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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Monday, June 4, 2018

PT -- GUERRA NUCLEAR -- Capítulo 4 -- AS GUERRAS DEPOIS DA GUERRA FRIA



MANLIO DINUCCI

GUERRA NUCLEAR
O PRIMEIRO DIA
De Hiroshima até hoje:
Quem e como nos conduzem à catástrofe




Capítulo 4

AS GUERRAS DEPOIS DA GUERRA FRIA

4.1  O mundo numa encruzilhada

Na segunda metade dos anos oitenta, o clima da guerra fria começa a mudar. O primeiro sinal do degelo é o Tratado sobre as Forças Nucleares Intermédias (INF Treaty), assinado em Washington, em 8 de Dezembro de 1987: baseados no mesmo, os EUA empenham-se a eliminar, entre outros, os mísseis balísticos Pershing 2, instalados na Alemanha Ocidental e os misseis de cruzeiro, lançados de terra, instalados na Grã Bretanha, Itália, Alemanha Ocidental, Bélgica e Países Baixos; a União Soviética compromete-se a eliminar os misseis balísticos SS-20, instalados no seu próprio território. Em Maio de 1991, são eliminados, no total, 2.692 mísseis desta categoria.

O Tratado INF é o primeiro acordo que estabelece não só um 'plafond' à instalação de uma categoria específica de mísseis nucleares, mas a eliminação de todos os mísseis de tal categoria. O limite do tratado consiste no facto de que, elimina os mísseis nucleares de alcance intermédio e curto, lançados de terra, mas não dos que são lançados do mar e do ar, que ficam no seus postos, nos navios, submarinos e aviões. Não obstante, o Tratado INF constitui um primeiro passo no caminho de um verdadeiro desarmamento nuclear.

Este resultado importante é devido, substancialmente, à «ofensiva de desarmamento» lançada pela União Soviética de Gorbacev: em 15 de Janeiro de 1986, propõe não só eliminar os mísseis soviéticos e americanos de alcance médio (o que é feito sucessivamente), mas de estabelecer um programa global, em três fases, para a proibição da armas nucleares em 2000. 

Em Washington não consideram factível a proposta soviética, confirma-o Colin Powell que, depois de ter sido, de 1987 a 1989, conselheiro do Presidente para a Segurança Nacional, ocupa, em 1993, o cargo de Presidente do Estado Maior Conjunto/Chairman of the Joint Chiefs of Staff, o mais alto nível da hierarquia militar. Num breve ensaio na revista Foreign Affairs, Powell refere: «Quando era Conselheiro do Presidente Reagan para a Segurança Nacional, ele e o Presidente Mikhail Gorbacev encontraram-se cinquenta vezes em três anos, e eu estive presente em três destas ocasiões.O líder soviético falava de revolução pacífica, falava de paz mundial. Quanto mais falava e mais escutávamos, mais compreendíamos. Recordo uma reunião na qual a minha reacção não pode ser exprimidas senão com estas palavras: «Meu Deus, faça isso seriamente!». 

Em Washington sabem, portanto, que ele quer verdadeiramente o desarmamento, que ele quer, de facto, a eliminação completa das armas nucleares. Mas sabem também que o processo da perestroika, posto em movimento por Gorbacev em 1986, provocou uma reacção em cadeia que está não só a desagregar o Pacto de Varsóvia, mas a própria União Soviética.

A «Queda do Muro de Berlim», em 9 de Novembro de 1989, assinala o início do fim. No dia 1 de Julho de 1991, dissolve-se o Pacto de Varsóvia: os seis países da Europa Central e Oriental que faziam parte dele, não são mais aliados da URSS. No dia 26 de Dezembro de 1991, dissolve-se a própria União Soviética: em vez de um único Estado, formam-se 15. O desaparecimento da URSS e do seu bloco de alianças cria, na região europeia e centro-asiática, uma situação geopolítica inteiramente nova. Simultaneamente, a desagregação da URSS e a profunda crise política e económica que aflige a Rússia assinalam o fim da super potência capaz de rivalizar com a americana.

Nesta altura, o mundo está numa encruzilhada. A decisão de qual dos dois caminhos escolher e seguir está substancialmente nas mãos de Washington: de um lado está a possibilidade de iniciar um verdadeiro processo de desarmamento, começando por estabelecer, consoante as linhas da proposta de Gorbachev, um programa destinado à eliminação completa das armas nucleares, que, se lançado conjuntamente por Washington e Moscovo, poderia envolver, também, as outras potências nucleares; do outro lado, está a possibilidade de aproveitar o desaparecimento da super potência rival para aumentar a superioridade estratégica, incluindo a superioridade nuclear, dos Estados Unidos da América, que permaneceu a única super potência na cena mundial. Sem um instante de hesitação, Washington tomou o segundo caminho.

«O Presidente Bush pegou nesta segunda mudança histórica», conta Colin Powell, no Foreign Affairs. «O Presidente, coadjuvado pelos seus conselheiros e pelo Secretário da Defesa, traçaram uma nova estratégia da segurança nacional e construíram uma estratégia militar para sustentá-la. Em seguida, em Agosto de 1990, enquanto o Presidente Bush fazia o seu primeiro anuncio público sobre a nova maneira da América enfrentar a questão da segurança nacional, Saddam Hussein atacou o Kuwait. A sua brutal agressão fez com que puséssemos em prática a nova estratégia, exactamente no momento em que começávamos a publicá-la. Todos os americanos poderiam assim, ver a nossa estratégia validada pela guerra».

A seguir:

4.2  Golfo: A primeira guerra depois da Guerra Fria

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

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Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

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PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


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