram um pouco depois de São Pedro, mas protegeram sempre a liberdade religiosa" e, com ela, a "dignidade humana"; acusou a China, Cuba, Irão e Síria de suprimirem essas liberdades. Palavras proferidas, com uma grande cruz como fundo, por um homem santo que, no momento em que se tornou chefe da CIA, declarou ao Congresso que tinha considerado" a reintrodução do 'waterboarding' e de outras medidas de interrogatório aprimorado", ou seja, a tortura. 

il manifesto, 7 de Outubro de 2019

DECLARAÇÃO DE FLORENÇA
Para uma frente internacional NATO EXIT, em todos os países europeus da NATO
Manlio Dinucci
Geógrafo e geopolitólogo. Livros mais recentes: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018; Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

IT -- Manlio Dinucci -- L'Arte de la Guerra -- L’F-35 nell’agenda segreta di Pompeo a Roma

L'Arte de la Guerra
L’F-35 nell’agenda segreta di Pompeo a Roma
Manlio Dinucci


Il caccia stealth F-35 si rende invisibile non solo ai radar ma anche alla politica: nei comunicati degli incontri del segretario di stato Usa Mike Pompeo a Roma non ce n’è traccia. Il Corriere della Sera rivela però che Pompeo ha richiesto all’Italia di pagare gli arretrati sui caccia acquistati e di sbloccare l’ordine per un ulteriore acquisto, ricevendo da Conte l’assicurazione che «saremo fedeli ai patti».

L’Italia ha acquistato finora 14 caccia F-35 dalla statunitense Lockheed Martin, 13 dei quali, già consegnati, sono «completamente finanziati». Lo ha precisato al Senato il 3 giugno l’allora ministro della Difesa Elisabetta Trenta (M5S), annunciando altri acquisti che porteranno il totale a 28 caccia entro il 2022. L’Italia si è impegnata ad acquistarne 90, con una spesa prevista in circa 14 miliardi di euro. A tale spesa si aggiunge quella del continuo aggiornamento del software (l’insieme dei programmi operativi) del caccia su cui la Lockheed Martin mantiene l’esclusiva: solo per quello dei velivoli finora acquistati l’Italia deve già spendere circa mezzo miliardo di euro.

L’Italia non è solo acquirente ma fabbricante dell’F-35, quale partner di secondo livello.  La Leonardo (già Finmeccanica) – la maggiore industria militare italiana, di cui il Ministero dell’economia e delle finanze è il principale azionista con una quota di circa il 30% – gestisce la linea di assemblaggio e collaudo degli F-35 nello stabilimento Faco di Cameri (Piemonte), da cui escono i caccia destinati all’Italia e all’Olanda. La Leonardo produce anche le ali complete per aerei assemblati negli Usa, utilizzando materiali prodotti negli stabilimenti di Foggia (Puglia), Nola (Campania) e Venegono (Lombardia). Il governo USA ha selezionato lo stabilimento di Cameri come centro regionale europeo per la manutenzione e l’aggiornamento della fusoliera.

L’occupazione alla Faco è di circa un migliaio, di cui molti precari, appena un sesto di quella preventivata. Le spese per la realizzazione dello stabilimento e l’acquisto dei caccia sono di gran lunga superiori all’importo dei contratti stipulati da aziende italiane per la produzione dell’F-35. E non va dimenticato il fatto che, mentre i guadagni vanno quasi interamente nelle casse di aziende private, le spese escono dalle casse pubbliche, facendo lievitare la spesa militare italiana che ha già raggiunto i 70 milioni di euro al giorno.

Il segretario di stato Mike Pompeo, negli incontri col presidente Mattarella e il premier Conte, ha sottolineato la necessità per  l’Italia e altri alleati europei, di  «aumentare u loro investimenti nella difesa collettiva della Nato». Sicuramente, negli incontri riservati, tale richiesta è stata fatta da Pompeo con toni non diplomatici ma perentori. Sicuramente, mentre il Dipartimento di stato loda l’Italia perché «ospita oltre 30 mila militari e dipendenti del Pentagono in cinque basi maggiori e oltre 50 sub-installazioni», Mike Pompeo ha chiesto, negli incontri riservati, di poter installare in Italia altre basi militari (magari in cambio di qualche alleggerimento dei dazi Usa sul parmigiano italiano).

Sicuramente, nell’agenda segreta di Pompeo, rientrava anche la messa a punto per il prossimo arrivo in Italia delle nuove bombe nucleari Usa B61-12, che sostituiranno le attuali B-61. Una nuova arma nucleare progettata in particolare per i cacciabombardieri F-35A, sei dei quali, appartenenti all’Aeronautica italiana, hanno ricevuto in ottobre l’attestato Nato di piena capacità operativa.

Mike Pompeo a Roma non si è occupato solo di cose materiali, come l’F-35 e il parmigiano. In un simposio in Vaticano ha tenuto il 1° ottobre una orazione su «Dignità Umana e Fede nelle Società Libere»: ha affermano che  «gli Stati uniti sono arrivati un po’ dopo San Pietro,  ma da sempre hanno protetto la libertà religiosa»  e, con essa, la «dignità  umana»; ha accusato Cina, Cuba, Iran e Siria di  reprimere tali libertà. Parole pronunciate, con sullo sfondo una grande croce, da un sant’uomo che, al momento di divenire capo della Cia, dichiarava al Congresso che avrebbe considerato «la reintroduzione del waterboarding e di altre misure di interrogatorio potenziato», ossia della tortura.
   
 il manifesto, 08 ottobre 2019


«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Manlio Dinucci
Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018; Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

Friday, October 4, 2019

IT/EN -- David Swanson -- U.S. Out of Italy


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English below the italian
L’Italia dovrebbe fare amicizia con il pubblico degli Stati Uniti e del mondo cacciando le basi militari statunitensi.
Di David Swanson
Alla fine degli anni ’80, quando ero un adolescente e uno studente di scambio a Bassano del Grappa, amavo l’Italia per le stesse ragioni per cui l’amo ancora, ragioni che includono le bellezze naturali, quelle create dall’uomo, e la bellezza umana.
Ho trovato gli italiani in generale amichevoli, gentili, generosi, amorevoli, divertenti, umili, autocritici, e intelligenti. Potrebbe anche avermi aiutato un po’ il fatto che quando dicevo agli altri giovani che ero degli Stati Uniti, in genere pensavano fosse una cosa fantastica. Gli anziani dicevano che gli Stati Uniti avevano salvato l’Italia dal nazismo.
Non sapevo abbastanza per rispondere che il governo e le élite statunitensi avevano alimentato l’ascesa del nazismo, che aveva attinto ai finanziamenti di Wall Street, alle leggi sulla segregazione degli Stati Uniti, ai programmi di eugenetica degli Stati Uniti, ai campi statunitensi per i nativi americani, e al sostegno del governo degli Stati Uniti.
Non sapevo abbastanza per sottolineare che l’idea degli Stati Uniti come salvatori veniva mantenuta viva per l’incapacità di ritirare le truppe statunitensi dall’Italia, perché dovevano restare allo scopo di aggredire altri paesi per tutt’altre ragioni che salvare le persone dal nazismo.

Thursday, October 3, 2019

L’OTAN veut transformer l’espace en une nouvelle frontière en matière de défense


https://www.les-crises.fr/wp-content/themes/lescrises_v3/images/article/tags.png OTAN
Merci168
BRUXELLES (Reuters) – D’après quatre hauts diplomates, l’OTAN a l’intention de reconnaître cette année l’espace comme domaine à part entière (NDT : au même titre que la terre, la mer, l’air et le cyberespace), en particulier pour montrer au président américain Donald Trump que l’alliance est pertinente et s’adapte aux nouvelles menaces, alors que Trump vient d’approuver la création d’une Force spatiale américaine.
PHOTO : Des salariés discutent sur la chaîne de production du module de service européen (ESM) d’Airbus, livré pour le vaisseau spatial Orion de la NASA, à l’usine Airbus de Brême, en Allemagne. Cliché réalisé le 19 février 2019. REUTERS/Fabian Bimmer/fichier photo.
La décision, qui doit être prise lors du sommet des dirigeants à Londres les 3 et 4 décembre [2019], auquel Trump doit participer, reconnaîtrait officiellement que des batailles peuvent être engagées non seulement sur terre, dans les airs, en mer et sur des réseaux informatiques, mais aussi dans l’espace.
« Il y a un accord tacite sur le fait que nous devions définir l’espace comme un domaine, et le sommet de Londres est le meilleur endroit pour le rendre officiel » a déclaré un haut diplomate de l’OTAN impliqué dans les discussions, tout en rappelant prudemment que le travail technique et politique était encore en cours.
Les diplomates de l’OTAN nient que l’alliance soit sur le pied de guerre dans l’espace, mais affirment qu’ériger celui-ci au rang de domaine opérationnel ouvrirait un débat sur l’utilisation par l’Alliance d’armes spatiales capables de détruire les missiles et les défenses aériennes ennemis, ou encore les satellites.
D’après les diplomates, la décision de déclarer l’espace comme nouvelle frontière pour la défense pourrait aider à convaincre Trump que l’Organisation du Traité de l’Atlantique Nord peut être un allié utile pour dissuader la Chine de s’élever au rang de puissance militaire rivale.
Alors que les pays de l’OTAN possèdent aujourd’hui 65 % des satellites, la Chine envisage des constellations massives de satellites commerciaux pouvant offrir des services allant de l’Internet à haut débit pour les avions au suivi des missiles et des forces armées sur le terrain.
La Chine est en train de mettre au point des armes utilisables en orbite et est devenue l’année dernière le premier pays à atterrir sur la face cachée de la Lune.
Autrefois partenaire stratégique de l’OTAN, la Russie, aujourd’hui considérée par de nombreux alliés comme une puissance hostile, est aussi une force spatiale et l’un des rares pays en capacité de mettre des satellites en orbite.
« La guerre peut avoir lieu exclusivement dans l’espace, mais celui qui contrôle l’espace contrôle aussi ce qui se passe sur terre, sur mer et dans les airs », a déclaré Jamie Shea, ancien responsable de l’OTAN et actuellement analyste dans le groupe de réflexion Friends of Europe à Bruxelles.
« Si vous ne contrôlez pas l’espace, vous ne contrôlez pas les autres domaines non plus. »
Les ministres de la défense de l’OTAN devraient se mettre d’accord la semaine prochaine sur une politique spatiale élargie, à l’occasion d’une réunion de routine à Bruxelles, même si à ce stade la décision n’a pas encore été prise de déclarer l’espace comme domaine opérationnel de défense.
Un deuxième diplomate a déclaré que, bien qu’il s’agisse d’une décision lourde de conséquences, il s’agirait vraisemblablement d’un « cadeau à Trump ».
Trump – qui a mis à profit le dernier sommet de l’OTAN, en juillet de l’année dernière, pour sermonner ses alliés européens quant aux dépenses militaires et pour accuser l’Allemagne d’être otage de l’énergie russe – a signé en février un plan pour commencer à mettre sur pied la Force spatiale américaine.
Bien que la réunion de Londres n’ait lieu que dans six mois, les alliés européens s’inquiètent déjà de savoir si Trump en profitera pour remettre en question l’utilité de l’alliance, dont il est, de facto, le chef.
QU’EST-CE QUI DÉCLENCHE L’ARTICLE 5 ?

Exclusive: NATO aims to make spacenew frontier in defense


JUNE 21, 2019 / 11:47 AM / 3 MONTHS AGO

BRUSSELS (Reuters) - NATO aims to recognize space as a domain of warfare this year, four senior diplomats said, partly to show U.S. President Donald Trump that the alliance is relevant and adapting to new threats after he signed off on the creation of a U.S. Space Force.
FILE PHOTO: Employees chat at a production line of Airbus' European Service Module (ESM), which is delivered for NASA's Orion Spaceship, at the Airbus plant in Bremen, Germany, February 19, 2019. Picture taken February 19,2019. REUTERS/Fabian Bimmer/File Photo
The decision, set to be taken at a Dec. 3-4 leaders summit in London that Trump is due to attend, would formally acknowledge that battles can be waged not only on land, in the air, at sea and on computer networks, but also in space.
“There’s agreement that we should make space a domain and the London summit is the best place to make it official,” said one senior NATO diplomat involved in the discussions, although cautioning that technical policy work was still underway.
NATO diplomats deny the alliance would be on a war footing in space, but say declaring it a domain would begin a debate over whether NATO should eventually use space weapons that can shut down enemy missiles and air defenses or destroy satellites.
The decision to declare space a new frontier for defense may help convince Trump that the North Atlantic Treaty Organisation can be a useful ally in deterring China’s rise as a rival military power, the diplomats said.
While NATO countries today own 65% of satellites in space, China envisions massive constellations of commercial satellites that can offer services ranging from high-speed internet for aircraft to tracking missiles and armed forces on the ground.
China is developing weapons it could use in orbit and became the first country to land on the far side of the moon last year.
Russia, once a strategic partner for NATO but now viewed by many allies as a hostile power, is also a force in space and is one of the few countries able to launch satellites into orbit.
“You can have warfare exclusively in space, but whoever controls space also controls what happens on land, on the sea and in the air,” said Jamie Shea, a former NATO official and now an analyst at Friends of Europe think-tank in Brussels.
“If you don’t control space, you don’t control the other domains either.”
NATO defense ministers are expected to agree to a broad space policy next week at a regular meeting in Brussels, although there will be no decision yet to declare space an operational domain of defense.
A second diplomat said that while the decision was weighty and had real consequences, it would likely be “a gift to Trump”.
Trump, who used NATO’s last summit in July last year to harangue European allies over defense spending and accused Germany of being a prisoner of Russian energy, signed a plan in February to start creating the U.S. Space Force.
Even though the London gathering is some six months away, European allies are already nervous about whether Trump will use the meeting to again question the value of the alliance, of which he is the de-facto head.
WHAT TRIGGERS ARTICLE 5?

RO – Manlio Dinucci -- «Arta Razboiului» --A 70ª aniversare a Republicii Populare a Chinei: Anularea Istoriei


«Arta Razboiului»
A 70ª aniversare a Republicii Populare a Chinei:
Anularea Istoriei
Manlio Dinucci



Cu 70 de ani în urmă, pe 1 Octombrie 1949, Mao Tsé Tung proclama, la poarta lui Tien An Men, nașterea Republicii Populare Chineze. Aniversarea este sărbătorită astăzi, cu o paradă militară, în fața portii istorice din Beijing. Din Europa pîna în Japonia și în Statele Unite, culmile comunicarii mass-media, o prezintă ca o ostentație de forță a unei puteri amenințătoare. Practic, nimeni nu-și aduce aminte de dramaticele evenimente istorice care au condus la nașterea Noii Chine.

Ø  Dispare în acest mod, China redusă la statul colonial și semi-colonial, subjugată, exploatată și dezmembrată, de la jumătatea secolului al XIX-lea, de către puterile europene (Marea Britanie, Germania, Franța, Belgia, Austria și Italia), de către Rusia Taristă, Japonia și de Statele Unite.

Ø  Se exclude sângeroasa lovitură de Stat, efectuată în 1927, de Chiang Kai-Shek – sprijinit, mai tîrziu, de anglo-americani și de Hitler și Mussolini, aliații Japoniei - care extermină o mare parte a Partidului Comunist (născut în 1921) și ucide sute de mii de muncitori și țărani.

Ø  Nu există nici o mențiune asupra Lungului Marș al Armatei Roșii, care, inițiată în 1934, cu o retragere dezastruoasă, este transformată de Mao Tsé Tung, într-una dintre cele mai mari intreprinderi politico-militare ale Istoriei.

Ø  Se uită de războiul de agresiune împotriva Chinei declanșat de Japonia în 1937: trupele japoneze ocupă Beijing, Shangai și Nanjing, masacrînd, în acest ultim oraș, mai mult de 300.000 de civili, în timp ce mai mult de zece orașe sunt atacate cu arme biologice.

Ø  Se ignoră narațiunea Frontului Unit Anti-Japonez, pe care Partidul Comunist îl constituie cu Kuomintang: armata lui Kuomintang, înarmata de Statele Unite, pe de o parte, luptă împotriva invadatorilor japonezi, pe de altă parte, profită de zonele eliberate de Armata Roșie, și face ca să se concentreze împotriva lor, ofensiva japoneză; Partidul Comunist, care a crescut de la 40.000 la 1.2 milioane de membri, de la 1937 la 1945, conduce forțele populare într-un război care oboseste, tot mai mult armata japoneză.

Ø  Nu se recunoaște faptul că, cu Rezistența ei care a costat mai mult de 35.000.000 de morti, China contribuie în mod decisiv la înfrângerea Japoniei care, învinsă în Pacific de către SUA, și în Manciuria de către URSS, se predă, în 1945, după bombardamentul atomic de la Hiroshima și Nagasaki.

Ø  Se ascunde ceea ce se întâmplă imediat după înfrângerea Japoniei: conform unui plan decis la Washington, Chiang Kai-Shek încearcă să repete ceea ce a făcut în 1927, dar forțele lui, înarmate și susținute de Statele Unite, se întîlnesc în fața Armatei Populare de Eliberare, cu aproximativ 1 milion de oameni, și o miliție de 2.5 milioane, ancorată de un vast sprijin popular.

Ø  Aproximativ 8 milioane de soldați ai Kuomintangului sunt uciși sau capturați, și Chiang Kai-Shek fuge în Taiwan, sub protecția SUA.

Toate acestea, într-o sinteză extremă, este parcursul care duce la nașterea Republicii Populare Chineze, acum 70 de ani. O Istorie putin sau deloc abordata în manualele noastre, bazata pe o vedere restricta eurocêntrica a lumii din ce în ce mai anacronica. O Istorie eliminată intenționat de politicienii și formatorii de opinie, pentru că aduce la lumină crimele imperialismului, punând pe banca inculpaților, puterile europene, Japonia și Statele Unite: "marile democrații" ale Occidentului care s-au autoproclamat judecătorii supremi, cu dreptul de a stabili pe baza canoanelor lor, care sunt țările democratice și care nu sunt.

Cu toate acestea, nu ne mai aflăm, în epoca "concesiunilor" (zonele urbane sub administrația străină) pe care aceste puteri le-au impus Chinei, atunci cînd în parcul Huangpu, din Shangai, era "interzisă intrarea la câini și la chinezi"

il manifesto, 1 Octombrie 2019
Tradus: Light Journalist

 «DECLARATIA DE LA FLORENTA»


Manlio Dinucci

Geograf și geopolitolog. Cele mai recente cărți: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014; Diario di viaggio, Zanichelli 2017; L'arte della guerra / Annali della strategia USA / NATO 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Prémio Internacional de Análise Geostratégica acordat pe 7 iunie 2019 de Club de Periodistas de México, A.C.

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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manlio

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BYOBLU

irmãos de armas


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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019