GIULIETTO CHIESA

FREE JULIAN ASSANGE

WWIII + S SITE

 

CROATIAN   ENGLISH   GREEK   NEDERLANDS   POLSKI   PORTUGUESE   ROMANIAN  SPANISH  РУССКИЙ

What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

READ MORE

 
 

Tuesday, June 12, 2018

O "duelo das cúpulas" desse fim de semana tem algo para os livros de História, por Pepe Escobar

O "duelo das cúpulas" desse fim de semana tem algo para os livros de História, por Pepe Escobar

10/6/2018, Pepe Escobar, Asia TimesThe Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




O inferno desabou sobre o G6+1, também chamado G7, em La Malbaie, Canadá, quando todos só pensavam na divina integração eurasiana na Organização de Cooperação de Xangai, OCX, em Qingdao, China, em Shandong, província natal de Confúcio.

O presidente Donald Trump dos EUA foi a estrela previsível do show no Canadá. Chegou atrasado. Saiu mais cedo. Faltou a um desjejum de trabalho. Discordou de tudo e de todos. Fez uma "proclamação de livre comércio", pró nenhuma barreira e nenhuma tarifa, nenhuma, em lugar algum, depois de impor tarifas ao aço e ao alumínio contra Europa e Canadá. Propôs que a Rússia voltasse ao G8 (Putin mandou dizer que tem outras prioridades). Assinou o comunicado final, em seguida retirou a própria assinatura.

A atitude de 'estou-pouco-ligando-pra-vocês', de Trump, enlouqueceu os líderes europeus reunidos no Canadá. Depois da foto oficial, o presidente dos EUA puxou pelo braço o primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte e disse em êxtase "Que grande vitória eleitoral, a sua!"

Os euros não gostaram e obrigaram Conte a seguir a posição oficial da União Europeia, como na política da chanceler Merkel da Alemanha: nada de readmitir a Rússia no G8, se Moscou não respeitar os acordos de Minsk. De fato, quem não está respeitando os acordos de Minsk não é a Rússia: é a Ucrânia; Trump e Conte estão plenamente alinhados com a Rússia.

Merkel, in extremis, propôs um "mecanismo partilhado de avaliação" – restando apenas duas semanas, para tentar diluir tensões comerciais que só fazem aumentar. Nem assim o governo Trump parece interessado.

Virada de jogo "estratégica" 

Entrementes, em Qingdao, a abertura para não esquecer veio, como se podia prever, do presidente chinês Xi Jinping: "O presidente Putin e eu entendemos que a parceria estratégica ampla China-Rússia está madura, firme e estável."

É descomunal virada de jogo, porque oficialmente, pelo menos até agora, era só "parceria ampla". É a primeira vez que Xi destaca, oficialmente, o aspecto "estratégico". Outra vez, em palavras dele: "É o relacionamento de mais alto nível, mas profundo e estrategicamente mais significativo que se vê hoje entre grandes países do mundo."

E, como se o alcance ainda não fosse suficientemente amplo e profundo, a coisa é também pessoal. Xi, falando de Putin e dando talvez bom uso à bonomia que Trump dispensa aos líderes com os quais simpatiza, disse "É meu melhor amigo, meu amigo mais próximo."

Negócios pesados, como sempre, estavam na pauta. Os chineses são parceiros da gigante estatal russa de energia nuclear Rosatom para alcançar tecnologias nucleares avançadas e diversificar contratos de energia nuclear para além dos fornecedores ocidentais habituais. É o componente de aliança "estratégica" de energia, da parceria.

Em reunião trilateral Rússia-China-Mongólia, todos se comprometeram a tocar adiante a todo vapor o Corredor Econômico China-Mongólia-Rússia – uma das plataformas chaves das Novas Rotas da Seda, conhecidas como Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE.

A Mongólia mais uma vez apresentou-se para ser um nodo de trânsito para o gás russo até a China, diversificando dos atuais gasodutos diretos da Gazprom, de Blagoveshchensk, Vladivostok e Altai. Segundo Putin, o gasoduto Via Leste [ing. Eastern Route] continua conforme o cronograma, bem como a usina de gás natural liquefeito (GNL) de 27 bilhões de EUA-dólares[1] em Yamal, financiada por empresas russas e chinesas.

Sobre o Ártico, Putin e Xi dedicam-se absolutamente ao desenvolvimento da Rota do Mar do Norte [ing. Northern Sea Route], incluindo a crucial modernização de portos de águas profundas como Murmansk e Arkhangelsk e investimento em infraestrutura. O carimbo geopolítico é autoevidente.

Putin disse semana passada que o comércio anual entre Moscou e Pequim logo alcançará 100 bilhões de EUA-dólares. Atualmente está em 86 bilhões de EUA-dólares. Agora, empresários russos já veem como possível e realizável a aventura de, até 2020, chegar aos 200 bilhões de EUA-dólares.

Todo esse frenesi de atividade já é abertamente descrito por Putin como efeito das interconexões entre a Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE) e a União Econômica Eurasiana (UEE) liderada pela Rússia. Para nem falar interconectividade que une a própria Organização de Cooperação de Xangai (OCX) e ambas, ICE e UEE.

Putin disse ao canal CGTN da TV chinesa que, embora a OCX tivesse começado como organização "low-profile" [nos idos de 2001], que visava apenas a "resolver questões de fronteira" entre China, Rússia e repúblicas ex-soviéticas, já está hoje evoluindo para ser força global muito maior.

Paralelamente, segundo Yu Jianlong, secretário-geral da Câmara Chinesa de Comércio Internacional, a OCX já acumulou força coletiva extra para empurrar a expansão da ICE na direção de mais negócios em toda a Europa, Oriente Médio e África.

Não surpreende portanto que empresa das nações da Organização de Cooperação de Xangai estejam sendo agora "encorajadas" a usar as próprias respectivas moedas nos negócios entre elas, deixando de lado o EUA-dólar, e a construir plataformas de e-commerce, estilo Alibaba. Até aqui, Pequim já investiu 84 bilhões de EUA-dólares em outros membros da OCX, principalmente nos setores de energia, minérios, transporte (incluindo, por exemplo, a rodovia China-Quirguistão-Uzbequistão), construção e manufatura.

Putin também se reuniu com o presidente Hassan Rouhani do Irã, à margem da reunião da OCX, e prometeu, sem meias palavras, preservar o acordo nuclear iraniano, conhecido como JCPOA (ing.).

Atualmente, o Irã é estado observador na OCX. Putin reafirmou que deseja ter Teerã como membro-pleno. A Carta da OCX determina que "pode-se assegurar status de parceiro de diálogo a país que partilhe as metas e os princípios da OCX e deseje estabelecer relações baseadas em relacionamento igualitário e mutuamente proveitoso."

O Irã, já observador, satisfaz essa exigência. A pedra nesse caminho tranquilo é o minúsculo Tadjiquistão.

Entra em cena a notoriamente tormentosa política interna dos "-stões" da Ásia Central, nesse caso em torno do presidente tadjique Emomali Rahmon que aceitou vender 51% das ações do maior banco do Tadjiquistão à Arábia Saudita. Ninguém mais queria a venda. Riad estava claramente comprando influência.

Todos os membros plenos da OCX têm de ser aprovados por unanimidade de todos os demais membros. Mas a dificuldade não impedirá maior integração econômica entre Irã, Rússia e China. A conversa, nos corredores da OCX é que as empresas chinesas esperam bonança extra no mercado iraniano, depois que Trump retirou-se unilateralmente do acordo nuclear iraniano.

Em conversas, diplomatas disseram a Asia Times que a OCX também discutiu o plano crucial concebido pelo Grupo de Contato OCX-Afeganistão, um amplo processo de paz para toda a Ásia, pelo qual Rússia, China, Índia, Paquistão, Irã e Afeganistão tentam afinal pôr fim, sem interferência do ocidente, àquela tragédia que se arrasta há décadas.

Que tal um... G3?! 

O "duelo das cúpulas" com certeza deu o tom. A reunião do G7 em La Malbaie representou a velha ordem disfuncional, dilacerada pelo caos em grande medida autoinfligido e a apoplexia ante a Ascensão do Oriente – da integração de ICE, UEE, OCX e BRICS, ao mercado de petróleo futuro em yuan com lastro-ouro.

Em contraste com a doutrina da dominação de pleno espectro de total superioridade militar, a cúpula reunida em Qingdao representou a nova onda. Implacavelmente criticada pela velha ordem como autocrática e carregada de "democraturas" dedicadas a "agressão", o que se vê é claramente a multipolaridade em operação, a intersecção de quatro grandes civilizações, um Café Eurasiano onde se discute que outro futuro – que não seja comandado pelo Partido da Guerra –, sim, claro, é possível.

Paralelo a tudo isso, diplomatas em Bruxelas confirmaram a Asia Times que circulam insistentes rumores de que Trump parece estar sonhando com um G3 constituído só de EUA, Rússia e China. Trump, como se sabe, admira pessoalmente a liderança de ambos, Putin e Xi, tanto quanto zomba do labirinto burocrático kafkeano que atende pelo nome de União Europeia e seus três M-gatinhos (Merkel, Macron, May).

Na Europa, ninguém dá sinais de ouvir conselhos bem informados, como os do economista belga Paul de Grauwe, que insiste em que Frankfurt e Berlin gerenciem uma dívida comum, sem a qual a União Europeia não sobreviverá às várias crises dos seus membros soberanos.

Trump, apesar de todas as inconsistências, parece ter compreendido que o G7 não passa de cúpula dos Mortos Vivos, que o coração da ação orbita em torno de China, Rússia e Índia – as quais, não por acaso, são o núcleo duro dos BRICS.

O problema é a estratégia de segurança nacional e a estratégia de defesa nacional dos EUA – que 'exigem' nada menos que Guerra Fria 2.0 contra ambas, China e Rússia, por toda a Eurásia. Quem piscará primeiro? Façam suas apostas.******


[1] Parece ser a primeira vez, nos escritos de Pepe Escobar que se encontra a expressão US$...(billion), literalmente, "...bilhões de dólares norte-americanos, ou EUA-dólares). Quando o dólar ainda era única moeda internacional de reserva, em frases semelhantes, Pepe escrevia (p. ex.) "...$237 trillion" e "(...) $750 trillion" (Asia Times, 6/6/2018). "$" significava "dinheiro" e "dinheiro" significava "dólar universal". Não mais. (Se non è vero, è ben trovato.) [NTs].

No comments:

Post a Comment

Note: Only a member of this blog may post a comment.

Manifestações

2007 Speech

UKRAINE ON FIRE

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

Read more

ARRIVING IN CHINA

Ver a imagem de origem

APPEAL


APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS' STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

manlio + maria

MOON OF SHANGHAI site

LR on CORONAVIRUS

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

L Romanoff

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

manlio

James Bacque

BYOBLU

irmãos de armas


Subtitled in PT, RO, SP

Click upon CC and choose your language.


manlio

VP




Before the Presidential Address to the Federal Assembly.



The President of Russia delivered
the Address to the Federal Assembly. The ceremony took
place at the Manezh Central Exhibition Hall.


January
15, 2020


vp

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.

READ HERE


brics


Imagem

PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

THE PUTIN INTERVIEWS


The Putin Interviews
by Oliver Stone (
FULL VIDEOS) EN/RU/SP/FR/IT/CH


http://tributetoapresident.blogspot.com/2018/07/the-putin-interviews-by-oliver-stone.html




TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democrata

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


contaminação nos Açores



Subtitled in EN/PT

Click upon the small wheel at the right side of the video and choose your language.


convegno firenze 2019