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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Tuesday, July 21, 2020

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Parlamento «coeso» sobre as missões neocoloniais


EUTM Mali - Capacity4Dev
A Arte da Guerra
Parlamento «coeso» sobre as missões neocoloniais
Manlio Dinucci


O Ministro da Defesa, Lorenzo Guerini (Partido Democrático) manifestou grande satisfação pelo voto “coeso” do Parlamento, sobre as missões internacionais. Excepto alguma divergência no apoio à Guarda Costeira de Trípoli, a maioria e a oposição aprovaram, de maneira compacta, sem voto contra e foram prorrogadas as principais “missões de manutenção da paz” em curso, há décadas, na peugada das guerras USA/NATO(nas quais a Itália participou) nos Balcãs, no Afeganistão e na Líbia, e na de Israel no Líbano, que fazem parte da mesma estratégia.

A estas foram acrescentadas algumas novas: a operação militar da União Europeia no Mediterrâneo, formalmente para “impedir o tráfico de armas na Líbia”; a missão da União Europeia de “apoio ao aparelho de segurança no Iraque”; a Missão da NATO para o fortalecimento do apoio aos países localizados no Lado Sul da Aliança.

Aumentou fortemente o compromisso militar italiano na África Subsaariana. As forças especiais italianas participam na Task Force Takuba, enviada ao Mali sob comando francês. Também opera no Níger, no Chade e em Burkina Faso, no âmbito da operação de Barkhane, ma qual estão envolvidos 4.500 soldados franceses, com veículos blindados e bombardeiros, oficialmente apenas contra as milícias jihadistas.

No Mali, a Itália também participa na Missão da União Europeia, EUTM, que fornece treino militar e “aconselhamento” às forças armadas deste e de outros países limítrofes. No Níger, a Itália tem a sua própria missão bilateral de apoio às forças armadas e, ao mesmo tempo, participa da missão da União Europeia EuCAP Sahel Níger, numa área geográfica que também inclui a Nigéria, o Mali, a Mauritânia, o Chade, Burkina Faso e o Benin.

O Parlamento italiano também aprovou o uso de “um dispositivo aéreo e naval nacional para actividades de presença, de vigilância e de segurança no Golfo da Guiné”. O objectivo declarado é "proteger os interesses estratégicos nacionais nesta área (leia os interesses da ENI - "Ente Nazionale Idrocarburi"), apoiando o navio mercante nacional em trânsito”.

Não é por acaso que as áreas africanas, nas quais se concentram as  “missões de manutenção da paz”, são as mais ricas em matérias-primas estratégicas - petróleo, gás natural, urânio, coltan, ouro, diamantes, manganês, fosfatos e outros - exploradas por multinacionais americanas e europeias. No entanto, o seu oligopólio está agora ameaçado pela crescente presença económica da China.Não conseguindo combatê-la só através de meios económicos e vendo,  ao mesmo tempo, diminuir a sua influência no interior dos países africanos, os Estados Unidos e as potências europeias recorrem à antiga, mas ainda eficaz, estratégia colonial: garantir os seus interesses económicos através de meios militares, incluindo o apoio às elites locais que baseiam o seu poder nas forças armadas.

A oposição às milícias jihadistas, a motivação oficial para operações como a da Task Force Takuba, é a cortina de fumo atrás da qual se escondem os verdadeiros objectivos estratégicos.

O governo italiano declara que as missões internacionais servem para “garantir a paz e a segurança destas zonas, para a protecção e para a tutela das populações”. Na realidade, as intervenções militares expõem as populações a riscos posteriores e, ao reforçar os mecanismos de exploração, agravam o seu empobrecimento, com o consequente aumento de fluxos migratórios para a Europa.

Para manter milhares de homens e veículos envolvidos em missões militares, a Itália utiliza mais de um bilião de euros, directamente, num ano, fornecidos (com dinheiro público) não só pelo Ministério da Defesa, mas também pelos Ministérios do Interior, da Economia das Finanças e pela Presidência do Conselho.

No entanto, esta soma é apenas a ponta do iceberg da crescente despesa militar (mais de 25 biliões por ano), devido ao ajuste de todas as forças armadas a essa estratégia. Aprovada pelo Parlamento com consentimento bipartidário unânime.

Manlio Dinucci
il manifesto, 21 de Julho de 2020





DECLARAÇÃO DE FLORENÇA
Para uma frente internacional NATO EXIT, em todos os países europeus da NATO
Manlio Dinucci
Geógrafo e geopolitólogo. Livros mais recentes: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018; Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

Monday, July 20, 2020

FR -- Manlio Dinucci -- L'art de la guerre -- Parlement “soudé” sur les missions néo-coloniales

EUTM Mali - Capacity4Dev
L’art de la guerre
Parlement “soudé” sur les missions néo-coloniales

Le ministre de la Défense Lorenzo Guerini (Pd) a exprimé sa grande satisfaction pour le vote “soudé” du parlement sur les missions internationales. À part quelque dissension sur le soutien à la Garde nationale de Tripoli, majorité et opposition ont approuvé de façon compacte, sans aucune voix contre et peu d’abstentions, 40 missions militaires italiennes en Europe, Afrique, Moyen-Orient et Asie.

  Ont été prorogées les principales “missions de paix” en cours depuis des décennies dans le sillage des guerres USA/OTAN (auxquelles a participé l’Italie) dans les Balkans, en Afghanistan et en Libye, et dans celle d’Israël au Liban faisant partie de la même stratégie. À ces guerres se sont ajoutées quelques nouvelles : l’Opération militaire de l’Union européenne en Méditerranée, formellement pour “prévenir le trafic d’armes en Libye” ; la Mission de l’Union européenne d’”appui à l’appareil de sécurité en Irak” ; la Mission OTAN de potentialisation du soutien à des pays situés sur le Flanc Sud de l’Alliance.
 
  L’engagement militaire italien en Afrique subsaharienne est en forte croissance. Des forces spéciales italiennes participent à la Task Force Takuba, déployée au Mali sous commandement français. Elle opère aussi au Niger, Tchad et Burkina Faso, dans le cadre de l’opération Barkhane où sont engagés 4.500 militaires français, avec blindés et bombardiers, officiellement seulement contre les milices djihadistes.

  Au Mali l’Italie participe aussi à la Mission de l’Union européenne Eutm, qui fournit entraînement militaire et “conseil” aux forces armées de ce pays et quelques autres limitrophes.
  Au Niger l’Italie a sa propre mission bilatérale de support aux forces armées et, en même temps, participe à la mission de l’Union européenne Eucap Sahel Niger, dans une aire géographique qui comprend aussi Nigéria, Mali, Mauritanie, Tchad, Burkina Faso et Bénin.
  
  Le Parlement italien a en outre approuvé l’emploi d’un “dispositif aéronaval national pour des activités de présence, surveillance et sécurité dans le Golfe de Guinée”. Objectif déclaré : “”surveiller dans cette aire les intérêts stratégiques nationaux (lire ceux de l’ENI), en soutien à la flotte commerciale nationale qui y transite”.
 
  Ce n’est pas un hasard si les aires africaines, où se concentrent les “missions de paix”, sont les plus riches en matières premières stratégiques -pétrole, gaz naturel, uranium, coltan, or, diamants, manganèse, phosphates et autres- exploitées par des multinationales étasuniennes et européennes.

   Leur oligopole est cependant maintenant mis en danger par la croissante présence économique chinoise. N’arrivant pas à la contrer seulement avec des moyens économiques, et voyant en même temps diminuer leur propre influence à l’intérieur des pays africains, les États-Unis et les puissances européennes ont recours à la vieille mais encore efficace stratégie coloniale : garantir ses propres intérêts  économiques avec des moyens militaires, y compris de soutien aux élites locales qui fondent leur pouvoir sur les forces armées.
  
   La lutte contre les milices djihadistes, motivation officielle d’opérations comme celle de la Task Force Takuba, est l’écran de fumée derrière lequel se cachent les véritables buts stratégiques. Le Gouvernement italien déclare que les missions internationales servent à “garantir la paix et la sécurité de ces zones, pour la protection et la tutelle des populations”. En réalité les interventions militaires exposent les populations à des risques ultérieurs et, en renforçant les mécanismes d’exploitation, aggravent leur appauvrissement avec une augmentation consécutive des flux migratoires vers l’Europe.
  
  Pour garder des milliers de soldats et de véhicules engagés dans les missions militaires, l’Italie dépense directement en une année plus d’un milliard d’euros, fournis (avec de l’argent public) non seulement par le ministère de la Défense, mais aussi par ceux de l’Intérieur, de l’Économie et des Finances, et par la Présidence du Conseil.
   Mais cette somme n’est que la pointe de l’iceberg de la croissante dépense militaire (plus de 25 milliards annuels), due à l’ajustement de l’ensemble des forces armées à cette stratégie. Approuvée par le Parlement avec un consensus bi-partisan unanime.

Édition de mardi 21 juillet 2020 d’il manifesto
Traduit de l'Italien par Marie-Ange Patrizio

IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra -- Parlamento «coeso» sulle missioni neocoloniali

EUTM Mali - Capacity4Dev
L’arte della guerra
Parlamento «coeso» sulle missioni neocoloniali
Manlio Dinucci



Il ministro della Difesa Lorenzo Guerini (Pd) ha espresso grande soddisfazione per la votazione «coesa» del parlamento sulle missioni internazionali. Salvo qualche dissenso sul sostegno alla Guardia costiera di Tripoli, maggioranza e opposizione hanno approvato in modo compatto, con nessun voto contrario e pochi astenuti, 40 missioni militari italiane in Europa, Africa, Medio Oriente e Asia.
Sono state prorogate le principali «missioni di pace» in corso da decenni sulla scia delle guerre Usa/Nato (cui ha partecipato l’Italia) nei Balcani, in Afghanistan e in Libia, e di quella israeliana in Libano facente parte della stessa strategia.
A queste ne sono state aggiunte alcune nuove: l’Operazione militare dell’Unione europea nel Mediterraneo, formalmente per «prevenire il traffico di armi in Libia»; la Missione dell’Unione europea di «appoggio all’apparato di sicurezza in Iraq»; la Missione Nato di potenziamento del sostegno a paesi situati sul Fianco Sud dell’Alleanza.
Viene accresciuto fortemente l’impegno militare italiano nell’Africa subsahariana. Forze speciali italiane partecipano alla Task Force Takuba, schierata in Mali sotto comando francese. Essa opera anche in Niger, Ciad e Burkina Faso, nell’ambito dell’operazione Barkhane in cui sono impegnati 4.500 militari francesi, con blindati e bombardieri, ufficialmente solo contro le milizie jihadiste.
In Mali l’Italia partecipa anche alla Missione dell’Unione Europea Eutm, che fornisce addestramento militare e «consulenza» alle forze armate di questo e altri paesi limitrofi. In Niger l’Italia ha una propria missione bilaterale di supporto alle forze armate e, allo stesso tempo, partecipa alla missione dell’Unione europea Eucap Sahel Niger, in un’area geografica che comprende anche Nigeria, Mali, Mauritania, Chad, Burkina Faso e Benin.
Il Parlamento italiano ha inoltre approvato l’impiego di «un dispositivo aeronavale nazionale per attività di presenza, sorveglianza e sicurezza nel Golfo di Guinea». Scopo dichiarato è «tutelare in quest’area gli interessi strategici nazionali (leggi quelli dell’Eni), supportando il naviglio mercantile nazionale in transito».
Non a caso le aree africane, in cui si concentrano le «missioni di pace», sono le più ricche di materie prime strategiche – petrolio, gas naturale, uranio, coltan, oro, diamanti, manganese, fosfati e altre – sfruttate da multinazionali statunitensi ed europee. Il loro oligopolio è però ora messo a rischio dalla crescente presenza economica cinese.
Non riuscendo a contrastarla solo con mezzi economici, e vedendo allo stesso tempo diminuire la propria influenza all’interno dei paesi africani, gli Stati uniti e le potenze europee ricorrono alla vecchia ma ancora efficace strategia coloniale: garantire i propri interessi economici con mezzi militari, compreso il sostegno a élite locali che basano il loro potere sulle forze armate.
Il contrasto alle milizie jihadiste, motivazione ufficiale di operazioni come quella della Task Force Takuba, è la cortina fumogena dietro cui si nascondono i veri scopi strategici.
Il Governo italiano dichiara che le missioni internazionali servono a «garantire la pace e la sicurezza di queste zone, per la protezione e la tutela delle popolazioni». In realtà gli interventi militari espongono le popolazioni a ulteriori rischi e, rafforzando i meccanismi di sfruttamento, aggravano il loro impoverimento, con un conseguente aumento dei flussi migratori verso l’Europa.
Per mantenere migliaia di uomini e mezzi impegnati nelle missioni militari, l’Italia spende direttamente in un anno oltre un miliardo di euro, forniti (con denaro pubblico) non solo dal ministero della Difesa, ma anche da quelli dell’Interno, dell’Economia e Finanze, e dalla Presidenza del Consiglio.
Tale somma è però solo la punta dell’iceberg della crescente spesa militare (oltre 25 miliardi l’anno), dovuta all’adeguamento delle intere forze armate a tale strategia. Approvata dal Parlamento con unanime consenso bipartisan.
Manlio Dinucci

Wednesday, July 15, 2020

EN -- LARRY ROMANOFF -- A Few Historical Frauds -- July 11, 2020

Einstein, Bell & Edison, Coca-Cola and the Wright Brothers
LARRY ROMANOFF • JULY 11, 2020
There are only two nations in the world whose existence seems to be founded primarily on historical myths. In the US, false historical mythology permeates every nook and cranny of the American psyche, the result of more than 100 years of astonishing and unconscionable programming and propaganda, a massive crime against an entire population. This condition pertains not only to past events we think of as history, but to the extent that most items permitting Americans to “feel good by being an American” are fabricated Disney fairytales. This essay is a brief introduction to only a minor aspect of this subject.
In the introduction to my series of books (soon to be published) I wrote that “Perhaps 90%, or even 95%, of everything we know, or think that we know, or that we believe to be true about history, is wrong. To express this another way, if we were to take the history of the entire world for the past 500 years and compress it into a book of 100 pages, a full 50 of those pages would be blank. That is the extent to which our true history has been suppressed, entirely deleted from the record and from our consciousness. Of the remaining 50 pages, 45 are false in whole or in part, photoshopped, sanitised, twisted, and with critical details omitted to deliberately lead the public to the wrong conclusions.”[1]
Einstein, the Mythical Genius

Conectando o Passado da China ao Futuro da Humanidade


Sustainability | Free Full-Text | China's Belt and Road Initiative ...

Conectando o Passado da China ao Futuro da Humanidade 
01/07/2020, Straight-Bat, para o Saker Blog, Parte 3/3
 Tradução: Amigos do Brasil
PARTE 3
De 2008 em diante. Preparação para o ato final

“É simplesmente irrelevante se o país antagonista abraça capitalismo liberal (Rússia) ou capitalismo socialista (Cuba, China) ou socialismo xiita islâmico, ou filosofia nacionalista (Venezuela). Para o Estado Profundo capitalista sionista, a subjugação completa é o único caminho a seguir.”

NL -- Manlio Dinucci -- De Kunst Van Oorlog -- Tweepartijdige torpedo tegen terugtrekking uit Afghanistan


A U.S. Army adviser and an Afghan crew chief are pictured. | Getty Images
De Kunst Van Oorlog
Tweepartijdige torpedo tegen terugtrekking uit Afghanistan
door ManlioDinucci

Honderdduizenden burgerslachtoffers, meer dan 2.400 gesneuvelde Amerikaanse soldaten (plus een onbepaald aantal gewonden), ongeveer 1.000 miljard dollar uitgegeven: dit is de som van 19 jaar Amerikaanse oorlog in Afghanistan, plus de kosten voor de NAVO-bondgenoten en anderen die de VS in de oorlog hebben bijgestaan. De faillissementsbalans van de VS, ook onder het politiek-militaire profiel: het grootste deel van het grondgebied wordt vandaag de dag gecontroleerd door de Taliban of betwist tussen hen en de door de NAVO gesteunde regeringstroepen.
Tegen deze achtergrond heeft de Trump-administratie in februari jongstleden na lange onderhandelingen een overeenkomst met de Taliban gesloten die, in ruil voor een reeks garanties, voorzag in een vermindering van het aantal Amerikaanse troepen in Afghanistan van 8.600 tot 4.500. Dit betekent niet het einde van de Amerikaanse militaire interventie in Afghanistan, die wordt voortgezet met speciale strijdkrachten, drones en bommenwerpers. De overeenkomst zou echter de weg vrijmaken voor een deëscalatie van het gewapende conflict.
Maar enkele maanden na de ondertekening werd de overeenkomst gebroken: niet door de Afghaanse Taliban, maar door de Amerikaanse Democraten. De Democraten keurden in het Congres een amendement op de Authorization Act goed dat in het boekjaar 2021 $740,5 miljard toekent aan de begroting van het Pentagon.
Het wijzigingsvoorstel, dat op 2 juli door het Comité van de strijdkrachten met grote meerderheid van democratische stemmen is goedgekeurd, bepaalt dat "het gebruik van middelen om het aantal in Afghanistan ingezette strijdkrachten te verminderen, moet worden beperkt". Het verbiedt het Pentagon de middelen waarover het beschikt te besteden aan activiteiten die het aantal Amerikaanse soldaten in Afghanistan tot minder dan 8.000 beperken: de overeenkomst, die een vermindering van het aantal Amerikaanse soldaten in Afghanistan inhoudt, wordt dus in feite geblokkeerd. Het is veelzeggend dat het wijzigingsvoorstel niet alleen is ingediend door de Democraat Jason Crow, maar ook door de Republikein Liz Cheney, die het in perfecte tweeledige stijl goedkeurt [1] Liz is de dochter van Dick Cheney, vice-president van de Verenigde Staten van 2001 tot 2009 in de regering van George W. Bush, degene die heeft besloten tot de invasie en bezetting van Afghanistan (officieel om Osama Bin Laden op te jagen [2]).
Het wijzigingsvoorstel veroordeelt de overeenkomst uitdrukkelijk met het argument dat deze "de nationale veiligheidsbelangen van de VS" ondermijnt, "geen realistische diplomatieke oplossing vormt" en "geen bescherming biedt aan kwetsbare bevolkingsgroepen". Om zijn eigen troepen in Afghanistan te mogen inkrimpen, zal het Pentagon moeten verklaren dat dit "de Amerikaanse antiterreurmissie niet in gevaar zal brengen". Het is geen toeval dat de New York Times een artikel [3] publiceerde dat, op basis van informatie (zonder enig bewijs) verstrekt door Amerikaanse inlichtingendiensten, "een Russische militaire inlichtingendienst beschuldigt van het aanbieden van een beloning aan Taliban-militanten voor het doden van Coalitie-soldaten in Afghanistan, voornamelijk gericht op Amerikanen". Het nieuws werd door de belangrijkste Amerikaanse media uitgezonden zonder dat de waarheidsgetrouwheid ervan in twijfel werd getrokken.
Een week later keurde het Congres dit wetsvoorstel goed dat de inkrimping van de Amerikaanse troepen in Afghanistan verhindert. Dit bevestigt wat het werkelijke doel van de militaire interventie van de VS/NAVO in Afghanistan is: de controle over dit strategisch belangrijke gebied. Afghanistan ligt op het kruispunt van het Midden-Oosten, Centraal-, Zuid- en Oost-Azië. In dit gebied (in de Golf en de Kaspische Zee) bevinden zich grote oliereserves.
Er zijn ook Rusland en China, waarvan de kracht toeneemt en die de wereldwijde basis beïnvloeden. Zoals het Pentagon waarschuwde in een rapport van 30 september 2001 [4], een week voor de Amerikaanse invasie van Afghanistan, "bestaat de mogelijkheid dat er een rivaal met een formidabele grondstoffenbasis opduikt in Azië".
Een mogelijkheid die zich nu voordoet. Amerikaanse "nationale veiligheidsbelangen" dicteren dat we in Afghanistan moeten blijven, wat de kosten ook mogen zijn.

ERIC ZUESSE -- Today’s U.S. Democratic Party Distrusts Republicans About Russia


Today’s U.S. Democratic Party Distrusts Republicans About Russia

Eric Zuesse 


On February 14th, the reader-comments at a popular website for Democratic Party activists expressed outrage when a report was posted there that “Pompeo Secretly Met Russian Foreign Minister”.
The “Best” (or most-liked) reader-comment to that was: 

atterman

Fucking goddamn TRAITORS.
Dems need to be ALL OVER THIS.
But will they be???? I tend to doubt it.
And what will we do when Tangerine Traitor Tot fake-"wins" another election???
WHERE ARE THE MOBS IN THE STREETS?????
They didn’t believe that all of the investigations, into a possible collusion between Trump’s campaign and the Russian Government in the 2016 U.S. Presidential contest between Republican Trump and Democrat Clinton, found no credible evidence of any such collusion.

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

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manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

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convegno firenze 2019