GIULIETTO CHIESA

WWIII

CROATIAN  ENGLISH   ESPAÑOL  GREEK  NEDERLANDS  POLSKI  PORTUGUÊS EU   PORTUGUÊS BR  ROMANIAN  РУССКИЙ

What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

 

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

         Read More

Manifestações

Wednesday, April 15, 2020

PT --"Restabelecer factos distorcidos" Observações de um diplomata chinês em funções, em Paris -- 2020/04/12


Consulate General of China in San Francisco - Home | Facebook
"Restabelecer factos distorcidos" Observações de um diplomata chinês em funções, em Paris
2020/04/12
Em 8 de Abril, depois de 76 dias em isolamento, a ordem de confinamento de Wuhan foi finalmente levantada, trazendo, em toda a parte, os  moradores  às ruas para festejar o regresso à vida normal. No início da luta contra a epidemia, os dirigentes chineses proclamaram orgulhosamente “A vitória de Wuhan, será a vitória de Hubei. A vitória de Hubei será a vitória da nação”. Assim, o desconfinamento de Wuhan mostra que a China saiu vitoriosa do seu combate contra a epidemia do coronavírus.
No entanto, trata-se mais de uma vitória de etapa do que uma vitória total porque, ao mesmo tempo, hoje, no estrangeiro, a epidemia continua a sua corrida louca, havendo 1,66 milhões de pessoas infectadas em todo o mundo, 5 países com mais de 100.000 casos, incluindo 500.000 nos Estados Unidos e 4 países com mais de 10.000 mortes. A terrível devastação causada pelo desenvolvimento deste flagelo na vida e na saúde das populações afectadas, assim como as suas sociedades e economias, inspira-nos inquietude e compaixão. O nosso desejo é que todos os países do mundo unam os seus esforços para lutar, em conjunto, contra este inimigo comum e triunfar o mais rápido possível.
E, no entanto, no momento em que o mundo inteiro está a mobilizar-se contra a epidemia, a comunicação mediática que se considera um modelo de imparcialidade e objectividade, os especialistas e os políticos de certos países ocidentais parecem mais preocupados em caluniar, estigmatizar e atacar a China do que reflectir nos meios de conter a epidemia nos seus países  e no resto do mundo. A vitória da China sobre a epidemia torna-os amargos. Com as suas teses fabricadas, de que a China “demorou a reagir” e “escondeu a verdade”, apresentam-na como sendo a principal responsável pela pandemia, e a sua vitória sobre o coronavírus parece um crime abominável. Por outro lado, se os países ocidentais subestimaram a gravidade do vírus ou se atrasaram a tomar medidas 'ad-hoc', tornando, assim,  a epidemia incontrolável, não representa nenhum problema de consciência para eles e não perturba, de modo algum, o seu sono. Alguns meios de comunicação mediática e  alguns analistas salientaram, repetidas vezes, que a China tinha perdido, inicialmente, “três semanas preciosas”, argumentando: “Se as autoridades chinesas tivessem reagido três semanas antes, poderiam ter limitado, consideravelmente, a propagação mundial do vírus e 95% das contaminações poderiam ter sido evitadas.”
Não obstante o facto dos cientistas precisarem de tempo para estudar e compreender esse coronavírus, até então completamente desconhecido, observemos mais atentamente o que a China fez durante as primeiras três semanas: em 30 de Dezembro, assinalámos publicamente casos de pneumonias desconhecidas. A partir de 3 de Janeiro, mantivemos a OMS e o mundo informados, regularmente, sobre a progressão da doença e, em tempo recorde, conseguimos identificar o agente patogénico. Em 11 de Janeiro, partilhamos com a OMS a sequenciação completa do genoma do vírus. Em 23 de Janeiro, quando no momento do fecho de Wuhan, havia mais de 800 pessoas infectadas na China e apenas 9 no estrangeiro. Ora, só mais de um mês após esta data, é que a epidemia começou na Europa e nos Estados Unidos.
Os media e os especialistas acusaram a China de ter escondido os números reais da pandemia. Segundo eles, num total de 1,4 bilião de habitantes, como acreditar que havia  só 80.000 pessoas infectadas e pouco mais de 3.000 mortes! Eles concluíram que, forçosamente, a China devia ter mentido. E, no entanto, se a China obteve esse resultado, não foi por mentira nem por ocultação, mas porque o Governo chinês adoptou as medidas de prevenção e controlo mais completas, rigorosas e severas, para detectar, assinalar, isolar e tratar as pessoas contaminadas com a máxima capacidade de resposta, com a preocupação fundamental de preservar a vida e a saúde da sua população. A China não teve medo de amputar ao seu PIB, milhares de biliões de yuans, injectar centenas de biliões de yuans em recursos, mobilizar mais de 40.000 profissionais de saúde, vindos dos quatro cantos do país para apoiar Wuhan e Hubei e, finalmente, vencer a epidemia em apenas dois meses.
Ora, na mesma altura, vimos no Ocidente, políticos a dilacerar-se para recuperar votos; a preconisar a imunização de grupo, abandonando, assim, os seus cidadãos perante o massacre viral; a roubar entregas de medicamentos;  a revender às estruturas privadas o equipamento adquirido com dinheiro público para enriquecer pessoalmente; residentes em Lares de Terceira Idade a serem obrigados a assinar certificados de “Renuncia à Assistência de Emergência”; equipas de cuidadores dos Lares de Terceira Idade a abandonar os seus postos de trabalho, da noite para o dia, a desertar colectivamente, deixando os residentes a morrer de fome e de doenças; o Comandante de um porta-aviões foi visto a pedir permissão aos seus superiores para atracar, a fim de permitir que os marinheiros infectados fossem tratados em terra. Ele foi demitido ... e passo adiante! E, no entanto, não vi muitos relatos ou investigações aprofundadas dos principais meios de comunicação ocidentais a revelar estes factos. Será que estes meios de comunicação e estes especialistas, tão defensores da objectividade e da imparcialidade, têm consciência? Será que têm escrupulos e ética?
Para diminuir os esforços da China, alguns políticos e meios de comunicação ocidentais apontaram o dedo à OMS, acusando-a de ser muito pró-chinesa. Alguns até pediram que fossem suprimidas as fontes de financiamento da Organização. Desde o início da epidemia, a China cooperou estreitamente com a OMS. Informou-a sem demora e convidou os seus especialistas a enviarem uma missão para efectuar visitas no terreno. A Organização elogiou as acções da China assim como os seus resultados na luta contra a epidemia. Afirmou mesmo que a abordagem chinesa constituia uma nova referência para o mundo. Tratou-se de uma avaliação objectiva e imparcial. No entanto, a OMS foi objecto de um verdadeiro cerco por parte dos países ocidentais, alguns até lançando ataques ‘ad-hominem’ contra o seu Director Geral, o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus. As autoridades de Taiwan, apoiadas por mais de 80 parlamentares franceses, numa declaração assinada conjuntamente, até usaram a palavra “negro” para atacá-lo. Ainda não consigo compreender o que poderia ter passado pela cabeça de todos estes representantes franceses eleitos.
A comunicação ocidental anti-chinesa ataca-nos sempre com os mesmos dois métodos: primeiro, inventando mentiras, depois martelando-as implacavelmente. Têm medo de ser desmentidos? Nem um pouco, porque a mentira “tem perna curta”. Mesmo que acabe sendo descoberto, o boato, como um vírus, já se espalhou pelo mundo. E para dar lhe dar credibilidade, é repetido inúmeras vezes, como um disco quebrado. “Uma mentira repetida mil vezes torna-se numa verdade.” Esse é o credo e o modus operandi deles. Nas suas mentiras repetidas, a China, que conseguiu superar a epidemia salvaguardando os interesses fundamentais do seu povo, passa por ser a “perversa”. Quanto aos políticos, aos jornalistas em funções na China, aos “sinologistas” despresíveis de certos países ocidentais que se envolveram em saques repetidos, que tiveram tão pouca consideração pela vida dos seus compatriotas e que são tão rápidos em acusar os outros, agora estabelecem-se como “juízes”, uma postura que é tão prejudicial para eles como para os outros.
Um escritor cibernético disse um dia, algo muito profundo: “Quando o choco está em perigo, cospe a sua tinta para turvar a água e aproveita para fugir”. É uma tática bem conhecida de certas elites políticas e culturais ocidentais. Eles queriam, simplesmente, culpar a China da sua própria incapacidade de fazer face à epidemia e às múltiplas tragédias que se seguiram e, dessa maneira, “absolver-se totalmente”.
No momento em que termino o meu texto, descubro um relatório na Internet. Em 8 de Abril, a revista universitária de renome mundial, PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences) publicou um artigo em co-autoria de académicos britânicos e alemães, intitulado Análise da Rede Filogenética dos Genomas SARS-CoV-2. O primeiro autor do artigo é o Dr. Peter Forster, da Universidade de Cambridge. Segundo o estudo, os pesquisadores classificaram o novo coronavírus em três tipos (A, B e C), em função da sua evolução. O vírus do tipo A é o mais próximo dos vírus extraídos do morcego e do pangolim. É o mais frequentemente identificado em pacientes infectados nos Estados Unidos e na Austrália. É o que os pesquisadores chamam de “a raiz da epidemia”. As estirpes do tipo B são variantes do tipo A e estão presentes principalmente na China. As que estão disseminadas na Europa em grande escala, são do tipo C. Infelizmente, parece que os resultados da pesquisa do Dr. Peter Forster não interessam aos principais meios de comunicação ocidentais.


Traduzido do original em francês por Maria Luísa de Vasconcellos
Email: luisavasconcellos2012@gmail.com
Webpage: NO WAR NO NATO

No comments:

Post a Comment

Note: Only a member of this blog may post a comment.

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

Read more

ARRIVING IN CHINA

Ver a imagem de origem

APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

Click upon CC and choose your language.


manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

Click upon the small wheel at the right side of the video and choose your language.


convegno firenze 2019